O cliente tem pressa em receber, você tem pressa em lucrar

O cliente tem pressa em receber, você tem pressa em lucrar

A concepção de excelência para um cliente é algo que está em constante transformação. Por exemplo, se até 2019 um consumidor fizesse uma compra pela internet e tivesse que esperar cerca de cinco dias até receber o produto em casa, o prazo poderia ser considerado bom.

Com a transformação causada pela pandemia, essa tolerância foi caindo para um, dois dias e agora o varejo luta para entregar encomendas horas depois da realização dos pedidos. Reportagem do jornal O Globo mostra que as entregas feitas em até 24 horas já correspondem a metade das operações no comércio eletrônico. Na mesma publicação, o diretor de logística do Magalu afirmou à reportagem que a conversão em vendas aumentou 62% quando o período de entrega caiu de quatro horas para apenas uma hora.

Oferecer uma experiência veloz para o consumidor envolve transformações significativas em logística, gerenciamento de estoque e também em meios de pagamento. Manter todas essas pontas alinhadas e em dia com o processo de transformação digital é imprescindível para que não haja quebra na experiência do cliente.

É como um tripé, se essas três pontas não estiverem em sintonia, o processo fica quebrado. 

Nessa hora entra o protagonismo dos pagamentos instantâneos. Segundo informações de pesquisa recente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o Pix já é o segundo pagamento mais utilizado pela população brasileira para pagamentos à vista (70% dos internautas dão preferência ao Pix). O motivo mais apontado pelos entrevistados para escolher esse método é a rapidez e a praticidade (83% das respostas). 

O boleto bancário e seu prazo de compensação, que em média leva dois dias úteis, se torna incompatível com essa nova realidade. Ainda assim, a 3ª edição da Pesquisa Novos Meios de Pagamentos, realizada pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), apontou que a população desbancarizada usa o boleto com muita frequência – o que mostra que os varejistas têm uma boa janela de oportunidade para oferecer condições melhores ao consumidor com pagamentos digitais e, aos poucos, ganhar essa fatia de clientes. O Pix, por ser mais barato que o boleto bancário, permite ao lojista uma brecha para oferecer descontos aos clientes que derem preferência a essa modalidade. Além de aumentar o fluxo de caixa, libera a mercadoria com mais rapidez para a entrega. 

É importante deixar claro também que a reflexão aqui não vem no sentido de colocar varejistas de todos os portes na mesma linha de concorrência. Afinal, os grandes grupos dispõem de recursos para fazer enormes mudanças estruturais em logística e gestão de estoque, enquanto varejistas menores estão reconstruindo o crescimento gradualmente. Mas quando falamos de meios de pagamento, a discussão é bastante horizontal e democrática para todos os players.

Seja você um varejista pequeno, médio ou grande, é possível ter pagamentos digitais (Pix, Ame, Mercado Pago, PicPay, PagBank, etc) totalmente integrados em sua loja. Isso não demanda um investimento robusto, muito pelo contrário. Como já pontuamos acima, a taxa de um Pix é muito mais barata do que o lojista está acostumado a pagar para emitir um boleto.

Se o cliente tem pressa em receber o que comprou, você certamente também tem para ver seus resultados melhorarem. Quer receber pagamentos digitais em sua loja virtual, física ou canal digital? Conte com a Shipay

Pagamentos digitais e PIX são o futuro do mercado de Food Service.

Pagamentos digitais e PIX são o futuro do mercado de Food Service.

A pandemia de coronavírus é um dos principais fatores para a aceleração do processo de transformação digital do mercado de Food Service. Com as medidas de isolamento social e a restrição das atividades presenciais, bares e restaurantes tem adotado os pagamentos digitais em seus estabelecimentos e sistemas de delivery.

Os pagamentos digitais aliado ao lançamento do PIX pelo Banco Central foram bastante adotados para a realização de pagamentos em 2020. De acordo com o estudo Generation Pay da fintech Worldpay, cerca de 40% dos brasileiros já adotaram o pagamento de compras via carteiras digitais.

Para entender melhor essa transformação, falamos com Wesley Fernando, proprietário da iDCS e com Charles Hagler, co-CEO da SHIPAY, um dos nossos principais parceiros.  Falamos com os profissionais sobre a parceria entre as empresas e o futuro do mercado de Food Service. Confira abaixo:

Como surgiu a parceria entre iDCS e SHIPAY?

Wesley explica que a parceria com a SHIPAY surgiu na pandemia. Segundo ele, a iDCS já acreditava que os pagamentos digitais são o futuro e que era necessário adotar as carteiras digitais em uma única plataforma de pagamento para facilitar a vida dos nossos clientes. Então, a parceria surgiu dessa necessidade de automatizar as operações dentro dos estabelecimentos.

Hagler completa explicando que a SHIPAY procurou a iDCS em meados de 2020 e ofereceu a integração de carteiras digitais em seu software de PDV, exatamente para atender a esta necessidade.

Qual é a importância de um sistema de PDV como o da iDCS para restaurantes?

Para Wesley Fernando, o sistema da iDCS é fundamental para um restaurante. “Com o nosso sistema, um estabelecimento ganha um leque de automações com uma única plataforma. Ele consegue ter todo o controle da parte operacional, estoque e finanças”, afirma o proprietário da empresa.

Já tivemos casos de clientes, por exemplo, que tem o controle de estoque por meio do nosso sistema no seu celular, deles estarem no mercado fazendo as compras de reposição e ao encontrar produtos baratos, eles checam a necessidade de estoque para gerar economia, ressalta o executivo.

Como a SHIPAY e a iDCS agregam valor ao setor de restaurantes?

A iDCS já tem muitos anos de prática no segmento de Food Service e com a parceria com a SHIPAY, a empresa consegue oferecer ainda mais vantagens para os donos de restaurantes, afirma Hagler.

Através da parceria com a SHIPAY, a iDCS passa a oferecer a seus clientes, o PIX e todas as carteiras digitais como PicPay, Ame, Mercado Pago, entre outras, integradas diretamente no sistema de caixa.

Com o recebimento das vendas via PIX, por exemplo, os varejistas conseguem aproveitar as taxas mais atrativas do novo sistema de pagamentos e com a integração SHIPAY/iDCS, ele consegue realizar vendas instantâneas sem dificuldades, explica o co-CEO da SHIPAY.

Segundo uma pesquisa da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), cerca de 61% dos estabelecimentos já instalaram o PIX e 37% já utilizam o meio para realizar pagamentos.  Para 43%, a principal barreira para não usar o PIX é a falta de integração com o sistema da loja, o que a integração SHIPAY/iDCS resolve.

Os pagamentos digitais são uma grande uma vantagem em relação as vendas com cartões de crédito e débito que ofertam taxas mais caras e nas transações em dinheiro em espécie, o que diminui as chances de perdas e desvios de valores, necessidade de troco, entre outras questões.

Outra vantagem de colocar as carteiras digitais é que elas oferecem diversos descontos por meio de sistemas de cashback e promoções, como acontece por exemplo, com as plataformas do Mercado Pago e da Ame Digital. Isso pode ajudar a fidelizar clientes, atraindo novos consumidores por meio das ações das próprias carteiras digitais, destaca Hagler. Além disso, com a integração SHIPAY/iDCS, o cliente também consegue gerar, pelo próprio PDV, o QR Code e o link de pagamento para realizar vendas por meio de aplicativos de mensagens como WhatsApp, por exemplo, o que é um grande benefício para quem faz vendas remotas ou sem a necessidade de deslocamento até o caixa do estabelecimento.

O futuro do mercado de Food Service está nos pagamentos digitais e instantâneos?

O mercado de Food Service como todos os outros setores do varejo vem passando por transformações e isso se acelerou após o início da pandemia de COVID-19.  

No caso do Food Service, as plataformas de delivery como Ifood e Rappi, eles criaram uma demanda importante para os restaurantes, principalmente no pico da pandemia. Porém, por outro lado, eles diminuem bastante a rentabilidade dos restaurantes por conta das altas taxas, ressalta Charles.

Charles explica que os pagamentos digitais possibilitam que os restaurantes façam seus próprios sistemas de delivery pelo WhatsApp, por exemplo. Isso dispensa a necessidade de participar de plataformas de delivery e assim cortando o intermediário, a rentabilidade aumenta.

O presidente da Abrasel-SP, Joaquim Saraiva, em entrevista a Gazeta do Povo, o uso do PIX representa uma redução significativa. Ele explica que enquanto em transações convencionais, a taxa aplicada fica entre 1% e 3% do valor da compra, no PIX a cobrança é de taxa zero ou de poucos centavos por transação.

Com a pandemia ainda em curso, existe ainda um desafio para os donos de restaurantes de recuperar a rentabilidade para melhorar a saúde financeira de seus negócios. E os pagamentos digitais e instantâneos servem para potencializar essa rentabilidade diminuindo a cobrança de taxas, por exemplo.

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Tudo o que você precisa saber para cadastrar as chaves PIX

Tudo o que você precisa saber para cadastrar as chaves PIX

Está chegando ao mercado brasileiro uma nova forma de enviar e receber dinheiro, o PIX. Anunciado pelo Banco Central (BC) em fevereiro, o PIX será lançado em novembro deste ano e o cadastro das chaves PIX do serviço começa nesta segunda, dia 5.

No resumo, o PIX é um novo sistema de pagamentos que visa agilizar a realização de transferências e pagamentos no Brasil. Como meio instantâneo de pagamento, pelo PIX, o usuário pode enviar e receber dinheiro em tempo real e sem pagar nenhuma taxa por isso.

Segundo os dados do Banco Central, no primeiro dia de cadastro, mais de 3,5 milhões de chaves foram registradas. O BC divulgou uma lista com 927 instituições financeiras participantes do PIX no país, incluindo bancos tradicionais e diversas fintechs.

Além das transferências, a plataforma também poderá ser usada por empresas para receber pagamentos. E o PIX não é diferente do TED/DOC por realizar as transações em tempo real, ele também se destaca porque ficará disponível 24×7, ou seja, será possível utilizar o serviço a qualquer momento.

Luiz Coimbra e Fábio Ikeno, co-CEO e CTO da SHIPAY, respectivamente, vão responder as principais dúvidas sobre o cadastro na plataforma PIX, veja abaixo:

O que são as Chaves PIX?  

Luiz Coimbra explica que as chaves do PIX são a principal forma de codificação ou endereçamento da conta recebedora em transferências. Essa será a forma utilizada para identificar com maior facilidade a conta do recebedor.

As chaves servem para identificar o cliente. Na prática, a chave serve para tornar mais prático o envio de um Pix. Com isso, para fazer uma transferência, basta colocar a chave do recebedor do dinheiro, assim não será necessário colocar os dados completos da conta como acontece com TED e DOC, explica Ikeno.

Como me cadastrar no PIX?

A maior parte das instituições financeiras brasileiras participarão do PIX, desde os bancos tradicionais até as fintechs. Logo, é possível se cadastrar no PIX através do registro da chave, ação solicitada pelas próprias instituições. Com isso, é possível se cadastrar no PIX através do app do seu banco/fintech.

É importante ressaltar que a chave não é obrigatória. Será possível enviar ou receber um PIX utilizando os dados da conta, creio que para essa situação será bem parecido com uma transação de DOC ou TED, onde é necessário inserir os dados completos da conta, ressalta Ikeno.

Quais são os tipos de Chaves para cadastrar o PIX?

“Existem quatro tipos de chaves para pessoas físicas, o CPF, o e-mail, o número de celular e a chave aleatória. Pessoas jurídicas também poderão se cadastrar utilizando e-mail, número de celular, chave dinâmica e por meio do CNPJ da empresa” explica Coimbra.

Coimbra ressalta que será possível utilizar mais de um telefone ou e-mail. Sua chave estará registrada no sistema do Banco Central e assim o cliente será identificado e a transferência poderá ser realizada.

Cada cliente pessoa física poderá ter cinco contas PIX, cada um cadastrado com uma chave e cada cliente pessoa jurídica terá direito a 20 chaves, completa Coimbra.

O que é a Chave Aleatória?

Coimbra explica que a chave aleatória, também conhecida como chave EVP (Endereço Virtual de Pagamento) será um número hexadecimal de 32 caracteres gerado de forma aleatória criado pelo DICT (Diretório de Identificadores de Contas Transnacionais) do Banco Central.

Esta chave será útil nos casos onde a pessoa não quer expor um dado pessoal. Será composta por um conjunto de caracteres aleatórios, completa Ikeno.

Como poderá ser feita a portabilidade e a reivindicação de chaves do PIX?

“A portabilidade deverá ser solicitada no PSP (Provedor de Serviços de Pagamentos) para onde a chave será destinada. Haverá necessidade de confirmar a portabilidade no PSP de origem”, diz Ikeno.

Qual é a relação entre as chaves do Pix e o QR Code em pagamentos?

Para receber via PIX no varejo, o lojista poderá gerar o QR Code Dinâmico integrado ao seu sistema de PDV (Frente de Caixa). Com isso, ele evita fraudes, além de conciliar os pagamentos recebidos via PIX no fechamento do caixa, explica Ikeno.

E para realizar essa integração, o lojista deverá solicitar ao PSP (que ele registrou a chave) o certificado e as chaves específicas que deverão ser configuradas no próprio sistema de PDV ou no gateway de PIX adotado pelo PDV, completa.

Quais são as possíveis fraudes do PIX no varejo?

Ikeno acredita que as principais fraudes estarão associadas ao QR Code estático. Neste caso, existe o risco de alguém mal intencionado trocar o QR Code por um que direcione o dinheiro para outra conta, explica.

Outra possibilidade é o pagador mal intencionado fraudar uma tela de confirmação do pagamento no aplicativo, e mostrar essa tela fraudada para o lojista. Caso não consiga acessar o site ou o aplicativo do PSP para verificar se o pagamento foi feito, o lojista fica exposto a essa vulnerabilidade, completa.

Para evitar esses riscos, a melhor forma de se prevenir é receber PIX integrado ao sistema de PDV (Frente de Caixa).

O Banco Central já divulgou o cronograma do PIX. Como previsto, a plataforma poderá ser usada pelos usuários em novembro deste ano. Confira o cronograma abaixo:

  • 5 de outubro: Início do processo de registro de chaves de endereçamento
  • 3 de novembro: Início da operação restrita do PIX
  • 16 de novembro: Lançamento do PIX para toda a população

E aí está pronto para utilizar o PIX? Agora você já sabe como realizar o cadastro na plataforma.

No Pix, basta vc colocar a chave (CPF, Email ou Telefone) da pessoa que vai receber o dinheiro. Ao passo que, para enviar DOC ou TED, vc precisa colocar uma porção de dados: número do banco, agência, conta, CPF, etc.

Sobre a quantidade… pessoa física poderá cadastrar até 5 chaves e pessoa jurídica até 20 chaves PIX.

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