De pequenos comerciantes às grandes redes varejistas, Shipay já está presente em todos os estados brasileiros

De pequenos comerciantes às grandes redes varejistas, Shipay já está presente em todos os estados brasileiros

Em menos de um ano, o Pix transformou por completo a forma como as transações financeiras acontecem ao redor do Brasil. E ao longo dessa história ainda tão recente, a Shipay encontrou espaço para participar de uma revolução que nós já imaginávamos lá atrás, mas não poderíamos prospectar que tudo isso aconteceria com tanta velocidade.

Quando a empresa nasceu, focada em facilitar o recebimento de pagamentos digitais, as carteiras digitais (Mercado Pago, Ame, PicPay, etc) já estavam em trajetória de crescimento, mas o Pix ainda era um conceito distante da população. Sua chegada ao mercado mudou tudo. Hoje, a Shipay tem orgulho em estar presente em mais de 500 mil estabelecimentos comerciais, com atuação em todos os estados brasileiros. 

O sucesso do Pix é um dos grandes responsáveis por essa trajetória de crescimento. Os dados de setembro do Banco Central mostram que o sistema conta com cerca de 7 milhões de CNPJs cadastrados, além de 102 milhões de pessoas físicas que fazem parte do sistema. Em outras palavras, praticamente metade da população total do Brasil possui um Pix ativo. Isso ajuda a entender o crescimento acelerado do volume transacionado pela Shipay no varejo. Em julho deste ano, batemos a marca de R$ 1 bilhão em transações; em outubro, já chegamos ao patamar de R$ 2 bilhões transacionados. 

São parceiros e clientes de todos os portes, nos mais diversos segmentos, também construindo uma trajetória de modernização e inclusão financeira neste cenário de tantas possibilidades. Via de regra, a Shipay integra pagamentos digitais em lojas físicas, e-commerces, aplicativos e canais digitais. Nossa capilaridade perpassa de grandes grupos, como Porto Seguro e Burger King, até médios e pequenos varejos.

O mais fantástico em toda essa história é ser uma ferramenta de democratização financeira. Isso porque a integração facilita o fluxo de pagamento não só dos grandes grupos em seus diferentes canais, mas também daquele varejista de bairro que quer contar com uma solução mais prática e moderna para oferecer ao seu consumidor. 

Ao final de novembro, veremos uma nova fase do Pix que poderá facilitar ainda mais o fluxo das transações financeiras em todo o país. Isso porque o Bacen já anunciou que as funções Pix Saque e Pix Troco estarão disponíveis a partir do dia 29/11. Com essa função, os estabelecimentos comerciais que quiserem participar do sistema atuarão como agentes financeiros. É um passo extremamente importante principalmente para a população que vive em pequenas cidades ou distritos, que comumente podem passar por transtornos para ter acesso a uma agência bancária ou caixa eletrônico. 

Ganham as duas pontas, pois o cidadão é beneficiado pela inclusão financeira e as lojas facilitam a gestão de recursos em espécie, diminuindo os custos com segurança e transporte de valores. De um ponto de vista mais amplo, ganha o sistema como um todo, pois é uma política que tende a aumentar ainda mais a adesão ao Pix. 

A facilitação dos pagamentos digitais cumpre um propósito mais expansivo, que é contribuir para um mundo mais inclusivo e moderno. Em breve, teremos também a função do Pix Garantido, que vai permitir ao varejo realizar vendas parceladas com o Pix. A função é promissora, tendo em vista o comportamento enraizado do brasileiro de comprar a prazo. Gradativamente, veremos novas funções sendo lançadas e tornando o Pix cada dia mais dinâmico. 

No mesmo ritmo, a Shipay segue acompanhando essa agenda evolutiva, se antecipando e entregando soluções que descomplicam a vida dos nossos parceiros varejistas. Desde o nascimento do Pix, nos mantivemos empenhados na tarefa de conscientizar o varejo sobre os benefícios da plataforma. Observar este mapa com a Shipay presente em todos os estados é mais do que simplesmente uma conquista em números, é a comprovação que os nossos esforços estão valendo a pena e transformando a realidade de lojistas em todo o país. 

Quer saber mais sobre as nossas soluções e oferecer pagamentos digitais na sua loja?

Pix responde por 40% das vendas em comércios na região do Brás

Pix responde por 40% das vendas em comércios na região do Brás

No comércio popular de São Paulo, o Pix vem transformando a dinâmica dos negócios. Segundo informações da Associação de Lojistas do Brás (Alobrás), cerca de 40% dos pagamentos no comércio da região são feitos por Pix. Em outras regiões da cidade, esse percentual chega a ser maior, como mostrou uma reportagem recente do Agora, jornal vinculado à Folha de São Paulo. 

Um dos pontos mais significativos para os pequenos comerciantes, como mostrou a apuração do jornal, é que a maioria dos bancos não cobra taxas para o uso do Pix, o que torna o pagamento instantâneo mais interessante do que o crédito e o débito. Além disso, há uma via de mão dupla bem relevante tanto para o comerciante quanto para o consumidor final: de um lado, o vendedor ganha capital de giro com o pagamento instantâneo. De outro, o cliente também sai ganhando porque o comerciante consegue oferecer descontos nessa modalidade, já que os custos são menores. 

A própria reportagem constatou isso no momento da apuração, quando encontrou uma manicure que pechinchava o preço de um produto e relatou que 50% de suas clientes também pagam pelo serviço com o Pix. 

Neste momento de fragilidade econômica e gradual retorno das atividades presenciais com o avanço da vacinação, os pequenos comerciantes têm a oportunidade de recuperar perdas e retomar as vendas – e neste sentido, os descontos e vantagens oferecidos para quem paga com o Pix podem fazer uma enorme diferença ao final do dia. 

Outro pilar importante é garantir a segurança dessas transações e facilidade na operação do caixa diariamente. Temos visto com alguma frequência que o varejo está se movimentando para oferecer ao cliente a opção de pagamento com o Pix, muitas vezes por receio de perder vendas. O grande impasse para uma boa fatia desses comerciantes é que esse processo ainda é um pouco improvisado, com o recebimento feito via transferência ou com um QR Code estático no balcão. Muitas vezes o depósito é feito na conta de um funcionário, o qual repassa o valor para o dono da loja ao final do dia. Em outras situações, o dinheiro é depositado diretamente na conta do dono, mas depende da conferência no aplicativo do banco para averiguar se o dinheiro entrou. 

Essas improvisações são estratégias de sobrevivência, mas acabam por criar embaraços para a operação diária. Isso porque tanto o comerciante quanto os funcionários podem se ver em situações desconfortáveis de enganos, desvios e confusões em geral na hora de fechar o caixa. 

O papel da Shipay é garantir que esses pequenos comerciantes continuem modernizando suas operações para oferecer opções ágeis de pagamento aos seus clientes, como o Pix e permitir que isso aconteça no ambiente mais seguro possível. Com a nossa integração, os pequenos comerciantes podem ter a confirmação do pagamento direto na tela do caixa, sem precisar fazer manobras para aceitar o pagamento. Como a ideia é preservar a margem de lucro desses pequenos comerciantes, a solução também é mais interessante do que as maquininhas, as quais têm um custo mais elevado. 

Como a Shipay percebeu a oportunidade que existe no mercado de pagamentos digitais

Como a Shipay percebeu a oportunidade que existe no mercado de pagamentos digitais

Recentemente o co-CEO da Shipay, Luiz Coimbra, foi entrevistado Marcelo Pessoa, no podcast Bancos & Fintechs, para discutir um pouco mais sobre a nova realidade dos meios de pagamentos no Brasil. Venho de uma longa vivência no mercado financeiro, com experiência em banco de investimento, consultoria, trabalhei em grandes instituições financeiras, como Citibank, Credicard e Itaú. Com toda essa bagagem, quando percebi o crescente surgimento de carteiras digitais no mercado, entendi que ali existia um enorme potencial.

Mas como bem sabemos, boas oportunidades só podem ser verdadeiramente aproveitadas quando temos um olhar crítico e atento ao que está acontecendo ao nosso redor. A Shipay nasceu por iniciativa minha e dos sócios Charles Hagler, Fábio Ikeno e Paulo Loureiro. [1] Percebemos que as carteiras digitais de fato tinham um ambiente perfeito para o crescimento, mas existiam ali alguns problemas a serem resolvidos. E como gosto de dizer, sempre que há alguma peça que não se encaixa, temos uma oportunidade em vista.

Víamos um crescente volume de QR Codes de diferentes carteiras digitais nos estabelecimentos e percebemos que faltava algo para tornar esse mercado mais fluido, tanto para o consumidor quanto para o varejista.

Ainda em 2019, passamos três semanas fazendo pesquisa de campo, levantando informações com comerciantes de diversos setores, clientes de carteiras digitais, justamente com o intuito de entender como essa dinâmica vinha acontecendo e os problemas que existiam no dia a dia.

Foi interessante, por exemplo, quando vimos o anúncio de um desconto em produtos de uma loja de vinhos para quem pagasse com determinada carteira. Questionamos a operadora do caixa sobre a promoção e chamou nossa atenção o fato de ela ter perguntado se nós realmente queríamos pagar com a tal carteira digital. Quando confirmamos, ela pegou a plaquinha que estava guardada dentro do balcão. Como estávamos em pesquisa, achamos por bem perguntar o motivo da placa ter sido escondida.

A resposta foi muito significativa: ela nos contou sobre os desafios diários de fechar o caixa, tendo que fazer manualmente a conciliação de todas as vendas com desconto via carteira digital. Era preciso encontrar um jeito de tornar essa rotina mais prática e funcional.

Depois dessas semanas levantando dados, nos reunimos para fazer todo o processo de Design Thinking e entender qual seria o caminho que a Shipay deveria seguir. E então entendemos como poderíamos contribuir para que esse mercado de carteiras digitais se tornasse mais fluido e simples para as pessoas.

Criamos uma solução que integra o recebimento dos pagamentos via carteiras digitais em um só hub. Esse sistema também faz todo o conciliamento de caixa e gera relatórios necessários, o que simplifica muito a operação de caixa e também reduz tempo de fila para os clientes. Em vez de acessar sistemas independentes para cada carteira, o operador de caixa resolve tudo pelo sistema da Shipay. Em outras palavras, a gente facilitou a comunicação entre pagador e recebedor.

A solução que criamos de fato seria indispensável para que o mercado de carteiras digitais pudesse evoluir. Afinal, hoje o Brasil já conta com cerca de 600 carteiras digitais, de acordo com pesquisa feita pela área de Inteligência de Mercado da Globo. Esse mesmo estudo mostrou que dois terços dos usuários de smartphones no país usam pagamentos digitais.

Na conversa com o Marcelo, falamos ainda sobre as perspectivas com a entrada do PIX em breve e as projeções para o mercado, foi um bate papo muito interessante!
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