Resultados da Black Friday e as melhorias que você pode fazer para que a sua loja cresça no próximo ano

Resultados da Black Friday e as melhorias que você pode fazer para que a sua loja cresça no próximo ano

Como já era esperado, a Black Friday deste ano registrou resultados muito expressivos no comércio eletrônico, como consequência da pandemia de Covid-19 e as preocupações em manter o distanciamento social. O Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA) apontou uma queda de 25,5% no varejo físico, enquanto as vendas no comércio eletrônico tiveram um aumento de 21,2%. O índice faz o monitoramento de 1,5 milhão de varejistas no país.

Além disso, levantamento da Neotrust/Compre e Confie, empresa de inteligência de mercado focada no e-commerce, mostrou faturamento de R$ 5,1 bilhões nos dias 27 e 28, uma alta de 31% em comparação à Black Friday de 2019. Já a Nuvemshop, que reúne pequenas e médias empresas com comércio online, divulgou um faturamento de R$ 20,4 milhões, expressivos 105% acima do resultado obtido na Black Friday do ano passado.

O que esses números representam para o varejista?

Uma leitura mais rasa do contexto apontaria somente para a necessidade dos lojistas ampliarem seus espaços físicos para o virtual, mas o fato é que as tendências apontam muito mais para a prevalência de negócios que tenham uma integração bem estruturada entre seus ambientes físicos e digitais. Ambientes em que o consumidor tenha facilidade para transitar entre o online e o offline. Sinergia entre as ações de divulgação tanto nas lojas físicas quanto no site e redes sociais, facilidade e praticidade para efetuar pagamentos, sistemas responsivos, atendimento de qualidade tanto presencial quanto virtual.

De um modo geral, o consumidor se viu forçado a mudar drasticamente seus hábitos de consumo em 2020, assim como tende a priorizar sempre métodos que se mostrem mais rápidos, fluidos e seguros no dia a dia. De fato, o comércio online, que já vinha em uma curva de crescimento, vem obtendo resultados robustos neste ano em função da pandemia.

No entanto, o varejista deve focar seus esforços não só no presente, mas também se preparar para o amanhã. Uma vez que tenhamos acesso a vacinas, o movimento no comércio tende a crescer. E então é preciso que o varejista esteja bem preparado para atender esse novo consumidor: mais consciente, exigente com padrões de higiene e segurança e também menos tolerante com meios de pagamento lentos ou pouco responsivos.

Parceria da Shipay com o varejo

A atuação da Shipay no mercado vem sendo de muita parceria com o varejo, entendendo a realidade dos lojistas e apontando soluções que estão em sintonia com este momento que vivemos. Nossa integração junto ao PDV permite que os varejistas recebam pagamentos das principais carteiras digitais do mercado e também via PIX em um só hub, o que garante mais fluidez e segurança para o dia a dia da operação de caixa. Para entender um pouco mais sobre nossa solução, clique aqui e confira o depoimento de uma marca que se tornou nossa parceira.

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Pequenos empresários precisam se preparar para usar o PIX

Pequenos empresários precisam se preparar para usar o PIX

Depois de uma semana de operação do PIX, o que dá para perceber é que os pequenos varejistas ainda se sentem inseguros e despreparados para realizar ou receber pagamentos. Mesmo assim, os números impressionam. Dados do Banco Central registraram 12,2 milhões de transações e um movimento de R$ 9,3 bilhões entre 16 e 22 de novembro.
A repórter Mirian Gasparin da Band News FM, conversou com o co-CEO da SHIPAY, Charles Hagler sobre o assunto.
Segundo Hagler, a publicidade até então está direcionada para pessoas físicas. O microempresário, aquele que faz ao mesmo tempo a venda no balcão e recebe a conta ainda tem dúvidas sobre como usar o PIX, quais são seus custos e taxas, além de temer pela segurança e confiabilidade do novo meio de pagamento.

Baixo custo ou custo zero

O executivo da SHIPAY acredita que estas dificuldades tendem a ser superadas, na medida que os microempresários tomarem consciência de que este é um sistema seguro e de baixo custo, ou mesmo custo zero dependendo da negociação que for feita com a instituição financeira.

Aliás, entre os bancos está havendo uma grande disputa por clientes e muitos estão demorando para fechar contrato com empresas que brigam por taxa zero. É importante destacar que para o consumidor final não há qualquer custo neste tipo de pagamento.

Pagamento facilitado

Outro ponto importante é que antes do PIX, para que o pagamento fosse realizado havia o envolvimento de diversos participantes, como por exemplo, a bandeira do cartão, a empresa responsável pela maquininha e os bancos.

O PIX atua como um atalho para este processo, uma vez que as operações são realizadas de forma instantânea pelo smartphone, sem intermediação de terceiros. Hagler também explica que com o PIX as transferências são feitas direto para a conta, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Em outros meios de pagamento, os varejistas de pagamento pagam uma taxa e ainda esperam alguns dias para receber o valor da venda.

Segurança

Quanto a segurança da operação, nas transações via PIX são adotadas as mesmas medidas que em uma transação de TED, por exemplo. Em relação as informações pessoais e transacionais dos usuários, o Banco Central determina que os dados devem ser protegidos pelo sigilo bancários e pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).
No caso de médios e grandes varejistas, Hagler aponta que é importante a contratação de uma solução segura que permita centralizar o PIX e todas as carteiras digitais no terminal de caixa.

Como a Shipay percebeu a oportunidade que existe no mercado de pagamentos digitais

Como a Shipay percebeu a oportunidade que existe no mercado de pagamentos digitais

Recentemente o co-CEO da Shipay, Luiz Coimbra, foi entrevistado Marcelo Pessoa, no podcast Bancos & Fintechs, para discutir um pouco mais sobre a nova realidade dos meios de pagamentos no Brasil. Venho de uma longa vivência no mercado financeiro, com experiência em banco de investimento, consultoria, trabalhei em grandes instituições financeiras, como Citibank, Credicard e Itaú. Com toda essa bagagem, quando percebi o crescente surgimento de carteiras digitais no mercado, entendi que ali existia um enorme potencial.

Mas como bem sabemos, boas oportunidades só podem ser verdadeiramente aproveitadas quando temos um olhar crítico e atento ao que está acontecendo ao nosso redor. A Shipay nasceu por iniciativa minha e dos sócios Charles Hagler, Fábio Ikeno e Paulo Loureiro. [1] Percebemos que as carteiras digitais de fato tinham um ambiente perfeito para o crescimento, mas existiam ali alguns problemas a serem resolvidos. E como gosto de dizer, sempre que há alguma peça que não se encaixa, temos uma oportunidade em vista.

Víamos um crescente volume de QR Codes de diferentes carteiras digitais nos estabelecimentos e percebemos que faltava algo para tornar esse mercado mais fluido, tanto para o consumidor quanto para o varejista.

Ainda em 2019, passamos três semanas fazendo pesquisa de campo, levantando informações com comerciantes de diversos setores, clientes de carteiras digitais, justamente com o intuito de entender como essa dinâmica vinha acontecendo e os problemas que existiam no dia a dia.

Foi interessante, por exemplo, quando vimos o anúncio de um desconto em produtos de uma loja de vinhos para quem pagasse com determinada carteira. Questionamos a operadora do caixa sobre a promoção e chamou nossa atenção o fato de ela ter perguntado se nós realmente queríamos pagar com a tal carteira digital. Quando confirmamos, ela pegou a plaquinha que estava guardada dentro do balcão. Como estávamos em pesquisa, achamos por bem perguntar o motivo da placa ter sido escondida.

A resposta foi muito significativa: ela nos contou sobre os desafios diários de fechar o caixa, tendo que fazer manualmente a conciliação de todas as vendas com desconto via carteira digital. Era preciso encontrar um jeito de tornar essa rotina mais prática e funcional.

Depois dessas semanas levantando dados, nos reunimos para fazer todo o processo de Design Thinking e entender qual seria o caminho que a Shipay deveria seguir. E então entendemos como poderíamos contribuir para que esse mercado de carteiras digitais se tornasse mais fluido e simples para as pessoas.

Criamos uma solução que integra o recebimento dos pagamentos via carteiras digitais em um só hub. Esse sistema também faz todo o conciliamento de caixa e gera relatórios necessários, o que simplifica muito a operação de caixa e também reduz tempo de fila para os clientes. Em vez de acessar sistemas independentes para cada carteira, o operador de caixa resolve tudo pelo sistema da Shipay. Em outras palavras, a gente facilitou a comunicação entre pagador e recebedor.

A solução que criamos de fato seria indispensável para que o mercado de carteiras digitais pudesse evoluir. Afinal, hoje o Brasil já conta com cerca de 600 carteiras digitais, de acordo com pesquisa feita pela área de Inteligência de Mercado da Globo. Esse mesmo estudo mostrou que dois terços dos usuários de smartphones no país usam pagamentos digitais.

Na conversa com o Marcelo, falamos ainda sobre as perspectivas com a entrada do PIX em breve e as projeções para o mercado, foi um bate papo muito interessante!
As mudanças nos serviços financeiros do Brasil

As mudanças nos serviços financeiros do Brasil

O setor de startups dedicadas a serviços financeiros vem crescendo desde 2018. Segundo o Distrito Dataminer, o Brasil já tem 742 fintechs e o número cresceu em 34,1% em um ano. 

Você pode se perguntar porque este mercado, que recebeu US$ 910 milhões em aportes em 2019, aumentou de maneira tão rápida ano após ano. O especialista em novas plataformas da Tecban, Rogerio Melfi, explica que o segmento tradicional de bancos começou a ter mudanças em 1990.  Mas foi no início dos anos 2000 que as primeiras ideias, mais próximas do que temos hoje, começaram a surgir em empresas não centralizadas em instituições financeiras. 

Contudo, a falta de velocidade da internet, estrutura e mesmo de smartphones não possibilitaram a expansão de bancos mais digitalizados e sua adoção. Assim, a evolução destes aspectos nos permite viver hoje o auge dos serviços financeiros e ter acesso a soluções em áreas como Saúde, Educação, Varejo e tantas outras.

O impacto de bancos digitais no mercado foi o tema central do iDEXO for TOTVERS de hoje, evento focado em inovação e tendências para colaboradores da TOTVS. Além de Melfi, também participaram Igor Senra, founder da Cora; e o diretor executivo de Techfin na TOTVS, Eduardo Neubern. 

Para compartilhar esse debate, reunimos os principais temas da conversa. Confira!

PIX, e agora?

Em 16 de novembro, começa a primeira fase da tecnologia de pagamentos instantâneos desenvolvida pelo Banco Central, o PIX. Este é o principal assunto do momento e muda a rotina do setor financeiro. Transações como emissão de boleto não precisarão mais existir, uma vez que o consumidor terá em mãos o QR Code do seu pagador. Esta é uma entre as diversas mudanças que a tecnologia trará. Segundo Melfi, conforme o uso se tornar cada vez mais frequente, haverá milhares de oportunidades para startups criarem soluções e experiências que podem impactar consumidores. 

Customização para empresas

Cada público tem uma necessidade. Igor Senra explica que, em um primeiro momento, o grande foco de modernização de instituições financeiras foi em pessoas físicas, deixando de lado as empresas, principalmente as micro e pequenas. Quando passaram a atuar com elas, tentaram adaptar o mesmo modelo de negócios e as dores dos empresários ficaram cada vez maiores, pois as necessidades são completamente distintas. 

“Aplicar para pessoa jurídica a estrutura que já existia para pessoa física não funciona. Um exemplo simples são os cartões de crédito e as datas de vencimento pré-fixadas, para uma pessoa faz sentido, porque o salário dela cai e ela se programa para a fatura cair próxima a data, mas uma empresa tem um fluxo de caixa com diferentes datas de entrada de receita e precisa. Ou seja, a solução não se encaixa”, conta o fundador da fintech Cora, que nasceu justamente da experiência de Senra como empreendedor e o entendimento de quais seriam as dores de quem está à frente no dia a dia de uma empresa. 

Para se adaptar a uma necessidade específica do setor de saúde, a startup da nossa comunidade, Medicinae, tem um modelo de atuação que permite a antecipação de recebíveis de clínicas e consultórios. O modelo de negócio, que recentemente foi atrelado ao produto da TOTVS focado em gestão da Saúde, permite que médicos da saúde recebam valores de convênios de maneira antecipada.

A polarização das fintechs tem permitido cada vez mais que mercado com necessidades específicas tenham suas dores resolvidas. Aqui no iDEXO, temos em nosso portfólio 10 fintechs atuam também em integração e conciliação de vendas com cartões, vouchers e bandeira;  troco digital; gerenciamento de reembolsos de despesas de funcionários, entre outras. No fim do texto separamos a lista completa

Propósito é a parte fundamental

Com base em outras startups que já teve, Senra entende que não existe negócios de sucesso sem propósito. Para isso, é preciso estar bem próximo do cliente e entender suas reais necessidades. Ele conta que, na Cora, ele acompanha de perto os pequenos empreendedores e observa a energia que eles colocam em seus negócios. A empresa ouviu um grande número de clientes e como founder, participou ativamente de 10% dessas entrevistas, justamente para acompanhar de perto as falas.

“A conexão com o propósito é a coisa mais forte porque você trabalha mais, mais feliz e tudo se encaixa. Assim tudo ganha um sentido muito maior, e consequentemente, a conexão com o cliente é muito maior, agregando valor à vida dele. Entender profundamente o que o cliente quer e o problema dele define seus próximos passos. Não há segredo ou grandes sofisticações. Mas dá trabalho e nem todo mundo está disposto. Mas se você fizer, dará resultados”, declara.

 O que podemos esperar do futuro?

Certa vez, Bill Gates afirmou que: “precisamos ser menos bank e mais banking”, ou seja, menos instituição financeira e mais soluções financeiras. E é o que tem cada vez mais acontecido. 

“Estamos em um momento que as coisas vão se fundir de alguma maneira. Hoje, o pequeno negócio tem pouca atenção e estrutura. Um sistema de gestão com processos lentos, que complicam e não ajudam. Mas agora estamos no momento de pivotar, e a forma como os negócios são geridos também”, declara o founder da Cora. Segundo ele, ainda não conseguimos ter  100% da visão de que estamos vivendo um momento transformador, mas em poucos anos veremos os impactos. Inclusive, no dia a dia do trabalho de profissionais financeiros que verão diferentes processos facilitados e automatizados 

Já Rogerio Melfi defende que as mudanças e transformações deveriam vir muito mais do próprio mercado do que do órgão regulador. “A prioridade deve ser pensar no consumidor. O Open Banking, por exemplo, não precisava de um órgão regulador para existir, mas que as pessoas se interessassem por instituições financeiras e permitissem que os dados delas fossem integráveis com mais valor para o usuário e compartilháveis com outras plataformas”.

Ele completa dizendo que  estudar caminhos é bom, mas sair da teoria e ir para a prática é fundamental. Que venham os novos tempos!

Confira mais detalhes sobre as fintechs da comunidade iDEXO

A startup permite que usuários recebam o troco em pontos, em uma conta digital, podendo trocar posteriormente por serviços. Assim evitam a perda de dinheiro de moedas físicas. O modelo se deu diante das dificuldades, no Brasil, decorrentes da falta de moedas. A Troco Simples é uma ponte para criar um sistema financeiro mais eficiente, criando soluções de infraestruturas financeiras, e transformamos custos em oportunidades.

Shipay  facilita o relacionamento dos consumidores e comerciantes com meios de pagamento digitais (QRCode, Instantâneo, Criptomoedas, P2P, P2M) fazendo a conexão entre carteiras, ERP/PDVs e estabelecimentos comerciais.

Paketá Crédito fornece crédito consignado a taxas atrativas para funcionários CLTs de empresas conveniadas. Nessa modalidade, amparada pela lei federal 10.820, o pagamento mensal do empréstimo é feito diretamente pelas empresas, descontando o valor da folha do funcionário.

Monest é uma empresa de recuperação de crédito utilizando tecnologia e processos para recuperar e reativar clientes. Viabiliza um processo profissional de cobrança, um acompanhamento detalhado das ações realizadas e uma comunicação omnichannel, além de reduzir o ruído no relacionamento pós-venda.

Medicinae ajuda a resolver um problema recorrente em clínicas e hospitais, o recebimento de valores devidos por planos de saúde e operadores. Na plataforma, é possível cadastrar o fluxo de caixa e receber valores em 24h, evitando a usual longa espera, que pode durar meses. Esse processo é possível pois a solução consegue avaliar o histórico da empresa e a chance de glosa, permitindo assim antecipar os recebimentos.  

Juno é a solução para quem quer receber pagamentos sem burocracia. O cliente emite cobranças e administra as finanças do seu negócio de forma segura, fácil e sem complicação. 

Expense Mobi é uma plataforma online de gestão de despesas e reembolsos que automatiza todo o processo para os gestores e colaboradores. Plataforma que automatiza todo o processo de integração e conciliação de vendas com cartões, vouchers e bandeiras. Oferece a conciliação de ponta a ponta: da hora da venda até a conciliação bancária com o extrato bancário.

Uma plataforma de contabilidade online para pequenos negócios que visa gerar maior confiança e agilidade nos processos financeiros e fiscais para os empresários.

BLU365 tem foco na prestação de serviços ligados a cobrança digital, une competências únicas de canais digitais, marketing de performance, e data science. Entre outros, destacam-se os seguintes modelos como exemplos da capacidade analítica/Data Science: Score BLU Digital, Score BLU Best Channel, Score BLU Best Offer, Score BLU Preço Dinâmico, BLU Hot Contact. Todas essas competências entregam um incremento de resultado de recuperação em torno de 15%, redução de custos em média de 10% e alta satisfação dos devedores que negociaram suas dívidas.

fonte: https://idexo.com.br/veja-4-fatores-que-estao-mudando-os-servicos-financeiros-no-pais/

O poder dos QR Codes no movimento de retomada gradual de bares e restaurantes no país

O poder dos QR Codes no movimento de retomada gradual de bares e restaurantes no país

O fechamento de bares e restaurantes veio como medida inevitável para conter o avanço do Covid-19 no Brasil. E ainda que a saída imediata tenha sido recorrer às opções de delivery, nem todos os estabelecimentos têm tido sucesso em manter a receita equilibrada para sustentar o negócio. Levantamento da Associação Nacional dos Restaurantes (ANR)
apontou que 35% dos bares e restaurantes com mais de uma loja já fecharam definitivamente desde o início da pandemia.

Com a flexibilização do funcionamento dos comércios e serviços, o QR Code tem sido uma ferramenta fundamental para que bares e restaurantes abram suas portas com todos os cuidados para preservar a segurança tanto dos clientes quanto de seus colaboradores.

Em São Paulo, por exemplo, os QR Codes são parte do protocolo de higiene da reabertura. Sendo assim, os estabelecimentos devem oferecer aos clientes um cardápio digital, o qual pode ser aberto pela leitura do QR Code. A medida ajuda a reduzir a possibilidade de contágio, tendo em vista que os clientes não precisam ficar passando um cardápio físico de mão em mão.

Além disso, as interações diretas com o garçom/garçonete também são reduzidas, eles surgem apenas para levar os pedidos à mesa. Uma série de estabelecimentos já vem se estruturando também para o pagamento das contas via carteiras digitais, o que segue em linha com o protocolo de higiene e prevenção contra o coronavírus. Assim o consumidor pode pagar sua conta usando apenas o celular, sem necessidade de contato direto com uma maquininha de débito/crédito.

A tendência é que esses pagamentos por meios digitais aumentem, justamente pela urgência do momento para preservar a segurança de todos durante o distanciamento social. E neste sentido, avalio que a solução não é apenas temporária, mas provavelmente deverá acelerar a adaptação dos consumidores a um novo modo de pagamento que vem para ficar.

Para além das questões relacionadas ao Covid-19, os pagamentos digitais são benéficos para as duas pontas: uma vez que reduz os esforços dos funcionários com as cobranças e também otimiza o tempo do cliente, já que o fechamento da conta fica mais ágil.

A Shipay surge neste contexto como uma aliada dos bares e restaurantes, com um sistema de integração e centralização das carteiras digitais que facilita a operação dos caixas.

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