Pagamentos por QR Code para supermercados

Pagamentos por QR Code para supermercados

Os supermercados tiveram de se reinventar em 2020. O processo de transformação digital destes estabelecimentos passou por uma forte aceleração no último ano. Grande parte das redes começou a aceitar meios de pagamentos digitais, viabilizando novas formas de pagamento como, por exemplo, as compras por meio de QR Code.

m entrevista ao jornal Extra, o presidente da ASSERJ (Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro), Fábio Queiroz, explicou que o movimento de aceitação por parte dos supermercados começou por algo novo: a necessidade de as pessoas usarem sua conta do Auxílio Emergencial.

Assim, a maior parte das redes foi aos poucos começando a aceitar as carteiras digitais em suas lojas.  Mas para oferecer pagamentos digitais é preciso ter processos bem estruturados e sistemas integrados. Só assim toda essa dinâmica se torna funcional.

Uma integração muito bem avaliada por donos de supermercados surgiu na cooperação entre a Shipay e a GDOOR Sistemas. A integração oferecida pela parceria entre as empresas oferece funcionalidades para controle operacional e administrativo, além de pagamentos com carteiras digitais em uma só plataforma.

Conversamos com Marcelo Stivanello, o Product Owner da GDOOR, e com o CEO da Shipay, Paulo Loureiro sobre a parceria e a necessidade da integração do PDV com os meios de pagamentos digitais. Confira abaixo algumas perguntas que foram levantadas e as considerações apresentadas pelas empresas.

Como surgiu a parceria da GDOOR Sistemas com a Shipay que permite pagamentos por QR Code para supermercados? Quais são os benefícios que essa parceria proporciona aos clientes?

O Marcelo respondeu que ‘a parceria surgiu para atender uma necessidade dos Sistemas GDOOR em integrar pagamentos com carteiras digitais’. Essa integração ‘facilita e agiliza processos de pagamentos para os clientes da empresa no dia a dia, dinamizando processos’.

Segundo o Paulo, ‘a GDOOR Sistemas é um parceiro estratégico não apenas por conta do seu grande número de clientes, mas também pela preocupação em lançar soluções inovadoras e capacitar os seus revendedores’. Para a Shipay isso ‘é muito importante, já que objetivo da empresa sé ter um impacto positivo na vida dos lojistas’.

“O modelo de parceria da Shipay tem muito valor para parceiros como a GDOOR porque, com essa colaboração, conseguimos viabilizar pagamentos digitais de uma forma simples rápida”.

– Paulo Loureiro, CEO da Shipay.

Além disso, o executivo destacou que a Shipay também se preocupa em ser um parceiro de negócios. Segundo ele, “mesmo que os pagamentos digitais estejam crescendo de forma acelerada, há um período de adaptação. Então, nós também focamos nessa parte de marketing e comunicação para garantir que os nossos parceiros vendam da melhor maneira possível”.

Como os supermercados estão se adaptando aos pagamentos digitais como o PIX?

“A adaptação vem ocorrendo muito bem, pois todo o processo é muito simples. Sempre tivemos como meta desenvolver e aprimorar nossos sistemas para que a experiência do usuário seja a mais simples possível. Muitos estão interessados no PIX, visto que seus clientes buscam trabalhar com esta modalidade de pagamento. dessa forma a empresa precisa estar atenta e constantemente se atualizando”, afirma Marcelo.

Quais são os principais benefícios que as soluções da Shipay e da GDOOR Sistemas trazem para os supermercados?

O Marcelo mencionou que ‘a integração Shipay/GDOOR agiliza as filas do estabelecimento, pois acelera o processo de pagamento. Isso transforma a experiência do cliente de maneira positiva’. Quando os pagamentos digitais são facilitados, isso mostra que ‘o estabelecimento está antenado, acompanhando as novas tendências de consumo’.

“O valor da integração Shipay/GDOOR para pagamentos por QR Code para supermercados é ainda maior. Como este segmento é muito sensível a taxas e ao fluxo de caixa, os pagamentos digitais reduzem as taxas e tornam o prazo de liquidação bem menor”, explica Loureiro.

De acordo com o Product Owner da GDOOR, Marcelo Stivanello, ‘o PDV é fundamental para a empresa, visto que é o registrador das vendas e um local diretamente ligado com o atendimento ao cliente’.

“Nosso PDV é descomplicado, pois entendemos que entre as preocupações do usuário não deve estar o funcionamento disso ou daquilo. A ideia é que com um treinamento rápido, o usuário já entenda e domine o funcionamento da ferramenta”, completa ele.

Com os pagamentos digitais integrados no sistema de PDV é possível realizar vendas com o valor travado da compra e receber a confirmação do pagamento online. Isso otimiza a experiência de atendimento do caixa, deixando-a muito mais rápida e descomplica o fluxo do supermercado.

O futuro do varejo está nos pagamentos digitais e instantâneos?

“Chegamos em um momento onde os pagamentos digitais e instantâneos já deixaram de ser tendência. Eles são a realidade! Estamos falando de modalidades de pagamentos completamente democráticas que trazem benefícios tanto para quem paga como para quem recebe”, afirma Paulo Loureiro.

Uma pesquisa da Capterra aponta que houve um aumento de 32% no volume de pagamentos digitais desde março de 2020. Os dados também mostram que 95% dos consumidores que já realizaram compras por meio dos pagamentos digitais deve seguir utilizando essa forma de pagamento nos próximos anos.

O estudo Generation Pay da fintech World Pay mostra que 40% dos brasileiros já utilizam meios digitais de pagamento. Isso mostra que o PDV precisa estar integrado às carteiras digitais e ao PIX a fim de viabilizar pagamentos por QR Code para supermercados.

A tendência é que, nos próximos anos, estes meios de pagamentos se tornem a realidade para a maioria das pessoas não só do Brasil, mas do mundo inteiro.

Estabelecer limites para transações do PIX é uma boa notícia para todos

Estabelecer limites para transações do PIX é uma boa notícia para todos

A data de lançamento do PIX já foi definida pelo Banco Central, dia 16 de novembro. No entanto, ainda pairam muitas dúvidas para o consumidor sobre como será a dinâmica da ferramenta. No blog da Shipay, nós esclarecemos uma série de dúvidas sobre o assunto, e nos últimos dias o Banco Central informou algo que vinha sendo questionado pelas instituições financeiras: a definição de limites para as transações do PIX.

O Bacen divulgou uma instrução normativa que libera os bancos e demais instituições financeiras a definirem limites para os valores transacionados através do PIX. Ainda que tenham sido estabelecidas algumas regras, a forma de definir como serão as limitações ficará a cargo de cada instituição, mas o Banco Central estabeleceu que esse limite não poderá ser inferior ao teto que os usuários têm disponível na opção de débito.

Segundo informações do portal InfoMoney, ficou estabelecido que até o dia 28 de fevereiro as transações do PIX que forem feitas em dias úteis, das 6h às 20h, terão limite de 50% do teto da TED (que varia de acordo com a instituição). A partir de 1º de março, esse limite sobe para o total que é permitido via TED.

Essa definição de parâmetros para limitar as transações é um fator muito importante para o sucesso da adesão à ferramenta, tendo em vista que se trata de uma medida de segurança para os usuários. Em outros países, o estabelecimento de limites para transações do PIX foi adotado, como forma de evitar fraudes, e não teria motivo para ser diferente por aqui.

Aliás, tendo em vista o histórico do Brasil no assunto, é importante destacar que a preocupação das instituições foi válida e que o Banco Central agiu bem em deixar essas diretrizes mais claras. No ano passado, estudo feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) mostrou que as fraudes financeiras foram responsáveis por um prejuízo de R$ 1,8 bilhão em 12 meses.

As expectativas sobre a entrada do PIX no mercado são muito positivas quando pensamos sob o ponto de vista do potencial que essa ferramenta tem para ampliar a adesão aos pagamentos digitais. Justamente por isso, é fundamental que os passos para o início dessas operações sejam dados de forma atenta e cautelosa, já que este primeiro momento será um período crucial para identificar e corrigir falhas, apresentar melhorias e entender a dinâmica da ferramenta com a população. Como prestadores de serviço, estamos atentos a como essas questões vão avançar para que possamos estar sempre um passo à frente e oferecer segurança a todos os nossos parceiros varejistas.

A #Shipay já está com suas soluções preparadas para o recebimento de pagamentos via PIX, ou seja, os varejistas que contam com a nossa solução já estarão com seus PDVs prontos para receberem essas transações uma vez que o sistema entrar em operação.

Como a Shipay percebeu a oportunidade que existe no mercado de pagamentos digitais

Como a Shipay percebeu a oportunidade que existe no mercado de pagamentos digitais

Recentemente o co-CEO da Shipay, Luiz Coimbra, foi entrevistado Marcelo Pessoa, no podcast Bancos & Fintechs, para discutir um pouco mais sobre a nova realidade dos meios de pagamentos no Brasil. Venho de uma longa vivência no mercado financeiro, com experiência em banco de investimento, consultoria, trabalhei em grandes instituições financeiras, como Citibank, Credicard e Itaú. Com toda essa bagagem, quando percebi o crescente surgimento de carteiras digitais no mercado, entendi que ali existia um enorme potencial.

Mas como bem sabemos, boas oportunidades só podem ser verdadeiramente aproveitadas quando temos um olhar crítico e atento ao que está acontecendo ao nosso redor. A Shipay nasceu por iniciativa minha e dos sócios Charles Hagler, Fábio Ikeno e Paulo Loureiro. [1] Percebemos que as carteiras digitais de fato tinham um ambiente perfeito para o crescimento, mas existiam ali alguns problemas a serem resolvidos. E como gosto de dizer, sempre que há alguma peça que não se encaixa, temos uma oportunidade em vista.

Víamos um crescente volume de QR Codes de diferentes carteiras digitais nos estabelecimentos e percebemos que faltava algo para tornar esse mercado mais fluido, tanto para o consumidor quanto para o varejista.

Ainda em 2019, passamos três semanas fazendo pesquisa de campo, levantando informações com comerciantes de diversos setores, clientes de carteiras digitais, justamente com o intuito de entender como essa dinâmica vinha acontecendo e os problemas que existiam no dia a dia.

Foi interessante, por exemplo, quando vimos o anúncio de um desconto em produtos de uma loja de vinhos para quem pagasse com determinada carteira. Questionamos a operadora do caixa sobre a promoção e chamou nossa atenção o fato de ela ter perguntado se nós realmente queríamos pagar com a tal carteira digital. Quando confirmamos, ela pegou a plaquinha que estava guardada dentro do balcão. Como estávamos em pesquisa, achamos por bem perguntar o motivo da placa ter sido escondida.

A resposta foi muito significativa: ela nos contou sobre os desafios diários de fechar o caixa, tendo que fazer manualmente a conciliação de todas as vendas com desconto via carteira digital. Era preciso encontrar um jeito de tornar essa rotina mais prática e funcional.

Depois dessas semanas levantando dados, nos reunimos para fazer todo o processo de Design Thinking e entender qual seria o caminho que a Shipay deveria seguir. E então entendemos como poderíamos contribuir para que esse mercado de carteiras digitais se tornasse mais fluido e simples para as pessoas.

Criamos uma solução que integra o recebimento dos pagamentos via carteiras digitais em um só hub. Esse sistema também faz todo o conciliamento de caixa e gera relatórios necessários, o que simplifica muito a operação de caixa e também reduz tempo de fila para os clientes. Em vez de acessar sistemas independentes para cada carteira, o operador de caixa resolve tudo pelo sistema da Shipay. Em outras palavras, a gente facilitou a comunicação entre pagador e recebedor.

A solução que criamos de fato seria indispensável para que o mercado de carteiras digitais pudesse evoluir. Afinal, hoje o Brasil já conta com cerca de 600 carteiras digitais, de acordo com pesquisa feita pela área de Inteligência de Mercado da Globo. Esse mesmo estudo mostrou que dois terços dos usuários de smartphones no país usam pagamentos digitais.

Na conversa com o Marcelo, falamos ainda sobre as perspectivas com a entrada do PIX em breve e as projeções para o mercado, foi um bate papo muito interessante!
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