7 motivos para escolher a Shipay como integradora dos seus pagamentos digitais

7 motivos para escolher a Shipay como integradora dos seus pagamentos digitais

Com ampla capacidade técnica, equipes focadas em desenvolver soluções personalizadas e robustez para fazer transações volumosas, Shipay vem consolidando grandes parcerias.

O varejo já entendeu que o consumidor mudou seus hábitos. E se não é mais novidade dizer que a digitalização da economia se acelerou com a pandemia de Covid-19, o grande varejo ainda precisa se adequar para atender o consumidor nesta nova realidade. Se a premissa de um bom serviço é ter as decisões centradas no cliente, a Shipay assume a posição de fornecer aos parceiros soluções customizadas de acordo com suas necessidades. Afinal, entendemos que se nossos parceiros desejam flexibilizar e personalizar a experiência de seus clientes finais, temos a responsabilidade de possibilitar que ele faça isso com soluções que também são customizáveis. 

Como integradora, o foco da Shipay é simplificar os pagamentos digitais. E para mostrar como essa filosofia está presente na estrutura do nosso negócio, trazemos neste artigo alguns exemplos de nossa atuação vanguardista e de como construímos solidez para atender grandes parceiros. 

1 – Arquitetura simples

A Shipay foi estruturada exclusivamente para pagamentos digitais, isso nos permite ter uma flexibilidade muito grande e adaptar as soluções de acordo com as necessidades dos clientes. 

2 – Somos agnósticos

Nossa arquitetura de negócios foi estruturada de uma forma muito agnóstica, podemos ter relacionamento com todos os bancos e carteiras digitais. Então conseguimos adequar as soluções de acordo com o modelo de negócios do nosso parceiro. “Um exemplo é a Porto Seguro. Estamos na régua de cobrança dos clientes deles, atuando com pagamentos PIX para aluguel de carros, colocando QR Code Pix para pagamento da fatura de cartão de crédito e trazendo carteiras digitais para a compra de seguros”,  explica Luiz Coimbra, Co-CEO e fundador da Shipay. 

Neste sentido, Charles Hagler, Co-CEO e fundador da Shipay, acrescenta ainda que com a Shipay o cliente tem a liberdade de escolha de ter sua solução de integração de pagamentos com a instituição que quiser. “Com a Shipay, o parceiro tem relacionamento direto com as instituições financeiras e pode aproveitar os benefícios em termos de taxas, descontos, promoções e cashback. Tem a liberdade de escolher as carteiras digitais e Pix como quiser”. 

3 – Foco na co-criação

Empresas diferentes certamente terão necessidades e desafios distintos. Trazemos a co-criação como premissa para que possamos entregar soluções personalizadas aos nossos clientes. Mergulhamos no desafio do cliente para desenharmos uma solução aderente ao que ele precisa.  “Com nossa arquitetura simples, conseguimos endereçar as necessidades de diversos tipos de clientes. Isso nos dá a flexibilidade para atender desde a padaria de bairro até grandes empresas de tecnologia como a Totvs, ou uma seguradora como a Porto Seguro”, destaca Coimbra. 

4 – Somos vanguardistas em inovação

Somos integradores de pagamentos digitais desde o nascimento da empresa e temos uma capacidade técnica muito grande dentro dessa área, especificamente no Pix. Isso nos possibilita construir soluções customizadas de serviços para atender nossos clientes. 

Antes mesmo de existir a documentação do Banco Central sobre o Pix com vencimento, juros, multa e mora, a gente percebeu que existia a possibilidade de alterar o tempo de expiração do Pix. Dessa forma, antes mesmo de existir o conceito de vencimento, a gente já conseguia adaptar o prazo de validade do Pix para os nossos clientes. A nova documentação do Banco Central veio como uma melhoria, pois possibilita a inclusão de juros, multa e mora. 

Mas de um modo geral, antes de existirem as novas funções previstas na agenda do Banco Central, a Shipay já criava funcionalidades em cima da documentação existente. 

5 – Suporte de verdade

Nosso suporte não se limita aos nossos produtos. A Shipay ajuda com o relacionamento com as instituições financeiras e dá todo suporte técnico tanto na integração quanto na utilização desses pagamentos. “Desde o onboarding até o dia a dia da operação quando surge algum problema, a Shipay oferece suporte ágil”, comenta Hagler. 

6 – Solidez para transacionar grandes volumes

Temos infraestrutura 100% instalável do ponto de vista técnico para transacionar grandes volumes com performance muito boa. “Somos o segundo maior operador de PIX para o Itaú e já temos vários grandes clientes em nosso portfólio, como Burger King, Porto Seguro, Constance, Boticário, entre outros”, explica Hagler. Além disso, em nosso painel os clientes encontram todas as informações necessárias para fazer a conciliação de caixa da empresa. 

7 – Evolução em pagamentos digitais

Toda a capacidade técnica e expertise da Shipay veio como uma evolução natural, conforme explica Coimbra. A empresa nasceu para endereçar uma necessidade latente do varejo físico, que é aproximar pagador e recebedor na loja física. Conseguimos integrar pagamentos digitais e, consequentemente, o Pix dentro do varejo. Fomos sendo desafiados para o desenvolvimento do e-commerce e surgiu nossa parceria com a Qualidoc, assim como no mundo físico a gente passou a se comunicar com diversas automações. O passo seguinte foi a procura por algumas grandes empresas para desenvolvermos soluções integrando a ERP ou para soluções customizadas. Começamos no mundo físico, evoluímos para o mundo digital e aos poucos fomos entrando no mundo corporativo de enterprises, dentro de soluções de pagamentos, pagamentos corporativos, substituição de boletos, fatura de cartão de crédito e cobranças de seguro. 

“Não foi algo que aconteceu da noite para o dia, foi uma evolução natural de negócio e pela capacidade de adaptação da Shipay. Fomos sendo demandados por nossos clientes e naturalmente conseguimos atender de uma forma muito primorosa”, comenta Coimbra. 

E por falar em evolução, também é bom lembrar que a aceleração da digitalização da economia faz com que as novidades neste ambiente se multipliquem a cada dia. Neste sentido, como parceira, a Shipay está sempre um passo à frente, levando aos parceiros e clientes a tranquilidade de que suas soluções de pagamento estarão sempre em dia com as novidades no mercado de pagamentos. “De fato, o ritmo (da chegada de novidades) é muito intenso, até mesmo grandes instituições financeiras, grandes empresas de software e grandes varejistas têm dificuldade de acompanhar e ficar em dia com essas novidades. A Shipay está na vanguarda deste universo de pagamentos, estamos sempre acelerados, lançando as novidades com antecedência. Assim, nossos players podem ficar centrados no core business deles que a gente facilita essa parte dos meios de pagamento”, finaliza Hagler. 

Está na hora de simplificar seus pagamentos digitais, não é mesmo? Fale com a gente e vamos resolver isso já! 

Sistema de caixa com pagamentos por QR Code para MEIs, pequenos e médios empreendedores chega ao mercado

Sistema de caixa com pagamentos por QR Code para MEIs, pequenos e médios empreendedores chega ao mercado

Ganho competitivo: solução da vhsys vem com integração para que micro e pequenos empresários possam oferecer pagamentos por QR Code com facilidade.

O grande tropeço de quem fica reticente a se abrir para transformações é achar que toda mudança envolve grandes investimentos, equipes enormes e reformas estruturais significativas. Na verdade, o primeiro passo para que você possa mudar e crescer, é ter a mentalidade aberta para o fato de que o mundo está sempre em constante movimento.

Se você é varejista, dono de um pequeno negócio ou mesmo um trabalhador autônomo que trabalha com vendas, certamente sentiu os impactos das mudanças de comportamento de consumo com a chegada da pandemia – e quanto mais rápido entender esses novos hábitos, mais possibilidades terá para uma recuperação sólida.

Os pagamentos por QR Code não são apenas uma tendência passageira, eles vieram para ficar. E neste artigo você vai perceber que é muito simples se adaptar para oferecer essa opção aos seus clientes, independente do tamanho da sua empresa. 

Pesquisa do Capterra divulgada no segundo semestre do ano passado mostrou que os pagamentos digitais cresceram 32% desde o início da pandemia. Além disso, 96% das pessoas entrevistadas com carteiras digitais instaladas disseram que pretendem continuar usando o método de pagamento após o fim da crise sanitária. Com a chegada do PIX no mercado, essa tendência se fortalece ainda mais.

Em apenas dois meses de funcionamento, a plataforma de pagamentos instantâneos do Banco Central já havia superado o volume de transações de TED e DOC. O sucesso na adesão em transações entre pessoas físicas é um excelente sinal para a próxima etapa do Banco Central, que lançará uma funcionalidade de pagamento parcelado via PIX. 

Sistemas de caixa integrados para receber pagamentos por QR Code

A notícia é ótima para varejistas, tendo em vista a forte cultura brasileira de parcelamento das compras. Reginaldo Stocco, CEO e Founder da vhsys, empresa que fornece sistemas para micro e pequenos negócios, comenta que os pagamentos por QR Code têm ainda a vantagem de terem custos inferiores aos sistemas tradicionais. 

A empresa oferece uma solução focada em facilitar a vida de MEIs, pequenos e médios empresários, com sistemas que tornam a operação no dia a dia mais simples, inclusive o recebimento de pagamentos via QR Code. “Com a integração, a vhsys passa a disponibilizar de forma rápida aos empreendedores uma diversidade de soluções. Por conta de nossos desenvolvedores, não há necessidade de usar integrações individuais”, acrescenta Stocco. 

Dentre as muitas soluções oferecidas pela vhsys, a Shipay está focada especificamente na integração para os pagamentos por QR Code. Ou seja, um sistema de caixa para MEIs, pequenos e médios empresários que dá ao cliente a opção de pagar com QR Code, seja via PIX ou carteiras digitais.

Todos esses pagamentos são integrados em um só lugar, o que facilita a conciliação de caixa no fim do dia. Como o mercado de carteiras digitais vem crescendo de forma expressiva no Brasil, o consumidor ganha em usar esses meios de pagamento, tendo em vista que bancos e fintechs estão sempre se adiantando para oferecer descontos e vantagens. 

“Para usar essa solução é bem simples também, ele só precisa acessar no nosso sistema o aplicativo de integração entre vhsys e Shipay. E aí ele vai instalar, acessar o portal da Shipay para cadastrar as carteiras e pronto, já poderá receber tanto pelas carteiras digitais, como também pelo PIX.”, explica Stocco. 

Lembra que dissemos no início deste artigo que transformações significativas dependem muito mais de mentalidade aberta para o novo do que grandes investimentos? Pois bem, esse passo a passo simples de como ter a integração ativa em seu sistema de caixa é a prova de que basta muito pouco para você ter a possibilidade de oferecer mais experiências de qualidade aos seus clientes. 

Melhoria do fluxo de caixa e mais segurança para os clientes

Stocco reforça, por exemplo, o potencial do PIX para substituir definitivamente o boleto bancário. Neste caso, a grande vantagem para o empreendedor é ganhar fluxo de caixa, tendo em vista que o pagamento é compensado em apenas alguns segundos. Isso impede, por exemplo, que uma mercadoria fique “travada” no estoque até a compensação do boleto bancário, que pode levar de um a dois dias úteis. 

De um modo geral, os protocolos dos consumidores sobre segurança e higiene são fatores importantes em sua percepção de valor em relação a uma marca. Outra pesquisa feita recentemente mostrou que 3 a cada 5 brasileiros consideram os pagamentos sem contato como uma das medidas mais importantes a serem adotadas pelas empresas. Os pagamentos por QR Code podem ser feitos com mais de um metro de distância, com uso de barreira de acrílico entre operadores de caixa e clientes para tornar o ambiente mais seguro. 

Inclusão financeira

Também é muito importante levar em consideração os esforços que vêm sendo feitos para gerar mais inclusão financeira e aumentar a familiaridade da população com as ferramentas digitais. Os beneficiários do auxílio emergencial, por exemplo, puderam usar os recursos diretamente pela carteira digital da Caixa, sem a necessidade de enfrentar filas em agências bancárias.

O mesmo agora vale para quem recebe recursos do Bolsa Família. Se antes o dinheiro precisava ser sacado integralmente, agora os beneficiários podem usar os recursos em uma conta digital, tanto para fazer compras quanto para pagamentos. Todos esses incentivos gradualmente afastam a população do uso do dinheiro em espécie. 

Quanto mais preparado sua empresa estiver para os pagamentos digitais, mais oportunidades poderá enxergar. “Foque no seu negócio e mantenha-o em constante evolução, com a pandemia tivemos muitas dores econômicas mas ao mesmo tempo muitas oportunidades”, finaliza Stocco.   

Como um micro empreendedor individual, pequeno ou médio empresário, você entende a importância de manter o seu negócio atualizado e oferecer aos seus clientes a opção de pagar com QR Code. Se você ainda não sabia como atualizar o seu sistema de caixas, nós trouxemos a resposta.

Luiz Coimbra, cofundador e Co-CEO da Shipay: “O Brasil é muito propício para inovação”

Luiz Coimbra, cofundador e Co-CEO da Shipay: “O Brasil é muito propício para inovação”

A fintech Shipay, integradora de carteiras digitais nos caixas de estabelecimentos comerciais, fechou uma rodada de capital semente que, além de fôlego financeiro, traz dois nomes conhecidos do mercado para suporte à administração. O aporte, de montante não revelado, foi feito por Laércio Cosentino, fundador da Totvs, e por João Augusto Valente, o Guga, publicitário sócio-fundador do Grupo ABC.

Luiz, como a experiência no mercado financeiro e no mundo da tecnologia lhe moldou no seu caminho atual?

A experiência que tive nas empresas de telecom e finanças em que atuei, como a Accenture, Credicard, Citi e Itaú, incluindo um tempo de trabalho no exterior, me possibilitou uma ampla visão de mercado e a compreensão do funcionamento desses campos, que hoje se mostram interligados. Após décadas de atividades nessas grandes empresas, decidi que era hora de investir no meu próprio negócio, aplicando essa expertise obtida nas companhias anteriores. Para isso, fundei a Shipay com mais quatro sócios também egressos de empresas de tecnologia e finanças, o Charles Hagler, Paulo Loureiro, Fabio Ikeno e Altair Gonçalves.

Em que momento a ideia da Shipay começou a tomar corpo?

A partir de 2019, quando pesquisamos por vários meses sobre as tendências deste mercado de tecnologia e finanças e no que poderíamos fazer de inovador. Conversamos muito com players do mercado, entrevistamos muitas pessoas por meio do processo de design thinking e, aliado aos dados que levantamos sobre crescimento de pagamentos por meios digitais, identificamos uma dor latente do varejo, que era a de não conseguir receber pagamentos digitais. Percebemos aí a oportunidade de estruturar a Shipay para justamente endereçar essa dor. A empresa começou a ganhar forma em setembro de 2019 e a funcionar de maneira efetiva em dezembro.

Quais as características da fintech que a torna única em sua visão?

A Shipay inovou ao criar uma solução que integra o Pix e carteiras digitais nos caixas dos estabelecimentos comerciais do varejo, o que simplifica a vida do varejista. Para realizar a compra, o cliente abre em seu celular o app da carteira digital que vai utilizar e o aponta para um QR Code no monitor do operador do caixa com o valor da compra, concluindo, assim, a operação. A fintech busca equacionar uma demanda crescente pelos meios digitais, em linha com a multiplicação de carteiras digitais no país.

Para a implantação do sistema nos estabelecimentos comerciais, a Shipay mantém parcerias com empresas de tecnologia que fornecem software de PDVs para o varejo. A Shipay atua em parceria com as carteiras digitais e bancos, em parceria com a automação e com o varejo, sendo exatamente a peça que faltava para essa engrenagem funcionar de maneira única. Também não nos colocamos como uma empresa debaixo do Banco Central, mas como uma empresa de tecnologia, parceira de todos os participantes. Então, nunca seremos concorrentes, mas sempre parceiros.

A Shipay também diminui em muito a possibilidade de fraude, justamente por causa do QR único do estabelecimento comercial, que é aberto no monitor do caixa do estabelecimento.

Muito se tem falado sobre uma nova realidade no mundo dos meios de pagamento do Brasil. No que se baseia essa nova realidade?

Um estudo recente da consultoria americana IDC apontou que seis em cada dez brasileiros utilizam meios digitais de pagamentos, como aplicativos, canais de pagamento, transação pela Internet ou carteiras digitais.

Além disso, pesquisa feita pelo instituto Locomotiva mostra que há 45 milhões de brasileiros desbancarizados, ou seja, um em cada três brasileiros não possui conta bancária. Essa população, de acordo com o estudo, movimenta cerca de R$ 800 bilhões por ano.

A combinação do número crescente de interessados em pagamentos por meios digitais e o de desbancarizados mostra um grande potencial nesse segmento, pois, indica um potencial de consumo grande da população e a adesão a novas tecnologias.

Os varejistas que estiverem adaptados a essa nova realidade e oferecerem opções de pagamentos digitais atraentes e de fácil operacionalização aos seus clientes vão sair na frente.

A disputa entre bancos tradicionais e fintechs também está nessa nova realidade?

Sim, sem dúvida. A suavização da regulamentação imposta pelo Banco Central é o principal pilar do aumento de competição e democratização dos pagamentos digitais. Com isso, as empresas entrantes, ou seja, as fintechs, vão conseguir competir com ofertas diferenciadas de produtos e serviços, muitas vezes atuando em nichos, para poderem ganhar espaço no mercado e colocar uma pressão em cima dos bancos tradcionais.

Os bancos tradicionais vão continuar sendo a potência que são, mas esta nova competição vai forçá-los a evoluir, a se digitalizar e estar cada vez mais próximos dos clientes.

Isso porque, na essência, a fintech é um banco digitalizado, próximo do cliente, com serviços ágeis e atendendo as dores do cliente.

Como a Shipay pretende fazer a diferença nesse ecossistema?

A grande diferença que a Shipay faz é aproximar o pagador do recebedor, desintermediando os players tradicionais. Essa aproximação permite, primeiro, uma redução do custo transacional financeiro por causa da desintermediação, haja vista que não há mais adquirentes, que são a maquininha, a bandeira; segundo, nessa aproximação do pagador com o recebedor, conseguimos permitir que a empresa do pagador incentive o estabelecimento comercial dando benefícios como cashbacks e promoções. Teoricamente, provemos uma transformação, ao acelerar essa mudança proposta pela entrada de pagamentos digitais, inclusive o Pix. Conseguimos que todo esse ecossistema, que são carteiras, estabelecimento comercial e automação, esteja pronto de maneira mais rápida, com custo baixíssimo, para estarem aderentes aos pagamentos digitais e ao Pix.

Quais as maiores oportunidades no mercado de carteiras digitais?

Com cerca de 600 carteiras digitais presentes no Brasil e com mais de dois terços dos usuários de smartphone usando essa modalidade de pagamento, segundo pesquisa da área de Inteligência de Mercado da Globo, o varejo brasileiro tem grandes oportunidades pela frente ao encarar com seriedade a digitalização dos pagamentos. A entrada do Pix vai potencializar em muito esse mercado de pagamentos digitais, mas ele é apenas a ponta do iceberg. O Pix é muito mais do que um meio de pagamento. Na verdade, será uma infraestrutura para transformar a indústria de pagamentos, a indústria de serviços financeiros brasileiros, com custo reduzido e integração mais ágil e fácil. O Pix é somente o início deste processo de transformação, onde ele é uma infraestrutura.

A Shipay tem tirado proveito dessas oportunidades?

As possibilidades de crescimento da empresa são muito grandes pois, em princípio, temos 250 mil clientes em potencial. Essa é a quantidade de estabelecimentos atendidos pelas nossas empresas parceiras de software, por meio das quais nossa solução é fornecida. O Pix irá potencializar em muito os pagamentos digitais e a Shipay tem perspectiva de crescer com esse sistema do Banco Central, ao integrá-lo aos demais meios de pagamento digitais nas redes de varejo.

Vale citar que a Shipay foi construída para atender os pagamentos digitais, e o Pix veio após a construção da Shipay. Porém, veio ao encontro exatamente do que a Shipay fazia, sendo o encaixe perfeito da luva na mão, o que nos permitiu estar na vanguarda do mercado, numa posição democrática, agnóstica, podendo atender todos os tipos de players.

O que determina a implementação de uma tecnologia inovadora no mercado?

O Brasil é muito propício para inovação, e não necessariamente somente inovação tecnológica. A Shipay, assim como outros processos de inovação, não veio para criar um produto inovador. Veio para atacar uma dor latente, que não tinha uma solução direta.

O que fizemos foi observar o mercado, entender os processos, conversar com as pessoas, perceber onde estariam essas dores latentes e para onde o mercado apontava o crescimento, realizando a união desses fatores.

Tratamos de uma dor e buscamos uma oportunidade de crescimento. Por isso acreditamos nesse processo de inovação e espaço no mercado. Sempre que tiver uma dor, um problema, haverá uma oportunidade e uma possibilidade de inovação.

Existem empecilhos quando se traz uma forma simples e integrada de todos os pagamentos digitais para o varejo?

A solução da Shipay é de fácil implementação nos sistemas de caixas do varejo e de manuseio muito simples pelos operadores de caixa.Avaliamos que ela, na verdade, vai remover dificuldades hoje encontradas pelos estabelecimentos para processar o grande número de meios digitais de pagamento.

Como será a integração do Pix ao Shipay?

Apesar de a Shipay não ser um PSP – sigla em Inglês para Payment Service Provider, ou Provedor de Serviços de Pagamento -, mas sim um provedor de tecnologia, a empresa já está cem por cento aderente ao processo do Pix. Esteve em fases avançadas de testes integrados com alguns PSPs que garantiram que os nossos clientes (no dia 16 de novembro passado) estivessem aptos para o lançamento do Pix e em recebê-lo de maneira integrada aos seus sistemas. Ainda nesse sentido, nossa predisposição é de ajudar as empresas de software de automação, ERP e PDV, a estarem preparadas para a chegada do Pix. Além de não ter custo, nossa solução permite a essas empresas criarem uma linha de receita. Basta nos procurar, que teremos enorme prazer em ajudá-las.

Fonte: Panorama Mercantil

Pagamentos Digitais: Uma medida necessária para o varejo

Pagamentos Digitais: Uma medida necessária para o varejo

3 a cada 5 brasileiros consideram pagamentos sem contato como uma das medidas mais importantes a serem adotadas pelas lojas

A mudança de ano é sempre um período marcado por muita esperança, positividade e estabelecimento de metas para os meses que virão.
E depois de globalmente atravessarmos um ano de desafios contínuos, nada mais justo do que esperar um 2021 mais leve e positivo para todos.

A boa notícia para começar o ano é que os pequenos negócios no Brasil estão com projeções otimistas e mais positivas do que as perspectivas de pequenos negócios ao redor do mundo, segundo aponta estudo recente feito pela Visa.

Do total de pequenos negócios entrevistados no Brasil, 30% passaram a adotar pagamentos digitais sem contato em função da pandemia.
O investimento na adesão a pagamentos instantâneos e sem contato é uma das premissas para melhorar as vendas em 2021, tendo em vista que a pesquisa mostrou que 3 a cada 5 brasileiros (57%) consideram os pagamentos sem contato como uma das medidas de segurança mais importantes a serem seguidas pelas lojas. A preocupação dos brasileiros nesse sentido é significativamente maior do que a média global, que ficou em 46% dos entrevistados.

De acordo com a pesquisa, 84% dos pequenos negócios brasileiros entrevistados se disseram otimistas sobre o futuro dos negócios, percentual superior à média global, que foi de 75% dos entrevistados.

A postura otimista vem respaldada por mudanças de atitudes: o estudo também mostra que 84% dos pequenos negócios brasileiros tentaram uma nova abordagem para melhorar as vendas desde o início da pandemia de Covid-19, bem acima da média global, que ficou em 67%.

O estudo evidenciou também a importância dos varejistas cuidarem bem dos clientes mais próximos, uma vez que a pesquisa mostrou que 3 a cada 4 pequenos negócios brasileiros tiveram o suporte da comunidade local para manterem suas atividades.

Este é o momento de mostrar o reconhecimento por este apoio e estreitar o relacionamento com esses clientes, proporcionando experiências cada vez mais significativas para eles.

Entre as estratégias adotadas para manter as vendas aquecidas, o estudo mostrou que os pequenos negócios no Brasil também se destacaram em relação à média global.

A venda de produtos e serviços online foi adotada por 50% dos pequenos negócios brasileiros entrevistados, contra 27% na média global. As propagandas direcionadas por meio de redes sociais também foram adotadas por 50% dos pequenos negócios no Brasil, contra 28% na média global.

Nosso país também saiu à frente na oferta de entregas à domicílio, com 33% dos pequenos negócios entrevistados oferecendo essa opção, contra 20% na média global.

Para o ano que se inicia, a grande preocupação dos pequenos varejistas é atrair novos consumidores. Segundo a pesquisa, 64% dos entrevistados apontaram essa questão, contra 46% na média global.

Em seguida, vem o receio de não voltar a ter a mesma renda que tinham antes da pandemia (51%). Outros 23% temem fechar as portas e 18% têm receio de serem ultrapassados pela concorrência.

Esse é um panorama valioso para clarear a visão dos varejistas e reforçar a relevância que os pagamentos digitais podem ter para melhorar as vendas em um ano tão significativo como 2021.

A missão da #Shipay é ser parceira nessa jornada e oferecer aos varejistas soluções simples, integradas e que facilitem o recebimento de pagamentos por carteiras digitais ou via PIX.

Pesquisa aponta que 70% dos entrevistados pretendem continuar comprando online mesmo após vacinação

Pesquisa aponta que 70% dos entrevistados pretendem continuar comprando online mesmo após vacinação

Com a aproximação de 2021, é indiscutível que a pauta mais relevante para a população seja a chegada da tão esperada vacina contra o Covid-19. Mas bem sabemos que essa imunização deverá acontecer de forma gradual e que, mesmo com uma parcela significativa da população imunizada, muitas mudanças de hábito que vieram com a pandemia deverão permanecer no dia a dia.

Pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) apontou que 70% dos entrevistados pretendem continuar comprando online mesmo após a vacinação contra o Covid.

Neste sentido, é importante ressaltar que não basta somente ter presença digital com um e-commerce bem estruturado e integrado com as estratégias de mídias sociais das lojas, é importante também oferecer opções de pagamento modernas e ágeis, que tornem a experiência do cliente mais fácil e satisfatória.

As transformações pelas quais passamos têm mudado a dinâmica e a estratégia que as marcas estão adotando para ter um alcance maior com os clientes. As lojas físicas, por exemplo, mesmo retomando as atividades, já não devem mais funcionar de forma completamente alheia ao ambiente digital.

O ideal é que o espaço físico seja uma forma de ampliar a experiência digital, bem como um ponto de apoio logístico para distribuição de mercadoria.

Somente no primeiro semestre de 2020, as lojas virtuais tiveram um crescimento de 47%, a maior alta em 20 anos, segundo pesquisa feita pela Ebit/Nielsen em parceria com a Elo.

Sendo assim, os varejistas que pretendem aumentar a relevância no e-commerce, de olho nas mudanças de comportamento do consumidor, devem se atentar principalmente às facilidades de pagamento oferecidas ao cliente, assim como em uma organização logística para entrega das mercadorias de forma ágil e cuidadosa (nada mais desagradável do que receber em casa uma caixa toda amassada e danificada, não é mesmo).

A distância do contato físico faz com que muito do fator emocional das compras perca relevância. Por isso mesmo é importante se cercar de estratégias que te aproximem do consumidor.

Se antes ele se sentia acolhido com um vendedor simpático logo na entrada, essa sensação deve chegar até a casa do cliente, seja com um brinde ou com um recadinho atencioso que mostre para aquele cliente como ele é importante.

É um cuidado que parece banal, mas na verdade acaba tendo uma relevância no quesito emocional mais intensa do que podemos imaginar. Se você duvida, vale a pena dar uma olhada neste artigo.

A solução da #Shipay integra os sistemas das lojas físicas e também de e-commerces para o recebimento de pagamentos de carteiras digitais e também do PIX de forma simples e em um só lugar. Além de facilitar a sua operação diária, o cliente tem mais opções de pagamento.

Povos indígenas criam criptomoeda para atravessar dificuldades impostas pela pandemia

Povos indígenas criam criptomoeda para atravessar dificuldades impostas pela pandemia

A iniciativa inovadora nasceu da necessidade de criar uma alternativa para auxiliar os dois povos indígenas a enfrentarem as dificuldades trazidas pela pandemia de Covid-19

O avanço da digitalização do setor financeiro frequentemente levanta debates e divide opiniões entre defensores e pessoas que se sentem desconfiadas com a série de transformações aceleradas pelas quais passamos globalmente.
Sendo assim, é sempre válido e positivo dar relevância para exemplos em que a tecnologia foi empreendida para o alcance de um bem maior.

Nos últimos dias, vimos isso acontecer com o anúncio da OYX, uma criptomoeda indígena criada pelos povos Suruí Paiter e Cinta Larga, que vivem em Rondônia e no Mato Grosso.

Além disso, os dois povos batalham ainda contra o garimpo ilegal, a fome e o avanço do desmatamento sobre a região onde vivem.

O exemplo quebra o senso comum existente de que inovação está relacionada a grandes negócios ou startups badaladas dos grandes centros. Os dois povos que protagonizam o lançamento da criptomoeda são adeptos de um modo simples de vida, com base na pesca, plantação, artesanato e agricultura.

Vale destacar ainda que tradicionalmente os dois povos são rivais, mas as diferenças foram postas de lado para que a estratégia fosse criada pelo bem comum de todos.

Ao todo, estamos falando de uma comunidade com cerca de 4 mil pessoas. Um exemplo claro de como é positivo gerar iniciativas com base na colaboração.

A ideia é que os recursos arrecadados sejam usados para a construção de escolas, compra de sementes, equipamentos e realização de ações de saneamento.

Tendo em vista as dificuldades enfrentadas pelos dois povos e o contexto de crise de saúde que enfrentamos nacionalmente, a ideia é que a nova criptomoeda possa ser usada como meio de troca entre eles.

Aos que compraram a criptomoeda neste primeiro momento e não fazem parte da comunidade, a ideia é que possam usar os valores para adquirir produtos que a própria comunidade vai desenvolver.

Ou seja, a perspectiva é muito mais no sentido de usar a inovação para ajudar os indígenas a atravessarem essa crise do que uma aquisição por investimento.

O propósito deste lançamento, por si só, é uma ótima notícia. A perspectiva da #Shipay é de que a inovação seja sempre aplicada para a melhoria do bem-estar social, para que sejam geradas mais oportunidades e que o desenvolvimento se dê de forma cada vez mais horizontal.

A modernização dos meios de pagamento traz uma perspectiva não só de praticidade, mas também de criação de novas possibilidades de expansão.

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