Por que os varejistas devem investir em gestão de pagamentos digitais?

Por que os varejistas devem investir em gestão de pagamentos digitais?

O crescimento da adesão a pagamentos digitais é algo já esperado e um movimento natural para acontecer no varejo.
A pandemia de Covid-19 veio como uma forma de acelerar ainda mais essas mudanças que já vinham acontecendo. Neste sentido, vale destacar alguns aspectos sobre como é importante que os varejistas estejam bem preparados para este cenário. Irá oferecer soluções modernas aos clientes e também garantir uma operação prática e segura no dia a dia.

Antes do início da pandemia, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo já havia apontado um salto de 4% para 21% no uso de aplicativos para pagamentos digitais, entre 2018 e 2020, com a necessidade de distanciamento social e protocolos de higiene mais rígidos para o funcionamento dos estabelecimentos, os meios digitais fornecem a grande
vantagem da possibilidade de pagamento digitais sem contato, o esperado é que na próxima pesquisa esse salto seja ainda maior.

O potencial dessas formas de pagamentos digitais vai além das necessidades momentâneas, uma vez que essas transações são mais ágeis e práticas, o que garante mais agilidade para a operação de caixa e também otimização do tempo do cliente.

Uma vez que o consumidor se adapte a um novo meio de pagamento, mais prático e rápido, dificilmente ele vai querer migrar de volta para outros métodos de pagamento.

Não é sem razão que já haja no mercado tantas empresas que oferecem pagamentos digitais – todas elas com uma série de benefícios que tendem a aumentar a adesão dos clientes. E justamente pela variedade de players no mercado, é importante que seu estabelecimento tenha uma operação bem preparada para aceitar esses pagamentos. O grande diferencial do sistema da Shipay é a centralização dessas carteiras em um só hub. Assim, o operador de caixa pode receber pagamentos digitais de diferentes carteiras sem precisar se preocupar em ter um sistema próprio para cada uma delas.

Isso reduz tempo e custos com treinamento e deixa a rotina mais prática tanto para o cliente quanto para o atendente. Além disso, o sistema tem uma validação segura e imediata, o que protege o varejista de possíveis fraudes.

Em suma, muito mais do que um diferencial, a modernização do varejo é uma estratégia de sobrevivência e nós estamos aqui para ajudar a fazer essa mudança acontecer.

O que a cédula de R$200 vai mudar no seu dia a dia?

O que a cédula de R$200 vai mudar no seu dia a dia?

O lançamento da nova cédula de R$200 ganhou destaque no noticiário econômico dos
últimos dias e aproveito o alvoroço com a novidade para trazer uma reflexão aqui: o
relatório de 2018 do Banco Central, intitulado “O brasileiro e sua relação com o dinheiro”,
apontou que apenas 10% da população carrega mais do que R$ 100 em dinheiro vivo.


O mesmo relatório mostra ainda que a preferência por meios de pagamento como cartão de
crédito ou débito aumenta significativamente para compras acima de R$ 100. Acrescente a
esses dados as informações levantadas pela empresa IDC no ano passado, a qual apontou
que seis a cada dez brasileiros dão preferência para pagamentos em meios digitais.
Trazemos aqui esses dados para ressaltar o potencial que existe no mercado brasileiro para o
uso de carteiras digitais. Temos uma população fortemente conectada e aberta a utilização
de novos meios de pagamento, uma vez que eles representam mais comodidade e
segurança para os usuários.


De um modo geral, as fintechs têm sido assertivas em entender as dores dos clientes e no
oferecimento de soluções financeiramente mais interessantes e práticas, que evitem o
deslocamento para agências bancárias, por exemplo. Neste sentido, vale resgatar também
dado de levantamento feito pela Deloitte, o qual apontou que 2,5 milhões de contas foram
abertas por celular em 2018, um crescimento de 56% em relação ao ano anterior. Da
mesma forma, o volume de contas bancárias criadas via Internet Banking saltou de 26 mil
para 434 mil no mesmo período.


A cédula de R$200 pode gerar um buzz momentâneo pela novidade, mas na prática os
meios digitais ainda se mostram mais seguros para a população em geral fazer suas
compras e pagamentos. Os dados mostram que os hábitos financeiros dos brasileiros estão
mudando com uma velocidade acelerada, e é preciso que as empresas se atentem a essas
transformações na hora de oferecer serviços e produtos aos seus clientes.
No fim do dia, seu cliente provavelmente vai continuar dando preferência para pagamentos
que não sejam dinheiro em espécie para compras altas, por uma questão básica de
segurança. E se ele chegar com a nota, é bem possível que você tenha problemas com o
troco…sendo assim, mais confiável e prático oferecer outras formas de pagamento.

CONHEÇA A SHIPAY – www.shipay.com.br

O papel das carteiras digitais com o crescimento da economia low touch

O papel das carteiras digitais com o crescimento da economia low touch

A adaptabilidade humana certamente foi posta à prova com as mudanças abruptas trazidas
pela pandemia de Covid-19. E neste sentido, mesmo quando passada a turbulência deste
momento e que uma vacina possa nos trazer a perspectiva de dias melhores, é muito
provável que algumas mudanças de comportamento permaneçam. E neste sentido, as
carteiras digitais terão um forte papel neste novo cenário. Esta é, sem dúvida, uma das
alternativas digitais que poderá garantir mais segurança aos usuários.


Em alguns aspectos, não podemos imaginar que os padrões de comportamento e os
hábitos voltem a ser exatamente como eram no período pré-pandemia. Entre as
transformações que se descortinam, uma boa parcela dos consumidores terá preocupações
maiores em relação à própria segurança na hora de fazer transações. Assim como o
trabalho remoto poderá ser definitivo para alguns setores.


Ao longo da pandemia, vimos, por exemplo, a adaptação feita pela Caixa Econômica
Federal para que os beneficiários do auxílio emergencial pudessem transferir os valores do
aplicativo Caixa Tem direto para carteiras digitais. A solução foi pensada como alternativa
para evitar aglomerações em agências bancárias.
Mas as alternativas que não dependem de contato direto já vinham ganhando destaque nos
últimos anos. Vale lembrar que no Brasil, o número de pessoas que usam aplicativos para
realizar serviços bancários triplicou entre 2014 e 2018, saltando de 25 milhões para 70
milhões de pessoas no período, segundo informações da Pesquisa de Tecnologia Bancária
2019 da Federação Brasileira de Bancos.


A pandemia apenas acelerou um processo que já vinha acontecendo e deve ter forte papel
na consolidação desses novos hábitos. Uma vez que nos adaptamos a um cenário de alta
volatilidade e muitas incertezas, a busca por segurança e adoção de hábitos de higiene
mais rigorosos passam a ser premissas com alto valor para o cliente. E isso se traduz não
só no uso de produtos seguros de fraudes, mas também em processos que tenham o
mínimo possível de contato.
Contudo, ainda é prematuro afirmar como será o futuro, mas é inegável admitir o protagonismo das
soluções digitais nessa nova realidade.

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