Pix  cresce no varejo e substitui outros meios de pagamento

Pix cresce no varejo e substitui outros meios de pagamento

A tecnologia tomou conta do varejo! Com a chegada do Pix , o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos ficou muito mais prático realizar e receber pagamentos no dia a dia. Já que com o Pix , tudo acontece em tempo real, sem burocracia e sem altas taxas. Assim sendo, em apenas 1 ano de operação, o Pix transacionou R$ 4,6 trilhões e conta com a participação de 70% da população adulta do Brasil.

E além de chegar ao consumidor final, o Pix também vem fazendo sucesso no mercado corporativo. No seu 1° ano de operação, o Pix já contava com 8 milhões de empresas cadastradas. E com isso, tornou- se um grande parceiro das empresas. Uma vez que o uso do Pix para transações financeiras representa cerca de 35% do volume movimentado pelas companhias.

E prevendo essa nova tendência de mercado, empresas como Shipay e LinkedBy decidiram se unir para oferecer soluções que integrem o Pix com outras soluções de pagamentos de forma prática e intuitiva. 

A Shipay é uma empresa que surgiu no mercado com o intuito de facilitar a entrada de empresas no mercado de pagamentos digitais. Semelhantemente a empresa faz isso atuando em linha direta com parceiros como a LinkedBy, empresa com mais de 20 anos de mercado e que sempre apostou na inovação para angariar clientes no mercado de pagamentos. 

Para entender melhor sobre a parceria, os benefícios do Pix e a adaptação do varejo a essa novidade, conversamos com Douglas Bermeijo, CEO da LinkedBy. O executivo enfatizou as vantagens do Pix e o crescimento natural do novo meio de pagamento. Confira a entrevista abaixo:

Como surgiu a parceria com a SHIPAY?

Na LinkedBy, temos a característica de sermos inovadores, fomos a primeira empresa de tecnologia a lançar meios de pagamento (cartão de crédito/débito) embarcado integrados a nossa aplicação do motorista (recebimento b2b). 

Quando começou a ser fomentado o Pix em meados de 2019, não restava dúvidas que tínhamos que ir em busca de um parceiro com preços competitivos para implementar o Pix em nossa plataforma, foi dessa maneira que conhecemos a Shipay.

Como a solução da Shipay agrega valor às soluções da Linkedby?

Estamos ofertando ao mercado mais uma modalidade de pagamento aos clientes finais (b2b). Isso porque acreditamos que em breve com a implementação do Pix deve cair muito a circulação de dinheiro. Assim como ocorreu com os cheques pré-datados que no passado era o meio de pagamento predominante e atualmente não representa 10% dos pagamentos no varejo. 

Outro ponto é a segurança da tripulação de entrega. Isso pois no varejo a prática de arrecadação de dinheiro em espécie é alto causando um grande índice de roubos e furtos. Ademais, em especial para clientes com baixo limite de crédito junto ao fornecedor ou aqueles que possuem inadimplência e a única maneira de comprar é no dinheiro “vivo”.

Quais são os principais benefícios de incluir os novos meios de pagamentos no sistema de vendas?

Os principais benefícios dos varejistas em adotar soluções que integrem o Pix nos pontos de venda são diminuir o índice de devolução devido à falta de dinheiro “vivo”. E também a redução de roubos e furtos com a menor circulação de dinheiro em espécie, além de seguir tendência de mercado.

Como os clientes da LinkedBy têm reagido aos novos meios de pagamentos digitais?

Nossos clientes já trabalham como meios de pagamento (crédito/débito), inserimos apenas uma nova modalidade. Saímos na frente novamente!

Como anda o ritmo de adesão aos meios de pagamentos digitais como Pix e carteiras digitais?  

Durante a pandemia, muitos pontos de venda tiveram que se reinventar e abreviar o uso da tecnologia, realizando vendas e entregas por meio de aplicativos, isso ajudou e facilitou muito a introdução do Pix .

Quais as principais dúvidas/receios dos varejistas para adotar soluções com os novos meios de pagamentos? 

Não estamos enfrentando barreiras, o Pix está bem difundido, cito aqui a movimentação do Pix na antevéspera do Dia dos Pais em 2021. Onde o número de transações no Pix bateu recorde com 40 milhões em um único dia, movimentando cerca de R$ 24,8 bilhões. O varejista que paga o fornecedor pela empresa, é o mesmo que faz pagamentos pelo Pix como pessoa física.

E os números mostram que o Pix já está substituindo formas tradicionais de pagamento. Segundo o diretor de inovação da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), Leandro Vilain, três a cada quatro transações via Pix substituem pagamentos que antes seriam realizados com dinheiro físico. 

Dados da Febraban mostram que, somente em outubro de 2021, com quase 1 ano de operação no mercado, 1,2 bilhão de transações via Pix . Destas, cerca de 900 milhões substituíram os pagamentos com dinheiro físico, de acordo com a instituição. 

Além da substituição das transações em dinheiro físico por Pix , o novo meio de pagamento também mostra poder para angariar as transações realizadas por TED, DOC e cheques. Após um ano de operação do Pix , o volume de transações com TED caiu 50%, enquanto o volume de DOC e cheques caíram 38%. 

Os números mostram que em pouco tempo de atuação no mercado brasileiro o Pix não é mais uma tendência. Pois ele já se tornou uma realidade para o varejo, empresas e consumidores. E Shipay e LinkedBy saem na frente, oferecendo uma solução integrada que facilita as transações via Pix . 

As novas soluções de integração a API do Pix se tornaram fundamentais para acelerar a adaptação do varejo ao Pix e vem gerando grandes resultados em todos os segmentos de mercado. 

Transparência: com sistema da Shipay, varejista tem Pix e carteiras digitais totalmente conciliados

Transparência: com sistema da Shipay, varejista tem Pix e carteiras digitais totalmente conciliados

Ferramenta oferece mais de 50 regras de negócios para verificar inconsistências, automatiza conciliação, reduz custos e dá mais segurança para a operação das empresas.

No comércio e nas grandes corporações, um senso comum muito perigoso é o que leva muitas empresas à ruína financeira: pensar somente em lucro. Aumentar as vendas e crescer o negócio é sempre um caminho positivo, mas se o lucro não vier acompanhado de monitoramento e atenção ao fluxo e gestão de caixa, é muito fácil se enveredar por um caminho confuso, perder a noção das contas e acabar vendo o negócio fora dos trilhos. Entre os serviços da Shipay, sempre destacamos a integração do Pix e outros pagamentos digitais diretamente no sistema de caixa do varejo, mas este artigo veio para dar luz a outra funcionalidade que oferecemos tão importante quanto às outras: a conciliação de caixa. 

“Ter controle dos recebíveis é vital para manter o equilíbrio do fluxo de caixa do varejo e a conciliação cumpre um papel importante de garantir que não houve falhas operacionais e eventuais cenários de fraude”, destaca Paulo Loureiro, Co-Founder e COO da Shipay.

Com a entrada e crescimento de pagamentos por QR Code, tais como as carteiras digitais Mercado Pago, Pic Pay, Ame, Pag Bank, criptomoedas, e principalmente o Pix, o varejista se vê diante da necessidade de modernizar seu negócio e oferecer esses métodos de pagamentos à sua base de clientes, mas junto a isso vem também a necessidade de ter esses pagamentos monitorados e conciliados. 

Não conciliar pagamentos digitais atrasa inovação no varejo

“O Pix, apesar de ser muito grande e ter muito volume transacional, ainda é muito novo, então ainda gera problemas para vários players. Podem ser problemas de configuração, falhas em atualizações que acabam gerando erros em transações. São muitos players que participam do sistema do Pix, cerca de 750 participantes, e nem todos eles têm a mesma robustez tecnológica. Quando você olha uma varejista de médio ou grande porte, com um volume muito grande de transações, vai ter ali um percentual de informações que não estão fluindo da maneira adequada e é muito importante que essas empresas saibam exatamente quais são todas as transações de Pix que estão entrando no caixa, para que possa ser feita a conciliação e o fechamento correto”, explica Luiz Coimbra, Co-CEO e Founder da Shipay. Vale lembrar ainda que a conciliação financeira é igualmente importante para corporações que emitem e recebem pagamentos digitais. 

A falta de conciliação pode forçar grandes empresas a dar um passo atrás em seus processos de modernização. Coimbra comenta, por exemplo, que chega a acontecer de uma grande varejista começar a receber via Pix e precisar desligar essa opção pouco tempo depois por não contar com uma conciliação de caixa para esses pagamentos. Não ter a visibilidade de onde esse dinheiro está vindo acaba colocando as operações em risco. 

“O que a Shipay busca fazer é dar cada vez mais insumos que facilitem essa conferência. Hoje, a gente provê relatórios e informações que amarram a compra que foi feita no caixa com o valor, dia, hora, qual foi o caixa que recebeu, em qual loja, todas essas informações permitem uma conferência mais simples e precisa desses pagamentos”, detalha Charles Hagler, Co-CEO e Founder da Shipay. 

Redução de custos e segurança

Empresas de médio e grande porte, em geral, contam com áreas dedicadas para conciliação de caixa dentro de seus departamentos financeiros, tamanho o volume de transações para verificar. Além de pagamentos por cartão, boleto e dinheiro em espécie que já entrava nesta contabilidade, surge um volume robusto de entradas e saídas feitas via pagamentos digitais, principalmente com o Pix. Com a solução da Shipay, essas empresas podem economizar recursos e não há necessidade de inflar seus departamentos financeiros. O sistema é totalmente automatizado e instantâneo, com todas as transações feitas por pagamentos digitais 100% conciliadas. Além disso, a tecnologia envolvida no sistema permite uma conferência mais assertiva e segura. 

“O varejista vai saber que o cliente pagou, em relação a qual mercadoria foi o pagamento, verá que o dinheiro entrou e que foi tudo liquidado. Se o valor entrar de uma forma diferente, o sistema de conciliação da Shipay tem mais de 50 regras de negócios para validar inconsistências, que podem acontecer porque a ferramenta do pagador não mandou todas as informações, um cliente que pagou como transferência Pix em vez de enviar um pagamento, uma transação duplicada, duas carteiras enviando a mesma informação, etc. A ferramenta da Shipay vai conseguir mitigar todas essas inconsistências para garantir que aquele varejo ou estabelecimento saiba: registrei uma venda, recebi o dinheiro dessa venda, esse valor entrou no meu caixa e já está totalmente conciliado aqui”, explica Coimbra. Importante também destacar que o sistema de conciliação é totalmente agnóstico, ou seja, funciona para qualquer banco ou instituição financeira que o varejo tenha relacionamento. 

A importância da conciliação em datas comerciais

Datas importantes como Dia das Mães, Natal, Black Friday, são extremamente importantes para o varejo e representam aumento do volume das transações. Justamente pela movimentação atípica dos caixas nas proximidades de datas como estas, a conciliação ganha ainda mais importância como ferramenta de facilitação da operação e segurança. “Nas datas comemorativas, por um lado se espera um volume maior de vendas, mas por outro aumenta a complexidade operacional do dia dia, com fluxo elevado de circulação dentro das lojas e muitas vezes com operadores temporários, o que induz ao erro humano. A conciliação, neste sentido, é um grande aliado para manter fluxos e processos inalterados em datas com picos transacionais”, acrescenta Loureiro.

O sistema da Shipay acelera as vendas e a conciliação, sem gerar nenhum tipo de custo operacional ou aumento de custos com a equipe financeira, a ferramenta acaba otimizando todo o trabalho da empresa. 

Quer ter receber pagamentos por Pix e carteiras digitais direto em seu software de vendas e com todos os valores conciliados no seu caixa?

Pagamento por criptomoedas no varejo de moda é destaque na Couromoda 2022

Pagamento por criptomoedas no varejo de moda é destaque na Couromoda 2022

Em janeiro aconteceu a maior feira de calçados, roupas e acessórios da América Larina, a Couromoda 2022.

No estande, os lojistas conferiram em primeira mão a integração dos principais meios de pagamentos digitais por QR Code, como: Pix, Mercado Pago, PicPay, Ame, PagBank (entre outras), em sistemas como frente de loja, ERP, PDV, e-commerce e aplicativos do varejo.
 
Por meio do sistema de gestão PDV 4.0 da Data System, a Shipay é responsável pela facilidade nos métodos de pagamento, e como novidade exclusiva para a Couromoda, será apresentada uma nova opção de pagamento: por criptomoedas. Mais de 3 mil clientes que fazem parte da base da Data System serão impactados por trazer essa praticidade ao cliente ao pagar suas compras com moedas digitais.

Vale ressaltar que a Shipay possui conexão com mais de 500 mil lojas físicas, e elas também serão impactadas com a novidade que irá ampliar a jornada de pagamento digital no varejo como um todo. Os donos de lojas físicas de calçados, roupas, além dos que atuam no e-commerce poderão oferecer criptomoedas ao vender um sapato, bolsa ou artigo de moda em geral.
 
“A Shipay, cuja capilaridade ultrapassa a marca de 500 mil estabelecimentos no país, vai dar acesso ao consumidor e ao dono do estabelecimento, seja pequeno, médio ou grande porte, a um universo de mais de 100 criptomoedas (Bitcoin, Ethereum, Binance, USDC, Bitcoin Lightning, Dash) dentre outras, por meio de uma carteira digital da Coynpayments, processadora de pagamentos em criptomoedas integrada na Shipay. No fim das contas, o consumidor pode pagar em criptomoeda e o estabelecimento decide se recebe em real ou cripto, a conversão é simultânea e a taxa é de 0,5% para o varejista.”, afirma Charles Hagler, sócio fundador da Shipay.
 
“Esse é o primeiro passo para que o varejo também possa aproveitar a segurança e agilidade das criptomoedas, além de popularizar ainda mais esse ativo não só como fonte de investimento, mas também como algo útil para ser usado em nossas compras”, explica Rubens Neistein, Business Manager da CoinPayments.
 
O funcionamento é bem simples. A empresa precisa utilizar a ferramenta da Shipay no seu sistema de caixa ou plataforma de e-commerce e abrir uma conta digital (wallet) na CoinPayments. Depois disso, basta o consumidor fazer o pagamento pelo seu celular apontando para o QRcode que aparece na tela da loja e o varejista receberá os pagamentos em criptomoeda na sua carteira Coinpayments. 

Fonte: Fashion Network

Pix Saque e Pix Troco: integração da Shipay traz mais transparência para a movimentação de caixa no varejo

Pix Saque e Pix Troco: integração da Shipay traz mais transparência para a movimentação de caixa no varejo

Se em seu primeiro ano de funcionamento vimos o Pix crescer exponencialmente para as transferências entre pessoas e aos poucos avançar no varejo, agora é chegado o momento em que essa adesão nos estabelecimentos comerciais tende a aparecer de forma mais madura e com mais possibilidades.

Para se ter um breve panorama: a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) fez pesquisa recente mostrando que o Pix é o segundo método de pagamento mais usado no Brasil, atrás apenas do dinheiro físico. No e-commerce, saltou de 16,9% de aceitação em janeiro deste ano para 59,3% em novembro, segundo pesquisa feita pela consultoria GMattos. Em eventos de grande importância para o varejo, como é o caso da Black Friday, o Pix é apontado como a ferramenta de inclusão para a baixa renda, tendo em vista que existe uma enorme fatia da população sem acesso a cartão de crédito. 

Hoje, já temos uma fatia significativa de CNPJs cadastrados no Pix: segundo dados do Banco Central, são cerca de 7,4 milhões de empresas que fazem parte do sistema. Esse universo certamente é ainda maior, tendo em vista que muitos comércios seguem recebendo o Pix de forma improvisada. No entanto, na última semana de novembro o Banco Central finalmente lançou as ferramentas Pix Saque e Pix Troco, que trazem um forte potencial de adesão das empresas ao recebimento formal do Pix. 

Até então, o que já se sabia era que o cliente poderia fazer um saque no caixa de uma loja utilizando o Pix, ou receber uma quantia em dinheiro como troco de alguma mercadoria paga com o Pix. O Banco Central também havia sinalizado a possibilidade do pagamento de uma tarifa por transação aos estabelecimentos – e essa é uma informação importantíssima para o varejo. Com o lançamento, essa informação sobre as tarifas ficou mais clara: a cada transação feita, o varejista recebe uma tarifa que varia de R$ 0,25 a R$ 0,95, a depender do relacionamento bancário que tiver. Quem arca com este valor é o próprio banco, ou seja, o comerciante sai ganhando e o cliente final não precisa ser onerado. 

O movimento também traz outro benefício claro para as duas pontas: se o cliente estiver precisando de dinheiro vivo, pode sacar em uma loja participante do sistema, não precisa ficar em busca de caixas eletrônicos. O varejista, por sua vez, diminui seus custos com logística e transporte de valores, já que a medida ajuda a movimentar seu dinheiro em espécie no dia a dia. 

A medida vem como um incentivo claro à adesão ao Pix de forma cada vez mais robusta, como um passo a mais na preparação do varejo para as demais ferramentas que estão para vir no próximo ano. A integração da Shipay, neste contexto, mais uma vez vem com uma forte aliada do varejista para facilitar suas operações no dia a dia. Com nosso sistema, todo recebimento via Pix é diretamente conciliado no sistema de caixa da loja. Ou seja, o comerciante pode aproveitar os benefícios de oferecer o Pix Saque e Pix Troco sem se preocupar com obstáculos operacionais. A Shipay retira essas barreiras e deixa a movimentação financeira do caixa da loja mais transparente, segura e prática para o fechamento de caixa diário. 

Com nossa filosofia de facilitadora sempre em primeiro lugar, encaramos este momento como uma oportunidade fantástica para o varejo ganhar mais fluidez com o recebimento de Pix. 

E você, como acha que o Pix Saque e Pix Troco vão impactar o mercado?

Aniversário do Pix: plataforma triplica entre empresas, bancariza 40 milhões de brasileiros e cresce 170% em apenas 1 ano

Aniversário do Pix: plataforma triplica entre empresas, bancariza 40 milhões de brasileiros e cresce 170% em apenas 1 ano

Imagine lançar um produto e observar um crescimento de 170% em apenas um ano, isso te pareceria surreal demais para ser verdade?

Este foi o percentual de crescimento de adesão do Pix em seu primeiro ano de existência, quando olhamos apenas para pessoas físicas. Em novembro do ano passado, a plataforma contava com 38 milhões de pessoas físicas adeptas, saltando para 105 milhões em outubro deste ano, segundo dados do próprio Bacen. Além disso, o sistema foi responsável pela bancarização de 40 milhões de brasileiros. O total de pessoas jurídicas dentro do sistema triplicou neste primeiro ano, saltando de 2,4 milhões de CNPJ cadastrados no primeiro mês para um total de 7,4 milhões em outubro deste ano. 

A plataforma de transferências instantâneas do Banco Central completa um ano exatamente no dia 16 de novembro – e de lá para cá lançou novas funcionalidades, se prepara para colocar outras no mercado e está trazendo um dinamismo para o ecossistema financeiro do Brasil até então inédito para os players do mercado. 

Nesta esteira, a Shipay também viveu um ano importante: além do avanço dos pagamentos digitais ao redor do país em função da pandemia de Covid-19, a chegada do Pix impactou de forma muito transformadora a realidade do mercado de pagamentos no Brasil. Hoje, atuamos com três importantes frentes: integração para varejo físico, para e-commerces e também com uma frente corporativa para integração de pagamentos dentro de canais digitais, permitindo o pagamento de faturas de cartão de crédito e outras coisas utilizando o Pix. No período de apenas um ano, nossa empresa se tornou presente em todos os estados do Brasil. 

“Quando o Pix apareceu, ninguém tinha ideia da magnitude e do impacto que ele teria, não somente do ponto de vista transformador como método de pagamento, substituindo pagamentos tradicionais. A abrangência e a magnitude que ele vai ter sob a perspectiva de democratizar os pagamentos, é uma ferramenta que já abrange mais de 50% da população, tem a questão da digitalização do dinheiro que permite processos mais eficientes não só sob perspectiva de tributos,  mas também de controle e celeridade 24/7. Todas as dinâmicas que o Pix traz, a redução de custo na não circulação da moeda (física), é de fato uma iniciativa completamente vencedora, que veio transformando o Brasil”, avalia Luiz Coimbra, Co-CEO e fundador da Shipay. 

Apenas o começo de uma grande transformação

Neste primeiro ano, o balanço para avaliar os passos que já foram dados até agora fica pareado com um universo de possibilidades que estão por vir com a agenda acelerada do Banco Central, que por sinal vem ao lado de uma outra agenda importantíssima, que é da implantação do Open Finance no Brasil. 

Na agenda evolutiva, Coimbra destaca a importância das funcionalidades que estão surgindo gradativamente. “É extremamente importante para o Banco Central continuar impondo esse ritmo transformador, até para dar um horizonte de que é um processo evolutivo longo. A minha percepção é de que as funcionalidades básicas vem de forma muito sustentável: primeiro a transação, depois a transação com cobrança (juros, multa e mora), Pix Saque e Pix Troco devem ajudar o varejo a ganhar um pouco mais de dinheiro, ter uma receita e adotar um pouco mais o Pix como uma contrapartida, e virão também as ferramentas de pagamentos recorrentes para substituir um pouco o boleto parcelado, talvez um pouco do Pix Garantido para substituir um pouco do crédito, são ferramentas importantes para competir com pagamentos como o cartão de crédito”. 

Neste sentido, tendo em vista a quantidade de funcionalidades que estão em pauta, o COO e fundador da Shipay, Paulo Loureiro, acrescenta que a empresa tem um papel importante para ajudar o varejista a acompanhar este movimento. “O Bacen vem fazendo um ótimo trabalho em inovar e também divulgar essas novas funcionalidades do Pix. Isso tem gerado uma expectativa grande no mercado pelo potencial que trás em diversas frentes.

Apesar do anseio, nem todos compreendem que toda nova funcionalidade do Pix precisa também ser implementada pelos bancos, que por sua vez tem seu próprio cronograma. A Shipay, que tem como objetivo democratizar pagamentos digitais, neste caso faz o papel de trazer mais clareza desses movimentos aos nossos parceiros, que estão conectados com o varejo”.

Além das novas funções, o Banco Central traz também a Iniciação de Pagamentos, que deve tornar os processos ainda mais fluidos. Essa é uma possibilidade que encurta os passos do pagamento “copia e cola”, reduzindo de sete para três etapas uma compra em um canal digital. “Você vê aqui um grande lego de peças, todos eles com sua função, quando você junta tudo, esse negócio vai tomando uma robustez, um valor muito grande. O Pix vai ser uma grande infraestrutura do Banco Central, permitindo à autoridade monetária 

ter dados sobre as transações, reduzir custo com moeda, reduzir fraude, lavagem de dinheiro e sonegação”, comenta Coimbra. 

Proteção ao usuário ainda pode melhorar

Todo grande avanço tecnológico também tem o outro lado da moeda. No caso do Pix, um efeito colateral foi o crescimento de crimes como fraudes e casos de sequestros relâmpago. Como resposta a essas questões, o Banco Central anunciou medidas limitando o valor de transferências via Pix no período noturno, bem como mecanismos de bloqueio temporário de recursos em casos de movimentações com suspeita de fraude. 

Coimbra avalia que os mecanismos adotados pelo Banco Central até o momento ainda têm um viés mais reativo do que proativo, e que outras saídas poderiam ser adotadas para melhorar a confiança da sociedade. “O Pix, por ser uma transação instantânea, merece e deveria ter de seus participantes uma validação instantânea para averiguar se aquela transação é positiva ou não. Os meios propostos até agora são reativos, essa transação precisa ter uma validação antifraude também instantânea. Os métodos propostos até agora minimizam o problema, mas não o resolvem”, analisa. Na visão do executivo, além da necessidade de criar um mecanismo de validação instantânea, ainda podem ser dados passos mais profundos para combater contas fraudulentas. 

Shipay tem ferramentas necessárias para alavancar o varejo

Diante da velocidade de evolução da agenda do Pix, os varejistas ainda têm espaço para aprimorar muito a experiência de compra que proporcionam aos seus clientes. Do ponto de vista de cadastro de CNPJs no sistema, o volume de 7,4 milhões é expressivo e muito robusto, falta agora o varejo físico dar passos mais robustos para enriquecer a experiência que oferece. 

“Temos empresários ainda recebendo via transferência, sem muito controle. Esse empresário ainda não está conscientizado de que essa transação vai precisar ser conciliada, que precisa estar integrada aos seus sistemas de caixa, talvez ele ainda esteja tratando seus recebimentos via Pix de uma forma muito simples. Ele precisa estar preparado para entender que esse negócio vai crescer de uma forma exponencial. Se não estiver preparado para isso, vai acabar sofrendo e pagando custos maiores”, avalia Coimbra.

Neste ponto, a Shipay surge como um grande facilitador do varejo, esteja ele presente no ambiente físico, digital ou seja uma empresa interessada em integrar seus canais digitais para pagamentos com o Pix. A tecnologia da empresa vem para permitir que o Pix seja recebido de forma fluida, integrada com o sistema de caixa, conciliado com os demais pagamentos e com todos os benefícios que a transação instantânea oferece. 

“Nossa expectativa era de que o Pix alcançaria sua popularidade rapidamente no P2P pela clareza do seu benefício em comparação com o modelo existente de TED/DOC. Por outro lado, nossa expectativa do Pix no varejo se limitava ao potencial imenso que a solução traria. Dúvidas sobre o modelo operacional e comercial do Pix no varejo eram barreiras que prevíamos, porém não tínhamos como mensurar o impacto da velocidade de adesão. Ao final desse primeiro ano, posso dizer que fui surpreendido pela velocidade em que os varejistas procuram o Pix como nova forma de recebimento e também pelo interesse em utilizar o Pix na sua estratégia `multicanal` como pilar de inovação”, finaliza Loureiro.

Pagamentos digitais crescem exponencialmente no Brasil em 2021

Pagamentos digitais crescem exponencialmente no Brasil em 2021

O crescimento dos meios de pagamentos digitais no mercado brasileiro é impressionante. O PIX, sistema de pagamentos instantâneos no Brasil, atingiu a marca de R$ 1 trilhão movimentados e chega a cerca de 40% dos brasileiros. Os pagamentos com QR Code também se destacam o mercado com crescimento de 48% no terceiro trimestre de 2020.

Ambas as formas de pagamentos são consideradas essenciais para empresas. Com a pandemia de COVID-19, pagar as compras com QR Code e PIX se tornou muito mais seguro por evitar o contato físico entre vendedor e cliente. E para isso, o varejo precisa de soluções robustas que facilitem a integração dos novos meios de pagamento em seu sistema de caixa. 

Para entender melhor sobre PIX e QR Code no varejo, conversamos com o diretor de franquias e CFO da Memocash, Carlos Diego Oliveira e o COO da SHIPAY, Paulo Loureiro. Confira a entrevista abaixo:

Qual é o principal objetivo da Memocash no mercado? 

“Promover a digitalização das PME’s por meio de nossas franquias oferecendo soluções tecnológicas que proporcionam agilidade, facilidade e segurança aos comerciantes e empreendedores nacionais”, explica Carlos.

Como surgiu a parceria entre a MEMOCASH e a SHIPAY? 

“A parceria com a SHIPAY surgiu frente a necessidade de que vimos em proporcionar aos nossos clientes e usuários uma solução integrada com o PIX de maneira mais simplificada e segura”, ressalta Carlos. 

O executivo aponta que o foco da Memocash é no desenvolvimento de softwares e soluções para o varejo, e para que a integração seja completa, é preciso encontrar parceiros que possuam soluções daquilo que não fazemos

Paulo ressalta que as parcerias da SHIPAY são o coração da empresa. O executivo acredita que os pagamentos instantâneos e digitais agregam bastante valor aos varejistas e parceiros como a MEMOCASH são importantes para o crescimento da oferta dos novos meios de pagamento. 

Qual é o feedback dos clientes da Memocash em relação ao PIX e os pagamentos por QR Code? 

“Nesse início, o feedback está muito positivo. Os clientes que pilotaram a solução integrada estão muito satisfeitos com o resultado e, a princípio, nosso objetivo está sendo alcançado”, destaca Carlos Diego. 

Como é atuar em diferentes segmentos e ser uma franqueadora? Qual visão a marca possui atualmente do mercado de pagamentos?

“Para nós é muito gratificante poder contribuir com nosso objetivo principal junto as PME’s. Mesmo com soluções que atendem diversos modelos de negócios como restaurantes, cafés, lojas diversas etc. Atuamos em muitos segmentos distintos, percebemos que os problemas são muito parecidos e nossos softwares são preparados para atender cada ramo de atividade”, afirma Carlos. 

Carlos também ressalta que dentro dessa atmosfera de soluções há diversas modalidades de pagamentos são muito importantes em todas as áreas das nossas soluções. “Por isso vemos as necessidades de estar junto a um parceiro que tenha como foco principal a evolução dessas modalidades”, completa.

Como as soluções da SHIPAY e da Memocash ajudam empreendedores? 

“Nossas soluções, em conjunto, trazem diversos benefícios para o cliente”, afirma Carlos.

O executivo destaca a agilidade no momento de receber o valor de uma compra, a partir da geração do QR Code direto na tela de compra do nosso PDV. Além de trazer mais facilidade na hora de conciliar qual conta de recebimento via PIX se refere a qual venda executada, de forma automática. 

“Também há a questão da segurança que estes meios de pagamentos geram para o consumidor, que tem a certeza de que sua compra está sendo paga para quem deve receber de fato e, é claro, segurança e menos esforço ao comerciante que terá suas vendas e recebimentos devidamente conciliados o tempo todo”, completa.

Qual é a expectativa com a chegada de novos meios de pagamentos digitais?

“Nossa expectativa é que o mercado brasileiro de meios de pagamento se torne menos burocrático, seguro e mais barato ao consumidor e ao comerciante, principalmente, ao pequeno empreendedor”, explica Carlos Diego. 

“O mercado ainda está absorvendo a chegada do PIX e das carteiras digitais e há um processo de maturação natural das novas plataformas de pagamento”, explica Paulo. O executivo acredita que a adesão aos pagamentos digitais ocorra de forma acelerada no varejo.

Paulo ressalta o PIX como exemplo, já que em menos de um ano de operação, o novo meio de pagamento já é três vezes maior do que TED e DOC, meios de transferência de valores tradicionais no Brasil. 

A expectativa é que os novos meios de pagamentos digitais cresçam bastante no curto prazo, ganhando participação a passos largos no mercado brasileiro. Uma pesquisa da consultoria Bain & Company aponta que as carteiras digitais devem representar 28% do mercado de pagamentos em 2022. 

Para se ter ideia, dados do Banco Central mostram que o número de transações P2B (quando pessoas compram produtos ou serviços de empresas) cresceu, em média, 53% ao mês em 2021. 

A intenção do Banco Central é apostar ainda mais nos pagamentos digitais trazendo novas funcionalidades para o PIX. Com isso, os varejistas precisam encontrar soluções que ofereçam uma integração rápida para não perder vendas em seus PDVs. PIX e as carteiras digitais já são uma realidade nos pagamentos em todo o país.

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