Soluções inovadoras facilitam adoção do PIX e QR Code no varejo

Soluções inovadoras facilitam adoção do PIX e QR Code no varejo

O crescimento do PIX e dos pagamentos por QR Code no Brasil é estrondoso. De acordo com dados do Banco Central, apenas entre novembro de 2020 e maio de 2021, o PIX cresceu 1.836%. Até maio, o PIX já tinha superado a marca de 649 milhões de transações.

O QR Code não fica atrás, já que era utilizado por 48% dos brasileiros antes do PIX entrar em operação, de acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. Com o crescimento dos novos meios de pagamento no mercado, os varejistas estão cada vez mais notando a importância de oferecer essas possibilidades de pagamentos a seus clientes. 

Para que o PIX e o QR Code cheguem ao varejo, é preciso contar com soluções que facilitem a adoção dos novos meios de pagamento nos pontos de venda. 

A Nortesys é uma das empresas que notaram essa necessidade de mercado e junto a SHIPAY integraram soluções que oferecem um sistema de gestão empresarial completo com PIX e QR Code inclusos nos meios de pagamento. Ambas as empresas são focadas em inovação e buscam otimizar o gerenciamento do negócio de seus clientes. 

Para entender melhor sobre essa parceria e sobre o foco em oferecer PIX e QR Code para clientes de varejo, entrevistamos o CEO da Nortesys, Gean Sharly de Sousa e o COO da SHIPAY, Paulo Loureiro. Os executivos falaram sobre a parceria entre as empresas e as expectativas com o crescimento do PIX e do QR Code no mercado nacional. 

Confira a entrevista abaixo:

Qual é a visão atual da Nortesys sobre as soluções de pagamentos digitais? 

“As soluções de pagamentos digitais para o varejo é um divisor de águas. Vimos na prática, principalmente nestes últimos dois anos, que essas formas de pagamentos permitem uma mobilidade muito grande, facilidade na integração, o que agiliza bastante no processo operacional” explica Gean. 

O executivo também destaca a parte do investimento. “O investimento é mais simples, mais rápido e barato. Assim, é possível ter uma escalabilidade maior. A Nortesys segue buscando investir em pagamentos digitais em nossas soluções de ERP para apresentarmos diferenciais aos nossos clientes”, completa.   

Como surgiu a parceria com a SHIPAY? 

“No ano passado, eu estive procurando plataformas de pagamentos digitais e acabei encontrando a SHIPAY. Entrei em contato com o Paulo, que nos apresentou a empresa e os projetos e aí nós vimos que era aquilo que precisávamos e fechamos a parceria. Foi assim e está dando tudo certo”, afirma Gean. 

Paulo explica que o objetivo da parceria é a SHIPAY prover um motor de crescimento e inovação para os clientes da NORTESYS. 

“Nós imaginamos que pagamentos instantâneos e digitais (PIX, carteiras digitais, QR Code) tem um poder enorme de agregar valor no varejo e junto com a NORTESYS, nós conseguimos levar essa inovação, trazendo valor agregado para o lojista e contribuir para o crescimento do varejo”, completa Paulo. 

Como a solução da SHIPAY agrega valor as soluções da NORTESYS? 

“Nós somos uma softhouse, focados no desenvolvimento de ERPs. Então, num mercado em que há dezenas de empresas, de meios de pagamentos e operadoras financeiras, é preciso se integrar com cada uma delas”, explica Gean. 

Gean destaca que a expertise da SHIPAY em pagamentos digitais, nos trouxe com a parceria uma solução a possibilidade de oferecer aos nossos clientes, a integração com diversas plataformas com mais facilidade. “Isso agrega muito valor as soluções de ERP que oferecemos aos nossos clientes”, completa.

Qual é a expectativa com a chegada do PIX e dos pagamentos por QR Code? 

“Nosso lema é ‘inovando sempre’, então quando se falou em PIX e os pagamentos por QR Code, nós percebemos que era a nossa hora de levar a isto aos nossos clientes, e consequentemente, aos consumidores”, explica Gean.  

Gean afirma que a expectativa da Nortesys é que a empresa possa cada vez mais sair na frente com novidades para oferecer para os nossos clientes e para o consumidor final. 

Paulo explica que a SHIPAY tem o objetivo de simplificar os pagamentos digitais e nós fazemos isto por meio de parcerias. “Hoje, os nossos parceiros são o coração da empresa, crescemos junto com eles com a proposta de melhorar o ecossistema de pagamentos digitais”, completa. 

“Atualmente, temos meios de pagamento tradicionais como débito, crédito e boleto, mas se olharmos mundo afora percebemos que os meios de pagamentos digitais tendem a crescer nos próximos anos, chegando a representar cerca de 30% de participação no mercado de pagamento, de acordo com algumas pesquisas” ressalta Paulo.

Qual é o feedback dos clientes em relação aos pagamentos digitais? 

“Para a maioria do varejo, principalmente do pequeno varejo, isso ainda é uma novidade. É uma novidade que muitos querem, mas como se trata de operações financeiras há muitas dúvidas”, destaca Gean.  

“Então, os clientes querem e nós temos desenvolvidos trabalhos em conjunto para que os clientes possam entender sobre o assunto. E eu acredito que a medida com que a sociedade for entendendo melhor os pagamentos digitais, a aderência a estes meios será cada vez maior”, completa. 

O PIX, carteiras digitais e pagamentos por QR Code já são uma realidade no mercado de pagamentos. A expectativa é que com o boom tecnológico atual, o processo de maturação dos meios de pagamentos digitais no varejo seja bastante acelerado. A tendência é que estes meios de pagamentos se tornem cada vez mais relevantes no ecossistema financeiro brasileiro.

Pix e QR Code otimizam rotina de postos de combustíveis

Pix e QR Code otimizam rotina de postos de combustíveis

Os pagamentos digitais já se tornaram uma realidade no mercado brasileiro. O Pix, por exemplo, já chegou a 40% da população brasileira em menos de um ano de operação, de acordo com dados do Banco Central.

O uso de QR Code também é uma excelente opção de pagamento para o Pix e as carteiras digitais no momento em que vivemos, já que não é preciso contato físico e o pagamento pode ser feito de forma simples e rápida. 

Pix segue em ascensão e supera TED e DOC 

Em poucos meses de operação, o Pix já se tornou muito maior do que TED e DOC, meios tradicionais de transferências de valores no Brasil, de acordo com o Banco Central. Segundo o órgão, o Pix movimentou R$ 1,4 trilhão entre novembro de 2020 e junho de 2021. Em 6 de agosto, o Pix bateu recorde de R$ 40 milhões transacionados em um único dia. 

Dados da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) em parceria com a consultoria Deloitte, o Pix cresce, em média, 18% em números de usuários e 62% em volume de transações por mês. 

Pix e QR Code otimizam pagamentos em postos de combustíveis

Com mais de 600 carteiras digitais no Brasil e o Pix em plena ascensão, os meios de pagamentos digitais são a aposta de postos de gasolina para agilizar o atendimento e garantir a segurança por conta das restrições impostas pela pandemia de coronavírus. 

A Shipay e a SGA Petro são empresas que trabalham para oferecer soluções completas e integradas com os novos meios de pagamento. A parceria garante uma integração completa que traz vantagens para os clientes e para os donos de postos de combustíveis. 

A solução oferecida pelas empresas concentra venda, emissão de comprovante fiscal e gestão de finanças em um único sistema. Isso favorece a operação do posto e elimina o contato físico com o cliente na hora da venda, isso traz muito mais segurança, além de trazer agilidade no pagamento para evitar filas. 

Conversamos com o COO da Shipay, Paulo Loureiro e o diretor comercial da SGA Petro, Elizeu Galvão. Os executivos falaram sobre a parceria entre as empresas, o feedback e a expectativa com o crescimento dos meios de pagamentos digitais. Confira abaixo:

Qual é o principal objetivo da SGA Petro no mercado? 

“Ser líder no ramo de postos de serviços, levar um atendimento de excelência aos clientes”, afirma Elizeu. 

Como surgiu a parceria com a Shipay?

“Nós da SGA Petro pesquisamos por uma empresa para prestar o serviço de Pix, avaliamos algumas opções no mercado e escolhemos a Shipay”, explica Elizeu. 

Paulo ressalta a importância dos parceiros da Shipay para o crescimento da empresa no mercado. O executivo explica que a parceria com a SGA Petro agrega valor no varejo, principalmente, em lojas de conveniência e postos de combustíveis. 

O executivo completa explicando que o objetivo da Shipay é contribuir para o crescimento do varejo e que as parceiras são muito importantes para movimentar o mercado. 

 Qual é o feedback dos clientes da SGA Petro em relação ao Pix e os pagamentos por QR Code? 

“Um meio de pagamento que está crescendo, porém, ainda possui muitos problemas a serem resolvidos, conexão e demora de resposta dos bancos, por exemplo”, ressalta Elizeu. 

“Os bancos vêm se adaptando de forma ágil para suprir a demanda de infraestrutura que o Pix precisa no mercado. E a solução da Shipay apresenta a possibilidade de trocar a operação de Pix de um banco para o outro, sem ter de fazer nenhuma adaptação no estabelecimento. Isso proporciona mais agilidade no atendimento e nas vendas”, explica Loureiro. 

Como o segmento de postos e lojas de conveniência está se adaptando aos novos meios de pagamento?

“Está tendo uma boa aceitação, porém, alguns empresários têm resistência por conta dos pequenos problemas de autorização”, explica Elizeu. 

“O Pix vem se adaptando, os problemas de autorização surgem devido as atualizações do Banco Central, mas já é um problema que foi normalizado e é algo excelente para todos os participantes desse processo”, explica Loureiro.

 O executivo também ressalta que os novos meios de pagamentos passam por esse processo de maturação para serem melhor aceitos no mercado e isso vem acontecendo rapidamente na comparação com outros meios de pagamentos tradicionais como o cartão de crédito, por exemplo. 

Qual é a expectativa da Shipay com o Pix e os pagamentos por QR Code? 

Paulo explica que assim como todos os outros meios de pagamentos, o Pix e o QR Code irão passar pelo processo de maturação, já que o mercado precisa se adaptar aos novos meios de pagamento. 

O executivo aponta que algumas pesquisas afirmam que os novos meios de pagamento devem representar cerca de 30% de participação no mercado. Paulo ressalta como exemplo o sucesso do Pix em comparação com o TED e o DOC em menos de um ano de operação. 

Como as soluções da Shipay e da SGA Petro ajudam empreendedores?

“As soluções ajudam no aumento de produtividade, rapidez no recebimento, o que significa mais clientes no posto, e consequentemente, aumento dos lucros”, afirma Elizeu. 

Segundo estudo da consultoria britânica Juniper Research, os pagamentos por QR Code deve chegar a 2,2 bilhões de usuários até 2025, puxado por países emergentes como o Brasil. E isso corresponde a quase um terço dos usuários de telefonia móvel no mundo. 

No Brasil, dados da Febraban apontam que 3 em cada 10 brasileiros com smartphone já usaram QR Code para realizar pagamentos. A tendência é que o Pix também siga em forte crescimento em 2022, já que o Banco Central prepara o lançamento de novas funcionalidades como o Pix troco, Pix internacional e outros. 

Com isso, o varejo busca se adaptar o mais rápido possível ao novo modelo de pagamentos. E a solução da SGA Petro e da Shipay é a ideal para resolver todos os problemas. Com a demanda crescente por meios de pagamentos digitais, a tendência é que a adesão do consumidor a estes tipos de pagamentos seja rápida e o varejo precisa acompanhar essa novidade.

Mais da metade dos brasileiros acredita nas carteiras digitais como formas confiáveis de pagamento

Mais da metade dos brasileiros acredita nas carteiras digitais como formas confiáveis de pagamento

Pesquisa recente divulgada pela consultoria Consumoteca mostrou que mais da metade dos brasileiros acredita nas carteiras digitais como formas confiáveis de pagamento.

Além disso, o estudo traz outro dado interessante: brasileiros das gerações X, Y e Z possuem nível elevado de confiança nos métodos de pagamento oferecidos pelas lojas.

Em outras palavras, isso surge como um sinalizador positivo para a adesão a novos pagamentos, tendo em vista que existe uma relação de confiança bem estabelecida entre cliente e varejo.

Novos estudos…

De acordo com o estudo, o índice de confiança chega a 77% entre jovens de 18 a 24 anos, 75% entre pessoas de 25 a 39 anos e, finalmente, 73% entre adultos de 40 a 54 anos.

O motivo mais alegado para esse patamar de confiança foi a segurança e a flexibilidade no pagamento. Em segundo lugar, aparece o acesso a benefícios como o cashback. Neste caso, o apelo é maior entre a geração Z, que tem mais experiência com essa vantagem.

Outro dado importante da pesquisa diz respeito à tendência de “bancarização de tudo”, ou seja, a possibilidade de realizar pagamentos e outras transações financeiras sem a necessidade de se dirigir diretamente a uma agência bancária. Nas três gerações, a possibilidade de pagar boletos sem ir ao banco é uma das principais vantagens.

Carteiras Digitais: Competição Acirrada

Tendo em vista a quantidade de players no mercado de carteiras digitais, a tendência certamente será uma competição cada vez mais acirrada para oferecer aos clientes serviços financeiros bem integrados, com experiência fluida e prática no dia a dia.

Vale lembrar que o Brasil é um país com 45 milhões de pessoas desbancarizadas e que essa fatia da população movimenta anualmente cerca de R$ 800 bilhões.

A pesquisa mostrou que as três gerações também enxergam com bons olhos a possibilidade de enviar e receber pagamentos através das carteiras, sem a necessidade de fazer transferências bancárias tradicionais.

sse dinamismo permite que não só as carteiras digitais, mas também o varejo tenha mais possibilidades de oferecer experiências interessantes aos seus clientes.

É válido analisar com mais profundidade os dados apontados, para que os varejistas possam traçar suas estratégias com o foco no público que desejam atingir.

Tendência…

As tendências de diversificação e flexibilização das formas de pagamento certamente vieram para ficar e a atualização do varejo para essas mudanças já não é mais questão de diferencial, mas sim de manter a competitividade diante da concorrência.

Para quem já aceita carteiras digitais na loja ou tem a intenção de começar a aceitar, a #Shipay oferece soluções que integram os pagamentos das principais carteiras digitais do mercado em um só hub, incluindo pagamentos via PIX.

Dessa forma, sua operação de caixa fica centralizada e prática no dia a dia.

Tudo sobre a API do Pix

Tudo sobre a API do Pix

Falta menos de um mês para o lançamento do Pix, neste artigo você vai saber tudo sobre a API do pix. O cadastramento de chaves já está liberado e batendo recordes. O Banco Central já confirmou o registro de 337 milhões de chaves de usuários dos mais diversos bancos e fintechs do mercado.

Para facilitar o acesso a API do PIX e outros recursos do ecossistema de pagamentos instantâneos da plataforma, o Banco Central criou uma conta na GitHub, uma espécie de rede social para programadores, com o intuito de colocar com o esforço do banco no lançamento do PIX.

No perfil do Banco Central no GitHub é possível ter acesso a arquivos que tratam de forma técnica à API do PIX e entender como funcionará a integração dos PSPs com o SPI e o DICT.

Em comunicado oficial, o Banco Central explicou que a API referência foi disponibilizada no GitHub para facilitar e acelerar o processo de adesão da grande maioria dos PSPs, o que mostra que o PIX é uma prioridade estratégia da instituição. Como deu para perceber, para atuar nesse mercado os empreendedores precisaram da API do PIX e a SHIPAY pode facilitar todo esse processo. Se você quer entender como pode conseguir a API do PIX, leia este artigo até o fim. Convidamos o nosso CTO, Fábio Ikeno, para responder as principais perguntas sobre o tema, confira a entrevista abaixo:

O que é a API do Pix?

A API de Recebimento do PIX permitirá ao varejista integrar o sistema de Frente de Caixa (PDV) aos PSPs, automatizando o processo de recebimento por PIX via QR Code Dinâmico, explica Ikeno.

Sendo assim, esse sistema será responsável por cumprir a promessa do PIX de realizar pagamentos no varejo com segurança, rapidez e com maior facilidade.

Como funciona e quais são as principais funcionalidades da API do Pix?

A comunicação com a API do PIX se dará de forma segura através de mecanismos de autenticação modernos (OAuth2) e conexão criptografada (TLS mútuo).

Portanto, as chaves do PIX serão validadas pelo DICT (Diretório de Identificadores de Contas Transacionais) que fará a “tradução” da chave para a conta que o cliente cadastrou em seu banco ou carteira digital.

As especificações das APIs do PIX estão disponíveis no GitHub do Banco Central e pode ser utilizada por todos os interessados para se inteirar de todos os recursos.

O principal objetivo da API de Recebimento do PIX é a geração do QR Code Dinâmico. Ela também vai permitir a consulta de status, bem como realizar o estorno de um pagamento, tudo controlado pelo SPI (Sistema de Pagamentos Instantâneos) do Banco Central, explica Fábio Ikeno.

Além disso, o QR Code Dinâmico é um dos principais mecanismos para se evitar fraudes com PIX no varejo.

Ou seja, com a utilização do QR Code Dinâmico, o varejista tem a garantia de que o valor do pagamento cairá realmente em sua conta. No caso do QR Code Estático, existe o risco de alguém mal intencionado trocar o QR Code por um que direcione o dinheiro para outra conta.

Por isso, com o QR Code Dinâmico, o consumidor já vai visualizar na tela do aplicativo o valor da transação e não poderá mudar. Por outro lado, no QR Code Estático é o próprio consumidor quem digita o valor, podendo digitar errado, por exemplo.

Além disso, com a API do PIX, o varejista obterá a confirmação do pagamento na hora, garantindo que o consumidor realmente realizou o pagamento. Sem a API do PIX, o varejista pode ficar exposto a acreditar na tela de confirmação do aplicativo do consumidor, que pode ter sido fraudada.

Como fintechs podem utilizar a API para participar do Pix?

Além dos participantes diretos do SPI, compostos em sua maioria pelos bancos tradicionais e as principais fintechs do país, de acordo com o Banco Central, as instituições financeiras com mais de 500 mil contas são obrigadas a participar.

PSPs que oferecem contas transacionais para os consumidores também podem participar do PIX. A diferença é que os bancos comerciais, múltiplos com carteira comercial e Caixas Econômicas tem participação direta.

Portanto, as PSPs autorizadas pelo Banco Central podem ter participação direta ou indireta no PIX. E os demais PSPs não autorizados pelo BC tem participação indireta obrigatória na plataforma. Ikeno explica que as fintechs não-participantes do PIX podem facilitar a conexão dos varejistas à API do PIX, utilizando as chaves e certificado da conta do cliente.

Como funciona a API do Pix para bancos/fintechs e para clientes?

Os PSPs (bancos ou fintechs) deverão expor a API do PIX para os clientes, além de prover as chaves e certificado que o autenticarão na API. Já as fintechs não-participantes, poderão consumir os serviços da API do PIX, explica Ikeno.

Como conseguir a API do Pix? Como a Shipay facilita esse processo?

De acordo com Ikeno, a solução integrada que os sistemas de Frente de Caixa (PDV) já utilizam para oferecer o pagamento por carteira digital via Shipay também será utilizada para PIX.  A solução da Shipay faz todo o trabalho de conexão com a API do PIX, junto aos PSPs, fazendo com que o cliente não se preocupe com esse processo.

Em outras palavras, a Shipay (com uma única integração) simplifica a conexão do PDV com a API de Recebimento do PIX, além de oferecer o pagamento via carteiras digitais como Mercado Pago, PicPay, Ame e Pagbank, completa Ikeno.

Conseguiu entender o quanto a API do PIX é importante?

Por isso que este sistema que ajudará o PIX a cumprir os seus principais objetivos no varejo: evitar fraudes, funcionar 24×7, permitindo transações a qualquer momento e integrando o recebimento de pagamento instantâneos diretamente no PDV do varejista.

Banco Central Divulga a API Pix

Banco Central Divulga a API Pix

O Banco Central do Brasil publicou, em complemento ao disposto no Informe Pix – 043/2020, a API Pix, uma API padronizada que tem como objetivo principal facilitar o processo de integração com soluções de automação, ampliar a concorrência no setor e possibilitar menores custos aos usuários finais.

A API Pix está detalhada nos seguintes documentos: 

  • Manual de Padrões para Iniciação do Pix – Anexo I – API Pix: Conceitos de Negócio;
  • Manual de Padrões para Iniciação do Pix – Anexo II – API Pix: Especificação Técnica; e
  • API Pix: Especificação Técnica Detalhada – apresentada no formato OpenAPI 3.0, disponível em  https://github.com/bacen/pix-api

Esta versão da API Pix contempla as funcionalidades necessárias para viabilizar o recebimento de cobranças em casos de negócio focados em pagamentos imediatos, a exemplo de pontos de venda em lojas físicas e de soluções para comércio eletrônico. Novas funcionalidades serão incluídas na próxima versão da API, contemplando as cobranças com vencimento, inclusive com a possibilidade de inserção de juros, de multas e de descontos.

Quanto à versão divulgada, além dos grupos de funcionalidades já apresentados e discutidos no âmbito do GT Padronização e Requisitos Técnicos e do GT Segurança, foi adicionado o grupo de funcionalidades Webhook, relativamente ao qual convidamos os integrantes desses GTs para apresentarem contribuições quanto a aspectos funcionais e de segurança. As manifestações deverão ser enviadas em formato livre, com a indicação (i) da instituição responsável pela contribuição; e (ii) do item em questão.

Aproveitamos para informar que, além das funcionalidades relacionadas ao recebimento de cobranças, está prevista na agenda evolutiva do Pix a padronização também de funcionalidades para envio de pagamentos. O desenvolvimento dessas funcionalidades na API Pix está previsto para 2021.

No período do lançamento do Pix até a padronização dessa funcionalidade, os participantes que desejarem poderão disponibilizar APIs proprietárias para o envio de pagamentos, tendo que se adequar ao padrão a ser definido pelo BC, quando tal funcionalidade integrar a API Pix. 

Comunicamos ainda que, além dos anexos supracitados relacionados a API Pix, o Manual de Padrões para Iniciação do Pix, disponível na página do Pix no sítio do BC na internet, na seção “Regulamentação relacionada ao Pix”, sofreu atualizações (versão 1.1) decorrentes, dentre outros aspectos, de ajustes nas definições nos campos do payload, especialmente na  semântica do campo Identificador da Transação (txid).

Agradecemos novamente sua valiosa contribuição em mais uma etapa de construção do Pix. Acreditamos que a interlocução do BC com os agentes de mercado é essencial para criar um ambiente competitivo e inovador, propiciando soluções efetivas, seguras e inclusivas para os usuários. 

fonte: AFRAC!

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