Notícia Valor Econômico: Shipay recebe aporte de fundadores da Totvs e do Grupo ABC

Notícia Valor Econômico: Shipay recebe aporte de fundadores da Totvs e do Grupo ABC

Fintech, fechou rodada de capital semente com Laércio Cosentino e Guga Valente, atua como integradora de carteiras digitais nos caixas de estabelecimentos comerciais

A fintech Shipay, integradora de carteiras digitais nos caixas de estabelecimentos comerciais, acaba de fechar uma rodada de capital semente que, além de fôlego financeiro, traz dois nomes conhecidos do mercado para suporte à administração. O aporte, de montante não revelado, foi feito por Laércio Cosentino, fundador da Totvs, e por João Augusto Valente, o Guga, publicitário sócio-fundador do Grupo ABC. Os investimentos foram feitos por meio de fundos de seus family offices.

Shipay recebe aporte de fundadores da Totvs e do Grupo ABC
Shipay recebe aporte de fundadores da Totvs e do Grupo ABC

“Começamos a empresa com nosso próprio capital e quando a roda da companhia ficou bem ajustada, começamos a conversar com venture capital e family offices.

“Ficamos muito tendenciosos a essa sociedade com o Laércio, com quem já trabalhei e conheço a visão empreendedora, e com o Guga, que é um craque de varejo e gestão e transformou o marketing no Brasil”, conta Charles Hagler, co-presidente da Shipay.

co-CEOs da Shipay:
Charles Hagler e Luiz Luiz Coimbra

“Para as startups é muito importante essa decisão do sócio porque não é apenas uma questão financeira. Os dois efetivamente nos apoiam com inteligência de negócio e o Guga é presidente do conselho”, complementa Luiz Coimbra, também co-presidente da fintech.

Coimbra foi chefe de cartões no Citi e também trabalhou na área no Itaú. O co-presidente Charles Hagler fez carreira na Totvs e na área de inovação digital da Embraer.

Na solução da Shipay, o cliente informa ao caixa por meio de qual carteira digital deseja pagar, o caixa escolhe a opção desejada e o sistema de gestão gera um QR Code, que pode ser impresso ou apresentado no monitor da loja.

“Além da nossa bagagem profissional, entrevistamos dezenas de varejistas. O que víamos quando chegávamos aos estabelecimentos é que a atendente escondia a plaquinha de opção de pagamento em QR Code no caixa, para evitar complicação”, diz Coimbra.

Criada há apenas dois anos pelos dois co-presidentes e mais três sócios, a Shipay acabou sendo surpreendida com o lançamento acelerado do Pix pelo Banco Central. O que foi um susto, a princípio, se revelou uma oportunidade de expansão. A companhia já foi fundada considerando o ambiente de maior flexibilização do BC para meios de pagamento e incentivo a novos entrantes, mas antes de o sistema sem intermediação ser lançado pela autoridade monetária.

“Quando o Pix foi anunciado ficamos apreensivos com o reflexo que teria no nosso modelo de negócio. Mas, quando entendemos mais sobre o assunto, vimos que na verdade casa completamente com nossa proposta”, conta Coimbra.

“Ao trazer a facilidade de transação, retirar custo e risco de transporte de valores, o Pix foi gasolina na fogueira para gente”, diz Hagler.

Shipay carteiras digitas

A Shipay já tem parceria com 15 companhias de automação e conversas avançadas com outras 55 – o que somará um potencial de 270 mil estabelecimentos comerciais que podem usar a solução da companhia.

Conheça a solução shipay para integrar o PIX no seu sistema de caixa PDV/ERP

10 fatos sobre o PIX

10 fatos sobre o PIX

Shipay responde as 10 principais perguntas que as pessoas estão fazendo sobre o Pix

Anunciado em fevereiro pelo Banco Central, o PIX será o sistema nacional de pagamentos instantâneos e será lançado em novembro deste ano. As transferências e vendas feitas através deste meio de pagamento acontecerão em tempo real e poderão ser feitas a qualquer momento, sem necessidade de intermediários.

Convocamos os CEOs da SHIPAY, Charles Hagler e Luiz Guilherme Coimbra para respondemos as 10 principais perguntas que estão fazendo sobre o Pixno Google. Se você tem dúvidas sobre o funcionamento do PIX, você está no lugar certo! Tire todas as suas dúvidas sobre o sistema abaixo:

O que é PIX? 

O PIX é um novo meio de pagamentos que busca facilitar a transferência de valores entre as pessoas e negócios, simplificando o pagamento de contas, recolhimento de impostos e taxas. Além de transferências para outras contas, o PIX também permitirá o pagamento de compras em estabelecimentos que utilizem a plataforma.

 

Qual é a origem do PIX?

“O PIX foi inspirado no sistema de open banking da Inglaterra. Apesar de servir de inspiração, não há muito como comparar os países porque são realidades diferentes”, explica Charles Hagler. 

“Na Inglaterra, os players que operacionalizam os pagamentos instantâneos lançaram os seus próprios meios de pagamento instantâneo. Já aqui no Brasil, será o Banco Central que irá operacionalizar o sistema e obrigará os bancos a entrarem nele, como aconteceu no México, por exemplo.”, completa Luiz Guilherme Coimbra.

 

Como vai funcionar o PIX?

“A plataforma é operacionalizada pelo Banco Central e está disponível no formato 24×7 (24 horas por dia, 7 dias por semana), o que possibilita que os pagamentos sejam feitos a qualquer momento” explica Hagler. 

Coimbra ainda ressalta que as transações vão ocorrer por meio do BR Code, uma espécie de código padrão do Banco Central, sendo possível pagar contas ou transferir valores pelo PIX abrindo o aplicativo do banco e escaneando o código direto no smartphone, por exemplo.

“Também será possível fazer transferências de valores por meio de chaves. Assim, é só entrar no app do banco, clicar no PIX e digitar uma das chaves (CPF, telefone ou e-mail) que a transação será feita e o valor será direcionado para onde o recebedor deseja receber o valor”, completa Coimbra.

 

Quando o PIX entra em vigor?

Segundo o Banco Central, o PIX estará disponível para a população em novembro de 2020.

 

PIX é seguro?

“Assim como outros meios, o PIX também tem fragilidades e pode ser um prato cheio para criminosos. O principal deles é o problema de erros em transferências, o que acontece com DOC e TED. Os riscos no PIX são os mesmos, e caso o usuário transfira para a conta errada, ele terá dificuldade para estornar o valor transferido”, explica Hagler.

Hagler ainda acredita que possam surgir novas modalidades de fraudes e com isso as instituições financeiras podem ter de criar mecanismos de proteção para garantir a segurança das transações. 

“Esse problema de erros em transações, a SHIPAY resolve já que atuamos com um padrão de pagamentos QR Code dinâmico, que muda a cada transação, o que traz mais segurança e diminui os riscos de fraudes em transações”, ressalta Coimbra.

 

Qual a taxa do PIX?

“É cedo para dizer quais serão as taxas do PIX, já que o sistema ainda não está funcionando. A nossa expectativa é que as taxas sejam bem mais baixas do que as das operações atuais com cartões de crédito e débito. Nossa estimativa é que a taxa fique por volta de 0,5% ou um custo fixo por transação entre R$ 0,30 e R$ 0,70”, diz Hagler.

 

Qual a diferença entre o PIX e o TED?  

Para Coimbra, as principais diferenças entre o PIX e o TED são as taxas e facilidade para fazer uma transação. 

“Diferente do TED, onde é preciso colocar todos os dados da conta para onde o valor será transferido, o PIX torna isso possível através do BR Code ou do uso de chaves definidas pelo usuário como CPF, e-mail ou telefone, para fazer a identificação e o envio do dinheiro, explica Coimbra.

“Na minha opinião, TED e DOC vão morrer! Para a massa da população, esta será uma opção bem mais vantajosa, o que deve diminuir bruscamente os números de TEDs e DOCs realizados no médio prazo. As novas transferências financeiras devem passar a ser feitas pelo PIX, que é bem mais prático”, diz Hagler.

 

Como integrar o PIX no meu PDV/ERP?

“O Banco Central vai liberar um API, que permite a integração com os sistemas de ERP e de caixa no PDV. É possível utilizar a SHIPAY, solução que leva todas as carteiras digitais para dentro do sistema de caixa para integrar este meio de pagamento a qualquer estabelecimento”, explica Hagler.

 

PIX como solução de pagamento para o varejo

Coimbra afirma que as principais vantagens do para varejistas são o fato da transação ser eletrônica, o dinheiro cair na hora e as taxas serem bem menores do que as aplicadas nas vendas por cartão de crédito, por exemplo. 

“Utilizando o este novo método de pagamento através da solução da SHIPAY, o varejista pode escolher qualquer carteira digital ou banco para redirecionar os seus pagamentos e não precisará utilizar plaquinha ou smartphone, colocando o sistema direto no PDV dele, o que é bem mais seguro”, completa Hagler.

 

Porque você precisa do PIX?

Os sistemas de pagamento instantâneo são uma tendência em todo o mundo. No Brasil, o este será um meio de pagamento bastante vantajoso tanto para empreendedores como para consumidores. 

Para Hagler, o PIX deve “pegar” no Brasil. As transferências de valores acontecerão em tempo real, aumentando a velocidade e o número de pagamentos e transferências no país, além de promover uma inclusão financeira no país.

 

Com 6 a cada 10 brasileiros adeptos a pagamentos digitais, varejo tem caminho aberto para crescer

Com 6 a cada 10 brasileiros adeptos a pagamentos digitais, varejo tem caminho aberto para crescer

Comportamento da população somado a transformações profundas trazidas pela pandemia destacam a importância do varejo acompanhar as mudanças que estão acontecendo. 

A Transformação Digital ao redor do mundo vem acelerando muito rapidamente a forma como consumimos, mas o mercado brasileiro tem algumas características que tornam o país muito fértil para o avanço de pagamentos digitais. E neste sentido, existem dois dados muito relevantes que merecem total atenção dos varejistas: pesquisa feita pela empresa americana IDC aponta que seis a cada dez brasileiros das classes A, B e C usam meios digitais de pagamento, como PicPay, PagSeguro e Google Pay. 

O segundo é uma informação levantada por pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva, a qual apontou que hoje existem 45 milhões de brasileiros desbancarizados. Em outras palavras, um a cada três brasileiros não possui conta bancária. O estudo mostrou ainda que essa parcela da população movimenta cerca de R$ 800 bilhões por ano. 

O que esses dados combinados dizem? Existe um volume enorme de brasileiros que consome muito e que é adepto de novas tecnologias. Neste sentido, sairão à frente os varejistas que estiverem adaptados a essa realidade e dispostos a oferecer opções de pagamentos digitais ao seu consumidor. 

Aceleração das mudanças com a pandemia de Covid-19

Como já bem sabemos, a pandemia do novo coronavírus acelerou mudanças que já estavam previstas para um futuro breve. E se um primeiro momento isso provocou um choque na sociedade, imediatamente também foi necessário focar as energias em oferecer soluções, adotar mais rapidamente novos hábitos que garantam mais segurança e atendam a protocolos de higiene mais rigorosos. 

Neste sentido, algumas mudanças já apontaram para um caminho de familiarizar a população com novas soluções e alternativas, como reforça Charles Hagler, Founder e Co-CEO da Shipay. “A exposição de QR Codes em lives foi um movimento bacana para o pessoal conhecer e se familiarizar. Tivemos também a chegada do Caixa Tem (aplicativo desenvolvido pela Caixa Econômica Federal que permite que beneficiários do auxílio emergencial do governo possam transferir os valores sem necessidade de deslocamento para agências bancárias) com 66 milhões de usuários e em breve teremos o PIX, que permitirá fazer pagamentos digitais de qualquer banco em tempo real e deve aumentar adesão a essas ferramentas”. Outra novidade que deve ser anunciada em um futuro próximo é a possibilidade de realizar pagamentos via Whatsapp, que só no Brasil conta com uma base de 130 milhões de usuários. 

Dito isso, é importante destacar a necessidade do varejo se manter atualizado com as novas tendências que emergem. Pesquisa feita pela consultoria McKinsey nos Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha apontou que 50% dos entrevistados darão preferência a marcas que se preocupem com a segurança dos clientes e dos funcionários. O mesmo estudo mostra que os varejistas precisam acelerar o passo para acompanharem essas mudanças de comportamento. A pesquisa mostrou que somente 23% dos entrevistados disponibilizam pagamentos mobile.

“Oferecer opções de pagamentos digitais é uma forma de garantir mais segurança aos clientes, você consegue efetuar pagamentos com uma distância de um metro, um metro meio”, reforça Hagler. 

Há quem possa imaginar que essas mudanças de comportamento sejam passageiras, mas é preciso rever esses conceitos. Entre as tendências definitivas trazidas com o surgimento da pandemia está o aumento da preocupação dos consumidores com higiene e segurança. Neste sentido, a digitalização é uma solução que atende às novas necessidades do cliente.

“O varejo precisa oferecer possibilidades. Se não se atualiza, acaba perdendo vendas. O uso do crédito faz parte da cultura financeira do brasileiro, mas o cartão de crédito sai do plástico e fica o mais digital possível. Isso favorece na redução de custos e cria mais facilidades tanto para o varejista quanto para o cliente”, aponta Luiz Coimbra, Founder e Co-CEO da Shipay. 

Benefícios para o varejo

Entre as diversas vantagens dos pagamentos digitais para o varejo, está a redução de custos operacionais e de logística. Coimbra ressalta que o custo do papel moeda é alto, tendo em vista fatores como perdas por deterioração e investimentos adicionais, como transporte de valores e segurança. 

Além disso, as taxas praticadas para oferecer esses meios de pagamento são mais baixas do que as praticadas por operadoras de maquininhas de cartão de débito e crédito.

Os benefícios também aparecem como vantagens diretas para o cliente. “Cada carteira digital tem seu conjunto de vantagens para o cliente. Algumas parcelam boletos, outras oferecem cupons de desconto, há também as que oferecem cashback. Ou seja, esses benefícios ao consumidor final são custeados pelas carteiras digitais. O varejista tem condições de oferecer benefícios ao cliente sem precisar fazer o menor esforço”, acrescenta Hagler. 

O varejista também ganha visibilidade de um modo estratégico para a marca. Funciona da seguinte forma: uma vez que uma loja adere a pagamentos digitais, ela passa a ficar visível no mapa das carteiras digitais e aparece na interface dos aplicativos. Ali podem ficar visíveis descontos, promoções e o app direciona as pessoas para as lojas mais próximas da localização do usuário naquele momento. “É uma publicidade muito forte, tendo em vista o volume de pessoas nas carteiras hoje. Há carteiras digitais no mercado com bases que chegam a 25 milhões de usuários, por exemplo, e não param de crescer. Imagine o impacto disso com as novos pagamentos digitais, como PIX e Whatsapp que chegam a ter mais de 100 milhões de clientes”, pontua o Co-CEO. 

Crescimento do mercado de pagamentos digitais

Estudo feito pela empresa americana Global Payments, antes da pandemia, prevê que até 2022 o volume de pagamentos via carteiras digitais deve triplicar na América Latina. Globalmente, o formato digital deve responder por 28% dos pagamentos no mesmo período. Com o Covid19, segundo o estudo da McKinsey, essa relevância e adesão aceleraram ainda mais. É uma questão de tempo para os pagamentos digitais se tornarem essenciais para o varejo. Neste sentido, a Shipay tem um papel relevante para aumentar cada vez mais essa adesão. “Nós somos uma espécie de catalisador desse aumento de relevância e adesão. Uma vez que à medida que os varejistas vão adotando, as pessoas também vão criando o hábito de fazer pagamentos digitais”, avalia Hagler.

Além disso, não podemos deixar de ressaltar o protagonismo do próprio consumidor nessas mudanças. E as tendências apontam para a adesão aos modelos digitais. É o que mostra, por exemplo, o relatório “Panorama dos meios de pagamento do varejo brasileiro” feito pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo. Entre 2018 e 2020, o uso de pagamento móvel via aplicativo saltou de 4% para 21% dos consumidores.

“A mudança de comportamento do cliente, pelos diversos fatores citados como benefício, conveniência e experiência de uso, vai acabar ditando a velocidade em que o mercado vai se transformar”, destaca Coimbra.   

A Shipay integra no sistema de frente do caixa (PDV) um hub com as principais carteiras digitais do mercado. Isso facilita a operação no dia a dia para os atendentes e torna as transações mais seguras. Quer saber como implantar nosso sistema e ficar apto a receber pagamentos digitais? Entre em contato conosco pelo atendimento@shipay.com.br

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