Como o varejo pode se beneficiar com as novas funções do PIX

Como o varejo pode se beneficiar com as novas funções do PIX

Já tem um tempo que o Banco Central vem divulgando as novas funções do PIX, previstas na agenda da autoridade monetária e implantadas gradativamente. Uma das novidades, inclusive, já começou a funcionar há alguns dias: a integração com a lista de contatos do celular.

Dessa forma, os contatos telefônicos do usuários que estiverem cadastrados no PIX aparecerão no sistema do banco ou fintech automaticamente na hora de fazer uma transferência. Do ponto de vista de adesão, a função cumpre um papel importante. 

Algumas funções que estão na pauta de lançamentos do Banco Central são especialmente importantes para o varejo. É o caso do PIX QR Code Offline, Saque PIX, PIX Garantido e PIX Agendado. Vou falar um pouco mais sobre como cada um deles é importante para o varejista. 

PIX QR Code Offline

O Brasil é um país com proporções continentais e muitas regiões do país sofrem com rede de internet escassa ou de péssima qualidade. Além disso, grande parte da população faz uso de serviço pré-pago de celular. Com o PIX QR Code Offline, o varejista consegue receber o pagamento mesmo se o cliente estiver sem internet no celular.

Saque PIX

Com essa função, os lojistas terão um papel ainda mais ativo na circulação de dinheiro na economia, pois poderão funcionar como um “caixa eletrônico”. Ou seja, o cliente faz um PIX para o varejista e recebe o valor em dinheiro. Essa função reduz as despesas logísticas com transporte de valores e também diminui a exposição do lojista, tendo em vista que com menos dinheiro em espécie em caixa, ele reduz os prejuízos em caso de assalto

PIX Garantido

Essa será uma das funções mais competitivas, tendo em vista que permitirá ao varejo fazer compras parceladas usando o PIX como forma de pagamento. Tendo em vista a forte cultura brasileira de comprar em parcelas, essa ferramenta tem muito potencial para acelerar a adoção do PIX no varejo. 

PIX Agendado

Essa função poderá substituir os DOCs e TEDs agendados, o que é muito interessante para o lojista, pois já sabemos que os custos do PIX são muito mais competitivos do que os outros dois modelos de transações. Com o PIX Agendado, o varejista pode se organizar para agendar pagamento de salários, fornecedores, aluguel, etc. 

De um modo geral, entendemos que o PIX é uma ferramenta transformadora e que pode ser uma grande aliada do varejista neste momento em que os esforços coletivos estão centrados em retomar as vendas e reagir à crise econômica. Além disso, sabemos que a digitalização da economia é um caminho sem volta, ou seja, o varejista que se preparar e se adaptar a essas mudanças, terá maior possibilidades de sobreviver a este momento de dificuldades.

Quero receber PIX em sua loja física ou online?

PIX Internacional: será que em breve poderemos fazer transações instantâneas para o exterior?

PIX Internacional: será que em breve poderemos fazer transações instantâneas para o exterior?

Na esteira das ações focadas em modernizar e simplificar os meios de pagamento, o Banco Central trabalha atualmente em maneiras de flexibilizar as normas cambiais para permitir a expansão do PIX para operações internacionais.

Por hora, o PIX Internacional não tem data de lançamento, mas os avanços até agora para que essa ferramenta se concretize são muitos e essa notícia é muito animadora tanto para fintechs quanto para o pequeno e médio varejista. Isso porque com a possibilidade de uso da ferramenta para transações internacionais, as empresas de menor porte terão mais facilidade de acessar o mercado externo. 

A agenda do BC prevê uma série de mudanças nas normas cambiais que vão abrir espaço para a chegada do PIX Internacional. Desde a data do lançamento do PIX doméstico até janeiro deste ano, a autoridade monetária realizou uma consulta pública com foco na evolução dos facilitadores de pagamentos internacionais. A ideia é trazer novos arranjos de pagamento dentro da regulamentação cambial, o que pode ampliar as possibilidades das fintechs na prestação de serviços. Esses esforços estão alinhados com uma tendência global de facilitar e baratear as transferências internacionais. 

Além da consulta pública, há também um projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados e que atualmente tramita no Senado, o qual prevê princípios como eficiência, concorrência e simplificação nas operações cambiais. Tudo isso deve abrir o caminho para que fintechs e outras instituições de pagamento se somem a bancos e corretoras nas operações de câmbio. 

A inclusão de agentes financeiros que facilitem a entrada e saída de recursos financeiros do país é benéfica para todas as pontas. Nas transações de pessoa física, facilita a vida, por exemplo, de brasileiros que moram no exterior e enviam remessas de dinheiro para auxiliar o sustento de suas famílias no Brasil. No caso de micro, pequenas e médias empresas, abre um universo de novas possibilidades, uma vez que as fintechs e instituições de pagamento poderão oferecer serviços que facilitem o comércio exterior. 

Para vislumbrar como isso pode ser transformador para os pequenos negócios, é interessante observar o que vem acontecendo na China, onde os pagamentos digitais já estão bem maduros. Pequenos produtores de áreas rurais expandem seus negócios com infraestrutura para exportar mercadoria para outros países. Para entender um pouco mais sobre esse processo, vale a pena conferir este episódio do Expresso Futuro, em que Ronaldo Lemos esteve na China pouco antes do início da pandemia e mostrou mais de perto como a economia vem funcionando com a digitalização dos pagamentos. 

A adesão ao PIX vem acontecendo em um ritmo acelerado e muito animador. Em um primeiro momento, o boom aconteceu entre pessoas físicas e agora a ferramenta vem ganhando espaço no varejo. Do lado de cá, encaro o PIX Internacional como uma evolução desse sistema, uma ferramenta com enorme potencial de impulsionar negócios de diversos portes. Tendo em vista o quanto o ano passado foi turbulento para o varejo e este ano permanece cheio de desafios, pavimentar o caminho para a evoluir o PIX em transações internacionais pode ser uma porta para que o varejo viva anos de recuperação e crescimento. 

Últimas atualizações sobre o PIX

Últimas atualizações sobre o PIX

Lançado na metade de novembro de 2020, o PIX vem obtendo o sucesso esperado pelo Banco Central (BC). Segundo relatório da instituição, mais de 46 milhões de brasileiros já usaram o PIX no primeiro mês de operação.

Ainda de acordo com o BC, o sistema possui mais de 116 milhões de chaves cadastradas por cerca de 49,4 milhões de usuários. Se levarmos em conta os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existem 96,1 milhões de brasileiros economicamente ativos, ou seja, quase metade deles já utiliza o PIX.

Confira abaixo as principais dúvidas sobre o PIX:

Por que o PIX foi criado?

Com o crescimento dos meios de pagamentos digitais no país, o PIX surge como uma alternativa rápida para introduzir o Brasil ao mercado de pagamentos instantâneos. O meio também é mais seguro e flexível do pagamento com boleto, dinheiro em espécie, TED, DOC e cartões de crédito. O PIX é a melhor alternativa para enviar e receber pagamentos com velocidade.

Como pagar com PIX?

É bem simples! Basta entrar no aplicativo do seu banco/fintech, selecionar a opção PIX e realizar o pagamento através da chave ou do QR Code. Assim, o pagamento com PIX é realizado em poucos cliques.

Como funciona a integração com PIX?

Na solução da SHIPAY, o PIX é integrado no sistema de caixa do PDV da loja física do cliente. Assim, ele não precisa se preocupar com nenhuma configuração. Basta utilizar a solução e receber e enviar pagamentos via PIX diretamente na loja.

O PIX é seguro?

Sim, o PIX é um sistema de pagamentos seguro. De acordo com especialistas, o meio possui a mesma logística de pagamento de um TED ou DOC, ou seja, é tão seguro quanto as demais formas de transferências de valores do mercado.

PIX funciona final de semana?

Sim. O funcionamento do PIX é no formato 24 por 7, ou seja, o PIX está disponível 24 horas por dia e 7 dias por semana. Então, você pode fazer um PIX no sábado, no domingo e também em feriados.

Transferência pelo PIX paga taxa?

Para transferências de pessoas físicas e MEI são gratuitas. Em caso de recebimento de valores pode ser cobrada uma tarifa em transações realizadas por QR Code dinâmico ou quando uma conta recebe mais de 30 transações mensais por conta.
 Para empresas, a cobrança de taxa depende da instituição financeira escolhida. Muitas instituições não estão cobrando taxas para recebimento de pagamentos via PIX, outras estão oferecendo taxas perto do 0%.

Quem inventou o PIX?

O PIX é um sistema de pagamentos criado e gerido pelo Banco Central do Brasil BACEN

Pessoa jurídica paga PIX?

Empresas podem transferir valores entre si via PIX, assim como pagar pessoas físicas. Como citado em outro tópico acima, pessoa jurídica (empresas) pode pagar taxa por recebimento de valores, elas não pagam taxas para transferir dinheiro.

Quanto posso transferir pelo PIX?

O Banco Central definiu que as instituições financeiras têm liberdade de definir os valores de transferência e pagamentos pelo PIX. Porém, o BC instituiu um limite, o valor não pode ser menor que 50% do disponibilizado para um TED ou a 100% do limite de compras de cartões de débito.

Também ficou definido que os valores de transferência podem variar de acordo com o dia da semana e o horário. Essa determinação vale até 28 de fevereiro deste ano. A partir do dia 1° de março de 2021, o limite mínimo será o mesmo valor autorizado para TED e compras em cartões de débito.

Para ter uma ideia das diferenças entre as instituições, vamos pegar as determinações da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.

Na Caixa, o limite é de R$ 5 mil nas transações realizadas entre 6h01 e 22h durante todos os dias da semana. Entre 22h e 0h, o valor limite cai para R$ 3.500. Já os usuários do Caixa Tem, tem limite único de R$ 1.2000 para qualquer dia ou horário.

No Banco do Brasil, o limite do valor é de 50% do determinado pela instituição para TED, entre 6h e 20h em dias úteis. Nos finais de semanas e feriados entre 20h e 6h, o limite varia de acordo com o público, variando entre R$ 1 mil e R$ 10 mil.

Como cancelar pagamento feito com PIX?

Não há como cancelar uma transação via PIX. Por isso, é recomendado que o usuário preste bastante atenção na hora da transferência para confirmar os dados do destinatário. Assim, ele pode transferir corretamente.

Caso o PIX seja feito para uma conta errada, não há como cancelar ou estornar o valor transferido. O usuário deverá entrar em contato com o recebedor para verificar a possibilidade de devolução do montante.  

PIX paga imposto de renda?

Não, porém a uma discussão entre representantes do governo que pedem a cobrança de uma nova CPMF em cima das transações via PIX. O próprio Ministro da Economia, Paulo Guedes, já deixou claro que é a favor do novo imposto sobre as transações digitais. A alíquota da taxa ainda será definida, mas deve ficar entre 0,10 ou 0,15%, segundo Paulo Guedes.

Quando o PIX entrou em vigor?

O PIX entrou em vigor em todo o país no dia 16 de novembro de 2020.

Quanto tempo leva Tempo para “cair” um PIX?

O PIX é um sistema de pagamentos instantâneos, a estimativa é que dure até 10 segundos para a transação ser concluída.

Quer aceitar o Pix na sua Loja? Clique abaixo no Pix para o Varejo

Taxa de erro de TED chega a ser 10 vezes maior em relação ao PIX

Taxa de erro de TED chega a ser 10 vezes maior em relação ao PIX

Como já imaginávamos, a adoção do PIX vem superando expectativas e os números apresentados em balanço recente do Banco Central são muito animadores não só para pessoas físicas, mas também para varejistas.

Além de um volume expressivo de transações em pouco tempo de presença da operação no mercado, a nova plataforma também tem se mostrado mais eficiente do que o tradicional TED.

A eficiência elevada ajuda a derrubar uma das barreiras que naturalmente a ferramenta encontraria no mercado, que é o receio do novo, a resistência que as pessoas podem demonstrar diante do desconhecido.

Segundo divulgado pelo Banco Central, foram feitas 92,5 milhões de transações com um total de R$ 83,4 bilhões transacionados. Até a conclusão deste texto, eram 116 milhões de chaves cadastradas no sistema.

A escala do uso é impressionante: na primeira semana de operação do PIX, foram 12,2 milhões de transações, enquanto na primeira semana de dezembro esse volume saltou para 29,1 milhões.

Sobre a questão da eficiência, a autoridade monetária divulgou que as taxas de transações rejeitadas ficaram entre 4% e 5% no caso do TED, enquanto no PIX o percentual foi de apenas 0,5%. Ou seja, além de mais rápida e mais barata, a nova ferramenta também tem uma taxa de erro menor.

Do ponto de vista dos varejistas, esse é um dado tão importante quanto o volume de transações. Enquanto o primeiro traz uma perspectiva positiva em relação a adesão da ferramenta, o segundo ajuda a fortalecer a confiança na ferramenta de um modo mais amplo.

Já mirando em um futuro próximo, é importante que o varejo também esteja ciente de que o Banco Central já anunciou o início de uma nova funcionalidade do PIX ainda no primeiro trimestre de 2021, o PIX Cobrança.
Isso permitirá que a ferramenta seja usada para o pagamento de cobranças com datas futuras. A nova função é similar a um boleto, com a diferença que o PIX agendado deve efetuar a transação na data especificada, enquanto o boleto pode demorar de um a dois dias úteis para ser compensado.

Sobre os cadastros de chaves, como é possível que uma pessoa ou empresa cadastrem mais de uma chave, o volume de pessoas físicas que já aderiram ao sistema soma 46,4 milhões.

E dentro desse volume, é interessante notar também que os cadastros estão bem divididos entre faixas etárias distintas: o grupo mais volumoso é composto por pessoas até 40 anos (36,8%), seguido do grupo de pessoas com 41 e 70 anos (32,8%).

Isso mostra que a adesão à ferramenta tem acontecido de um modo bem distribuído. Ainda que as gerações mais novas tradicionalmente tenham mais facilidade com novas ferramentas, isso não significa que o uso do PIX ficará restrito somente aos jovens.

A integração da sua loja física ou online ao PIX é essencial para que você se mantenha à frente da concorrência e preparado para oferecer uma experiência mais fluida e moderna aos seus clientes.

A #Shipay oferece uma solução que integra o seu sistema ao PIX e às principais carteiras digitais em um só hub, o que facilita as operações no dia a dia e também a conciliação das contas.

Shipay no Valor: Expansão do sistema no varejo é vital, mas gradual

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Shipay na Mídia
Expansão do sistema no varejo é vital, mas gradual

Grandes redes oferecem o serviço e orientações para o consumidor

Grandes redes varejistas, como Grupo Pão de Açúcar (GPA), Americanas e C&C Casa e Construção, começaram a aceitar pagamento por Pix via QR Code em lojas físicas e no e-commerce. Entre executivos do setor e especialistas, é consenso que o varejo é fundamental para o Pix ganhar fôlego como instrumento de pagamento dos brasileiros.

No GPA, o desenvolvimento da estrutura tecnológica necessária à integração do Pix com as lojas exigiu, em um período de 45 dias, o envolvimento de mais de 200 pessoas, sendo três equipes inteiramente dedicadas às operações do novo sistema de pagamentos, conta Cedric Faustino, gerente-geral de serviços financeiros do GPA.

Desde 16 de novembro, o Pix, via QR Code, está disponível em lojas das bandeiras Extra, Pão de Açúcar, Assaí, além de postos de combustível e drogarias do grupo. “São mais de oito mil pontos de vendas, em 22 Estados mais o Distrito Federal, que já estão operando com Pix em lojas das três bandeiras”, diz Faustino.

Para o primeiro trimestre de 2021, a ideia é expandir essa opção ao autosserviço. A implantação no e-commerce das bandeiras deve ocorrer até o fim do próximo ano, prevê.

Pix no varejo
Pix no varejo

Não há, por enquanto, incentivo ou desconto para os consumidores que escolhem essa modalidade de pagamento. O grupo tem se concentrado em orientar os clientes sobre a opção.

Materiais ilustrativos nos caixas de atendimento informam sobre o novo meio de pagamento, e mais de mil colaboradores, das lideranças aos operadores de caixas, em todo o país, passaram por treinamentos on-line para orientar os clientes sobre o uso do Pix. Para o executivo, a adoção será gradual.

A Americanas aceita Pix em dez unidades no eixo-Rio São Paulo como projeto piloto. A ideia é que o novo meio de pagamento esteja disponível nas mais de 1.700 unidades da marca por todo o Brasil nas próximas semanas.

No e-commerce, a empresa já oferece aos clientes a possibilidade de pagar as compras usando o Pix com leitura do QR Code ou por meio do aplicativo da Ame Digital, carteira digital da Americanas e da B2W.

Startups vêm desenvolvendo soluções para apoiar a integração do Pix no PDV de pequenos, médios e grandes varejistas. A Shipay criou uma tecnologia que integra o novo método de pagamento e as principais carteiras digitais por meio de conexão com PDVs e sistemas de gestão empresarial (ERP, na sigla em inglês).

Com cerca de 70 automações parceiras, a fintech está em mais de mil estabelecimentos comerciais, como Burger King e Sterna Café. “Estamos começando a entrar em supermercados e crescendo em postos de combustíveis”, conta Luiz Coimbra, co-CEO e fundador da Shipay.

Para Boanerges Ramos Freire, presidente da consultoria especializada em varejo financeiro Boanerges & Cia, o Pix inaugura uma nova fase no mundo de pagamentos, mas sua adoção no varejo levará tempo. “O varejo ainda vai ter um processo de ‘onboarding’, mas está indo num ritmo intenso”, aponta. No futuro, o potencial é grande.

Nas estimativas da consultoria, os pagamentos instantâneos podem ultrapassar os feitos com dinheiro em dez anos e, em 2050, ter participação de 21% no consumo privado, contra 3% do dinheiro dos pagamentos em dinheiro

A adoção do sistema, no entanto, esbarra nas festas de fim de ano, prioridade para os lojistas, que precisam recuperar as vendas perdidas durante a pandemia, diz o especialista.

Não à toa, algumas empresas optaram por se concentrar na Black Friday e no Natal, em vez de adaptar sistemas e tecnologias para se integrar ao Pix. É o caso do Magazine Luiza, que não concluiu os testes e ficou de fora da lista inicial de participantes do sistema. A empresa informou por meio da assessoria de imprensa que voltou a trabalhar na tecnologia.

FONTE: https://valor.globo.com/publicacoes/suplementos/noticia/2020/12/23/expansao-do-sistema-no-varejo-e-vital-mas-gradual.ghtml

por DANYLO MARTINS

Entenda por que vale a pena se antecipar e adequar a sua loja para receber pagamentos via PIX

Entenda por que vale a pena se antecipar e adequar a sua loja para receber pagamentos via PIX

Todos nós acompanhamos os esforços de divulgação do Pagamento via PIX neste ano por parte do Banco Central e também por muitas instituições financeiras. Com o sistema já em funcionamento e com números muito animadores logo na primeira semana de operação, a grande expectativa do mercado é entender como será a aderência do novo método de pagamento pelo varejo. Afinal, neste primeiro momento, o direcionamento massivo da publicidade foi voltado para pessoas físicas.

O fato é que a aderência ao PIX por parte do varejo tem benefícios tanto para o lojista quanto para o consumidor final. E neste sentido, o próximo movimento previsto na agenda do Banco Central pode servir para impulsionar a adoção no varejo de um modo mais amplo: o saque PIX, com previsão de ser lançado no primeiro semestre do ano que vem. Os pagamentos via Pix, prometem permitir que consumidores façam saques em bocas de supermercados, farmácias e outros comércios. Ou seja, o consumidor tem acesso a dinheiro em espécie de forma mais rápida e prática para eventuais despesas corriqueiras ou imprevistos, enquanto o varejista recebe o valor imediatamente.

O varejo, por sua vez, ganha em fluxo de caixa, já que o valor entra em conta de imediato.

Aliás, independente de quando a funcionalidade vai entrar em operação, a questão do fluxo de caixa é outro grande benefício para o varejo. Hoje, o varejista arca com taxas elevadas nas operações de crédito e o dinheiro leva em média 30 dias para cair em conta. No débito, é preciso aguardar de um a dois dias. A entrada de dinheiro de forma instantânea via pagamentos feitos pelo PIX ajuda o varejista a ficar mais preparado para lidar com custos imprevistos no dia a dia, como o pagamento de alguma multa ou despesa fora do planejamento. Outro fator importante do ponto de vista de adesão é que, se as transações de pessoa física continuarem em um patamar relevante como observamos logo nos primeiros dias de lançamento da plataforma, é possível que muito em breve os próprios consumidores passem a demandar essa opção das lojas – e esse é com certeza o apelo mais forte, tendo em vista que ninguém quer perder espaço para a concorrência por não oferecer novas opções de pagamento ao consumidor.

Neste momento, tendo em vista a concorrência acirrada existente entre os bancos tradicionais, bancos digitais e Fintechs, o varejista tem espaço para batalhar por taxas mais atrativas e muito inferiores às praticadas por outros métodos de pagamento. Esse é o momento mais oportuno para que o varejo se antecipe, negocie e adapte suas lojas para oferecer essa forma de pagamento ao consumidor final.

A solução da Shipay oferece integração do PIX ao PDV, garantindo mais segurança e fluidez para a operação de caixa. Assim, o pagamento pode ser feito com confirmação imediata na tela do caixa, sem a necessidade que o lojista fique logado ao sistema de internet banking para conferência. Clique aqui e faça a sua integração.
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