Governos incentivam serviços digitais e ajudam a aumentar a adesão da população a pagamentos instantâneos

Governos incentivam serviços digitais e ajudam a aumentar a adesão da população a pagamentos instantâneos

O turismo foi certamente um dos setores mais afetados pela crise provocada com a pandemia de Covid-19. Enquanto o setor se reorganiza para atravessar esse momento crítico, é interessante ver como a inovação tecnológica e o uso de carteiras digitais pode servir como uma ferramenta muito importante para esse movimento de recuperação. No Paraná, o governo estadual anunciou que irá lançar uma carteira digital para o uso de créditos da Nota Paraná em serviços como restaurantes, hotéis e parques estaduais.


A medida foi tomada com o objetivo de incentivar o turismo regional e a carteira digital deve se chamar Paraná Pay. O uso de tecnologias inovadoras vem sendo adotado mais amplamente também em outros estados. Neste em Sao Paulo por exemplo, os motoristas já puderam pagar o IPVA de seus veículos usando o PIX, assim como em 11 estados já é possível pagar a conta de luz usando a plataforma do Banco Central. Além disso, desde o ano passado o governo estadual de São Paulo vem repassando o auxílio merenda a estudantes por meio do PicPay.
O ponto aqui não é enaltecer iniciativas isoladas, mas é interessante observar esse movimento crescente de governos para incentivar o uso de serviços digitais. Afinal, essas medidas acabam ajudando a popularizar serviços financeiros digitais. Em uma análise mais abrangente, isso traz benefícios como promoção à inclusão financeira, tendo em vista que o Brasil é um país com 45 milhões de pessoas desbancarizadas.

Além disso, são medidas que aceleram a digitalização da economia e reduzem a circulação de papel moeda, mais seguro para consumidores e também menor custo logístico para varejo e instituições governamentais, esses processos certamente levam em consideração o movimento que vem sendo encabeçado pelo Banco Central para acelerar a adoção de uma economia mais digital, haja vista o lançamento do PIX e as funcionalidades da plataforma que serão liberadas em breve.

A visão que fica é de que os governos estão apostando na mesma premissa que a autoridade monetária, e consequentemente ajudando a criar bases para popularizar pagamentos instantâneos e uso de carteiras digitais. Esses movimentos, por sua vez, merecem a atenção do varejo, que também tem muito a ganhar ao oferecer mais opções de pagamento aos seus clientes.

À medida que aumenta a adesão aos pagamentos instantâneos, maior a percepção de valor dos clientes ao se depararem com uma loja que oferece a eles a possibilidade de pagar com carteiras digitais ou via PIX.

Aos varejistas que têm receio em relação aos custos, vale acrescentar que as taxas dos pagamentos instantâneos são bem mais competitivas, tendo em vista a concorrência acirrada. Ou seja, é possível reduzir custos e oferecer uma experiência mais completa aos seus clientes. A solução da Shipay permite que o varejista receba pagamentos digitais de forma integrada no PDV.

Pagamentos Digitais: Uma medida necessária para o varejo

Pagamentos Digitais: Uma medida necessária para o varejo

3 a cada 5 brasileiros consideram pagamentos sem contato como uma das medidas mais importantes a serem adotadas pelas lojas

A mudança de ano é sempre um período marcado por muita esperança, positividade e estabelecimento de metas para os meses que virão.
E depois de globalmente atravessarmos um ano de desafios contínuos, nada mais justo do que esperar um 2021 mais leve e positivo para todos.

A boa notícia para começar o ano é que os pequenos negócios no Brasil estão com projeções otimistas e mais positivas do que as perspectivas de pequenos negócios ao redor do mundo, segundo aponta estudo recente feito pela Visa.

Do total de pequenos negócios entrevistados no Brasil, 30% passaram a adotar pagamentos digitais sem contato em função da pandemia.
O investimento na adesão a pagamentos instantâneos e sem contato é uma das premissas para melhorar as vendas em 2021, tendo em vista que a pesquisa mostrou que 3 a cada 5 brasileiros (57%) consideram os pagamentos sem contato como uma das medidas de segurança mais importantes a serem seguidas pelas lojas. A preocupação dos brasileiros nesse sentido é significativamente maior do que a média global, que ficou em 46% dos entrevistados.

De acordo com a pesquisa, 84% dos pequenos negócios brasileiros entrevistados se disseram otimistas sobre o futuro dos negócios, percentual superior à média global, que foi de 75% dos entrevistados.

A postura otimista vem respaldada por mudanças de atitudes: o estudo também mostra que 84% dos pequenos negócios brasileiros tentaram uma nova abordagem para melhorar as vendas desde o início da pandemia de Covid-19, bem acima da média global, que ficou em 67%.

O estudo evidenciou também a importância dos varejistas cuidarem bem dos clientes mais próximos, uma vez que a pesquisa mostrou que 3 a cada 4 pequenos negócios brasileiros tiveram o suporte da comunidade local para manterem suas atividades.

Este é o momento de mostrar o reconhecimento por este apoio e estreitar o relacionamento com esses clientes, proporcionando experiências cada vez mais significativas para eles.

Entre as estratégias adotadas para manter as vendas aquecidas, o estudo mostrou que os pequenos negócios no Brasil também se destacaram em relação à média global.

A venda de produtos e serviços online foi adotada por 50% dos pequenos negócios brasileiros entrevistados, contra 27% na média global. As propagandas direcionadas por meio de redes sociais também foram adotadas por 50% dos pequenos negócios no Brasil, contra 28% na média global.

Nosso país também saiu à frente na oferta de entregas à domicílio, com 33% dos pequenos negócios entrevistados oferecendo essa opção, contra 20% na média global.

Para o ano que se inicia, a grande preocupação dos pequenos varejistas é atrair novos consumidores. Segundo a pesquisa, 64% dos entrevistados apontaram essa questão, contra 46% na média global.

Em seguida, vem o receio de não voltar a ter a mesma renda que tinham antes da pandemia (51%). Outros 23% temem fechar as portas e 18% têm receio de serem ultrapassados pela concorrência.

Esse é um panorama valioso para clarear a visão dos varejistas e reforçar a relevância que os pagamentos digitais podem ter para melhorar as vendas em um ano tão significativo como 2021.

A missão da #Shipay é ser parceira nessa jornada e oferecer aos varejistas soluções simples, integradas e que facilitem o recebimento de pagamentos por carteiras digitais ou via PIX.

Como o varejo deve se preparar para atender a geração Z com carteiras digitais

Como o varejo deve se preparar para atender a geração Z com carteiras digitais

Eles já representam mais de um quarto da população mundial e prometem revolucionar os modelos de consumo. Entenda porque é importante investir em carteiras digitais para essa geração.

Na grade curricular de matemática das escolas já não há mais aulas para ensinar as crianças a preencherem cheques, aliás, para algumas delas um talão pode parecer tão arcaico como uma fita cassete.

Aos poucos, aquele hábito de dar o troco da padaria em balas de maçã verde também vai se perdendo entre a geração dos jovens. Essas mudanças de comportamento da geração Z, composta pelos nascidos ao final da década de 1990 e início da década de 2010, não são gratuitas.

Mudanças significativas em trocas de gerações são esperadas, mas há um fator extra que impacta essa geração em questão: o crescimento exponencial da tecnologia torna essas mudanças muito mais aceleradas.

Para entender de forma bem simples o que significa isso, tenha essa comparação em mente: 30 passos lineares te fazem atravessar de um cômodo a outro em sua casa, enquanto 30 passos exponenciais te levam do Brasil à África.

Por que estamos falando sobre isso? A forma como a geração Z se comporta é de extrema importância para o futuro do varejo. Hoje, eles representam pouco mais de um quarto da população mundial. O Global Payments Report de 2020 aponta que nos próximos dez anos, a estatura, o poder de compra e a influência dessa geração apenas continuarão a crescer à medida que eles entrarem na força de trabalho. O comportamento dessa geração é que irá remodelar o comércio ao longo das próximas décadas.

Neste sentido, vale destacar alguns dados importantes sobre essa geração apontados no relatório: os integrantes da Z são mais digitais, mais sociais, mais flexíveis e focados em dispositivos móveis do que qualquer outra geração. Independentemente de suas compras acontecerem em lojas online ou físicas, o smartphone sempre está presente. Eles são mais adeptos dos serviços digitais e das carteiras móveis do que seus predecessores.

“Essa geração nativa digital tem total tranquilidade e naturalidade para usar essas funções e eles têm pouca paciência para lidar com fricção, com demora. A experiência de usuário para eles deve ser muito bem trabalhada justamente por todo esse contato que eles têm com o mundo digital, que preza por essa fluidez na essência”, comenta Charles Hagler, Co-CEO da Shipay.

Segundo o relatório, mais da metade deles usa carteiras digitais pelo menos uma vez por mês, três quartos usam algum aplicativo de pagamento digital de provedores de serviços financeiros e 79% usam aplicativos de pagamento pessoa a pessoa (P2P) pelo menos uma vez por mês.

Mudanças no modo de consumir

carteiras digitais

As turbulências do ano de 2020 transformaram de forma profunda o comportamento de consumo e o varejo sentiu esse impacto de imediato. De início, a quarentena forçou os estabelecimentos físicos a fecharem as portas e se adaptarem ao ambiente digital. Em um segundo momento, com o retorno das atividades, o comportamento do consumidor ainda é cercado de medos e incertezas, o que faz com que ele valorize ambientes que respeitem os protocolos de higiene e de distanciamento social.

Neste aspecto, a adesão às carteiras digitais teve um impulso, tendo em vista a possibilidade de pagamento sem contato. Essa é a transformação pela necessidade, pelo contexto. A mudança que ocorre às pressas para se adequar a uma realidade que mudou de cara de uma hora para a outra.

No entanto, mudanças como a digitalização dos pagamentos vem em sintonia com as necessidades e o apelo de imediatismo e praticidade dessa geração. Ou seja, se agora o varejo passou por uma adaptação por necessidade, no longo prazo verá que essas mudanças seriam inevitáveis para ter aderência com a geração Z.

Neste sentido, Hagler destaca a necessidade do varejo de se adaptar com a integração de canais para atender bem a essa geração. “O conceito de omnichannel é muito importante, só que quando falamos isso o varejo pensa logo no e-commerce. Essa geração está no Instagram, para chegar a esses jovens o varejista precisa pegar o celular, ir para canais como o Instagram e o Whatsapp. O varejo físico vai continuar existindo, mas vai precisar se adaptar para proporcionar ao usuário uma experiência cada vez mais próxima do mundo digital. O varejista da loja física vai precisar garantir que tudo seja muito fluido e sem fricção”.

Ele destaca ainda que a solução de pagamentos da Shipay veio para possibilitar que o varejista caminhe nessa direção.

“O lojista consegue proporcionar uma experiência mais bacana para o nativo digital, onde ele pode pagar com a carteira digital dele de forma simples, rápida e segura, além de possibilitar o pagamento no Whatsapp ou nas redes sociais. A carteira digital é fluida, com uma experiência muito boa, a pessoa recebe um link e com um clique finaliza a compra.”

Além disso, o varejista tem a possibilidade de trabalhar com vantagens como promoções, cashback e descontos que essas carteiras vão oferecendo”, finaliza. 

A geração dos nativos digitais

Como aponta o relatório, ao contrário dos Millenials, a geração Z não tem a necessidade de adaptar ou migrar do mundo analógico para o digital. O mundo digital é a realidade que eles conhecem desde os primeiros anos de infância. Muitos deles não sabem, por exemplo, como era o mundo antes do surgimento das redes sociais.

Em sintonia com o que é apontado pelo Global Payments Report, recentemente a McKinsey fez um estudo sobre essa geração, apontando esses jovens como hipercognitivos, capazes de viverem múltiplas realidades, presenciais e digitais, ao mesmo tempo.

Luiz Coimbra, Co-CEO da Shipay, acrescenta a esse ponto a necessidade das marcas de entenderem alguns pontos chave do comportamento dessa geração para que consigam acompanhá-los.

“É uma geração muito conectada, pouco materialista, mas com muita necessidade de consumo de conteúdo instantâneo e rápido. Isso se reflete um pouco também na forma como eles consomem”.

Neste sentido, ele enfatiza o movimento que muitas marcas têm feito para se fazerem presentes nas redes sociais de um modo mais eficiente, com bancos lançando produtos e serviços financeiros mais ligados ao perfil dessa geração. “Para o Itaú, por exemplo, é muito mais fácil se aproximar do jovem com uma marca como o Iti. Assim como o Next, que faz parte do Bradesco, também tem muito mais facilidade para se comunicar com esses jovens, porque têm uma pegada mais próxima do consumo deles”.

Do ponto de vista financeiro, são bem resolvidos e abertos a soluções que resolvam suas necessidades, assim como buscam segurança financeira, tendo em vista o contexto global de aumento das incertezas com o passar dos anos.

As gerações anteriores tiveram forte influência de mudanças derivadas da Revolução Industrial: aumento da capacidade de produção, acesso ao crédito, publicidade massiva e consumo em massa de produtos padronizados.

A produção em escala não dava tanto espaço para a personalização, mas agora essa geração tem uma demanda diferente: enquanto há um crescimento da consciência coletiva, na outra ponta há também a valorização da individualidade.

Neste ponto, o estudo da McKinsey traz um adendo muito relevante: é uma geração que valoriza muito o próprio “eu” e está pronta para desconstruir continuamente estereótipos e padrões.

Essa geração tem consciência do poder da própria voz e deseja ser, de fato, ouvida pelas marcas que consome. Sua preferência é por produtos customizáveis e endereçados especificamente para suas necessidades, o que hoje é possível com o uso de tecnologia de ponta.

A Shipay está aqui para modernizar o seu PDV e fazer a integração para que você receba pagamentos digitais de forma simples e centralizada, o que facilita a operação do seu dia a dia.

Clique aqui para integrar a sua loja.

Como a Shipay percebeu a oportunidade que existe no mercado de pagamentos digitais

Como a Shipay percebeu a oportunidade que existe no mercado de pagamentos digitais

Recentemente o co-CEO da Shipay, Luiz Coimbra, foi entrevistado Marcelo Pessoa, no podcast Bancos & Fintechs, para discutir um pouco mais sobre a nova realidade dos meios de pagamentos no Brasil. Venho de uma longa vivência no mercado financeiro, com experiência em banco de investimento, consultoria, trabalhei em grandes instituições financeiras, como Citibank, Credicard e Itaú. Com toda essa bagagem, quando percebi o crescente surgimento de carteiras digitais no mercado, entendi que ali existia um enorme potencial.

Mas como bem sabemos, boas oportunidades só podem ser verdadeiramente aproveitadas quando temos um olhar crítico e atento ao que está acontecendo ao nosso redor. A Shipay nasceu por iniciativa minha e dos sócios Charles Hagler, Fábio Ikeno e Paulo Loureiro. [1] Percebemos que as carteiras digitais de fato tinham um ambiente perfeito para o crescimento, mas existiam ali alguns problemas a serem resolvidos. E como gosto de dizer, sempre que há alguma peça que não se encaixa, temos uma oportunidade em vista.

Víamos um crescente volume de QR Codes de diferentes carteiras digitais nos estabelecimentos e percebemos que faltava algo para tornar esse mercado mais fluido, tanto para o consumidor quanto para o varejista.

Ainda em 2019, passamos três semanas fazendo pesquisa de campo, levantando informações com comerciantes de diversos setores, clientes de carteiras digitais, justamente com o intuito de entender como essa dinâmica vinha acontecendo e os problemas que existiam no dia a dia.

Foi interessante, por exemplo, quando vimos o anúncio de um desconto em produtos de uma loja de vinhos para quem pagasse com determinada carteira. Questionamos a operadora do caixa sobre a promoção e chamou nossa atenção o fato de ela ter perguntado se nós realmente queríamos pagar com a tal carteira digital. Quando confirmamos, ela pegou a plaquinha que estava guardada dentro do balcão. Como estávamos em pesquisa, achamos por bem perguntar o motivo da placa ter sido escondida.

A resposta foi muito significativa: ela nos contou sobre os desafios diários de fechar o caixa, tendo que fazer manualmente a conciliação de todas as vendas com desconto via carteira digital. Era preciso encontrar um jeito de tornar essa rotina mais prática e funcional.

Depois dessas semanas levantando dados, nos reunimos para fazer todo o processo de Design Thinking e entender qual seria o caminho que a Shipay deveria seguir. E então entendemos como poderíamos contribuir para que esse mercado de carteiras digitais se tornasse mais fluido e simples para as pessoas.

Criamos uma solução que integra o recebimento dos pagamentos via carteiras digitais em um só hub. Esse sistema também faz todo o conciliamento de caixa e gera relatórios necessários, o que simplifica muito a operação de caixa e também reduz tempo de fila para os clientes. Em vez de acessar sistemas independentes para cada carteira, o operador de caixa resolve tudo pelo sistema da Shipay. Em outras palavras, a gente facilitou a comunicação entre pagador e recebedor.

A solução que criamos de fato seria indispensável para que o mercado de carteiras digitais pudesse evoluir. Afinal, hoje o Brasil já conta com cerca de 600 carteiras digitais, de acordo com pesquisa feita pela área de Inteligência de Mercado da Globo. Esse mesmo estudo mostrou que dois terços dos usuários de smartphones no país usam pagamentos digitais.

Na conversa com o Marcelo, falamos ainda sobre as perspectivas com a entrada do PIX em breve e as projeções para o mercado, foi um bate papo muito interessante!
Tudo sobre o Caixa TEM

Tudo sobre o Caixa TEM

O CAIXA Tem é uma carteira digital da Caixa Econômica Federal, principal banco público do Brasil. O serviço surgiu para facilitar o acesso dos brasileiros a serviços sociais e a realização de transações bancárias diversas.

A plataforma foi lançada após o início da pandemia de coronavírus para facilitar o recebimento do Auxílio Emergencial, mas também abrange benefícios e possui outros recursos. O aplicativo está disponível para usuários com celulares dos sistemas Android e iOS.

O que é o CAIXA Tem?

É o novo aplicativo da CAIXA que chegou ao mercado com o intuito de promover a inclusão financeira dos brasileiros e promover o acesso a diversos benefícios sociais. Ao se cadastrar no app, o usuário pode ver informações sobre o Auxílio Emergencial, o Bolsa Família, o FGTS, Abono Salarial do PIS e o Seguro-Desemprego.

Como funciona o CAIXA Tem?

Além de ter acesso a diversos benefícios sociais pelo app, o CAIXA Tem também traz a possibilidade de pagamentos de compras em lojas físicas por meio de QR Code, compras online por meio do cartão de débito virtual e a possibilidade de transferir até R$ 1.200 por dia.

Como se cadastrar no CAIXA Tem?

O primeiro é baixar o aplicativo pela loja de apps do seu smartphone ou através do atalho no aplicativo do Auxílio Emergencial, caso você o use. Com o CAIXA Tem instalado no seu celular, abra o aplicativo e clique em “Sou beneficiário”. Digite os 11 números do seu CPF e clique em “Continuar”.

Em seguida, o app perguntará seu número de celular e enviará um código via SMS. Você deve digite esse código na tela da app e clicar novamente em “Continuar”. Depois de confirmar o acesso pelo celular, o usuário é redirecionado para a tela de Login da CAIXA.

Se o usuário já tiver cadastro em outros aplicativos do banco como o FGTS e o Habitação CAIXA, por exemplo, a senha para login será a mesma dos outros. Quem ainda não possui cadastro em nenhum serviço do banco, deve clicar em “Cadastre-se”. Informe alguns dados pessoais e confirme o envio. Agora, crise uma senha para acessar o app.

Por fim, vá até a caixa de entrada do e-mail usado no cadastro, abra o e-mail enviado pela CAIXA e clique no link da mensagem para confirmar a sua conta. Pronto! Agora, é só logar no app com o e-mail e a senha criada.

Como tenho acesso as informações do FGTS?

Após fazer o cadastro, faça login no app CAIXA Tem. Logado, você será direcionado para uma tela onde aparecerem algumas perguntas adicionais sobre sua vida. Responda toda as perguntas, leia os termos e condições de uso do aplicativo, clique em “Concordar” e confirme o envio das respostas. Depois disso, você terá acesso a todas as informações sobre o FGTS.

Como ter acesso ao Auxílio Emergencial no CAIXA Tem?

Ao entrar no aplicativo, só olhar na Home e clicar em “Auxílio Emergencial”. Você será redirecionado para uma nova tela com a mensagem “Por aqui você pode consultar o seu Auxílio na sua conta Poupança Social Digital”. Clique em “Consultar o Auxílio na Poupança Social Digital”.

Após este processo, você receberá uma mensagem pedindo para vincular o seu celular ao seu CPF. Uma mensagem será enviada para o seu número via SMS, clique em receber código. Assim, é só copiar o código e colar no aplicativo e clicar em “Enviar”. Também é possível dar um apelido ao aparelho para facilitar a identificação do celular.

Agora, você será direcionado a página inicial do app e poderá consultar o seu benefício clicando em “Auxílio Emergencial”. Pelo aplicativo dá para consultar o saldo, ver o extrato, fazer pagamentos e transferências sempre que o valor das parcelas estiver disponível.

Como usar o cartão de débito virtual?

Quem recebe o Auxílio Emergencial e outros benefícios pelo CAIXA Tem pode emitir o cartão de débito virtual para fazer compras online em sites e aplicativos que aceitem cartão de débito. Não há cobrança para emissão do cartão e todas as compras são debitadas diretamente na conta do CAIXA Tem.

Para emitir o cartão, basta acessar o aplicativo e clicar na opção “Cartão de Débito Virtual” e seguir as instruções para gerar o dispositivo. No fim do processo, o aplicativo envia a imagem com os dados do cartão. Basta copiar os dados do cartão no momento do checkout de sua compra online para confirmar o pagamento com o cartão de débito virtual do CAIXA Tem.

Como fazer compras em estabelecimentos comerciais com o CAIXA TEM?

Também é possível fazer compras em estabelecimentos comerciais físicos com a Poupança Social Digital do CAIXA Tem. Para isso, basta que a pessoa faça compras em estabelecimentos parceiros. O pagamento pode ser feito com a leitura de um QR Code, que é gerado pelas maquininhas de cartão. Assim, nas lojas físicas disponíveis é possível pagar através dos celular apontando a câmera para o QR Code da maquininha e confirmar o pagamento.

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