7 motivos para escolher a Shipay como integradora dos seus pagamentos digitais

7 motivos para escolher a Shipay como integradora dos seus pagamentos digitais

Com ampla capacidade técnica, equipes focadas em desenvolver soluções personalizadas e robustez para fazer transações volumosas, Shipay vem consolidando grandes parcerias.

O varejo já entendeu que o consumidor mudou seus hábitos. E se não é mais novidade dizer que a digitalização da economia se acelerou com a pandemia de Covid-19, o grande varejo ainda precisa se adequar para atender o consumidor nesta nova realidade. Se a premissa de um bom serviço é ter as decisões centradas no cliente, a Shipay assume a posição de fornecer aos parceiros soluções customizadas de acordo com suas necessidades. Afinal, entendemos que se nossos parceiros desejam flexibilizar e personalizar a experiência de seus clientes finais, temos a responsabilidade de possibilitar que ele faça isso com soluções que também são customizáveis. 

Como integradora, o foco da Shipay é simplificar os pagamentos digitais. E para mostrar como essa filosofia está presente na estrutura do nosso negócio, trazemos neste artigo alguns exemplos de nossa atuação vanguardista e de como construímos solidez para atender grandes parceiros. 

1 – Arquitetura simples

A Shipay foi estruturada exclusivamente para pagamentos digitais, isso nos permite ter uma flexibilidade muito grande e adaptar as soluções de acordo com as necessidades dos clientes. 

2 – Somos agnósticos

Nossa arquitetura de negócios foi estruturada de uma forma muito agnóstica, podemos ter relacionamento com todos os bancos e carteiras digitais. Então conseguimos adequar as soluções de acordo com o modelo de negócios do nosso parceiro. “Um exemplo é a Porto Seguro. Estamos na régua de cobrança dos clientes deles, atuando com pagamentos PIX para aluguel de carros, colocando QR Code Pix para pagamento da fatura de cartão de crédito e trazendo carteiras digitais para a compra de seguros”,  explica Luiz Coimbra, Co-CEO e fundador da Shipay. 

Neste sentido, Charles Hagler, Co-CEO e fundador da Shipay, acrescenta ainda que com a Shipay o cliente tem a liberdade de escolha de ter sua solução de integração de pagamentos com a instituição que quiser. “Com a Shipay, o parceiro tem relacionamento direto com as instituições financeiras e pode aproveitar os benefícios em termos de taxas, descontos, promoções e cashback. Tem a liberdade de escolher as carteiras digitais e Pix como quiser”. 

3 – Foco na co-criação

Empresas diferentes certamente terão necessidades e desafios distintos. Trazemos a co-criação como premissa para que possamos entregar soluções personalizadas aos nossos clientes. Mergulhamos no desafio do cliente para desenharmos uma solução aderente ao que ele precisa.  “Com nossa arquitetura simples, conseguimos endereçar as necessidades de diversos tipos de clientes. Isso nos dá a flexibilidade para atender desde a padaria de bairro até grandes empresas de tecnologia como a Totvs, ou uma seguradora como a Porto Seguro”, destaca Coimbra. 

4 – Somos vanguardistas em inovação

Somos integradores de pagamentos digitais desde o nascimento da empresa e temos uma capacidade técnica muito grande dentro dessa área, especificamente no Pix. Isso nos possibilita construir soluções customizadas de serviços para atender nossos clientes. 

Antes mesmo de existir a documentação do Banco Central sobre o Pix com vencimento, juros, multa e mora, a gente percebeu que existia a possibilidade de alterar o tempo de expiração do Pix. Dessa forma, antes mesmo de existir o conceito de vencimento, a gente já conseguia adaptar o prazo de validade do Pix para os nossos clientes. A nova documentação do Banco Central veio como uma melhoria, pois possibilita a inclusão de juros, multa e mora. 

Mas de um modo geral, antes de existirem as novas funções previstas na agenda do Banco Central, a Shipay já criava funcionalidades em cima da documentação existente. 

5 – Suporte de verdade

Nosso suporte não se limita aos nossos produtos. A Shipay ajuda com o relacionamento com as instituições financeiras e dá todo suporte técnico tanto na integração quanto na utilização desses pagamentos. “Desde o onboarding até o dia a dia da operação quando surge algum problema, a Shipay oferece suporte ágil”, comenta Hagler. 

6 – Solidez para transacionar grandes volumes

Temos infraestrutura 100% instalável do ponto de vista técnico para transacionar grandes volumes com performance muito boa. “Somos o segundo maior operador de PIX para o Itaú e já temos vários grandes clientes em nosso portfólio, como Burger King, Porto Seguro, Constance, Boticário, entre outros”, explica Hagler. Além disso, em nosso painel os clientes encontram todas as informações necessárias para fazer a conciliação de caixa da empresa. 

7 – Evolução em pagamentos digitais

Toda a capacidade técnica e expertise da Shipay veio como uma evolução natural, conforme explica Coimbra. A empresa nasceu para endereçar uma necessidade latente do varejo físico, que é aproximar pagador e recebedor na loja física. Conseguimos integrar pagamentos digitais e, consequentemente, o Pix dentro do varejo. Fomos sendo desafiados para o desenvolvimento do e-commerce e surgiu nossa parceria com a Qualidoc, assim como no mundo físico a gente passou a se comunicar com diversas automações. O passo seguinte foi a procura por algumas grandes empresas para desenvolvermos soluções integrando a ERP ou para soluções customizadas. Começamos no mundo físico, evoluímos para o mundo digital e aos poucos fomos entrando no mundo corporativo de enterprises, dentro de soluções de pagamentos, pagamentos corporativos, substituição de boletos, fatura de cartão de crédito e cobranças de seguro. 

“Não foi algo que aconteceu da noite para o dia, foi uma evolução natural de negócio e pela capacidade de adaptação da Shipay. Fomos sendo demandados por nossos clientes e naturalmente conseguimos atender de uma forma muito primorosa”, comenta Coimbra. 

E por falar em evolução, também é bom lembrar que a aceleração da digitalização da economia faz com que as novidades neste ambiente se multipliquem a cada dia. Neste sentido, como parceira, a Shipay está sempre um passo à frente, levando aos parceiros e clientes a tranquilidade de que suas soluções de pagamento estarão sempre em dia com as novidades no mercado de pagamentos. “De fato, o ritmo (da chegada de novidades) é muito intenso, até mesmo grandes instituições financeiras, grandes empresas de software e grandes varejistas têm dificuldade de acompanhar e ficar em dia com essas novidades. A Shipay está na vanguarda deste universo de pagamentos, estamos sempre acelerados, lançando as novidades com antecedência. Assim, nossos players podem ficar centrados no core business deles que a gente facilita essa parte dos meios de pagamento”, finaliza Hagler. 

Está na hora de simplificar seus pagamentos digitais, não é mesmo? Fale com a gente e vamos resolver isso já! 

Entenda porque o seu negócio tende a melhorar os resultados com pagamentos digitais

Entenda porque o seu negócio tende a melhorar os resultados com pagamentos digitais

Ver o mercado de pagamentos digitais crescendo me traz satisfação não apenas pelo crescimento que a Shipay vem conseguindo neste processo, mas também por perceber claramente como o varejo pode se beneficiar com esse movimento.” – Luiz Coimbra . Co – CEO da Shipay.

Desde o início das atividades da Shipay, o foco sempre foi apoiar os varejistas e simplificar os pagamentos. Recentemente, nosso parceiro Sterna Café estampou uma reportagem da Folha de São Paulo que tratava justamente sobre como os pagamentos digitais estão facilitando a operação de pequenos negócios. 

Na matéria, a empresária e franqueada da rede, Valdirene Andrade, relatou que o sistema da Shipay facilitou muito o fechamento de caixa da loja, porque a integração alimenta o sistema de caixa automaticamente. Quando ela recebe pagamentos via cartão, por exemplo, é preciso fazer os lançamentos de modo manual. Outra informação importante compartilhada por ela à reportagem é de que, em média, a opção pelos pagamentos digitais tem crescido 15% por mês. A adesão crescente está em linha com o resultado de pesquisa feita pelo Ipec a pedido do C6 Bank: 67% dos brasileiros querem pagar suas compras no varejo com PIX

Os benefícios dos pagamentos digitais não se limitam às pequenas, médias e grandes empresas, os microempreendedores têm muitas vantagens ao oferecerem essas opções aos seus clientes. O primeiro deles é a economia de custos, tendo em vista que a operação é muito mais barata em relação aos métodos de pagamento tradicionais. Ainda que o Banco Central permita que instituições financeiras cobrem taxa pelo PIX, a concorrência acirrada faz com que a maioria das instituições mantenham as taxas muito baixas ou até mesmo isentam o comerciante dessa cobrança. No caso das carteiras digitais, o princípio é parecido e o custo é muito mais competitivo em relação aos pagamentos em crédito, débito e via boleto. 

A reportagem da Folha mostra ainda que dos 11,6 milhões de microempreendedores individuais cadastrados no Brasil, 69,4% já possuem chave PIX. Da mesma forma como a Shipay oferece soluções para varejistas de todos os portes, também temos soluções focadas nas operações dos microempreendedores. Isso facilita o recebimento de valores via PIX e carteiras digitais, com integração direta com o sistema que o microempreendedor utiliza. A grande vantagem é poder oferecer aos clientes a opção de pagar com QR Code, seja em loja física ou virtual. 

Tendo em vista a preferência dos brasileiros em usar o PIX como forma de pagamento, este é um grande diferencial para micro empresários, especialmente em um momento como o que estamos atravessando. Economia de custos e recuperação das vendas são as prioridades do microempreendedor neste momento. Vale lembrar que somente de março a julho de 2020, o Brasil teve um crescimento de 20% no número de MEIs em relação ao mesmo período de 2019. Ao todo, foram 600 mil novos entrantes, todos em busca de oportunidades com as novas demandas da pandemia. 

E neste aspecto, não dá para negar que os pagamentos digitais chegaram para ficar, tendo em vista que dão mais segurança ao cliente com as mudanças de comportamento em função do distanciamento social.

Pagamentos digitais e PIX são o futuro do mercado de Food Service.

Pagamentos digitais e PIX são o futuro do mercado de Food Service.

A pandemia de coronavírus é um dos principais fatores para a aceleração do processo de transformação digital do mercado de Food Service. Com as medidas de isolamento social e a restrição das atividades presenciais, bares e restaurantes tem adotado os pagamentos digitais em seus estabelecimentos e sistemas de delivery.

Os pagamentos digitais aliado ao lançamento do PIX pelo Banco Central foram bastante adotados para a realização de pagamentos em 2020. De acordo com o estudo Generation Pay da fintech Worldpay, cerca de 40% dos brasileiros já adotaram o pagamento de compras via carteiras digitais.

Para entender melhor essa transformação, falamos com Wesley Fernando, proprietário da iDCS e com Charles Hagler, co-CEO da SHIPAY, um dos nossos principais parceiros.  Falamos com os profissionais sobre a parceria entre as empresas e o futuro do mercado de Food Service. Confira abaixo:

Como surgiu a parceria entre iDCS e SHIPAY?

Wesley explica que a parceria com a SHIPAY surgiu na pandemia. Segundo ele, a iDCS já acreditava que os pagamentos digitais são o futuro e que era necessário adotar as carteiras digitais em uma única plataforma de pagamento para facilitar a vida dos nossos clientes. Então, a parceria surgiu dessa necessidade de automatizar as operações dentro dos estabelecimentos.

Hagler completa explicando que a SHIPAY procurou a iDCS em meados de 2020 e ofereceu a integração de carteiras digitais em seu software de PDV, exatamente para atender a esta necessidade.

Qual é a importância de um sistema de PDV como o da iDCS para restaurantes?

Para Wesley Fernando, o sistema da iDCS é fundamental para um restaurante. “Com o nosso sistema, um estabelecimento ganha um leque de automações com uma única plataforma. Ele consegue ter todo o controle da parte operacional, estoque e finanças”, afirma o proprietário da empresa.

Já tivemos casos de clientes, por exemplo, que tem o controle de estoque por meio do nosso sistema no seu celular, deles estarem no mercado fazendo as compras de reposição e ao encontrar produtos baratos, eles checam a necessidade de estoque para gerar economia, ressalta o executivo.

Como a SHIPAY e a iDCS agregam valor ao setor de restaurantes?

A iDCS já tem muitos anos de prática no segmento de Food Service e com a parceria com a SHIPAY, a empresa consegue oferecer ainda mais vantagens para os donos de restaurantes, afirma Hagler.

Através da parceria com a SHIPAY, a iDCS passa a oferecer a seus clientes, o PIX e todas as carteiras digitais como PicPay, Ame, Mercado Pago, entre outras, integradas diretamente no sistema de caixa.

Com o recebimento das vendas via PIX, por exemplo, os varejistas conseguem aproveitar as taxas mais atrativas do novo sistema de pagamentos e com a integração SHIPAY/iDCS, ele consegue realizar vendas instantâneas sem dificuldades, explica o co-CEO da SHIPAY.

Segundo uma pesquisa da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), cerca de 61% dos estabelecimentos já instalaram o PIX e 37% já utilizam o meio para realizar pagamentos.  Para 43%, a principal barreira para não usar o PIX é a falta de integração com o sistema da loja, o que a integração SHIPAY/iDCS resolve.

Os pagamentos digitais são uma grande uma vantagem em relação as vendas com cartões de crédito e débito que ofertam taxas mais caras e nas transações em dinheiro em espécie, o que diminui as chances de perdas e desvios de valores, necessidade de troco, entre outras questões.

Outra vantagem de colocar as carteiras digitais é que elas oferecem diversos descontos por meio de sistemas de cashback e promoções, como acontece por exemplo, com as plataformas do Mercado Pago e da Ame Digital. Isso pode ajudar a fidelizar clientes, atraindo novos consumidores por meio das ações das próprias carteiras digitais, destaca Hagler. Além disso, com a integração SHIPAY/iDCS, o cliente também consegue gerar, pelo próprio PDV, o QR Code e o link de pagamento para realizar vendas por meio de aplicativos de mensagens como WhatsApp, por exemplo, o que é um grande benefício para quem faz vendas remotas ou sem a necessidade de deslocamento até o caixa do estabelecimento.

O futuro do mercado de Food Service está nos pagamentos digitais e instantâneos?

O mercado de Food Service como todos os outros setores do varejo vem passando por transformações e isso se acelerou após o início da pandemia de COVID-19.  

No caso do Food Service, as plataformas de delivery como Ifood e Rappi, eles criaram uma demanda importante para os restaurantes, principalmente no pico da pandemia. Porém, por outro lado, eles diminuem bastante a rentabilidade dos restaurantes por conta das altas taxas, ressalta Charles.

Charles explica que os pagamentos digitais possibilitam que os restaurantes façam seus próprios sistemas de delivery pelo WhatsApp, por exemplo. Isso dispensa a necessidade de participar de plataformas de delivery e assim cortando o intermediário, a rentabilidade aumenta.

O presidente da Abrasel-SP, Joaquim Saraiva, em entrevista a Gazeta do Povo, o uso do PIX representa uma redução significativa. Ele explica que enquanto em transações convencionais, a taxa aplicada fica entre 1% e 3% do valor da compra, no PIX a cobrança é de taxa zero ou de poucos centavos por transação.

Com a pandemia ainda em curso, existe ainda um desafio para os donos de restaurantes de recuperar a rentabilidade para melhorar a saúde financeira de seus negócios. E os pagamentos digitais e instantâneos servem para potencializar essa rentabilidade diminuindo a cobrança de taxas, por exemplo.

Conheça a iDCS!

Estamos há mais de 24 anos no Mercado!

A iDCS Automação ( Intelligence Data Cloud System ), é uma das principais desenvolvedoras de softwares de gestão exclusivos no ramo alimentício, contribuindo com a facilidade de gerenciamento de cada negócio.

Atendemos às necessidades específicas de cada cliente, oferecendo uma gestão eficiente para empresas de todos os portes.

Varejistas economizam nas taxas com a adoção de pagamentos digitais

Varejistas economizam nas taxas com a adoção de pagamentos digitais

Além de serem mais convenientes para os clientes no dia a dia, os pagamentos digitais têm taxas mais baratas do que maquininhas de crédito e débito.

Com cerca de 600 carteiras digitais presentes no Brasil e com mais de dois terços dos usuários de smartphone usando essa modalidade de pagamento, segundo pesquisa da área de Inteligência de Mercado da Globo, o varejo brasileiro tem grandes oportunidades pela frente ao encarar com seriedade a digitalização dos pagamentos. Neste sentido, trazemos aqui algumas constatações e projeções de estudos de mercado para entender a importância da digitalização. Este viés é relevante não só pelo aspecto da modernização do PDV, mas também visando a redução de custos.

Os custos das maquininhas de cartão e das transações em dinheiro

Do ponto de vista do cliente, as carteiras digitais são interessantes porque oferecem benefícios como descontos, cashback, entre outras vantagens. Tendo em vista o volume de carteiras presentes no mercado, os players se esforçam constantemente nessa corrida acirrada pela fidelização. Já pelo aspecto do varejista, uma das principais vantagens é a redução de custos na operação do dia a dia.

O empresário Leandro Zaros, CEO da Santos Calçados, vem adotando os pagamentos digitais em sua rede e destaca alguns dos pontos positivos. “É muito ágil e demonstra de forma eficaz que a empresa está na vanguarda das soluções de transações financeiras para oferecer aos clientes, além dos custos que também são menores do que as operações com  cartões de crédito e débito”, comenta.

Hoje, as principais carteiras digitais do mercado cobram, em média, taxas em torno de 2,4% para transações de crédito e 1,2% para saldo em conta. Em contrapartida, as maquininhas de cartão das companhias com maior presença no varejo aplicam taxas que variam entre 2% e 2,4% em transações de débito, enquanto no crédito essas taxas podem flutuar entre 3,8% e 5,5%. Em casos de pagamentos parcelados, algumas companhias ainda acrescentam uma taxa de 2,9% por parcela. “Pagamentos digitais por não terem tantos players no ecossistema de pagamentos (sub-adquirência, adquirência, bandeira e emissor), são um meio mais barato, além de poderem negociar quando querem receber os pagamentos”, explica Luiz Coimbra, Co-CEO da Shipay.

No crédito, Coimbra destaca que a economia para o varejista pode passar de 1% por transação feita. “O benefício vai variar de 1% até 1,5% por transação, dependendo da negociação que ele tenha. Caso a transação na carteira seja de saldo, esse benefício pode ser maior ainda”, destaca.

Charles Hagler, Co-CEO da Shipay, comenta que para o caso de compras parceladas, as carteiras digitais oferecem uma vantagem ainda maior para os lojistas. “Algumas carteiras estão liquidando transações em D+1 de forma mais barata do que as principais adquirentes ou bandeiras. Além disso, algumas carteiras estão parcelando para o cliente e pagando para o lojista de forma antecipada, tornando a transação ainda mais barata”.

Do ponto de vista das transações em dinheiro, há ainda um custo elevado para o varejista em termos de logística, com transporte de valores, custódia por parte dessas transportadoras, circulação de troco e até mesmo depreciação das cédulas.

O contexto dos pagamentos digitais no Brasil

Vale destacar que essa análise leva em consideração os hábitos culturais que mais prevalecem no Brasil e algumas disrupções provocadas pela pandemia de Covid-19 que acabaram acelerando algumas tendências. No início de 2020, o Global Payments Report apontou uma série de tendências globais e regionais focadas em meios de pagamentos. Todos os insights são pertinentes, mas vale destacar que as projeções hoje podem ser consideradas conservadoras, tendo em vista que toda a análise feita não considerava os impactos globais causados pela pandemia.

Ainda assim, vale trazer aqui alguns recortes relevantes: o primeiro deles é a penetração de smartphone no país, com 66% da população com acesso a um aparelho, assim como a cobertura internet no país, que chega a 71% – percentual muito relevante considerando as dimensões continentais do Brasil.

Na análise da Global Payments, existe uma diferença de comportamento da América Latina em relação ao cenário global que é interessante avaliar mais de perto. Globalmente, os pagamentos digitais já representavam 22% dos gastos no PDV em 2019, com estimativa desse percentual subir para 30% até 2023, uma projeção conservadora tendo em vista que ainda não havíamos sentido os impactos da pandemia quando o relatório foi divulgado. O estudo ainda estimou que neste intervalo temporal os ganhos de operadores de cartões de crédito e débito no PDV seriam modestos globalmente, justamente pela perda de espaço para as carteiras digitais.

prepare sua empresa para receber o pix
prepare sua empresa para receber o pix

Na América Latina, tendo em vista a cultura muito enraizada do uso de cartões de débito e crédito, o estudo estimou que essas modalidades de pagamento ainda encontram espaço para crescimento. Chama atenção também o volume expressivo das transações em dinheiro em espécie (quase 60%). Isso significa que as carteiras digitais não encontram espaço para crescer no Brasil? Não. Essa conclusão seria precipitada e até mesmo imprudente, tendo em vista as profundas mudanças que observamos neste último ano. Aliás, levantamento do Instituto Locomotiva apontou que durante a pandemia, as transações online, NFC e carteiras digitais ganharam a preferência do consumidor, em função de questões de higiene e segurança.

Como o próprio relatório da Global Payments apontou, o volume alto de transações em dinheiro é reflexo, em certa medida, da alta desbancarização no país – cerca de um a cada três brasileiros não possui conta em banco. No entanto, há um cenário em crescimento que vem como solução para essa lacuna. Relatório recente do Itaú BBA destaca que o boom de fintechs no Brasil nos últimos anos despertou o apetite de investidores internos e estrangeiros e isso vem abrindo caminho para uma grande inclusão financeira e digital.

Além disso, a entrada do PIX no mercado também vem para acelerar a familiarização com os pagamentos digitais. Hagler, inclusive, reforça o impacto positivo da ferramenta para os comerciantes. “O PIX terá um impacto interessante para o varejo no fluxo de caixa, porque é dinheiro na hora com taxa zero, ou quase zero”, avalia.

Importante também destacar que essa familiarização com as carteiras digitais já vêm acontecendo durante o período da pandemia. Além do crescimento das bases de clientes das principais carteiras do mercado, o protagonista neste processo foi o Caixa Tem, da Caixa Econômica Federal, aplicativo que ganhou uma base de mais de 66 milhões de clientes e usado para que as pessoas tivessem acesso ao auxílio emergencial do governo sem a necessidade de sacar a quantia diretamente em uma agência bancária.

Aliás, Zaros destaca que o uso amplo do aplicativo tem sido positivo do ponto de vista da adesão das pessoas aos pagamentos digitais no geral. “Os clientes passaram a aceitar os pagamentos digitais de uma forma mais confiável até pelo momento que estamos passando, pois a transação é bem simples. Também pelo fato de a Caixa Econômica Federal ter lançado o Caixa Tem, isso fez com que muitas pessoas que usam esse serviço também entendessem a praticidade das carteiras digitais”, opina.

pix
pix

O empresário planeja adotar o modelo de cashback em breve e avalia que este é um fator que deve ampliar ainda mais a adesão dos clientes, tendo em vista que eles mesmos costumam perguntar sobre isso.

A #Shipay oferece uma solução que integra os pagamentos em carteiras digitais no PDV da sua loja de um modo simples, objetivo e com conciliação de caixa. Assim, seu varejo acompanha as tendências de mercado de um modo prático para a operação do seu dia a dia.

Close Bitnami banner
Bitnami
Close Bitnami banner
Bitnami