Pagamentos Digitais para E-commerce

Pagamentos Digitais para E-commerce

As carteiras digitais estão tomando o mercado de e-commerce. E esse processo de mudança na forma como realizamos os pagamentos do dia a dia foi acelerado por conta da pandemia de coronavírus. Para se ter ideia, de acordo com um estudo da consultoria Bian, as carteiras digitais devem representar até 28% do total de pagamentos até 2022.

Outra pesquisa da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) também mostra que 61% dos brasileiros com smartphones das classes A, B e C já realizam compras por meio das carteiras digitais. Destes, 47% disseram que o principal fator para pagamentos digitais é a praticidade.

Crescimento do e-commerce deve se consolidar no pós-pandemia

A pandemia ajudou a turbinar as compras em lojas virtuais. Segundo pesquisa da consultoria Ebit/Nielsen, apenas no primeiro semestre de 2020 o e-commerce nacional cresceu 47%. No período, cerca de 90,8 milhões de pedidos foram realizados.

E de acordo com a projeção da Kearney, o crescimento não deve parar no pós-pandemia, a estimativa é que o e-commerce brasileiro cresça, em média, 17% ao ano até 2024, chegando a alcançar R$ 69 bilhões a mais do que o esperado antes da pandemia nos próximos anos.

Economistas apontam para a tendência de mudança estrutural no varejo, que devem se habituar ao mundo digital para venderem mais por e-commerce do que em seus PDVs. A expectativa é que o futuro do varejo esteja no online.

Pagamentos digitais por QR Code no Brasil

Os dados da EBANX do início de 2020 mostram que o crescimento do e-commerce se deve ao crescimento de 16% nas compras via smartphones. Grandes marketplaces do mercado como Americanas, OLX, Magalu e Casas Bahia já realizam mais de 60% das vendas via mobile.

Para cerca de 16%, as carteiras digitais são os meios utilizados para as compras em sites internacionais. Com o crescimento das compras via celular, as carteiras digitais saem em vantagem pela praticidade.

Prova disso são as projeções da consultoria Bian, que estima que as compras com carteiras digitais no e-commerce devem alcançar 47% do total das vendas no e-commerce até 2022. Além da praticidade, as carteiras digitais são bastante atrativas para os consumidores porque oferecem sistemas de cashbacks, descontos em parceiros, entre outros benefícios.

Por que apostar nos pagamentos digitais para o e-commerce?

O pagamento via carteiras digitais pode ajudar a turbinar as vendas do seu e-commerce. Abaixo mostraremos quais são os principais motivos para apostar nesse meio de pagamento em 2021:

Forte proteção contra fraudes

As carteiras digitais identificam a identidade do comprador antes da realização da venda, isso ajuda a diminuir potencialmente as tentativas de fraudes neste meio de pagamento. Outro fator de proteção oferecido pelas carteiras é o uso de tokens para aprovação de pagamentos, o que garante a proteção das informações do consumidor e do varejista.

Oferece mais um meio de pagamento ao seu e-commerce

Aderir as carteiras digitais é uma forma de diminuir as perdas de vendas. Além de meios de pagamentos tradicionais no mercado nacional como boleto bancário e cartão de crédito ou débito, um e-commerce precisa adotar as carteiras digitais para rechear suas opções de pagamento.

Portanto, Essa é uma forma de estimular os clientes a compras, já que esse meio de pagamento está em pleno crescimento no mercado nacional.

As carteiras digitais também podem ser uma opção para clientes que compram com cartão de crédito, mas estão sem limite, por exemplo.

Pagamento e recebimento rápido

Os consumidores querem fazer compras rapidamente, com poucos cliques e bem rápido. E as carteiras digitais oferecem essa praticidade. O pagamento é feito na hora em poucos minutos, a aprovação é imediata e o produto já é liberado para download (no caso de produtos digitais) ou para entrega.

Para os varejistas, o recebimento também é bem mais rápido e diferente dos prazos adotados em boletos e cartões de crédito ou débito, é possível receber o dinheiro na hora ou dentro de alguns dias.

Isso facilita o andamento de um negócio, já que não será preciso esperar 14 ou 30 dias para receber os valores.  

Menos taxas e mais rendimentos

Para consumidores e varejistas, as carteiras digitais possuem taxas insignificantes. Em muitos casos, inclusive, não há cobrança de taxa em pagamento ou para recebimento dos valores. Isso é essencial para sair das altas taxas dos cartões de crédito e débito.

Como funcionam como uma conta corrente, as carteiras digitais geralmente oferecem opções de rendimento das aplicações superiores a poupança, rendendo na maioria das vezes, pelo menos, 100% do CDI. Isso significa que o dinheiro rende mais para o consumidor e para o e-commerce.

E-commerce deve seguir em alta em 2021

Segundo as projeções da consultoria Ebit/Nielsen, as vendas do e-commerce brasileiro devem crescer 26% em 2021, alcançando um faturamento de R$ 110 bilhões no ano. Para a consultoria, a consolidação e surgimento de novas lojas virtuais e marketplaces deve se acentuar neste ano.

Pesquisa mostra tendência de aumento dos pagamentos via celular após a pandemia

Pesquisa mostra tendência de aumento dos pagamentos via celular após a pandemia

No mês de abril, o PicPay teve um pico de 3 milhões de novos cadastros, contra uma média de 500 mil em meses anteriores. O C6 Bank dobrou o número de clientes em apenas cinco meses. E o Caixa Tem teve um estrondoso cadastro de pouco mais de 66 milhões de brasileiros durante o período de pandemia, tendo em vista que a plataforma digital permite que os beneficiários do auxílio emergencial do governo peguem suas quantias sem necessidade de se dirigirem a uma agência bancária. Esses são apenas alguns dados que mostram o avanço das carteiras digitais no Brasil.

Hoje, o país conta com 600 carteiras digitais, segundo pesquisa de Inteligência de Mercado da Globo publicada em junho deste ano. A julgar pelo movimento que estamos observando, tudo indica que a aceleração do uso dos pagamentos digitais aconteceu em função da pandemia de Covid-19, mas que os novos hábitos de consumo tendem a se manter.

Essa análise não parte somente de uma percepção pessoal, ela é o que aponta também uma pesquisa realizada pelo Capterra sobre uso de celular para realização de pagamentos. O levantamento foi feito em julho deste ano e apontou um crescimento de 32% no volume de pagamentos frequentes via celular entre pessoas que possuem carteiras digitais.

Outro dado relevante da pesquisa é que 96% dos entrevistados com uma carteira digital instalada disseram que pretendem seguir pagando ou começar a pagar sem contato após a pandemia.

Vejo este segundo dado talvez como o mais importante da pesquisa, tendo em vista que ele vai além da mudança momentânea e aponta para a permanência desse novo comportamento de consumo.

O estudo traz ainda um retrato interessante de acordo com a renda dos entrevistados. O percentual de instalação de carteiras digitais nos celulares fica entre 73% e 88% entre diferentes faixas de renda, ou seja, um patamar elevado de carteiras baixadas nos celulares.

Mas quando olhamos para o uso dessas carteiras, os consumidores com renda mais baixa tendem a ser menos digitais na hora de realizar pagamentos. Somente 16% das pessoas com renda mensal de até um salário mínimo entrevistadas pagam com carteiras digitais.

O percentual sobe para 40% entre pessoas com renda entre 7 e 15 salários mínimos. Isso reforça a necessidade das carteiras de estreitar a comunicação com esse público. A Shipay oferece soluções para que os varejistas recebam pagamentos das principais carteiras do mercado em um sistema único. Isso diminui o tempo de fila para os clientes, além de facilitar a operação e fechamento de caixa no dia a dia.

Como os bancos estão se preparando para oferecer o PIX aos seus clientes?

Como os bancos estão se preparando para oferecer o PIX aos seus clientes?

Com lançamento previsto para novembro deste ano, o PIX tem sido pauta frequente no noticiário econômico e vem despertando a curiosidade da população. Já falamos bastante sobre esse tema na #Shipay, mas a menos de dois meses do lançamento do produto no mercado, é interessante entender como as instituições financeiras estão se preparando para oferecer essa ferramenta. Ao todo, sabe-se que existem 980 instituições cadastradas junto ao Banco Central para oferecer o PIX aos clientes, sendo que para aquelas com mais de 500 mil clientes na base é obrigatório disponibilizar o novo método de pagamento.

Como já poderíamos esperar, as fintechs foram as que mais se anteciparam em informar os clientes sobre o PIX e também em oferecer a opção de pré-cadastro das chaves, como mostra esse levantamento feito pelo Canaltech. A partir do dia 5 de outubro o Banco Central deve começar a efetivar as chaves dos usuários. Uma das instituições listadas na reportagem, inclusive, investiu no recurso de biometria para validar as transações feitas via PIX.

Em relação aos grandes bancos, havia muita dúvida sobre como essas instituições iriam se posicionar quanto à divulgação da nova plataforma, uma vez que o PIX surge como uma possibilidade que poderia tornar obsoletas as transações via TED e DOC, já que chega ao mercado com com vantagens competitivas como transações instantâneas em poucos segundos, a qualquer dia e horário e com custo baixíssimo.

No entanto, o Santander surpreendeu o mercado com o lançamento de uma grande campanha publicitária, que inclusive viralizou rapidamente, com a presença da atriz Ana Paula Arósio. Nessa campanha, o banco demonstrou que terá uma plataforma própria, com o uso do PIX do Banco Central por trás, certamente uma estratégia para reforçar a marca diante dos concorrentes, tendo em vista a obrigatoriedade de oferecer o produto. Além disso, também atrelou alguns produtos do banco à plataforma, como uma maneira de oferecer um diferencial competitivo.

De um modo geral, as instituições estão tratando de oferecer informações claras a respeito do funcionamento do PIX, algumas com mais investimento em levar esse conhecimento aos clientes, outras com informações um pouco mais rasas. Itaú e C6 informaram que vão começar a fazer o cadastro das chaves a partir do dia 5 de outubro, data oficial do Bacen para início dos registros. As estratégias de divulgação têm acontecido em seus próprios sites e redes sociais, sendo que algumas delas chegaram a desenvolver hotsites ou especiais com as principais informações sobre o produto para abordar o tema de uma forma mais ampla.

Como será o comportamento de mercado em relação ao PIX, nós só saberemos com total certeza após o lançamento, mas tudo aponta para uma adesão massiva do produto (isso é assunto para conversarmos melhor em um próximo artigo). Em todo caso, com o cadastro massivo de instituições junto ao BC para oferecer a ferramenta aos clientes, seria um tiro no pé não aderir à divulgação e perder fatia de mercado simplesmente por relutância.

A solução da #Shipay já vem integrada para receber via PIX no PDV da sua loja.

Sua loja está mudando com a mesma rapidez que o seu cliente?

Sua loja está mudando com a mesma rapidez que o seu cliente?

A tendência de crescimento dos pagamentos digitais acompanha mudanças de comportamento do consumidor que já vem se consolidando há alguns anos. É o que aponta, por exemplo, relatório divulgado no começo deste ano pela consultoria em varejo financeiro Boanerges & Cia. Os dados mostram que os pagamentos por cartão ou mobile já representavam uma fatia de 21% do mercado de pagamentos ainda em 2009. O percentual saltou para 39% em 2019. 

No documento, a consultoria fez uma projeção de que os pagamentos instantâneos representariam uma fatia de 11% do mercado até 2029 em um cenário conservador. Para um cenário agressivo, a projeção foi de 20% do total de pagamentos realizados no Brasil. Vale lembrar que o relatório foi divulgado em janeiro deste ano, ou seja, antes do início da pandemia de Covid-19 e todos os seus desdobramentos em termos de mudanças comportamentais. 

Com a nova realidade de distanciamento social e a incerteza sobre dias futuros, a tendência é de que esse percentual seja ainda maior, tendo em vista que os pagamentos digitais se mostram mais seguros para os consumidores, uma vez que não dependem de contato direto com maquininhas. 

Outro ponto relevante que merece ser ressaltado é que uma vez que as pessoas criam um novo hábito financeiro, mais prático e mais seguro do que as transações tradicionais, dificilmente essas pessoas voltam aos padrões de comportamento anteriores. 

O movimento de expansão do e-commerce durante a pandemia é um espelho interessante para analisarmos a velocidade com que as pessoas podem mudar os seus hábitos a depender das circunstâncias dadas. Relatório semestral sobre o segmento elaborado pela Ebit|Nielsen em parceria com a Elo mostrou que 72% dos consumidores passaram a usar ou estão usando mais os aplicativos de entrega durante a pandemia. 

O aumento da preocupação com a própria segurança, a adoção de hábitos de higiene mais recorrentes e rigorosos favorecem a digitalização dos pagamentos digitais.

Para atender os interesses do consumidor, o varejo deve estar apto a fazer as transformações necessárias com a mesma rapidez com que os hábitos de consumo estão mudando.  A Shipay está aqui para auxiliar os varejistas neste sentido.

Entre em contato conosco e faça a integração do seu PDV para receber pagamentos das principais carteiras digitais do mercado de forma prática, segura e centralizada.

10 fatos sobre o PIX

10 fatos sobre o PIX

Shipay responde as 10 principais perguntas que as pessoas estão fazendo sobre o Pix

Anunciado em fevereiro pelo Banco Central, o PIX será o sistema nacional de pagamentos instantâneos e será lançado em novembro deste ano. As transferências e vendas feitas através deste meio de pagamento acontecerão em tempo real e poderão ser feitas a qualquer momento, sem necessidade de intermediários.

Convocamos os CEOs da SHIPAY, Charles Hagler e Luiz Guilherme Coimbra para respondemos as 10 principais perguntas que estão fazendo sobre o Pixno Google. Se você tem dúvidas sobre o funcionamento do PIX, você está no lugar certo! Tire todas as suas dúvidas sobre o sistema abaixo:

O que é PIX? 

O PIX é um novo meio de pagamentos que busca facilitar a transferência de valores entre as pessoas e negócios, simplificando o pagamento de contas, recolhimento de impostos e taxas. Além de transferências para outras contas, o PIX também permitirá o pagamento de compras em estabelecimentos que utilizem a plataforma.

 

Qual é a origem do PIX?

“O PIX foi inspirado no sistema de open banking da Inglaterra. Apesar de servir de inspiração, não há muito como comparar os países porque são realidades diferentes”, explica Charles Hagler. 

“Na Inglaterra, os players que operacionalizam os pagamentos instantâneos lançaram os seus próprios meios de pagamento instantâneo. Já aqui no Brasil, será o Banco Central que irá operacionalizar o sistema e obrigará os bancos a entrarem nele, como aconteceu no México, por exemplo.”, completa Luiz Guilherme Coimbra.

 

Como vai funcionar o PIX?

“A plataforma é operacionalizada pelo Banco Central e está disponível no formato 24×7 (24 horas por dia, 7 dias por semana), o que possibilita que os pagamentos sejam feitos a qualquer momento” explica Hagler. 

Coimbra ainda ressalta que as transações vão ocorrer por meio do BR Code, uma espécie de código padrão do Banco Central, sendo possível pagar contas ou transferir valores pelo PIX abrindo o aplicativo do banco e escaneando o código direto no smartphone, por exemplo.

“Também será possível fazer transferências de valores por meio de chaves. Assim, é só entrar no app do banco, clicar no PIX e digitar uma das chaves (CPF, telefone ou e-mail) que a transação será feita e o valor será direcionado para onde o recebedor deseja receber o valor”, completa Coimbra.

 

Quando o PIX entra em vigor?

Segundo o Banco Central, o PIX estará disponível para a população em novembro de 2020.

 

PIX é seguro?

“Assim como outros meios, o PIX também tem fragilidades e pode ser um prato cheio para criminosos. O principal deles é o problema de erros em transferências, o que acontece com DOC e TED. Os riscos no PIX são os mesmos, e caso o usuário transfira para a conta errada, ele terá dificuldade para estornar o valor transferido”, explica Hagler.

Hagler ainda acredita que possam surgir novas modalidades de fraudes e com isso as instituições financeiras podem ter de criar mecanismos de proteção para garantir a segurança das transações. 

“Esse problema de erros em transações, a SHIPAY resolve já que atuamos com um padrão de pagamentos QR Code dinâmico, que muda a cada transação, o que traz mais segurança e diminui os riscos de fraudes em transações”, ressalta Coimbra.

 

Qual a taxa do PIX?

“É cedo para dizer quais serão as taxas do PIX, já que o sistema ainda não está funcionando. A nossa expectativa é que as taxas sejam bem mais baixas do que as das operações atuais com cartões de crédito e débito. Nossa estimativa é que a taxa fique por volta de 0,5% ou um custo fixo por transação entre R$ 0,30 e R$ 0,70”, diz Hagler.

 

Qual a diferença entre o PIX e o TED?  

Para Coimbra, as principais diferenças entre o PIX e o TED são as taxas e facilidade para fazer uma transação. 

“Diferente do TED, onde é preciso colocar todos os dados da conta para onde o valor será transferido, o PIX torna isso possível através do BR Code ou do uso de chaves definidas pelo usuário como CPF, e-mail ou telefone, para fazer a identificação e o envio do dinheiro, explica Coimbra.

“Na minha opinião, TED e DOC vão morrer! Para a massa da população, esta será uma opção bem mais vantajosa, o que deve diminuir bruscamente os números de TEDs e DOCs realizados no médio prazo. As novas transferências financeiras devem passar a ser feitas pelo PIX, que é bem mais prático”, diz Hagler.

 

Como integrar o PIX no meu PDV/ERP?

“O Banco Central vai liberar um API, que permite a integração com os sistemas de ERP e de caixa no PDV. É possível utilizar a SHIPAY, solução que leva todas as carteiras digitais para dentro do sistema de caixa para integrar este meio de pagamento a qualquer estabelecimento”, explica Hagler.

 

PIX como solução de pagamento para o varejo

Coimbra afirma que as principais vantagens do para varejistas são o fato da transação ser eletrônica, o dinheiro cair na hora e as taxas serem bem menores do que as aplicadas nas vendas por cartão de crédito, por exemplo. 

“Utilizando o este novo método de pagamento através da solução da SHIPAY, o varejista pode escolher qualquer carteira digital ou banco para redirecionar os seus pagamentos e não precisará utilizar plaquinha ou smartphone, colocando o sistema direto no PDV dele, o que é bem mais seguro”, completa Hagler.

 

Porque você precisa do PIX?

Os sistemas de pagamento instantâneo são uma tendência em todo o mundo. No Brasil, o este será um meio de pagamento bastante vantajoso tanto para empreendedores como para consumidores. 

Para Hagler, o PIX deve “pegar” no Brasil. As transferências de valores acontecerão em tempo real, aumentando a velocidade e o número de pagamentos e transferências no país, além de promover uma inclusão financeira no país.

 

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