Entenda por que vale a pena se antecipar e adequar a sua loja para receber pagamentos via PIX

Entenda por que vale a pena se antecipar e adequar a sua loja para receber pagamentos via PIX

Todos nós acompanhamos os esforços de divulgação do Pagamento via PIX neste ano por parte do Banco Central e também por muitas instituições financeiras. Com o sistema já em funcionamento e com números muito animadores logo na primeira semana de operação, a grande expectativa do mercado é entender como será a aderência do novo método de pagamento pelo varejo. Afinal, neste primeiro momento, o direcionamento massivo da publicidade foi voltado para pessoas físicas.

O fato é que a aderência ao PIX por parte do varejo tem benefícios tanto para o lojista quanto para o consumidor final. E neste sentido, o próximo movimento previsto na agenda do Banco Central pode servir para impulsionar a adoção no varejo de um modo mais amplo: o saque PIX, com previsão de ser lançado no primeiro semestre do ano que vem. Os pagamentos via Pix, prometem permitir que consumidores façam saques em bocas de supermercados, farmácias e outros comércios. Ou seja, o consumidor tem acesso a dinheiro em espécie de forma mais rápida e prática para eventuais despesas corriqueiras ou imprevistos, enquanto o varejista recebe o valor imediatamente.

O varejo, por sua vez, ganha em fluxo de caixa, já que o valor entra em conta de imediato.

Aliás, independente de quando a funcionalidade vai entrar em operação, a questão do fluxo de caixa é outro grande benefício para o varejo. Hoje, o varejista arca com taxas elevadas nas operações de crédito e o dinheiro leva em média 30 dias para cair em conta. No débito, é preciso aguardar de um a dois dias. A entrada de dinheiro de forma instantânea via pagamentos feitos pelo PIX ajuda o varejista a ficar mais preparado para lidar com custos imprevistos no dia a dia, como o pagamento de alguma multa ou despesa fora do planejamento. Outro fator importante do ponto de vista de adesão é que, se as transações de pessoa física continuarem em um patamar relevante como observamos logo nos primeiros dias de lançamento da plataforma, é possível que muito em breve os próprios consumidores passem a demandar essa opção das lojas – e esse é com certeza o apelo mais forte, tendo em vista que ninguém quer perder espaço para a concorrência por não oferecer novas opções de pagamento ao consumidor.

Neste momento, tendo em vista a concorrência acirrada existente entre os bancos tradicionais, bancos digitais e Fintechs, o varejista tem espaço para batalhar por taxas mais atrativas e muito inferiores às praticadas por outros métodos de pagamento. Esse é o momento mais oportuno para que o varejo se antecipe, negocie e adapte suas lojas para oferecer essa forma de pagamento ao consumidor final.

A solução da Shipay oferece integração do PIX ao PDV, garantindo mais segurança e fluidez para a operação de caixa. Assim, o pagamento pode ser feito com confirmação imediata na tela do caixa, sem a necessidade que o lojista fique logado ao sistema de internet banking para conferência. Clique aqui e faça a sua integração.
Integrar Pix ao varejo pode garantir vantagem competitiva durante a Black Friday

Integrar Pix ao varejo pode garantir vantagem competitiva durante a Black Friday

Novo método de pagamento estará disponível oficialmente a partir do dia 16 de novembro. Entenda como seu varejo pode sair ganhando com a integração do Pix.

Depois de um período intenso de divulgação tanto por parte do Banco Central quanto pelas instituições financeiras, o Pix finalmente estará disponível para uso da população a partir do dia 16 de novembro.

Com tantos holofotes voltados para a nova ferramenta de transações, nada mais natural que neste primeiro momento tanto varejistas quanto clientes estejam transitando entre a curiosidade e as dúvidas a respeito do PIX.

Para conversar um pouco mais sobre essa nova realidade, na última terça-feira (10) a Data System, parceira da Shipay, realizou um Webinar que contou com a participação do nosso Co-CEO, Charles Hagler, com a diretora de gestão do franqueado da rede Constance, Rachel Mendonça, e com o gerente de novos negócios da Data System, Murilo Roland.

Este é o momento para os varejistas adequarem seus negócios para a realidade de distanciamento social, bem como se prepararem para recuperar o volume de vendas durante a Black Friday e o Natal.

Inovação e possibilidade de recuperação de vendas

Sabemos bem que o ano de 2020 foi de forte impacto para a economia em geral e o varejo não passou incólume pelos reflexos da pandemia de Covid-19. De portas fechadas durante um período maior do que se imaginava inicialmente, as estratégias de fortalecimento e sobrevivência vieram por meio do e-commerce na primeira etapa da reação ao momento.

E ainda que as compras online permaneçam em alta, neste momento de retomada do comércio físico, é necessário que a rotina também esteja adequada à realidade do novo normal.

“Antes mesmo do lançamento, já tínhamos um horizonte de 28 milhões de pessoas cadastradas no PIX. A tendência é de que esse número continue crescendo, todo mundo vai ter acesso. Na hora de pagar uma compra, o cliente vai acessar o app do banco, apertar o botão de PIX e já fazer o pagamento. O cliente consegue pagar respeitando o distanciamento social e as taxas são muito baratas para o varejistas”, comentou Hagler.

Vale lembrar que o Pix funcionará para transações de saldo, ou seja, no varejo a ferramenta poderá ser usada para substituir pagamentos no débito, dinheiro ou boleto bancário. As compras no crédito continuarão a cargo das carteiras digitais, bancos e operadoras de cartão.

Além do contexto da pandemia, que tende a acelerar as mudanças de comportamento de consumo por questões de segurança, Roland destacou um dado muito relevante em relação ao potencial dos pagamentos digitais, que é o amplo acesso a smartphones no Brasil. Isso representa um grande potencial de inclusão financeira e acesso a serviços financeiros que no passado estariam concentrados apenas em bancos tradicionais.

“Temos um país com 90% dos domicílios com aparelho telefônico. É uma realidade em que as pessoas têm mais acesso a um aparelho do que a serviços básicos”.

Tanto o contexto de pandemia quanto o acesso amplo a smartphones são pontos importantes de serem ressaltados porque potencializam a adesão mais ampla dos consumidores aos novos métodos de pagamento.

Aliás, pesquisa recente da consultoria de consumo e inovação Consumoteca apontou um alto índice de confiança do consumidor em relação a novos métodos de pagamentos oferecidos por lojistas. Isso favorece o cenário para o uso do PIX de uma forma mais ampla como método de pagamento.

E como o varejo pode acompanhar essas mudanças?

Visando preparar a rede da Constance para a aceitação do PIX como método de pagamento, Rachel Mendonça conta que tomou a iniciativa de entrar em contato com bancos e parceiros da rede para negociar melhores taxas e períodos de carência. Para quem não sabe, o Bacen estabeleceu que o PIX será isento de taxas para transações de Pessoa Física. No caso de Pessoa Jurídica, os pagadores também têm taxa zero, enquanto os estabelecimentos recebedores pagam taxa, que fica a cargo das instituições financeiras.

“O BC deixou livre para o mercado essa questão das taxas para Pessoa Jurídica, mas a tendência é que isso se acomode. Taxas agressivas não terão adesão (devido à concorrência intensa entre as instituições). Com tantas opções, o consumidor não precisa ficar atrelado a um banco específico”, avaliou Hagler.

Mendonça contou que conseguiu uma boa negociação para um período interessante de carência para as lojas de sua rede, e reforçou aos colegas varejistas que este é o momento ideal para negociar.

“Como ainda ninguém sabe qual será o volume de vendas, a gente conseguiu negociar uma carência para ter taxa zero com o uso do PIX e futuramente discutimos isso novamente. Esse é o momento de usar o poder de barganha e não aceitar qualquer proposta”, aconselhou.

Fôlego para o fluxo de caixa e preparação para a Black Friday

pagamentos digitais

Na rede, que conta hoje com 172 lojas espalhadas pelo país, ela estima que 30% das vendas são realizadas no débito e acredita que o cliente vai acabar preferindo fazer grande parte dessas transações via PIX.

Além disso, Mendonça explica também que os boletos bancários representam por volta de 10% dos pagamentos – e nesta modalidade o PIX vem com muita força para dar mais dinamismo para o varejista.

“As transações de débito costumam ser D+1 para compensação, no boleto é preciso esperar que o cliente pague e você ainda tem ali uma janela para compensação. O PIX é instantâneo, o valor entra em questão de segundos. Isso representa uma vantagem muito grande para o fluxo de caixa do varejista”, comentou.

Tendo em vista que estamos no mês da Black Friday e que em breve teremos o Natal, considerada a data comemorativa mais importante para o comércio, a preparação do varejo para o recebimento do PIX vem como uma grande vantagem competitiva para aumentar o volume de vendas.

Segurança nas transações via PIX

Um ponto que Hagler nota nas conversas constantes com varejistas é que ainda paira uma certa desconfiança em relação ao PIX. Com o uso da ferramenta no dia a dia, certamente esse receio vai ficando para trás, mas de toda forma a Shipay surge neste contexto para trazer mais segurança e praticidade aos varejistas que desejam receber pagamentos via PIX.

De que forma isso acontece? A solução integra o PIX ao PDV da loja, de um modo centralizado e simples de utilizar no dia a dia. Isso aumenta a segurança da transação porque acrescenta uma camada extra de verificação. Além disso, o varejista não tem a necessidade de logar no aplicativo do banco a cada vez que quiser receber um pagamento.

Pela tela do PDV ele gera o QR Code para o cliente e conclui a transação. Prático tanto para o cliente quanto para quem fica na operação do caixa. Faça a integração do seu PDV e aproveite a promoção que estamos oferecendo em parceria com a Data System e o Mercado Pago: garanta 3 meses de carência para usar o PIX com taxa zero.

Tudo o que você precisa saber para cadastrar as chaves PIX

Tudo o que você precisa saber para cadastrar as chaves PIX

Está chegando ao mercado brasileiro uma nova forma de enviar e receber dinheiro, o PIX. Anunciado pelo Banco Central (BC) em fevereiro, o PIX será lançado em novembro deste ano e o cadastro das chaves PIX do serviço começa nesta segunda, dia 5.

No resumo, o PIX é um novo sistema de pagamentos que visa agilizar a realização de transferências e pagamentos no Brasil. Como meio instantâneo de pagamento, pelo PIX, o usuário pode enviar e receber dinheiro em tempo real e sem pagar nenhuma taxa por isso.

Segundo os dados do Banco Central, no primeiro dia de cadastro, mais de 3,5 milhões de chaves foram registradas. O BC divulgou uma lista com 927 instituições financeiras participantes do PIX no país, incluindo bancos tradicionais e diversas fintechs.

Além das transferências, a plataforma também poderá ser usada por empresas para receber pagamentos. E o PIX não é diferente do TED/DOC por realizar as transações em tempo real, ele também se destaca porque ficará disponível 24×7, ou seja, será possível utilizar o serviço a qualquer momento.

Luiz Coimbra e Fábio Ikeno, co-CEO e CTO da SHIPAY, respectivamente, vão responder as principais dúvidas sobre o cadastro na plataforma PIX, veja abaixo:

O que são as Chaves PIX?  

Luiz Coimbra explica que as chaves do PIX são a principal forma de codificação ou endereçamento da conta recebedora em transferências. Essa será a forma utilizada para identificar com maior facilidade a conta do recebedor.

As chaves servem para identificar o cliente. Na prática, a chave serve para tornar mais prático o envio de um Pix. Com isso, para fazer uma transferência, basta colocar a chave do recebedor do dinheiro, assim não será necessário colocar os dados completos da conta como acontece com TED e DOC, explica Ikeno.

Como me cadastrar no PIX?

A maior parte das instituições financeiras brasileiras participarão do PIX, desde os bancos tradicionais até as fintechs. Logo, é possível se cadastrar no PIX através do registro da chave, ação solicitada pelas próprias instituições. Com isso, é possível se cadastrar no PIX através do app do seu banco/fintech.

É importante ressaltar que a chave não é obrigatória. Será possível enviar ou receber um PIX utilizando os dados da conta, creio que para essa situação será bem parecido com uma transação de DOC ou TED, onde é necessário inserir os dados completos da conta, ressalta Ikeno.

Quais são os tipos de Chaves para cadastrar o PIX?

“Existem quatro tipos de chaves para pessoas físicas, o CPF, o e-mail, o número de celular e a chave aleatória. Pessoas jurídicas também poderão se cadastrar utilizando e-mail, número de celular, chave dinâmica e por meio do CNPJ da empresa” explica Coimbra.

Coimbra ressalta que será possível utilizar mais de um telefone ou e-mail. Sua chave estará registrada no sistema do Banco Central e assim o cliente será identificado e a transferência poderá ser realizada.

Cada cliente pessoa física poderá ter cinco contas PIX, cada um cadastrado com uma chave e cada cliente pessoa jurídica terá direito a 20 chaves, completa Coimbra.

O que é a Chave Aleatória?

Coimbra explica que a chave aleatória, também conhecida como chave EVP (Endereço Virtual de Pagamento) será um número hexadecimal de 32 caracteres gerado de forma aleatória criado pelo DICT (Diretório de Identificadores de Contas Transnacionais) do Banco Central.

Esta chave será útil nos casos onde a pessoa não quer expor um dado pessoal. Será composta por um conjunto de caracteres aleatórios, completa Ikeno.

Como poderá ser feita a portabilidade e a reivindicação de chaves do PIX?

“A portabilidade deverá ser solicitada no PSP (Provedor de Serviços de Pagamentos) para onde a chave será destinada. Haverá necessidade de confirmar a portabilidade no PSP de origem”, diz Ikeno.

Qual é a relação entre as chaves do Pix e o QR Code em pagamentos?

Para receber via PIX no varejo, o lojista poderá gerar o QR Code Dinâmico integrado ao seu sistema de PDV (Frente de Caixa). Com isso, ele evita fraudes, além de conciliar os pagamentos recebidos via PIX no fechamento do caixa, explica Ikeno.

E para realizar essa integração, o lojista deverá solicitar ao PSP (que ele registrou a chave) o certificado e as chaves específicas que deverão ser configuradas no próprio sistema de PDV ou no gateway de PIX adotado pelo PDV, completa.

Quais são as possíveis fraudes do PIX no varejo?

Ikeno acredita que as principais fraudes estarão associadas ao QR Code estático. Neste caso, existe o risco de alguém mal intencionado trocar o QR Code por um que direcione o dinheiro para outra conta, explica.

Outra possibilidade é o pagador mal intencionado fraudar uma tela de confirmação do pagamento no aplicativo, e mostrar essa tela fraudada para o lojista. Caso não consiga acessar o site ou o aplicativo do PSP para verificar se o pagamento foi feito, o lojista fica exposto a essa vulnerabilidade, completa.

Para evitar esses riscos, a melhor forma de se prevenir é receber PIX integrado ao sistema de PDV (Frente de Caixa).

O Banco Central já divulgou o cronograma do PIX. Como previsto, a plataforma poderá ser usada pelos usuários em novembro deste ano. Confira o cronograma abaixo:

  • 5 de outubro: Início do processo de registro de chaves de endereçamento
  • 3 de novembro: Início da operação restrita do PIX
  • 16 de novembro: Lançamento do PIX para toda a população

E aí está pronto para utilizar o PIX? Agora você já sabe como realizar o cadastro na plataforma.

No Pix, basta vc colocar a chave (CPF, Email ou Telefone) da pessoa que vai receber o dinheiro. Ao passo que, para enviar DOC ou TED, vc precisa colocar uma porção de dados: número do banco, agência, conta, CPF, etc.

Sobre a quantidade… pessoa física poderá cadastrar até 5 chaves e pessoa jurídica até 20 chaves PIX.

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