Pix Cobrança: por que o varejo precisa dar mais atenção à função?

Pix Cobrança: por que o varejo precisa dar mais atenção à função?

O Pix Cobrança com vencimento, além do valor específico do produto ou serviço, o varejista pode incluir juros, multa ou descontos. Em comparação aos pagamentos com cartão de débito, o uso do Pix pode representar de 2 a 3 vezes mais faturamento para a loja. A funcionalidade  permite  que o varejista gere um QR personalizado, para ser cobrado de imediato ou com data de vencimento futura. 

A agenda robusta do Banco Central em relação ao Pix deixa tanto os players do mercado quanto o usuário comum cheios de expectativas e questionamentos sobre as novidades constantes. Aqui é interessante fazer uma pausa e analisar mais de perto uma ferramenta já existente. Lançada ainda no primeiro semestre 2021, como é o caso do Pix Cobrança.

O varejo ainda precisa se educar a respeito deste tema. Tendo em vista os benefícios que o uso mais amplo do Pix Cobrança pode trazer para o dia a dia do negócio. No varejo, podemos considerar a ferramenta como uma evolução do boleto.

Tanto pelo ponto de vista de economia, considerando que os custos do Pix para o varejista são infinitamente menores do que os custos de emissão de boleto. Bem como do ponto de vista de celeridade, já que o boleto pode levar até três dias úteis para ser compensado, enquanto no Pix Cobrança a compensação é imediata. 

Mas se antes o Pix não permitia a flexibilidade de colocar uma data de vencimento para o pagamento, inclusão de juros ou descontos, essa ferramenta já resolveu este problema. Nese aspecto, os benefícios se expandem também para empresas que oferecem serviços de assinatura ou mensalidade, tendo em vista a possibilidade de aplicar descontos promocionais ou multas em caso de atraso na data de pagamento. 

Dados importantes referentes ao avanço do Pix no Varejo

Recentemente, a consultoria Gmattos realizou um estudo mostrando o avanço da adoção do Pix no varejo. Embora a plataforma do Banco Central venha crescendo tanto no ambiente físico quanto no digital. Fica mais evidente o patamar muito mais avançado que o Pix garantiu no online. Nas lojas físicas, o pagamento via Pix praticamente dobrou na comparação entre o primeiro e o segundo semestre do ano, mas o uso ainda é tímido em comparação a outros meios de pagamento (salto foi de 1,16% para 2,16%). Já no e-commerce, o uso do Pix cresceu de 32,2% para 40,7% somente entre maio e julho deste ano. A consultoria ainda ressaltou um dado importante:

Em comparação aos pagamentos com cartão de débito, o uso do Pix pode representar de 2 a 3 vezes mais faturamento para a loja. 

Esses dados são importantes para reforçar ao varejista a importância de se manter atualizado com as transformações que estão acontecendo. A Shipay, como parceira do varejista, entende a dor do comerciante que vem acompanhando o avanço do Pix no mercado, mas em um primeiro momento ficou reticente para entender como acrescentar essa plataforma em suas opções de pagamento.

É exatamente neste ponto que a Shipay surge como facilitadora. Uma vez que entrega as ferramentas necessárias para que o varejista tenha o Pix totalmente integrado em seu sistema de caixa. Seja em lojas físicas, e-commerces ou canais digitais corporativos (para pagamento de faturas de cartão, seguros, etc). Entendemos a velocidade da agenda do Pix e nos posicionamos de forma vanguardista e proativa. Sempre no sentido de facilitar o uso do Pix no varejo. Nossos parceiros e clientes que quiserem utilizar o Pix Cobrança e ter os pagamentos totalmente integrados e conciliados em seus sistemas de caixa, tem essa possibilidade com a Shipay. 

Em nossa visão, entendemos que o que existe do Pix ainda é só a ponta de um grande iceberg. O varejista ainda terá um universo de possibilidades para explorar, melhorar a experiência de compra para seus clientes e aumentar as vendas. Estamos diante de uma revolução no mercado de pagamentos e entendemos que nossos parceiros e clientes são os grandes protagonistas desta transformação. 

Soluções inovadoras facilitam adoção do PIX e QR Code no varejo

Soluções inovadoras facilitam adoção do PIX e QR Code no varejo

O crescimento do PIX e dos pagamentos por QR Code no Brasil é estrondoso. De acordo com dados do Banco Central, apenas entre novembro de 2020 e maio de 2021, o PIX cresceu 1.836%. Até maio, o PIX já tinha superado a marca de 649 milhões de transações.

O QR Code não fica atrás, já que era utilizado por 48% dos brasileiros antes do PIX entrar em operação, de acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. Com o crescimento dos novos meios de pagamento no mercado, os varejistas estão cada vez mais notando a importância de oferecer essas possibilidades de pagamentos a seus clientes. 

Para que o PIX e o QR Code cheguem ao varejo, é preciso contar com soluções que facilitem a adoção dos novos meios de pagamento nos pontos de venda. 

A Nortesys é uma das empresas que notaram essa necessidade de mercado e junto a SHIPAY integraram soluções que oferecem um sistema de gestão empresarial completo com PIX e QR Code inclusos nos meios de pagamento. Ambas as empresas são focadas em inovação e buscam otimizar o gerenciamento do negócio de seus clientes. 

Para entender melhor sobre essa parceria e sobre o foco em oferecer PIX e QR Code para clientes de varejo, entrevistamos o CEO da Nortesys, Gean Sharly de Sousa e o COO da SHIPAY, Paulo Loureiro. Os executivos falaram sobre a parceria entre as empresas e as expectativas com o crescimento do PIX e do QR Code no mercado nacional. 

Confira a entrevista abaixo:

Qual é a visão atual da Nortesys sobre as soluções de pagamentos digitais? 

“As soluções de pagamentos digitais para o varejo é um divisor de águas. Vimos na prática, principalmente nestes últimos dois anos, que essas formas de pagamentos permitem uma mobilidade muito grande, facilidade na integração, o que agiliza bastante no processo operacional” explica Gean. 

O executivo também destaca a parte do investimento. “O investimento é mais simples, mais rápido e barato. Assim, é possível ter uma escalabilidade maior. A Nortesys segue buscando investir em pagamentos digitais em nossas soluções de ERP para apresentarmos diferenciais aos nossos clientes”, completa.   

Como surgiu a parceria com a SHIPAY? 

“No ano passado, eu estive procurando plataformas de pagamentos digitais e acabei encontrando a SHIPAY. Entrei em contato com o Paulo, que nos apresentou a empresa e os projetos e aí nós vimos que era aquilo que precisávamos e fechamos a parceria. Foi assim e está dando tudo certo”, afirma Gean. 

Paulo explica que o objetivo da parceria é a SHIPAY prover um motor de crescimento e inovação para os clientes da NORTESYS. 

“Nós imaginamos que pagamentos instantâneos e digitais (PIX, carteiras digitais, QR Code) tem um poder enorme de agregar valor no varejo e junto com a NORTESYS, nós conseguimos levar essa inovação, trazendo valor agregado para o lojista e contribuir para o crescimento do varejo”, completa Paulo. 

Como a solução da SHIPAY agrega valor as soluções da NORTESYS? 

“Nós somos uma softhouse, focados no desenvolvimento de ERPs. Então, num mercado em que há dezenas de empresas, de meios de pagamentos e operadoras financeiras, é preciso se integrar com cada uma delas”, explica Gean. 

Gean destaca que a expertise da SHIPAY em pagamentos digitais, nos trouxe com a parceria uma solução a possibilidade de oferecer aos nossos clientes, a integração com diversas plataformas com mais facilidade. “Isso agrega muito valor as soluções de ERP que oferecemos aos nossos clientes”, completa.

Qual é a expectativa com a chegada do PIX e dos pagamentos por QR Code? 

“Nosso lema é ‘inovando sempre’, então quando se falou em PIX e os pagamentos por QR Code, nós percebemos que era a nossa hora de levar a isto aos nossos clientes, e consequentemente, aos consumidores”, explica Gean.  

Gean afirma que a expectativa da Nortesys é que a empresa possa cada vez mais sair na frente com novidades para oferecer para os nossos clientes e para o consumidor final. 

Paulo explica que a SHIPAY tem o objetivo de simplificar os pagamentos digitais e nós fazemos isto por meio de parcerias. “Hoje, os nossos parceiros são o coração da empresa, crescemos junto com eles com a proposta de melhorar o ecossistema de pagamentos digitais”, completa. 

“Atualmente, temos meios de pagamento tradicionais como débito, crédito e boleto, mas se olharmos mundo afora percebemos que os meios de pagamentos digitais tendem a crescer nos próximos anos, chegando a representar cerca de 30% de participação no mercado de pagamento, de acordo com algumas pesquisas” ressalta Paulo.

Qual é o feedback dos clientes em relação aos pagamentos digitais? 

“Para a maioria do varejo, principalmente do pequeno varejo, isso ainda é uma novidade. É uma novidade que muitos querem, mas como se trata de operações financeiras há muitas dúvidas”, destaca Gean.  

“Então, os clientes querem e nós temos desenvolvidos trabalhos em conjunto para que os clientes possam entender sobre o assunto. E eu acredito que a medida com que a sociedade for entendendo melhor os pagamentos digitais, a aderência a estes meios será cada vez maior”, completa. 

O PIX, carteiras digitais e pagamentos por QR Code já são uma realidade no mercado de pagamentos. A expectativa é que com o boom tecnológico atual, o processo de maturação dos meios de pagamentos digitais no varejo seja bastante acelerado. A tendência é que estes meios de pagamentos se tornem cada vez mais relevantes no ecossistema financeiro brasileiro.

Pix responde por 40% das vendas em comércios na região do Brás

Pix responde por 40% das vendas em comércios na região do Brás

No comércio popular de São Paulo, o Pix vem transformando a dinâmica dos negócios. Segundo informações da Associação de Lojistas do Brás (Alobrás), cerca de 40% dos pagamentos no comércio da região são feitos por Pix. Em outras regiões da cidade, esse percentual chega a ser maior, como mostrou uma reportagem recente do Agora, jornal vinculado à Folha de São Paulo. 

Um dos pontos mais significativos para os pequenos comerciantes, como mostrou a apuração do jornal, é que a maioria dos bancos não cobra taxas para o uso do Pix, o que torna o pagamento instantâneo mais interessante do que o crédito e o débito. Além disso, há uma via de mão dupla bem relevante tanto para o comerciante quanto para o consumidor final: de um lado, o vendedor ganha capital de giro com o pagamento instantâneo. De outro, o cliente também sai ganhando porque o comerciante consegue oferecer descontos nessa modalidade, já que os custos são menores. 

A própria reportagem constatou isso no momento da apuração, quando encontrou uma manicure que pechinchava o preço de um produto e relatou que 50% de suas clientes também pagam pelo serviço com o Pix. 

Neste momento de fragilidade econômica e gradual retorno das atividades presenciais com o avanço da vacinação, os pequenos comerciantes têm a oportunidade de recuperar perdas e retomar as vendas – e neste sentido, os descontos e vantagens oferecidos para quem paga com o Pix podem fazer uma enorme diferença ao final do dia. 

Outro pilar importante é garantir a segurança dessas transações e facilidade na operação do caixa diariamente. Temos visto com alguma frequência que o varejo está se movimentando para oferecer ao cliente a opção de pagamento com o Pix, muitas vezes por receio de perder vendas. O grande impasse para uma boa fatia desses comerciantes é que esse processo ainda é um pouco improvisado, com o recebimento feito via transferência ou com um QR Code estático no balcão. Muitas vezes o depósito é feito na conta de um funcionário, o qual repassa o valor para o dono da loja ao final do dia. Em outras situações, o dinheiro é depositado diretamente na conta do dono, mas depende da conferência no aplicativo do banco para averiguar se o dinheiro entrou. 

Essas improvisações são estratégias de sobrevivência, mas acabam por criar embaraços para a operação diária. Isso porque tanto o comerciante quanto os funcionários podem se ver em situações desconfortáveis de enganos, desvios e confusões em geral na hora de fechar o caixa. 

O papel da Shipay é garantir que esses pequenos comerciantes continuem modernizando suas operações para oferecer opções ágeis de pagamento aos seus clientes, como o Pix e permitir que isso aconteça no ambiente mais seguro possível. Com a nossa integração, os pequenos comerciantes podem ter a confirmação do pagamento direto na tela do caixa, sem precisar fazer manobras para aceitar o pagamento. Como a ideia é preservar a margem de lucro desses pequenos comerciantes, a solução também é mais interessante do que as maquininhas, as quais têm um custo mais elevado. 

Com nova fase do Pix se aproximando, Shipay traz a robustez necessária para novos desafios

Com nova fase do Pix se aproximando, Shipay traz a robustez necessária para novos desafios

Uma empresa está no caminho certo quando suas palavras condizem com os passos que ela segue. A frase que carregamos em nosso slogan “Shipay, simplificando pagamentos digitais” é realmente a nossa essência e está em linha com a evolução das ferramentas que estão surgindo para facilitar a vida tanto de empresas quanto da população em geral.

Desde que o Pix foi lançado em novembro do ano passado, sua agenda vem evoluindo de modo muito robusto e é uma grande satisfação ver a nossa empresa avançar na mesma velocidade.

Entre os exemplos destes avanços, a Shipay vem atuando em parceria com o Banco do Brasil para alavancar a adesão ao Pix. Uma grande vantagem para os clientes do BB é que eles podem ter o Pix integrado direto em suas automações. Isso permite que esse cliente ofereça a possibilidade de pagamento com o Pix de uma forma mais segura e prática em seu dia a dia. 

Importante ressaltar que o Banco do Brasil responde por quase 30% do volume financeiro transacionado por Pix no Brasil. Desde o lançamento da plataforma em novembro do ano passado até julho deste ano, o BB havia transacionado R$ 442 bilhões. No mesmo período, foram 744 milhões de transações feitas, o que representa cerca de 20% do volume de transações de Pix no país (os dados são do Banco Central). 

Do lado de cá, em julho tivemos a satisfação de bater a marca de R$ 1 bilhão de transações feitas por clientes com a nossa integração. Temos orgulho em ser o segundo maior operador de Pix do Itaú, bem como outras parcerias de peso que vêm sendo desenvolvidas ao longo do ano. Na Porto Seguro, desenvolvemos uma solução para conectar o Pix às plataformas e sistemas internos da seguradora. Isso permite que clientes possam usar o Pix para pagar suas dívidas e faturas de cartão. Desenvolvemos ainda uma importante parceria com o Banco Original, alinhando a nossa expertise tecnológica com a experiência do Original em Bank as a Service. Dessa forma, podemos oferecer uma automação que facilita o uso do Pix no varejo, recebendo o dinheiro no banco que o varejista quiser e sem burocracia. 

Toda essa trajetória de desenvolvimento nos coloca em uma posição muito favorável para este novo momento do Pix, com a chegada de novidades como o Iniciador de Pagamentos e as novas funcionalidades que serão lançadas em breve (Pix Saque e Pix Troco já devem entrar em operação a partir de novembro). 

Em cada projeto que entramos, conseguimos desenvolver soluções customizadas e de acordo com a necessidade do cliente, seja para implementar a integração direto no PDV/ERP, no e-commerce, em aplicativos ou outras automações de nossos clientes. Toda essa experiência adquirida nos permite assumir novos desafios e entregar aos nossos clientes e parceiros uma solução robusta e bem integrada com as funções do Pix que estão para chegar. Recentemente, a Câmara Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apontou que o Pix já é o segundo meio de pagamento mais utilizado no Brasil, isso só reforça a relevância que essa plataforma ganha no varejo. 

Com as novas regras de segurança do Pix, “jeitinho brasileiro” pode prejudicar a sua loja.

Com as novas regras de segurança do Pix, “jeitinho brasileiro” pode prejudicar a sua loja.

O Pix conquistou a população por sua praticidade, funcionamento 24/7, rapidez e democratização das transferências, já que é gratuito para pessoas físicas e o custo para o varejo é muito baixo.

Nos últimos meses, no entanto, as notícias recorrentes de crimes como sequestro relâmpago e fraudes acenderam um alerta na sociedade e o Banco Central trouxe uma resposta imediata para a questão. Afinal, a transação é segura do ponto de vista tecnológico, mas de fato foi importante aprimorar e criar algumas ferramentas operacionais para aumentar a segurança dos usuários. Neste artigo, eu destaco alguns pontos importantes que foram definidos pelo Banco Central, assim como alguns aspectos que o varejista deve levar em consideração para manter sua operação fluida e segura. 

No caso das transações entre pessoas físicas, o Bacen instituiu o limite de R$ 1.000,00 para transferências no período entre 20h e 6h. A regra vale apenas para contas de pessoa física. Ou seja, aquele varejista que recebe Pix ainda de forma improvisada, usando o Pix do próprio dono ou dos funcionários da loja, acaba deixando a operação muito vulnerável em várias pontas. Além das questões que já pontuei aqui em outros momentos, sobre a falta de transparência de não ter a confirmação do pagamento em tela, a brecha que fica para situações desconfortáveis de descontrole de caixa ou desvio de dinheiro, o limite imposto pelo Bacen por medidas de segurança acaba afetando também aquele varejista que segue usando chaves de pessoa física. Em caso de estabelecimentos que funcionam 24 horas ou no período noturno, o lojista fica limitado para receber pagamentos que ultrapassem o valor fixado pelo Bacen das 20h às 6h. 

Além disso, a partir do dia 16 de novembro devem entrar em vigor algumas funcionalidades anunciadas pela autoridade monetária, também visando aumentar a segurança do Pix. No caso de suspeita de fraude, os recursos do usuário podem ficar bloqueados por até 72 horas, sendo que as instituições financeiras devem avisar o cliente imediatamente se fizerem um bloqueio por motivos de segurança.  

Esse é um ponto importante para se ter atenção: se o lojista opta por receber pagamentos por Pix usando chaves de pessoa física, a movimentação financeira constante pode levar o banco a suspeitar de fraude. Se a conta cadastrada for de CNPJ, a operação fica mais transparente e o varejista evita esse tipo de problema.

Importante ressaltar também que o Bacen determinou ainda que as instituições financeiras deverão notificar infrações, fazendo marcações em chaves de pessoas físicas e jurídicas com suspeitas de fraude. O BC deve liberar ainda uma nova funcionalidade para consultar informações vinculadas às chaves Pix, como forma de gerar mais transparência aos participantes do sistema. 

Todas essas mudanças são benéficas tanto para o sistema quanto para os usuários do Pix, já que esses mecanismos ajudam a identificar e prevenir crimes financeiros. E por tudo que pontuei até aqui, o varejista só terá contratempos com as novas regras se estiver recebendo por Pix de um jeito improvisado, o famoso “jeitinho brasileiro”. 

A Shipay é uma plataforma aberta e democrática, moldada para atender varejistas de todos os portes, desde as grandes redes até o pequeno comerciante com uma loja de bairro. Nossa integração permite que o lojista tenha o Pix integrado diretamente em seu sistema de caixa, com QR Code dinâmico e confirmação de pagamento direto na tela. Ou seja, o varejista pode oferecer o Pix como forma de pagamento aos seus clientes de uma forma segura e transparente, sem ficar exposto a fraudes.

 

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