Pagamento por criptomoedas no varejo de moda é destaque na Couromoda 2022

Pagamento por criptomoedas no varejo de moda é destaque na Couromoda 2022

Em janeiro aconteceu a maior feira de calçados, roupas e acessórios da América Larina, a Couromoda 2022.

No estande, os lojistas conferiram em primeira mão a integração dos principais meios de pagamentos digitais por QR Code, como: Pix, Mercado Pago, PicPay, Ame, PagBank (entre outras), em sistemas como frente de loja, ERP, PDV, e-commerce e aplicativos do varejo.
 
Por meio do sistema de gestão PDV 4.0 da Data System, a Shipay é responsável pela facilidade nos métodos de pagamento, e como novidade exclusiva para a Couromoda, será apresentada uma nova opção de pagamento: por criptomoedas. Mais de 3 mil clientes que fazem parte da base da Data System serão impactados por trazer essa praticidade ao cliente ao pagar suas compras com moedas digitais.

Vale ressaltar que a Shipay possui conexão com mais de 500 mil lojas físicas, e elas também serão impactadas com a novidade que irá ampliar a jornada de pagamento digital no varejo como um todo. Os donos de lojas físicas de calçados, roupas, além dos que atuam no e-commerce poderão oferecer criptomoedas ao vender um sapato, bolsa ou artigo de moda em geral.
 
“A Shipay, cuja capilaridade ultrapassa a marca de 500 mil estabelecimentos no país, vai dar acesso ao consumidor e ao dono do estabelecimento, seja pequeno, médio ou grande porte, a um universo de mais de 100 criptomoedas (Bitcoin, Ethereum, Binance, USDC, Bitcoin Lightning, Dash) dentre outras, por meio de uma carteira digital da Coynpayments, processadora de pagamentos em criptomoedas integrada na Shipay. No fim das contas, o consumidor pode pagar em criptomoeda e o estabelecimento decide se recebe em real ou cripto, a conversão é simultânea e a taxa é de 0,5% para o varejista.”, afirma Charles Hagler, sócio fundador da Shipay.
 
“Esse é o primeiro passo para que o varejo também possa aproveitar a segurança e agilidade das criptomoedas, além de popularizar ainda mais esse ativo não só como fonte de investimento, mas também como algo útil para ser usado em nossas compras”, explica Rubens Neistein, Business Manager da CoinPayments.
 
O funcionamento é bem simples. A empresa precisa utilizar a ferramenta da Shipay no seu sistema de caixa ou plataforma de e-commerce e abrir uma conta digital (wallet) na CoinPayments. Depois disso, basta o consumidor fazer o pagamento pelo seu celular apontando para o QRcode que aparece na tela da loja e o varejista receberá os pagamentos em criptomoeda na sua carteira Coinpayments. 

Fonte: Fashion Network

Pix e QR Code otimizam rotina de postos de combustíveis

Pix e QR Code otimizam rotina de postos de combustíveis

Os pagamentos digitais já se tornaram uma realidade no mercado brasileiro. O Pix, por exemplo, já chegou a 40% da população brasileira em menos de um ano de operação, de acordo com dados do Banco Central.

O uso de QR Code também é uma excelente opção de pagamento para o Pix e as carteiras digitais no momento em que vivemos, já que não é preciso contato físico e o pagamento pode ser feito de forma simples e rápida. 

Pix segue em ascensão e supera TED e DOC 

Em poucos meses de operação, o Pix já se tornou muito maior do que TED e DOC, meios tradicionais de transferências de valores no Brasil, de acordo com o Banco Central. Segundo o órgão, o Pix movimentou R$ 1,4 trilhão entre novembro de 2020 e junho de 2021. Em 6 de agosto, o Pix bateu recorde de R$ 40 milhões transacionados em um único dia. 

Dados da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) em parceria com a consultoria Deloitte, o Pix cresce, em média, 18% em números de usuários e 62% em volume de transações por mês. 

Pix e QR Code otimizam pagamentos em postos de combustíveis

Com mais de 600 carteiras digitais no Brasil e o Pix em plena ascensão, os meios de pagamentos digitais são a aposta de postos de gasolina para agilizar o atendimento e garantir a segurança por conta das restrições impostas pela pandemia de coronavírus. 

A Shipay e a SGA Petro são empresas que trabalham para oferecer soluções completas e integradas com os novos meios de pagamento. A parceria garante uma integração completa que traz vantagens para os clientes e para os donos de postos de combustíveis. 

A solução oferecida pelas empresas concentra venda, emissão de comprovante fiscal e gestão de finanças em um único sistema. Isso favorece a operação do posto e elimina o contato físico com o cliente na hora da venda, isso traz muito mais segurança, além de trazer agilidade no pagamento para evitar filas. 

Conversamos com o COO da Shipay, Paulo Loureiro e o diretor comercial da SGA Petro, Elizeu Galvão. Os executivos falaram sobre a parceria entre as empresas, o feedback e a expectativa com o crescimento dos meios de pagamentos digitais. Confira abaixo:

Qual é o principal objetivo da SGA Petro no mercado? 

“Ser líder no ramo de postos de serviços, levar um atendimento de excelência aos clientes”, afirma Elizeu. 

Como surgiu a parceria com a Shipay?

“Nós da SGA Petro pesquisamos por uma empresa para prestar o serviço de Pix, avaliamos algumas opções no mercado e escolhemos a Shipay”, explica Elizeu. 

Paulo ressalta a importância dos parceiros da Shipay para o crescimento da empresa no mercado. O executivo explica que a parceria com a SGA Petro agrega valor no varejo, principalmente, em lojas de conveniência e postos de combustíveis. 

O executivo completa explicando que o objetivo da Shipay é contribuir para o crescimento do varejo e que as parceiras são muito importantes para movimentar o mercado. 

 Qual é o feedback dos clientes da SGA Petro em relação ao Pix e os pagamentos por QR Code? 

“Um meio de pagamento que está crescendo, porém, ainda possui muitos problemas a serem resolvidos, conexão e demora de resposta dos bancos, por exemplo”, ressalta Elizeu. 

“Os bancos vêm se adaptando de forma ágil para suprir a demanda de infraestrutura que o Pix precisa no mercado. E a solução da Shipay apresenta a possibilidade de trocar a operação de Pix de um banco para o outro, sem ter de fazer nenhuma adaptação no estabelecimento. Isso proporciona mais agilidade no atendimento e nas vendas”, explica Loureiro. 

Como o segmento de postos e lojas de conveniência está se adaptando aos novos meios de pagamento?

“Está tendo uma boa aceitação, porém, alguns empresários têm resistência por conta dos pequenos problemas de autorização”, explica Elizeu. 

“O Pix vem se adaptando, os problemas de autorização surgem devido as atualizações do Banco Central, mas já é um problema que foi normalizado e é algo excelente para todos os participantes desse processo”, explica Loureiro.

 O executivo também ressalta que os novos meios de pagamentos passam por esse processo de maturação para serem melhor aceitos no mercado e isso vem acontecendo rapidamente na comparação com outros meios de pagamentos tradicionais como o cartão de crédito, por exemplo. 

Qual é a expectativa da Shipay com o Pix e os pagamentos por QR Code? 

Paulo explica que assim como todos os outros meios de pagamentos, o Pix e o QR Code irão passar pelo processo de maturação, já que o mercado precisa se adaptar aos novos meios de pagamento. 

O executivo aponta que algumas pesquisas afirmam que os novos meios de pagamento devem representar cerca de 30% de participação no mercado. Paulo ressalta como exemplo o sucesso do Pix em comparação com o TED e o DOC em menos de um ano de operação. 

Como as soluções da Shipay e da SGA Petro ajudam empreendedores?

“As soluções ajudam no aumento de produtividade, rapidez no recebimento, o que significa mais clientes no posto, e consequentemente, aumento dos lucros”, afirma Elizeu. 

Segundo estudo da consultoria britânica Juniper Research, os pagamentos por QR Code deve chegar a 2,2 bilhões de usuários até 2025, puxado por países emergentes como o Brasil. E isso corresponde a quase um terço dos usuários de telefonia móvel no mundo. 

No Brasil, dados da Febraban apontam que 3 em cada 10 brasileiros com smartphone já usaram QR Code para realizar pagamentos. A tendência é que o Pix também siga em forte crescimento em 2022, já que o Banco Central prepara o lançamento de novas funcionalidades como o Pix troco, Pix internacional e outros. 

Com isso, o varejo busca se adaptar o mais rápido possível ao novo modelo de pagamentos. E a solução da SGA Petro e da Shipay é a ideal para resolver todos os problemas. Com a demanda crescente por meios de pagamentos digitais, a tendência é que a adesão do consumidor a estes tipos de pagamentos seja rápida e o varejo precisa acompanhar essa novidade.

Pagamentos digitais crescem exponencialmente no Brasil em 2021

Pagamentos digitais crescem exponencialmente no Brasil em 2021

O crescimento dos meios de pagamentos digitais no mercado brasileiro é impressionante. O PIX, sistema de pagamentos instantâneos no Brasil, atingiu a marca de R$ 1 trilhão movimentados e chega a cerca de 40% dos brasileiros. Os pagamentos com QR Code também se destacam o mercado com crescimento de 48% no terceiro trimestre de 2020.

Ambas as formas de pagamentos são consideradas essenciais para empresas. Com a pandemia de COVID-19, pagar as compras com QR Code e PIX se tornou muito mais seguro por evitar o contato físico entre vendedor e cliente. E para isso, o varejo precisa de soluções robustas que facilitem a integração dos novos meios de pagamento em seu sistema de caixa. 

Para entender melhor sobre PIX e QR Code no varejo, conversamos com o diretor de franquias e CFO da Memocash, Carlos Diego Oliveira e o COO da SHIPAY, Paulo Loureiro. Confira a entrevista abaixo:

Qual é o principal objetivo da Memocash no mercado? 

“Promover a digitalização das PME’s por meio de nossas franquias oferecendo soluções tecnológicas que proporcionam agilidade, facilidade e segurança aos comerciantes e empreendedores nacionais”, explica Carlos.

Como surgiu a parceria entre a MEMOCASH e a SHIPAY? 

“A parceria com a SHIPAY surgiu frente a necessidade de que vimos em proporcionar aos nossos clientes e usuários uma solução integrada com o PIX de maneira mais simplificada e segura”, ressalta Carlos. 

O executivo aponta que o foco da Memocash é no desenvolvimento de softwares e soluções para o varejo, e para que a integração seja completa, é preciso encontrar parceiros que possuam soluções daquilo que não fazemos

Paulo ressalta que as parcerias da SHIPAY são o coração da empresa. O executivo acredita que os pagamentos instantâneos e digitais agregam bastante valor aos varejistas e parceiros como a MEMOCASH são importantes para o crescimento da oferta dos novos meios de pagamento. 

Qual é o feedback dos clientes da Memocash em relação ao PIX e os pagamentos por QR Code? 

“Nesse início, o feedback está muito positivo. Os clientes que pilotaram a solução integrada estão muito satisfeitos com o resultado e, a princípio, nosso objetivo está sendo alcançado”, destaca Carlos Diego. 

Como é atuar em diferentes segmentos e ser uma franqueadora? Qual visão a marca possui atualmente do mercado de pagamentos?

“Para nós é muito gratificante poder contribuir com nosso objetivo principal junto as PME’s. Mesmo com soluções que atendem diversos modelos de negócios como restaurantes, cafés, lojas diversas etc. Atuamos em muitos segmentos distintos, percebemos que os problemas são muito parecidos e nossos softwares são preparados para atender cada ramo de atividade”, afirma Carlos. 

Carlos também ressalta que dentro dessa atmosfera de soluções há diversas modalidades de pagamentos são muito importantes em todas as áreas das nossas soluções. “Por isso vemos as necessidades de estar junto a um parceiro que tenha como foco principal a evolução dessas modalidades”, completa.

Como as soluções da SHIPAY e da Memocash ajudam empreendedores? 

“Nossas soluções, em conjunto, trazem diversos benefícios para o cliente”, afirma Carlos.

O executivo destaca a agilidade no momento de receber o valor de uma compra, a partir da geração do QR Code direto na tela de compra do nosso PDV. Além de trazer mais facilidade na hora de conciliar qual conta de recebimento via PIX se refere a qual venda executada, de forma automática. 

“Também há a questão da segurança que estes meios de pagamentos geram para o consumidor, que tem a certeza de que sua compra está sendo paga para quem deve receber de fato e, é claro, segurança e menos esforço ao comerciante que terá suas vendas e recebimentos devidamente conciliados o tempo todo”, completa.

Qual é a expectativa com a chegada de novos meios de pagamentos digitais?

“Nossa expectativa é que o mercado brasileiro de meios de pagamento se torne menos burocrático, seguro e mais barato ao consumidor e ao comerciante, principalmente, ao pequeno empreendedor”, explica Carlos Diego. 

“O mercado ainda está absorvendo a chegada do PIX e das carteiras digitais e há um processo de maturação natural das novas plataformas de pagamento”, explica Paulo. O executivo acredita que a adesão aos pagamentos digitais ocorra de forma acelerada no varejo.

Paulo ressalta o PIX como exemplo, já que em menos de um ano de operação, o novo meio de pagamento já é três vezes maior do que TED e DOC, meios de transferência de valores tradicionais no Brasil. 

A expectativa é que os novos meios de pagamentos digitais cresçam bastante no curto prazo, ganhando participação a passos largos no mercado brasileiro. Uma pesquisa da consultoria Bain & Company aponta que as carteiras digitais devem representar 28% do mercado de pagamentos em 2022. 

Para se ter ideia, dados do Banco Central mostram que o número de transações P2B (quando pessoas compram produtos ou serviços de empresas) cresceu, em média, 53% ao mês em 2021. 

A intenção do Banco Central é apostar ainda mais nos pagamentos digitais trazendo novas funcionalidades para o PIX. Com isso, os varejistas precisam encontrar soluções que ofereçam uma integração rápida para não perder vendas em seus PDVs. PIX e as carteiras digitais já são uma realidade nos pagamentos em todo o país.

Pagamentos digitais crescem exponencialmente no varejo brasileiro

Pagamentos digitais crescem exponencialmente no varejo brasileiro

Intensificados pelo momento atual, os pagamentos digitais estão em crescimento no mercado brasileiro. E a tendência é que o avanço se intensifique no varejo em 2021. Com mais de 220 milhões de smartphones ativos no país, cada vez mais brasileiros estão fazendo compras pelas carteiras digitais.

Para se ter uma ideia, a Sociedade Brasileiro de Varejo e Consumo apontou que em 2020, as carteiras digitais representaram 85% das vendas feitas por apps. Especialistas preveem o crescimento exponencial das carteiras digitais e a popularização do PIX, sistema de pagamentos instantâneos do Brasil.

Conversamos com dois especialistas no assunto para entendermos melhor os efeitos dos pagamentos digitais no mercado, são eles: o CEO da MARKETUP, Rodrigo Moreno e o co-CEO da SHIPAY, Charles Hagler. Confira a entrevista abaixo:


Como surgiu a parceria com a MARKETUP?

Rodrigo explica que a parceria com a SHIPAY surgiu por uma proximidade física. “Ambas as empresas se localizam no INOVA BRA, centro de inovação e coworking do Bradesco. E em uma das apresentações entre as startups do ecossistema, o Luiz da SHIPAY, entrou em contato comigo e começamos a desenvolver essa parceria comercial”, ressalta.

Para Charles Hagler, a parceria surgiu com o intuito de popularizar os meios de pagamentos digitais e atender os pequenos varejistas. Unindo assim a MARKETUP, que é uma das principais empresas de PDV para varejo do Brasil e a SHIPAY que foi a pioneira em trazer pagamentos digitais integrados em PDV.

Como a solução da SHIPAY agrega valor ao serviço da MARKETUP?

“A solução da SHIPAY é super relevante para o produto MARKETUP, uma vez que ele possibilita uma série de efetivações de transações, através de múltiplas carteiras digitais. E isso no facilita, porque em vez de ter de desenvolver conexões com cada uma das carteiras digitais que já existem no mercado, nos conseguimos integrar todas em uma mesma solução”, explica Rodrigo Moreno.

“Eu sempre brinco, dizendo que a SHIPAY é um marketplace de carteiras digitais”, completa. Qual é a importância dos pagamentos digitais e do PIX atualmente no mercado?

Moreno afirma que os números mundo afora já demonstram que os pagamentos digitais são cada vez mais importantes como meio de pagamento. Então, o consumidor tende a trocar cada vez mais portar um cartão físico ou dinheiro em espécie pelos pagamentos digitais porque já realizam tudo pelo celular, agora também podendo fazer o pagamento de uma compra.

Dentro desse conceito, o PIX tem ganhado expressividade no varejo, que é nosso público-alvo. Um estudo da Mastercard mostra que 75% dos brasileiros afirmam que gostariam de usar o PIX em tempo real no comércio para fazerem seus pagamentos.

Além do crescimento no uso do PIX, o sistema representa uma economia na veia para o varejista que neste momento não precisa pagar nenhuma taxa de adquirência de cartão de crédito ao receber os valores de uma transação que ele realizou, completa Moreno.

Hagler complementa ressaltando que hoje já existem carteiras no Brasil como o PICPAY com mais de 40 milhões de usuários. O PIX que começou a operar em novembro já conta com mais de 140 milhões de chaves cadastradas.

“É uma questão de tempo para que os pagamentos digitais se tornem muito relevantes para o varejo, a ponto de o lojista não ter como não aceitar o pagamento com as carteiras digitais, semelhante ao que acontece hoje com os cartões de crédito”
Explica Hagler.


Quais são os principais benefícios da integração SHIPAY/MARKETUP para os clientes?

Moreno afirma que para a base de clientes da MARKETUP, atualmente com cerca de 150 mil PJs espalhados pelo Brasil, é uma conveniência muito grande contar com a SHIPAY em seu PDV. “O grande benefício é que a integração entre SHIPAY e MARKTEUP são claramente percebidos no PDV, em que a partir dali o lojista consegue realizar uma venda por QR Code dinâmico, com todo o processo automatizado e os consumidores podem fazer o pagamento em instantes. É muito prático, muito transparente!”, completa Moreno.

Charles complementa explicando que a integração da MARKETUP com a SHIPAY torna as transações mais seguras e práticas, melhorando a experiência dos clientes de varejo.

Como as micro e pequenas empresas tem se adaptado as carteiras digitais?

Moreno explica que as pequenas empresas têm aderido fortemente a esta tendência das carteiras digitais, muito porque é um público, normalmente, desassistido por parte do sistema financeiro tradicional. E porque os pagamentos com carteiras digitais representam economia no fim do dia para estes lojistas que tem margem bastante apertada.

Charles complementa dizendo que a aceitação de pagamentos digitais se torna um diferencial para os pequenos negócios em suas regiões. É uma questão de tempo para que a maioria dos varejistas já adotem os pagamentos digitais como opção de pagamento. As expectativas em relação as carteiras digitais nos próximos anos são muito animadoras.

Segundo a consultoria Bain & Company, as carteiras digitais devem representar 28% de todos os pagamentos em lojas físicas e 47% das vendas do e-commerce em 2022. No Brasil, a evolução dos pagamentos digitais segue no mesmo ritmo, sendo muito importante, principalmente, para o varejo.

Quero vender pelo WhatsApp, como a Shipay pode me ajudar?

Quero vender pelo WhatsApp, como a Shipay pode me ajudar?

Solução da Shipay é flexível e pode ser utilizada tanto por grandes redes quanto por pequenos e micro varejistas. Saiba como vender 100% remoto via WhatsApp.

Com 120 milhões de usuários no Brasil, o potencial de alcance do Whatsapp é sem dúvidas impressionante. Em empresas, já há algum tempo a ferramenta vem sendo utilizada como um canal de suporte ao cliente bem funcional, desde o surgimento do WhatsApp Business. O mais interessante é que a ferramenta também pode ser um canal promissor de vendas, mas sabemos que essa função ainda é pouco explorada no país. 

De um modo geral, temos empresas se adiantando para estruturar o Whatsapp como um canal de vendas automatizado, como é o caso do Burger King, que vamos explicar um pouco mais neste artigo. Em outra ponta, temos empresas de menor porte usando o WhatsApp de forma improvisada como canal de vendas. De olho neste mercado, a Shipay percebeu uma oportunidade para auxiliar varejistas e microempreendores a melhorarem suas experiências de venda usando o Whatsapp. Hoje, você vai entender como pode usar a ferramenta de bate papo para impulsionar e modernizar as vendas da sua empresa.

Passo a passo para pagar pelo WhatsApp

O sistema da Shipay permite que o lojista faça pagamentos direto dentro do WhatsApp usando link de pagamento, seja o link do PIX (copia e cola), ou das carteiras digitais. A grande vantagem é que o cliente pode pagar dentro do WhatsApp e o lojista tem a confirmação em tela direto no PDV dele. Ou seja, tudo que for vendido é conciliado no sistema da loja.

Outro lado vantajoso para os lojistas é que com o sistema da Shipay os links de pagamento permanecem com suas taxas originais. O que isso significa? Os adquirentes também conseguem mandar links de pagamento, a diferença é que cobram uma taxa por isso, o que acaba deixando o serviço mais caro. Com a Shipay, as taxas originais dos links de pagamento, seja do PIX ou das carteiras, são mantidas. a

Duas formas de integrar os pagamentos para necessidades diferentes

O sistema da Shipay é flexível e pode ser integrado de duas formas diferentes: dentro de sistemas automatizados ou integrado ao PDV da loja. O primeiro formato é mais adequado para grandes grupos, enquanto o segundo funciona muito bem para varejistas de pequeno porte. “A solução da Shipay pode ser usada em empresas de todos os tamanhos. Os canais automatizados, que contam com chatbots, são sistemas caros, normalmente desenvolvidos por grandes redes, como é o caso do Burger King. Em uma operação menor, uma pessoa só consegue gerenciar todo o processo e funciona de um jeito lindo. O cliente faz a compra de forma 100% remota e a confirmação do pagamento é feita na tela do PDV, como se o cliente estivesse lá presencialmente.” explica Charles Hagler, Co-Ceo da Shipay. 

Essa é uma alternativa versátil e extremamente útil principalmente em um momento de lockdown. Além disso, uma vez que o cliente experimenta comprar via WhatsApp, a tendência é de que continue pagando dessa forma, já que é muito mais prático. 

O formato integrado ao PDV funciona assim: o cliente e operador começam a conversar pelo WhatsApp e o lojista oferece as opções que ele tem para comprar. À medida que o cliente vai escolhendo o que quer, o lojista vai registrando no caixa, como se estivesse fazendo uma venda presencial. Na hora de finalizar a compra, ele informa os meios de pagamento, que são PIX e as carteiras digitais. O cliente escolhe a opção que quer pagar e o lojista manda o link de pagamento. Assim que a transação é feita, a confirmação aparece na tela do PDV. 

Com um sistema automatizado, a solução é desenhada da mesma forma como foi feito com o case do BK (confira uma demonstração no vídeo acima). “Nessas situações o lojista tem um sistema de vendas específico no WhatsApp que geralmente tem um chatbot conectado nele. Nesse modelo, a solução da Shipay fica conectada a esse sistema de venda em que todo o processo é feito dentro do WhatsApp. Esse é um canal automatizado, com chatbot, conforme o cliente vai interagindo com o robô, ele mesmo dá as opções de produtos e de pagamentos”, explica Hagler. Nesse formato, as opções de pagamento também são por PIX e carteiras digitais. 

Uma grande vantagem para o consumidor em comprar dessa forma, além da praticidade, é a possibilidade de aproveitar cashbacks e outros descontos especiais oferecidos pelas carteiras. O case do BK traz um grande aprendizado, já que a experiência foi desenhada de uma forma moderna, ágil e conectada com as novas tecnologias, totalmente aderente com o que busca a geração Z. Quer conferir como funciona? Experimente pedir o seu lanche pelo Zap do BK (11) 2222-7000. Você faz sua compra em poucos segundos, sem complicações, com uma interação fluida e linguagem leve. 

Ideal para food services

Hagler acrescenta a vantagem das vendas pelo WhatsApp especialmente para as empresas do segmento de alimentação, como padarias, fast foods, restaurantes, bares, etc. “Negócios com um portfólio grande de produtos (como supermercados) não são tão aderentes a este formato, porque o operador ou o robô teriam que apresentar um catálogo enorme de produtos para o cliente, isso complica a interação. Nos food services, tanto o robô quanto o operador não precisam dar tantas opções ao cliente, então a solução tende a funcionar melhor”, explica. 

Ele também pontua que neste momento de pandemia o canal do WhatsApp ganha uma relevância maior, tendo em vista que a ferramenta é amplamente utilizada pela população e as empresas conseguem fugir das taxas e comissões cobradas por plataformas de delivery. Além disso, o lojista também reduz possibilidades de erros e imprevistos nas vendas. “Nas plataformas de delivery, há opções em que o cliente paga na hora e isso pode causar problemas, desencontros entre o entregador e o cliente, cartões com erro, problemas com maquininhas, etc. Pelo WhatsApp, a pessoa paga pelo pedido antecipadamente e o lojista não fica na mão com imprevistos que poderiam acontecer”, comenta. 

Quer aumentar as vendas da sua empresa nesse período de lockdown? Faça a sua integração para receber pagamentos digitais pelo WhatsApp!

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