Automações de PDV no Varejo

Automações de PDV no Varejo

O PDV é o serviço mais fundamental de uma loja varejista. E com isso é preciso ter um sistema de PDV integrado com diversas opções de pagamento para facilidade a vida de clientes e vender mais no dia a dia.

O sistema de Ponto de Venda é o checkout da loja física, ele é quem cuida da emissão de notas fiscais, recebimento de pagamentos e outros processos de vendas. Em outras palavras, o PDV faz a ponte entre a empresa e o consumidor e é crucial para facilitar novas compras.

Para que serve o PDV?

Com a pandemia, os hábitos de consumo mudaram bastante no último ano. Buscando maneiras de realizar pagamentos sem contato físico, o PDV se tornou importante para facilitar a frente de caixa. Com o “boom” das carteiras digitais e do PIX no Brasil, a integração do sistema com estes serviços facilita o processo de compra e evita a perda de vendas. Assim, a venda é toda feita por QR Code sem contato, apenas apontando o celular para o código.


Além da venda, o PDV também facilita a contagem das vendas via carteiras digitais no fechamento do caixa e atualiza o estoque em tempo real. O PDV também serve para enviar os cupons fiscais, que obrigatoriamente devem ser emitidos por todas as empresas. O sistema também ajuda no monitoramento de estoque, uma das principais dificuldades para quem está começando. Essa automação é muito importante para a organização e a gestão financeira da empresa, já que antes essa parte era feita de forma manual.


Ao adotar um sistema de PDV, você consegue registrar entradas e saídas de estoque em tempo real e isso evita erros, retrabalho e o desperdício. Dessa maneira, a empresa pode focar na compra dos produtos de maior saída, monitorando o estoque e organizando as compras de reposição com eficiência e rapidez.
Com uma gestão automatizada pelo PDV, a tendência é que a empresa reduza custos desnecessários e realiza investimentos preciso para o crescimento da marca. O PDV garante a realização de todos os processos de vendas, do início ao fim e isso é essencial para os varejistas, principalmente para pequenas e médias empresas.


Qual é a importância do PDV?

O PDV é o sistema que controla todas as vendas da loja, por isso é de suma importância para o varejo. O sistema ajuda a melhorar a experiência de compra dos clientes e otimiza a gestão financeira do negócio. Quem utiliza o PDV em sua loja possui diversas vantagens no dia a dia. A primeira delas é o fim dos problemas com o Fisco. A legislação brasileira é bastante rigorosa e ter um software que atualiza as vendas em tempo real e emite cupons fiscais é fundamental para estar sempre com todas as pendências físicas em dia.


O sistema também traz simplicidade para as vendas, é mais ágil e seguro, o que traz mais confiança para os clientes. Isso ajuda a loja a aumentar as vendas e fidelizar clientes já no curto prazo.Muitos sistemas de PDV também garantem o funcionamento offline, o que é essencial para lojas que queiram economizar com internet ou fiquem em áreas com sinal instável.

Outra praticidade do PDV é a possibilidade de integração com outros softwares com o da SHIPAY, o que pode facilitar ainda mais no dia a dia e agregar muitos outros benefícios ao dia a dia da loja.


A integração entre diferentes softwares é essencial para facilitar a vida dos gestores, já que tudo passa de um sistema para o outro, automaticamente, o que gera uma economia de tempo e uma praticidade fundamental para pensar mais no negócio.


PDV com integração pagamentos digitais no varejo.

A integração do PDV com a solução da SHIPAY para pagamentos digitais é essencial para os varejistas brasileiros em 2021. Atualmente, já existem mais de 30 carteiras digitais no país e esse número tende a crescer até o fim do ano. Fora isso, ainda há o PIX, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, que virou “febre” entre os brasileiros em pouquíssimo tempo.

As expectativas pelas carteiras digitais no mercado são gigantes. O relatório da Global Payments Report de 2018, aponta que o uso das carteiras digitais na América Latina deve mais do que triplicar até 2022.

E a pandemia de COVID-19 está sendo fundamental para acelerar esse processo, expandindo as opções de pagamentos no mercado com o crescimento absurdo das carteiras digitais.

Como o pagamento com carteiras digitais não exige contato físico entre vendedor e cliente, este meio está sendo bastante utilizado neste período e tudo indicar que irá virar rotina.


E além de oferecer uma experiência mais segurança e 100% digital, as carteiras digitais ainda trazem outras vantagens como descontos em compras, sistemas de cashback e controle dos gastos por aplicativo no smartphones.

É muita praticidade! O sistema de PDV no varejo precisa contar com uma integração para pagamentos digitais em 2021.

Pesquisa mostra tendência de aumento dos pagamentos via celular após a pandemia

Pesquisa mostra tendência de aumento dos pagamentos via celular após a pandemia

No mês de abril, o PicPay teve um pico de 3 milhões de novos cadastros, contra uma média de 500 mil em meses anteriores. O C6 Bank dobrou o número de clientes em apenas cinco meses. E o Caixa Tem teve um estrondoso cadastro de pouco mais de 66 milhões de brasileiros durante o período de pandemia, tendo em vista que a plataforma digital permite que os beneficiários do auxílio emergencial do governo peguem suas quantias sem necessidade de se dirigirem a uma agência bancária. Esses são apenas alguns dados que mostram o avanço das carteiras digitais no Brasil.

Hoje, o país conta com 600 carteiras digitais, segundo pesquisa de Inteligência de Mercado da Globo publicada em junho deste ano. A julgar pelo movimento que estamos observando, tudo indica que a aceleração do uso dos pagamentos digitais aconteceu em função da pandemia de Covid-19, mas que os novos hábitos de consumo tendem a se manter.

Essa análise não parte somente de uma percepção pessoal, ela é o que aponta também uma pesquisa realizada pelo Capterra sobre uso de celular para realização de pagamentos. O levantamento foi feito em julho deste ano e apontou um crescimento de 32% no volume de pagamentos frequentes via celular entre pessoas que possuem carteiras digitais.

Outro dado relevante da pesquisa é que 96% dos entrevistados com uma carteira digital instalada disseram que pretendem seguir pagando ou começar a pagar sem contato após a pandemia.

Vejo este segundo dado talvez como o mais importante da pesquisa, tendo em vista que ele vai além da mudança momentânea e aponta para a permanência desse novo comportamento de consumo.

O estudo traz ainda um retrato interessante de acordo com a renda dos entrevistados. O percentual de instalação de carteiras digitais nos celulares fica entre 73% e 88% entre diferentes faixas de renda, ou seja, um patamar elevado de carteiras baixadas nos celulares.

Mas quando olhamos para o uso dessas carteiras, os consumidores com renda mais baixa tendem a ser menos digitais na hora de realizar pagamentos. Somente 16% das pessoas com renda mensal de até um salário mínimo entrevistadas pagam com carteiras digitais.

O percentual sobe para 40% entre pessoas com renda entre 7 e 15 salários mínimos. Isso reforça a necessidade das carteiras de estreitar a comunicação com esse público. A Shipay oferece soluções para que os varejistas recebam pagamentos das principais carteiras do mercado em um sistema único. Isso diminui o tempo de fila para os clientes, além de facilitar a operação e fechamento de caixa no dia a dia.

Teles se movimentam para ingressar no mercado de pagamentos digitais

Teles se movimentam para ingressar no mercado de pagamentos digitais

A revolução nos meios de pagamentos não se limita só às fintechs e bancos tradicionais. Com um cenário de crescimento dos pagamentos digitais ao redor do mundo e com o diferencial do perfil brasileiro, que costuma ser muito aberto a novas tecnologias, o mercado de telecomunicações já se movimenta para fazer parte dessa transformação.

As operadoras telefônicas estão estudando se unir para a criação de uma carteira digital única para todas elas, focada no mercado de clientes pré-pagos. Se o projeto for concretizado, o consumidor poderia se beneficiar pela praticidade, uma vez que seria possível unificar os pagamentos através da carteira, sem a necessidade de intermediação de bancos. Além disso, o consumidor poderia se beneficiar com recursos como o cashback. No formato pretendido, os clientes poderão comprar produtos físicos com créditos de celular.

Do ponto de vista das operadoras, a parceria seria positiva para garantir vantagem competitiva neste mercado, tendo em vista o alcance que elas possuem com uma base de dados com quase todos os CPFs do Brasil. O potencial do mercado é gigantesco, tendo em vista que existem hoje cerca de 122,3 milhões de linhas pré-pagas no país, segundo dados da Anatel.

A iniciativa partiu da TIM e o diretor-presidente da operadora, Pietro Labriola, falou sobre o tema recentemente na Live Stock Pickers, do Infomoney. Na avaliação dele, o diferencial de uma carteira única é a sinergia e economia de rede. Neste sentido, elas se uniriam para dar início à carteira. A partir daí, cada uma delas ofereceria seus diferenciais para atrair mais clientes.

Se o projeto se concretizar, essa pode ser também uma grande oportunidade de aumentar a familiarização da população com os meios de pagamentos digitais, tendo em vista justamente o potencial da base de clientes dessas operadoras. Esse movimento seria importante para aumentar a adesão das pessoas aos pagamentos instantâneos.

Ainda que detalhes mais específicos sobre o estágio das negociações não estejam disponíveis publicamente, a intenção da parceria por si só já é valiosa porque sinaliza uma inclinação do mercado de teles em se modernizar quanto a meios de pagamentos. Vale lembrar que as teles já vêm em um movimento de iniciativas focadas no segmento financeiro, com benefícios e parcerias desenvolvidos junto a fintechs.

A Shipay oferece uma solução integrada para o recebimento de pagamentos digitais das principais carteiras do mercado.

“A Revolução dos Pagamentos Digitais”: entenda como o método vem transformando a economia chinesa

“A Revolução dos Pagamentos Digitais”: entenda como o método vem transformando a economia chinesa

Assim como vem acontecendo na China, o Brasil tem todas as condições de avançar muito socialmente e economicamente com os pagamentos digitais.

Em meio a um crescimento expressivo no uso de carteiras digitais[1]  no Brasil e a profusão de informações sobre a entrada do PIX no mercado a partir de novembro, é normal que existam dúvidas de como será o futuro dos pagamentos no Brasil. Até que ponto os pagamentos digitais podem transformar a vida das pessoas? O acesso a essas tecnologias será democrático? Teremos apenas uma mudança de hábitos no modo de pagar ou os pagamentos instantâneos poderão trazer transformações além do que podemos imaginar?

Para discutir essas questões, vamos discutir aqui um pouco do cenário brasileiro e analisar mais de perto o que os pagamentos digitais já fazem em outros contextos. Um dos primeiros pontos que favorece a expansão dos pagamentos digitais no Brasil é a nossa presença no ambiente virtual. Pesquisa da GlobalWebIndex mostrou que o Brasil é o segundo país em que as pessoas passam mais tempo nas redes sociais, atrás apenas das Filipinas.

Além disso, o caminho que nosso país está trilhando na esfera tecnológica tem despertado a atenção de grandes nomes mundiais, como é o caso do futurista e cofundador da Singularity University, Raymond Kurzweil. Em entrevista à revista digital HSM Experience, ele afirmou que tem acompanhado de perto os avanços do Brasil e enfatizou que o país está caminhando bem quando o assunto é tecnologia. Ele ressaltou que considera o Brasil potencialmente inovador e que a estrutura de desenvolvimento de software está cada vez mais acessível, o que faz com que o país se beneficie disso.

Como seria um contexto de predominância dos pagamentos digitais?

Para entender um pouco mais este cenário, o especialista em tecnologia e apresentador do programa Expresso Futuro, do canal Futura, Ronaldo Lemos, esteve na China para mostrar a penetração dos pagamentos instantâneos no país. O episódio “A Revolução dos Pagamentos Digitais” está disponível no YouTube.

Vale lembrar que a gravação foi feita antes do início da pandemia de Covid-19. Ou seja, algumas das transformações mostradas no episódio já estão começando a acontecer no Brasil, como vamos mostrar logo mais neste artigo.

Na China, os pagamentos instantâneos já vem provocando transformações profundas ao longo dos últimos 15 anos. Em sua viagem investigativa, o apresentador esteve na cidade de Hangzhou, considerada o berço do comércio na China e também a cidade onde começou a atual revolução nos meios de pagamentos. Para se ter uma ideia, a cidade foi uma das primeiras a declarar independência do dinheiro em papel.

Por lá, comerciantes provenientes de zonas rurais que vendem seus produtos em feiras e ambulantes pelas ruas já estão inseridos tecnologicamente para receber pagamentos digitais. De que forma isso acontece? Por meio das plaquinhas estáticas de QR Code. O cliente escolhe o que vai comprar, lê o código impresso em uma plaquinha que pode ser até mesmo de plástico ou adesiva e o dinheiro é transferido automaticamente para o comerciante.

O formato já vem sendo adotado no Brasil por carteiras digitais, mas o método que até pouco tempo ainda era incipiente, está passando por uma ampla expansão com a necessidade do distanciamento social em função da pandemia da Covid-19. A projeção é que a adesão a esses tipos de pagamentos tome uma proporção ainda maior com a entrada do PIX em breve.

Lemos mostrou também o potencial dos chamados superapps, que já dominam a economia chinesa há muito tempo. Para quem não sabe o que o termo significa, os superapps são aplicativos que reúnem uma série de serviços. Na China, existem superapps que reúnem serviços financeiros, delivery de comida, transporte, entre outros. Por aqui, esse movimento também começa a ganhar força, com apps que já estavam no mercado e que gradativamente vão expandindo os serviços que oferecem.

Para se ter uma ideia do alcance dos pagamentos digitais, o episódio mostrou um dado impressionante: o Alipay, um dos principais superapps que atua na China, chegou a alcançar um pico de 256 mil transações sendo processadas por segundo no Dia dos Solteiros de 2017. A data comemorativa, que começou como uma brincadeira para competir com o Dia dos Namorados, teve adesão e hoje é considerada uma das datas mais importantes para o comércio do país. Anualmente, a China registra US$ 20 trilhões em transações via pagamentos digitais, ainda conforme dados apresentados no episódio. Durante sua estadia, Lemos visitou um restaurante em Hangzhou completamente integrado aos pagamentos digitais. Antes mesmo do surgimento da pandemia, o restaurante já contava com QR Codes afixados em todas as mesas, para que o consumidor abra o cardápio com a leitura do código. O pedido é pago pelo celular de imediato e o consumidor pode escolher se vai comer no local ou solicitar a entrega em outro endereço. No Brasil, os QR Codes vêm sendo amplamente adotados em bares e restaurantes para atender os protocolos de higiene e distanciamento social em função da Covid.

Na China, os pagamentos instantâneos já vem provocando transformações profundas ao longo dos últimos 15 anos!

Desafios: Brasil precisa avançar em estratégias de inclusão financeira

Um dos grandes diferenciais dos chineses para o sucesso que os pagamentos digitais têm feito no país é a adoção de estratégias que permitam a inclusão digital e financeira dos pequenos produtores e comerciantes ao redor do território. Afinal, 570 milhões de pessoas na China habitam regiões rurais ou cidades do interior.

Neste sentido, a digitalização dos meios de pagamentos têm permitido que negócios familiares se expandam de forma nunca antes imaginada. É o caso da Hangzhou Zhenghao Tea. Em entrevista ao programa, a responsável pela marca afirmou que em 2011 o faturamento anual da empresa foi de US$ 500 mil. Ao final de 2018, esse número saltou para US$ 20 milhões. O segredo para isso foi a abertura de uma loja online, assim a marca começou a exportar o chá para outras regiões e países.

Para que os produtores tenham mais oportunidades, eles se reúnem e utilizam uma estrutura logística disponibilizada por grandes players do mercado chinês, como o Alibaba. Isso envolve a disponibilização de espaços físicos para que esses produtores recebam treinamento de como abrir uma loja online para expandirem seus negócios. Isso tem garantido capacitação e inclusão para pessoas analfabetas ou semianalfabetas.

Com essa perspectiva, sabemos que o desafio que o Brasil tem neste momento para criar uma adesão massiva desses serviços em todo o território é justamente a criação de instrumentos para se conectar de uma forma mais profunda com a população do interior. Isso se reflete não só em termos de qualidade de conexão à internet, mas também é preciso endereçar os desafios culturais para atender as necessidades dessas pessoas e mostrar a elas que esses serviços são confiáveis.

Se essas premissas forem observadas, temos todas as condições de avançar de forma inimaginável com os pagamentos digitais, promovendo inclusão financeira, desenvolvimento social e econômico para o país.  Sua loja precisa acompanhar as mudanças pelas quais estamos passando e a Shipay está aqui para te ajudar. Nossa solução integra o seu PDV para que você possa receber pagamentos das principais carteiras digitais do mercado.

Sua loja está mudando com a mesma rapidez que o seu cliente?

Sua loja está mudando com a mesma rapidez que o seu cliente?

A tendência de crescimento dos pagamentos digitais acompanha mudanças de comportamento do consumidor que já vem se consolidando há alguns anos. É o que aponta, por exemplo, relatório divulgado no começo deste ano pela consultoria em varejo financeiro Boanerges & Cia. Os dados mostram que os pagamentos por cartão ou mobile já representavam uma fatia de 21% do mercado de pagamentos ainda em 2009. O percentual saltou para 39% em 2019. 

No documento, a consultoria fez uma projeção de que os pagamentos instantâneos representariam uma fatia de 11% do mercado até 2029 em um cenário conservador. Para um cenário agressivo, a projeção foi de 20% do total de pagamentos realizados no Brasil. Vale lembrar que o relatório foi divulgado em janeiro deste ano, ou seja, antes do início da pandemia de Covid-19 e todos os seus desdobramentos em termos de mudanças comportamentais. 

Com a nova realidade de distanciamento social e a incerteza sobre dias futuros, a tendência é de que esse percentual seja ainda maior, tendo em vista que os pagamentos digitais se mostram mais seguros para os consumidores, uma vez que não dependem de contato direto com maquininhas. 

Outro ponto relevante que merece ser ressaltado é que uma vez que as pessoas criam um novo hábito financeiro, mais prático e mais seguro do que as transações tradicionais, dificilmente essas pessoas voltam aos padrões de comportamento anteriores. 

O movimento de expansão do e-commerce durante a pandemia é um espelho interessante para analisarmos a velocidade com que as pessoas podem mudar os seus hábitos a depender das circunstâncias dadas. Relatório semestral sobre o segmento elaborado pela Ebit|Nielsen em parceria com a Elo mostrou que 72% dos consumidores passaram a usar ou estão usando mais os aplicativos de entrega durante a pandemia. 

O aumento da preocupação com a própria segurança, a adoção de hábitos de higiene mais recorrentes e rigorosos favorecem a digitalização dos pagamentos digitais.

Para atender os interesses do consumidor, o varejo deve estar apto a fazer as transformações necessárias com a mesma rapidez com que os hábitos de consumo estão mudando.  A Shipay está aqui para auxiliar os varejistas neste sentido.

Entre em contato conosco e faça a integração do seu PDV para receber pagamentos das principais carteiras digitais do mercado de forma prática, segura e centralizada.

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