E-commerce: pagamentos por QR Code deixam experiência de compra mais fluida e aumentam o potencial de vendas

E-commerce: pagamentos por QR Code deixam experiência de compra mais fluida e aumentam o potencial de vendas

Boletos aumentam o prazo de entrega e cartões deixam o processo de compra com mais fricção. Entenda como os pagamentos digitais podem beneficiar o seu negócio. 

Você é varejista e vem percebendo que o e-commerce está crescendo, então resolve criar uma loja virtual para o seu negócio. Investe no desenvolvimento de um site rápido, com uma boa apresentação, contrata uma boa equipe de comunicação para cuidar do marketing e se esforça para oferecer aos seus clientes o melhor preço possível diante da concorrência. A uma certa distância, pode imaginar que está fazendo tudo que está ao seu alcance para oferecer uma boa experiência aos seus clientes, mas em que momento dessa jornada você se perguntou a respeito das opções de pagamento? Se você acha que isso não interfere na jornada de compra do seu cliente, nós vamos te mostrar que está na hora de rever esses conceitos. 

Um estudo de tendências divulgado recentemente pela publicação britânica Raconteur traz uma análise muito relevante: os cartões de pagamento foram desenhados para um período em que as lojas tradicionais eram a primeira opção do cliente. Agora, os tempos mudaram. O e-commerce vem se tornando o principal canal de consumo globalmente e esse processo foi acelerado pela pandemia de Covid-19. 

Um erro muito comum cometido pelas empresas é pensar na jornada online como uma réplica do que acontece no mundo físico – e os reflexos disso aparecem principalmente na hora do pagamento. Antes da chegada dos pagamentos por QR Code (Pix, Mercado Pago, Ame, PicPay, PagBank, etc), as lojas virtuais basicamente ofereciam opções de pagamento semelhantes ao que era encontrado nas lojas físicas, com o boleto bancário substituindo o pagamento em dinheiro e as opções de crédito e débito dos cartões. 

A importância de pagamentos sem fricção

O grande gargalo é que, diferentemente do que acontece em uma loja física em que você coloca o cartão na maquininha, na experiência online é preciso digitar todos os dados do cartão de crédito ou débito para cadastrá-lo antes da compra, um processo manual que gera muita fricção. 

Hoje, os pagamentos digitais permitem ao cliente uma experiência muito mais fluida, segura e instantânea. O estudo da Raconteur também reforça muito o potencial do que é chamado de “seamless buying experience”, ou seja, quanto mais fluida a experiência, melhor a experiência do cliente e maiores as suas chances de conversão em vendas. 

Na visão de Paulo Loureiro, Co-Founder e COO da Shipay, a empresa está trazendo um grande impacto justamente neste ponto. Além da presença como integradora de pagamentos em sistemas de PDV e ERP de lojas físicas, a startup também conta com uma forte frente de soluções para e-commerces, aplicativos e canais digitais. Em outras palavras, com os serviços da Shipay você consegue receber pagamentos por QR Code em sua loja física ou virtual de um jeito prático, seguro e rápido. 

Experiência melhor para o cliente com taxas mais competitivas

Uma grande vantagem do Pix para os varejistas é que além de ser um pagamento instantâneo, ainda há a questão da redução de custos. “Quando a gente compara o Pix com o boleto tem uma vantagem muito grande em dois aspectos: primeiro do ponto de vista financeiro. Quando você olha um boleto que custava em média R$ 2,50, variando de banco a banco, a gente olha para o Pix com a oportunidade de pagar centavos por transação, ou em alguns casos pagando um percentual muito menor do que ele pagaria com o boleto. Então, logo de cara você tem uma vantagem financeira, atrelado a uma liquidação D+0,o dinheiro cai no mesmo dia, diferente do boleto, que tem um período para compensar”, ressalta Loureiro.  

Do ponto de vista operacional e de experiência do usuário, o executivo também reforça as vantagens de oferecer o Pix como forma de pagamento no e-commerce. “Você tem a geração da cobrança na hora, específica para um valor e tem a confirmação daquela transação em tempo real. O cliente consegue comprar o produto em instantes e o estabelecimento checa se recebeu o pagamento com a mesma agilidade. Isso permite que a loja possa liberar a mercadoria na hora, independente se for fim de semana ou fora do horário comercial, isso é uma vantagem muito grande do ponto de vista de experiência do usuário”, completa Loureiro. 

No caso das carteiras digitais, elas possuem taxas competitivas em relação às aplicadas nos cartões de crédito e também têm a vantagem dos vários benefícios atrelados ao cashback. Além disso, as carteiras oferecem descontos que atraem os consumidores e o varejo sai ganhando porque têm suas vendas estimuladas. “O varejista tem ali um aliado não somente em termos de custos, mas que também leva novos clientes até ele, para que a loja possa vender mais. Os benefícios são bem claros e a Shipay trabalha exatamente nessa camada de facilitar a utilização desses pagamentos digitais em múltiplos canais das lojas”, acrescenta o executivo. 

Clientes leais gastam cinco vezes mais 

Na publicação do Raconteur, a plataforma Wix trouxe um dado importante em relação ao e-commerce: consumidores leais gastam cinco vezes mais do que os consumidores médios. Ou seja, o investimento na melhoria da experiência dos clientes que a loja já possui é a estratégia mais valiosa que os varejistas podem adotar. Quanto mais responsivo o site e maiores as opções de pagamento, mais interessante a experiência fica para o cliente. Consequentemente, maiores as possibilidades dele retornar a esse site para fazer outras compras no futuro. 

“Nós temos visto isso pelos dados da Shipay, os sites que utilizam Pix e carteiras digitais têm uma mudança não só no mix de produtos, mas também vendem mais. O Pix também trouxe, por exemplo, clientes que pagavam no cartão de crédito e agora dão preferência ao Pix pela facilidade. A experiência melhora porque ele não precisa ficar digitando o número do cartão de crédito e a loja virtual também tem o benefício da taxa melhor, liquidação D+0. Isso tanto é verdade que alguns sites estão oferecendo descontos e condições especiais para quem paga com o Pix”, comenta Loureiro. 

Tem uma loja virtual e quer uma forma simples de oferecer Pix, Ame, Mercado Pago, PicPay ou PagBank como método de pagamento aos seus clientes? Fale com a gente

Aniversário do Pix: plataforma triplica entre empresas, bancariza 40 milhões de brasileiros e cresce 170% em apenas 1 ano

Aniversário do Pix: plataforma triplica entre empresas, bancariza 40 milhões de brasileiros e cresce 170% em apenas 1 ano

Imagine lançar um produto e observar um crescimento de 170% em apenas um ano, isso te pareceria surreal demais para ser verdade?

Este foi o percentual de crescimento de adesão do Pix em seu primeiro ano de existência, quando olhamos apenas para pessoas físicas. Em novembro do ano passado, a plataforma contava com 38 milhões de pessoas físicas adeptas, saltando para 105 milhões em outubro deste ano, segundo dados do próprio Bacen. Além disso, o sistema foi responsável pela bancarização de 40 milhões de brasileiros. O total de pessoas jurídicas dentro do sistema triplicou neste primeiro ano, saltando de 2,4 milhões de CNPJ cadastrados no primeiro mês para um total de 7,4 milhões em outubro deste ano. 

A plataforma de transferências instantâneas do Banco Central completa um ano exatamente no dia 16 de novembro – e de lá para cá lançou novas funcionalidades, se prepara para colocar outras no mercado e está trazendo um dinamismo para o ecossistema financeiro do Brasil até então inédito para os players do mercado. 

Nesta esteira, a Shipay também viveu um ano importante: além do avanço dos pagamentos digitais ao redor do país em função da pandemia de Covid-19, a chegada do Pix impactou de forma muito transformadora a realidade do mercado de pagamentos no Brasil. Hoje, atuamos com três importantes frentes: integração para varejo físico, para e-commerces e também com uma frente corporativa para integração de pagamentos dentro de canais digitais, permitindo o pagamento de faturas de cartão de crédito e outras coisas utilizando o Pix. No período de apenas um ano, nossa empresa se tornou presente em todos os estados do Brasil. 

“Quando o Pix apareceu, ninguém tinha ideia da magnitude e do impacto que ele teria, não somente do ponto de vista transformador como método de pagamento, substituindo pagamentos tradicionais. A abrangência e a magnitude que ele vai ter sob a perspectiva de democratizar os pagamentos, é uma ferramenta que já abrange mais de 50% da população, tem a questão da digitalização do dinheiro que permite processos mais eficientes não só sob perspectiva de tributos,  mas também de controle e celeridade 24/7. Todas as dinâmicas que o Pix traz, a redução de custo na não circulação da moeda (física), é de fato uma iniciativa completamente vencedora, que veio transformando o Brasil”, avalia Luiz Coimbra, Co-CEO e fundador da Shipay. 

Apenas o começo de uma grande transformação

Neste primeiro ano, o balanço para avaliar os passos que já foram dados até agora fica pareado com um universo de possibilidades que estão por vir com a agenda acelerada do Banco Central, que por sinal vem ao lado de uma outra agenda importantíssima, que é da implantação do Open Finance no Brasil. 

Na agenda evolutiva, Coimbra destaca a importância das funcionalidades que estão surgindo gradativamente. “É extremamente importante para o Banco Central continuar impondo esse ritmo transformador, até para dar um horizonte de que é um processo evolutivo longo. A minha percepção é de que as funcionalidades básicas vem de forma muito sustentável: primeiro a transação, depois a transação com cobrança (juros, multa e mora), Pix Saque e Pix Troco devem ajudar o varejo a ganhar um pouco mais de dinheiro, ter uma receita e adotar um pouco mais o Pix como uma contrapartida, e virão também as ferramentas de pagamentos recorrentes para substituir um pouco o boleto parcelado, talvez um pouco do Pix Garantido para substituir um pouco do crédito, são ferramentas importantes para competir com pagamentos como o cartão de crédito”. 

Neste sentido, tendo em vista a quantidade de funcionalidades que estão em pauta, o COO e fundador da Shipay, Paulo Loureiro, acrescenta que a empresa tem um papel importante para ajudar o varejista a acompanhar este movimento. “O Bacen vem fazendo um ótimo trabalho em inovar e também divulgar essas novas funcionalidades do Pix. Isso tem gerado uma expectativa grande no mercado pelo potencial que trás em diversas frentes.

Apesar do anseio, nem todos compreendem que toda nova funcionalidade do Pix precisa também ser implementada pelos bancos, que por sua vez tem seu próprio cronograma. A Shipay, que tem como objetivo democratizar pagamentos digitais, neste caso faz o papel de trazer mais clareza desses movimentos aos nossos parceiros, que estão conectados com o varejo”.

Além das novas funções, o Banco Central traz também a Iniciação de Pagamentos, que deve tornar os processos ainda mais fluidos. Essa é uma possibilidade que encurta os passos do pagamento “copia e cola”, reduzindo de sete para três etapas uma compra em um canal digital. “Você vê aqui um grande lego de peças, todos eles com sua função, quando você junta tudo, esse negócio vai tomando uma robustez, um valor muito grande. O Pix vai ser uma grande infraestrutura do Banco Central, permitindo à autoridade monetária 

ter dados sobre as transações, reduzir custo com moeda, reduzir fraude, lavagem de dinheiro e sonegação”, comenta Coimbra. 

Proteção ao usuário ainda pode melhorar

Todo grande avanço tecnológico também tem o outro lado da moeda. No caso do Pix, um efeito colateral foi o crescimento de crimes como fraudes e casos de sequestros relâmpago. Como resposta a essas questões, o Banco Central anunciou medidas limitando o valor de transferências via Pix no período noturno, bem como mecanismos de bloqueio temporário de recursos em casos de movimentações com suspeita de fraude. 

Coimbra avalia que os mecanismos adotados pelo Banco Central até o momento ainda têm um viés mais reativo do que proativo, e que outras saídas poderiam ser adotadas para melhorar a confiança da sociedade. “O Pix, por ser uma transação instantânea, merece e deveria ter de seus participantes uma validação instantânea para averiguar se aquela transação é positiva ou não. Os meios propostos até agora são reativos, essa transação precisa ter uma validação antifraude também instantânea. Os métodos propostos até agora minimizam o problema, mas não o resolvem”, analisa. Na visão do executivo, além da necessidade de criar um mecanismo de validação instantânea, ainda podem ser dados passos mais profundos para combater contas fraudulentas. 

Shipay tem ferramentas necessárias para alavancar o varejo

Diante da velocidade de evolução da agenda do Pix, os varejistas ainda têm espaço para aprimorar muito a experiência de compra que proporcionam aos seus clientes. Do ponto de vista de cadastro de CNPJs no sistema, o volume de 7,4 milhões é expressivo e muito robusto, falta agora o varejo físico dar passos mais robustos para enriquecer a experiência que oferece. 

“Temos empresários ainda recebendo via transferência, sem muito controle. Esse empresário ainda não está conscientizado de que essa transação vai precisar ser conciliada, que precisa estar integrada aos seus sistemas de caixa, talvez ele ainda esteja tratando seus recebimentos via Pix de uma forma muito simples. Ele precisa estar preparado para entender que esse negócio vai crescer de uma forma exponencial. Se não estiver preparado para isso, vai acabar sofrendo e pagando custos maiores”, avalia Coimbra.

Neste ponto, a Shipay surge como um grande facilitador do varejo, esteja ele presente no ambiente físico, digital ou seja uma empresa interessada em integrar seus canais digitais para pagamentos com o Pix. A tecnologia da empresa vem para permitir que o Pix seja recebido de forma fluida, integrada com o sistema de caixa, conciliado com os demais pagamentos e com todos os benefícios que a transação instantânea oferece. 

“Nossa expectativa era de que o Pix alcançaria sua popularidade rapidamente no P2P pela clareza do seu benefício em comparação com o modelo existente de TED/DOC. Por outro lado, nossa expectativa do Pix no varejo se limitava ao potencial imenso que a solução traria. Dúvidas sobre o modelo operacional e comercial do Pix no varejo eram barreiras que prevíamos, porém não tínhamos como mensurar o impacto da velocidade de adesão. Ao final desse primeiro ano, posso dizer que fui surpreendido pela velocidade em que os varejistas procuram o Pix como nova forma de recebimento e também pelo interesse em utilizar o Pix na sua estratégia `multicanal` como pilar de inovação”, finaliza Loureiro.

Sistema de Gestão é peça essencial na adesão do varejo aos pagamentos digitais

Sistema de Gestão é peça essencial na adesão do varejo aos pagamentos digitais

Novos meios de pagamentos como QR Code e PIX estão se popularizando rapidamente no Brasil. Como um dos setores mais importantes da economia brasileira, o varejo está caminhando para a implementação dos novos meios de pagamento.

A tendência de adesão do varejo é impulsionada pela vontade dos consumidores. Dados do IPEC, antigo IBOPE, apontam que 67% dos brasileiros querem pagar suas compras em estabelecimentos comerciais com o PIX. 

Para dar suporte a adoção de novos meios de pagamento, contar com um Sistema de Gestão para Varejo é um ponto fundamental para facilitar bastante o pagamento e a gestão do negócio no dia a dia, tanto em lojas físicas como no e-commerce. 

Os novos meios de pagamentos se tornaram realidade rapidamente. O PIX, por exemplo, se consolidou como um dos principais meios de pagamento no país em apenas seis meses de operação. 

O Banco Central aponta que mais de 75 milhões de brasileiros usaram o PIX, movimentando R$ 1,109 trilhões em cerca de 1,547 bilhões de transações realizadas no período, superando o volume de transações em TED, DOC, boleto e cheque. 

Uma das parcerias para otimizar a gestão no varejo que tem se destacado no mercado é entre a CIGAM e a SHIPAY. Ambas as empresas buscam trazer soluções inovadoras que facilitem a gestão de negócios. 

Conversamos com a gestora comercial da CIGAM, Lauren Zitzke, que explicou mais sobre a parceria e enfatizou a necessidade do sistema de gestão no varejo para otimizar a experiência de compra dos consumidores e facilitam a gestão do negócio. Confira a entrevista abaixo:

Como surgiu a CIGAM?

A CIGAM iniciou suas atividades em 1986 através da parceria de dois jovens apaixonados por tecnologia e inovação e que eram estudantes da Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, no qual receberam destaque pela participação da 1º Mostratec (Feira Internacional de Ciência e Tecnologia).

Ao longo do tempo chegaram mais dois sócios e nos últimos 20 anos a empresa vem se fortalecendo nacionalmente através de parceiros comerciais estabelecidos em todo o país.

Tendo como propósito impulsionar o sucesso dos negócios e das pessoas, a CIGAM atua como agente da transformação digital, levando inovação, tecnologia, gestão e informação para todo o ecossistema empresarial, oferecendo as soluções de ERP, CRM, BI, RH, PDV e MOBILE.

Qual é a missão da CIGAM?

A missão da empresa é promover o crescimento e maiores resultados de negócios, aumentando a produtividade com soluções inovadoras e fáceis de usar.

Como surgiu a parceria entre SHIPAY e CIGAM?

A oportunidade surgiu como intuito das empresas em fomentar novas oportunidades e um maior alcance de tecnologias para clientes de ambos os negócios.

Qual é o impacto do PIX no mercado de varejo?

O PIX vem para dar amplo alcance, velocidade e facilidade para as operações comerciais. O novo meio de pagamento traz muito mais facilidade para o usuário, e claro, mais segurança nesta época de pandemia.

No que a SHIPAY agrega as soluções da CIGAM?

A SHIPAY agrega mais tecnologias nas operações do Cigam Lojas e Franquias, ofertando um amplo alcance nas formas de recebimento para os lojistas.

Qual é a importância de um sistema de gestão para o varejo?

O Sistema de Gestão para Varejo agrega aos negócios conceitos de gestão, integração da empresa, velocidade e flexibilidade na análise de informações e suas operações como um todo, além de aumento de oportunidades de produtividade e rentabilidade.

Como a CIGAM tem se adaptado aos novos meios de pagamento?

Sempre estamos atentos as novidades do mercado, a CIGAM evolui suas soluções para que os seus clientes estejam à frente e preparados para a transformação digital. Além dos meios padrões de pagamento, já estamos preparados para PIX e para as demais carteiras digitais.

Qual é o feedback dos clientes da CIGAM sobre os novos meios de pagamento?

O feedback dos clientes é que conseguimos dar um amplo leque de possibilidades de formas de recebimentos, além de oferecer aos usuários do Cigam Lojas e Franquias operações do varejo antenadas e modernas, acompanhando toda a transformação das metodologias de recebimento pelas vendas de produtos.

Quais são as principais tendências para o mercado de varejo?

O varejo passa por uma grande transformação digital e reformulação de suas práticas de trabalho. A loja física não é mais o limite de venda e compra de produtos, diversas frentes de oferta de produtos em múltiplos canais, amplos formatos de vendas, assim como muitas formas de recebimento.

De acordo com o estudo “Meio de Pagamento: QR Code – Na visão dos consumidores e das empresas varejistas”, realizado pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) e a AGP Pesquisas, 82% dos varejistas pretendem adotar o PIX e os pagamentos por QR Code em seus negócios em até 12 meses. 

Nesse crescimento exponencial dos meios de pagamentos digitais no varejo, o sistema de gestão para varejo é fundamental para facilitar a operação do negócio. Assim, o varejista pode unir a facilidade no pagamento com uma gestão eficiente da empresa. Esse é o caminho para aderir ao PIX, QR Code e outros meios de pagamento com rapidez e eficiência. 

Com R$ 1 bilhão em transações de pagamentos digitais, Shipay aponta o caminho para o varejo crescer

Com R$ 1 bilhão em transações de pagamentos digitais, Shipay aponta o caminho para o varejo crescer

Experiente em criar soluções customizadas para integrar pagamentos digitais, a empresa abre caminho para que o varejista possa se recuperar no cenário pós-pandêmico.

O economista Theodore Levitt já dizia: “Criatividade é pensar coisas novas, inovação é fazer coisas novas”, e a Shipay vem seguindo a lição à risca: enquanto a criatividade nos dá fôlego para criar novos serviços e soluções, a nossa expertise e senso prático puderam realizar um grande sonho: em apenas pouco mais de um ano de atuação no mercado, atingimos a marca de R$ 1 bilhão em transações no mês de julho! 

Para nós, isso é mais do que um número representativo, é a prova de que estamos na direção correta, oferecendo serviços e produtos de acordo com as necessidades do varejo. Nascemos com a premissa de facilitar pagamentos digitais e seguimos com esse escopo em nosso DNA. É uma grande satisfação para toda a nossa equipe ver como ao longo de tão pouco tempo no mercado, conseguimos um dinamismo muito grande para ampliar nossas soluções e atender clientes e parceiros com a agilidade e eficiência que é necessária em tempos de tantas mudanças aceleradas. 

Junto a esse balanço positivo, trazemos neste artigo algumas percepções relevantes a respeito do varejo neste novo momento. 

Benefícios da Shipay para parceiros e clientes

A gente sabe que a propaganda boca a boca é uma das mais eficientes, além disso é também muito satisfatória, pois reflete a satisfação do cliente. Neste sentido, nosso Co-CEO e fundador da Shipay, Luiz Coimbra, se alegra ao destacar como a empresa vem sendo reconhecida por clientes e parceiros. 

“O ponto mais interessante é exatamente a preocupação da Shipay com nosso modo de simplificar pagamentos digitais, o que fazemos nada mais é do que auxiliar os nossos parceiros para que eles possam gerar uma experiência de pagamento mais simples, mais direta, com menos complicações e mais agnóstica para os clientes deles. No final, o cliente do nosso parceiro é que tem que se sentir confortável de pagar via Pix, via carteira digital e aproveitar os benefícios desses pagamentos. Nossos parceiros podem capturar todos os benefícios da plataforma que a Shipay oferece, com conciliação de caixa,  integração de pagamentos e com muita simplicidade. O feedback tem sido muito positivo e quem mais gera esse retorno são os nossos clientes, recomendando a Shipay para outros parceiros. Para a gente, é o melhor reconhecimento de todos”, comenta.

O aumento da segurança nas transações é outro ponto importante, como explica Charles Hagler, também Co-CEO e fundador da empresa. “A gente tem notado com os parceiros que o principal ponto de feedback positivo é a possibilidade de evitar fraudes. Com o crescimento do Pix e dos pagamentos digitais, quem recebe de uma forma improvisada fica exposto a fraudes, enganos e desvios. O fato dos pagamentos estarem integrados no sistema, com toda a segurança que a gente traz por trás, com token e a confirmação direta na instituição financeira na tela do PDV, possibilita que o varejista receba por esses novos pagamentos, mas com segurança e confirmação em tela. O fato de estar integrado também traz mais fluidez na utilização do serviço, porque é tudo feito na tela, então ele consegue reduzir as filas e oferecer o serviço com muita confiabilidade”, pontua. 

Os riscos de receber o Pix de forma improvisada

Com a população gradualmente se vacinando, o movimento nas ruas também vai aos poucos se normalizando. Para 2021, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) projeta um crescimento de 3,9% no comércio. Neste momento de retomada, o mais importante é que o varejista esteja em dia com as transformações que aconteceram neste período de pandemia, para que possa recuperar suas perdas e voltar a lucrar. “O mais importante é que o consumidor passou um período longo com um relacionamento muito próximo dos pagamentos digitais, fazendo pedidos por delivery, comprando via QR Code, usando os pagamentos digitais e as compras online. A vida vai voltar ao normal aos poucos, o varejista tem que entender que apesar desse cliente buscar uma interação física, ele não vai abrir mão dos ganhos que teve com pagamentos digitais, com instantaneidade. É muito importante o varejo estar preparado para entender que as necessidades desses clientes mudaram”, orienta Coimbra. 

Ele completa ainda que essa é uma oportunidade do varejista fidelizar seus clientes novamente. “A Shipay está muito preparada para orientar e dar suporte ao varejo, permite que ele tenha uma solução robusta, customizada e o mais importante, que atenda aos desejos desse cliente neste momento”.

Neste sentido, Hagler acrescenta ainda que os pagamentos digitais preservam também a premissa do distanciamento social e a segurança nas transações. Ainda que os impactos da pandemia sejam reduzidos no longo prazo, o vírus permanece em circulação e quanto mais os comércios puderem oferecer uma experiência low touch ao cliente, melhor para a reputação dessas lojas. 

Hagler reforça também o potencial das carteiras digitais para atrair os clientes para as lojas nesse momento de retorno para as lojas físicas. “As carteiras digitais são uma forma de chamar atenção para a loja, pois tem a possibilidade de oferecer promoções com cashback, aparecer no mapa do aplicativo da carteira, criar diferencial com a concorrência. Então se você tem uma loja com produto igual ao do seu concorrente, como uma pizza, você dá desconto para quem paga com Mercado Pago, ou 10% de cashback com PicPay ou Ame, isso atrai mais fluxo para a loja”, aconselha. 

Por fim, ele também reforça que o varejista precisa oferecer uma experiência tão boa quanto o cliente vem tendo no e-commerce. “Se o cliente está acostumado a pagar com Pix quando ele pede no e-commerce, é importante poder fazer isso também na loja física. Se está acostumado a pegar um cashback com uma carteira digital quando pede no e-commerce, deve poder fazer isso também na loja física”.

Quer receber pagamentos por QR Code direto na tela do seu PDV, no e-commerce ou nos seus canais digitais?

Como o varejo pode se beneficiar com as novas funções do PIX

Como o varejo pode se beneficiar com as novas funções do PIX

Já tem um tempo que o Banco Central vem divulgando as novas funções do PIX, previstas na agenda da autoridade monetária e implantadas gradativamente. Uma das novidades, inclusive, já começou a funcionar há alguns dias: a integração com a lista de contatos do celular.

Dessa forma, os contatos telefônicos do usuários que estiverem cadastrados no PIX aparecerão no sistema do banco ou fintech automaticamente na hora de fazer uma transferência. Do ponto de vista de adesão, a função cumpre um papel importante. 

Algumas funções que estão na pauta de lançamentos do Banco Central são especialmente importantes para o varejo. É o caso do PIX QR Code Offline, Saque PIX, PIX Garantido e PIX Agendado. Vou falar um pouco mais sobre como cada um deles é importante para o varejista. 

PIX QR Code Offline

O Brasil é um país com proporções continentais e muitas regiões do país sofrem com rede de internet escassa ou de péssima qualidade. Além disso, grande parte da população faz uso de serviço pré-pago de celular. Com o PIX QR Code Offline, o varejista consegue receber o pagamento mesmo se o cliente estiver sem internet no celular.

Saque PIX

Com essa função, os lojistas terão um papel ainda mais ativo na circulação de dinheiro na economia, pois poderão funcionar como um “caixa eletrônico”. Ou seja, o cliente faz um PIX para o varejista e recebe o valor em dinheiro. Essa função reduz as despesas logísticas com transporte de valores e também diminui a exposição do lojista, tendo em vista que com menos dinheiro em espécie em caixa, ele reduz os prejuízos em caso de assalto

PIX Garantido

Essa será uma das funções mais competitivas, tendo em vista que permitirá ao varejo fazer compras parceladas usando o PIX como forma de pagamento. Tendo em vista a forte cultura brasileira de comprar em parcelas, essa ferramenta tem muito potencial para acelerar a adoção do PIX no varejo. 

PIX Agendado

Essa função poderá substituir os DOCs e TEDs agendados, o que é muito interessante para o lojista, pois já sabemos que os custos do PIX são muito mais competitivos do que os outros dois modelos de transações. Com o PIX Agendado, o varejista pode se organizar para agendar pagamento de salários, fornecedores, aluguel, etc. 

De um modo geral, entendemos que o PIX é uma ferramenta transformadora e que pode ser uma grande aliada do varejista neste momento em que os esforços coletivos estão centrados em retomar as vendas e reagir à crise econômica. Além disso, sabemos que a digitalização da economia é um caminho sem volta, ou seja, o varejista que se preparar e se adaptar a essas mudanças, terá maior possibilidades de sobreviver a este momento de dificuldades.

Quero receber PIX em sua loja física ou online?

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