Em menos de dez anos as gerações Z e Alpha serão metade da população do mundo, entenda como isso afeta suas estratégias de varejo

Em menos de dez anos as gerações Z e Alpha serão metade da população do mundo, entenda como isso afeta suas estratégias de varejo

Se nos dois últimos anos a humanidade adotou novos comportamentos em função de uma mudança abrupta externa, com o surgimento da pandemia de Covid-19. Agora o desafio vem de dentro do próprio consumidor: as marcas precisam entender quem é o novo cliente pós-pandêmico e como atender suas necessidades. A transformação completa dos comportamentos de consumo foi um dos temas em destaque durante a NRF 2022 (Retail’s Big Show), maior evento de varejo do mundo, ocorrido no início do ano em Nova York. Abaixo, destaco alguns highlights interessantes reunidos pela consultoria GoAkira e a Fecomércio a respeito das tendências apresentadas no evento. 

Além das novas necessidades do consumidor, um ponto importante destacado no evento é a relevância das gerações mais jovens na população mundial. Hoje, 36,7% da população do mundo pertence à geração Z (10 a 25 anos). Em 2030, pouco menos de uma década, as gerações Z e Alpha (nascidos a partir de 2010) vão somar 50% da população mundial. O perfil hiperconectado dessas gerações mais jovens é um fator crucial na construção de experiências. Tendo em vista o abismo de diferença que elas representam em relação aos hábitos de consumo pré-pandêmicos.

Um ponto muito importante a ser levado em consideração pelas empresas é o interesse do cliente pela ultra conveniência. Ou seja, as marcas precisam concentrar mais esforços para entender onde o cliente está e oferecer uma experiência fluida. Mesmo com o fim das restrições pandêmicas, 68% dos consumidores vão dar preferência pelas compras na internet daqui para a frente. Isso não significa que elas vão deixar de ir às lojas físicas. Aliás, o evento deixou claro que a experiência presencial não será substituída, o que muda drasticamente é o que o cliente espera encontrar em cada formato. 

Ultra conveniência como experiência de compra

Este é o momento de dar um passo além na experiência omnichannel, mais do que se conectar com o cliente em diferentes canais, o que vale aqui é aprimorar essa jornada. As gerações mais jovens não estão interessadas em comprar em sites convencionais, muito pelo contrário. O evento destacou o fato de que 30% da geração Z já comprou produtos usando AR/VR. Além disso, 1 a cada 4 jovens disseram que gastariam até 200 dólares em produtos virtuais. Em geral, 97% deles têm mídias sociais como principal fonte de inspiração, é um público que está sempre em busca de experiências como dark stores, live commerces, lojas autônomas (como Amazon Go), compras em ambientes imersivos como um game, com assistentes virtuais e também no promissor metaverso. 

De um modo geral, as lojas físicas se transformaram em um ponto de suporte para uma experiência mais ampla. Um exemplo legal apresentado no evento é a Situ Live, trata-se de um showroom com especialistas em livestyle à disposição, que dão as orientações para que os clientes montem a casa da forma como sonham. Existe um mobiliário em exposição, mas nada está à venda no local. Vale destacar também o trabalho que a Melissa vem fazendo em sua unidade de Nova York. Muito mais do que uma loja convencional, o espaço funciona como uma galeria de arte. Além da instalação artística, a disposição dos produtos é colocada de forma que acompanha o storytelling da trajetória da marca. 

No SoHo, a Reddy, especializada no mercado pet, montou uma pop-up store para funcionar como uma espécie de loja teste. O diferencial da experiência é direcionar o atendimento para os animais. Os atendentes se relacionam primeiro com os cachorros, depois com seus tutores. A Zara Store Mode também é outro exemplo interessante, com um app que faz o link do estoque de uma loja mobile até uma loja física mais próxima do cliente, isso permite uma experiência de compra e retirada em 30 minutos. 

O impacto do ponto de venda no varejo

Falando nisso, as compras locais são outra tendência forte, sejam elas de pequenas marcas ou grandes grupos. Pesquisa da consultoria WD Partners apresentada no evento mostrou que 88% dos consumidores preferem comprar localmente, com a preferência bem equilibrada entre marcas pequenas e grandes. Neste sentido, grandes grupos como Nike, Target, Nordstrom, entre outros, já focam em oferecer lojas em bairros, fora de shoppings e com acesso mais prático para o público no qual estão mirando. No Brasil, vimos ao longo da pandemia grandes grupos já se adaptando a essas mudanças ainda no período de restrições. As lojas físicas se tornaram espaços de distribuição logística de estoque, uma estratégia para reduzir o tempo de entrega dos pedidos online. 

E você, de que forma vem investindo na modernização da experiência dos seus clientes? Do lado de cá, a Shipay se coloca à disposição do varejo quando se trata de meios de pagamento. Nosso sistema permite que seu PDV, loja online ou canal digital aceite pagamentos como Pix, carteiras digitais (Ame, PicPay, Mercado Pago, etc) e criptomoedas de forma segura, gerando QR Code dinâmico, confirmação na tela e conciliação financeira automatizada.

Pix e carteiras digitais devem dominar varejo brasileiro em 2022

Pix e carteiras digitais devem dominar varejo brasileiro em 2022

Os números não mentem! Os pagamentos digitais devem representar uma boa fatia no mercado de pagamentos até o final deste ano. De acordo com a SBVC (Sociedade Brasileiro de Varejo e Consumo), 61% dos brasileiros que possuem um smartphone já utilizam carteiras digitais. Aliado a isso, o PIX fechou 2021 com 380 milhões de chaves cadastradas, segundo o Banco Central. 

Com uma mudança profunda nos hábitos de consumo por conta da pandemia de COVID-19, os varejistas viram os meios de pagamentos digitais crescerem rapidamente nos últimos anos. Bastante popular entre os consumidores, o Pix e as carteiras digitais são meios de pagamentos fundamentais para oferecer no PDV, no e-commerce e no delivery. 

Além de conquistar os consumidores que já estavam incluídos no sistema bancário, o PIix também conseguiu incluir 45 milhões de novas pessoas no sistema. Isso mostra que os meios de pagamentos digitais não são apenas facilitadores de pagamentos, mas também ferramentas de inclusão financeira no mercado brasileiro. 

A expectativa é que o PIX siga seu ritmo de crescimento acelerado em 2022 com o lançamento de vários novos recursos pelo Banco Central. Com as carteiras digitais não é diferente! Segundo estudo da consultoria Bain & Company, as carteiras devem fechar 2022 representando 28% do mercado de pagamento global e 47% dos pagamentos no e-commerce. 

Para promover a inclusão nesse mercado, varejistas contam com a ajuda de empresas como a Shipay e a Memocash, que buscam ajudar na adesão dos pagamentos digitais no Brasil. 

Conversamos com o COO da Memocash, Vitor Abel Machado, que nos falou sobre a integração das ferramentas da empresa com a Shipay, novidades no segmento de delivery e as expectativas para o mercado de pagamentos digitais. Confira a entrevista abaixo:

Como a integração com a Shipay facilita nos pagamentos digitais e Pix nos pontos de venda?

Imagina só o trabalho que o comerciante tem, quando ele recebe um PIX e ele tem de conferir em sua conta bancária, se o dinheiro caiu ou não. Então, só de integrar a Shipay com a nossa solução nos pontos de venda, todas as vendas já são auditadas automaticamente, o que agiliza o atendimento. 

O cliente que não possui a solução da Memocash integrada com a Shipay também não consegue receber pagamentos por diversas carteiras digitais. Com a nossa solução, ele consegue ter acesso a todas as principais carteiras digitais do mercado em uma mesma integração. Com isso, ele vende mais, vende melhor e mais rápido. 

Isso traz a oportunidade de que o cliente final escolha qualquer forma de pagamento e seja atendido com rapidez e praticidade. 

Como a Memocash vê a parceria com a Shipay? A integração das soluções das empresas agradou aos clientes?

A Memocash vê a parceria com a Shipay como maravilhosa. Isso porque custa muito caro ter um time de desenvolvedores, ter pessoas trabalhando em um projeto como o da Shipay. 

Por isso, a integração para nós veio em um momento especial, primeiro por questões de custos e segundo por questões de benefícios como fornecer aos nossos clientes uma solução completa de forma prática. 

Provavelmente, sem a Shipay nossos clientes demorariam muito para poder oferecer diversos meios de pagamentos e o timing do mercado não espera. O mercado pede que nós sejamos rápidos, tenhamos parceiros qualificados para atender as demandas de nossos clientes e um desses parceiros é a Shipay. 

Como o segmento de delivery tem reagido aos meios de pagamentos digitais?

O mercado brasileiro passou por uma grande revolução no segmento de delivery. Nós desenvolvemos uma solução chamada Memobox, que é gratuita para fornecer aos nossos clientes e também para atrair potenciais clientes do nosso negócio. 

Formatamos essa solução pensando na necessidade de facilitar a gestão de pedidos e nos benefícios financeiros deles não terem de pagar comissões como acontece em outras plataformas de delivery. 

E com isso, as formas de pagamentos digitais e a integração com a Shipay nessa solução de delivery, ajuda muito com que os comerciantes deixem de sofrer fraudes e parem de pagar comissões exorbitantes aos nossos concorrentes. 

Como anda o ritmo de adesão dos varejistas aos meios de pagamentos digitais?  Qual é a expectativa da Memocash com o Pix no mercado em 2022?

Como todo processo de inovação, o comerciante sente uma dificuldade na adesão. Isso é normal! A questão cultural no Brasil do uso do dinheiro é muito grande. 

Mesmo com essas características culturais, temos tido uma boa aceitação dos nossos clientes, mas acreditamos que o ritmo de adesão será muito maior em 2022. A partir do momento em que os novos recursos do Pix sejam implementados e disseminados no mercado. 

O processo de transformação digital foi acelerado pela pandemia e os meios de pagamentos acompanham essa mudança, sendo um dos principais expoentes nesse novo mundo pautado pelo digital. 

Com novas soluções e recursos de pagamentos, além da chegada do open banking e open finance no Brasil. A expectativa é que os meios de pagamentos digitais despontem como formas de pagamentos competitivas no mercado. 

A expectativa é que o Pix e as carteiras digitais consigam conquistar uma fatia cada vez maior de clientes que antes usavam outros meios de pagamentos como boletos e cartões para fazer suas compras. 

Meios de pagamentos digitais crescem rapidamente no mercado brasileiro

Meios de pagamentos digitais crescem rapidamente no mercado brasileiro

A entrada de novos meios de pagamentos no mercado brasileiro está ajudando diversos segmentos do varejo a venderem com mais facilidade e rapidez. Os consumidores finais têm se adaptado rapidamente ao Pix e as carteiras digitais. Logo, ainda a passos lentos, as transações de pessoa física para jurídica estão crescendo significativamente. 

De acordo com uma estimativa da consultoria PwC, atualmente os países da América Latina movimentam 73 bilhões por ano através dos meios de pagamentos digitais. A expectativa é que esse volume chegue à casa dos 111 bilhões por ano até 2025. 

E o Brasil é um dos países que mais transacionam pagamentos digitais na América Latina. Para se ter uma ideia, de acordo com a Serasa Experian/Opinion Box, cerca de 60% dos brasileiros já utilizaram alguma carteira digital. Já o Pix já chega a cerca de 70% da população adulta do país. 

Além da grande expectativa do mercado com as carteiras digitais, números do Banco Central mostram um crescimento de 53% ao mês nas transações via Pix de pessoas físicas para empresas, o que aponta uma adesão crescente dos consumidores e de varejistas. 

Esse crescimento do uso das carteiras digitais e do Pix é impulsionado por empresas como Live Sistemas e Shipay que apresentam soluções que possibilitem a integração dos novos meios de pagamentos com facilidade nos pontos de vendas. 

Conversamos com o CEO da Live Sistemas, Cláudio Romeiro, que nos falou sobre a parceria da empresa com a Shipay e os benefícios que a integração com os meios de pagamentos digitais traz para os varejistas. Além da expectativa da empresa com a possibilidade de incluir o pagamento com criptomoedas nos pontos de vendas. Confira a entrevista abaixo:

Como surgiu a parceria com a SHIPAY? 

A parceria com a Shipay surgiu com a implementação do Pix no mercado. A Live Sistemas é uma empresa que sempre busca parceiros que tenham APIs e ferramentas que possam integrar com nosso sistema. 

E como a Shipay já era especialista em carteiras digitais, nós optamos em fazer uma parceria com a empresa para agregar tanto carteiras digitais como Pix às nossas soluções. 

Como a solução da Shipay agrega valor às soluções da Live Sistemas? 

Em vez de levar uma solução Pix para meus clientes e ter de integrar meu sistema com vários bancos, a Shipay consegue ser um hub de pagamentos, que faz essa integração do Pix e das carteiras digitais com maior praticidade. 

Dessa forma, consigo levar mais opções para os meus clientes com a oferta da possibilidade de receber pagamentos via Pix e carteiras digitais, meios de pagamentos que estão em pleno crescimento no mercado. 

Como os clientes da Live Sistemas têm reagido aos novos meios de pagamentos digitais? 

Nossos clientes começaram a usar, mas esses meios ainda precisam chegar com maior intensidade no consumidor final. Trabalhamos em grande maioria com postos de combustíveis e pequenos varejos, que são clientes mais tradicionais. 

O Pix está massificado nas transações entre pessoas físicas e ainda é preciso promover mais fortemente o uso do Pix nesses segmentos de varejo, fazendo com que os clientes possam ter no Pix uma opção de pagamento viável nos pontos de venda. 

Quais as principais dúvidas/receios dos varejistas para adotar soluções com os novos meios de pagamentos? 

Atualmente, a principal dúvida do varejista é por onde vai passar o dinheiro. Nós vimos que os bancos tradicionais começaram a entrar mais nesse circuito do PDV para tentar massificar as transações de clientes no varejo. 

Entre pessoas físicas, as transações por Pix são bem mais fáceis, mas muitas pessoas ainda possuem receio na confiabilidade de alguns bancos digitais. Com a entrada dos bancos tradicionais, a tendência é que os consumidores tenham mais confiança . E que essa confiança massifique o uso do Pix como meio de pagamento nos pontos de venda. 

Qual é a expectativa da possibilidade de o varejo aceitar pagamentos com criptomoedas?

Nós ainda estamos analisando esse ponto. Ainda há algumas dúvidas. Como nós trabalhamos com mercados mais tradicionais, ainda há uma certa resistência contra as criptomoedas. Mas nós vemos isso como uma tendência de mercado e uma oportunidade de ofertar mais opções de pagamento para o cliente final. 

Quais são os principais benefícios dos novos meios de pagamento para postos de combustíveis e lojas? 

O que vemos hoje como benefícios com o auxílio da Shipay é ter esse hub de pagamentos. Essa possibilidade de ter uma integração que une diversos meios de pagamentos em um único local é o principal benefício. 

Para os varejistas, é muito mais tranquilo ter todos os meios de pagamentos integrados numa mesma API. Isso facilita demais as transações! Então, o maior benefício é esse, levar uma gama de opções de pagamentos para os clientes numa única solução, o que facilita as vendas e a gestão do negócio. 

Com o lançamento de novos recursos no Pix e a consolidação de mais carteiras digitais no mercado brasileiro, a expectativa é que as transações no varejo cresçam ainda mais em 2022. Esse ano tem tudo para acelerar a adesão das soluções digitais no varejo brasileiro, seja físico ou no e-commerce.

O diretor do Banco Central, Pinho de Mello, comentou o crescimento do Pix no varejo ao portal Poder 360. “Já era esperado que primeiro penetrasse muito fortemente nas transferências entre pessoas físicas, mas já está se fazendo cada vez mais importante também no pagamento para estabelecimentos comerciais, sejam online ou físicos”. 

O mercado deve girar em torno dos pagamentos digitais nos próximos anos. Como resultado, Shipay e Live Sistemas estão antenadas para oferecer soluções práticas e de qualidade para que varejistas possam se adaptar às tendências do mercado o mais rápido possível. 

7 motivos para escolher a Shipay como integradora dos seus pagamentos digitais

7 motivos para escolher a Shipay como integradora dos seus pagamentos digitais

Com ampla capacidade técnica, equipes focadas em desenvolver soluções personalizadas e robustez para fazer transações volumosas, Shipay vem consolidando grandes parcerias.

O varejo já entendeu que o consumidor mudou seus hábitos. E se não é mais novidade dizer que a digitalização da economia se acelerou com a pandemia de Covid-19, o grande varejo ainda precisa se adequar para atender o consumidor nesta nova realidade. Se a premissa de um bom serviço é ter as decisões centradas no cliente, a Shipay assume a posição de fornecer aos parceiros soluções customizadas de acordo com suas necessidades. Afinal, entendemos que se nossos parceiros desejam flexibilizar e personalizar a experiência de seus clientes finais, temos a responsabilidade de possibilitar que ele faça isso com soluções que também são customizáveis. 

Como integradora, o foco da Shipay é simplificar os pagamentos digitais. E para mostrar como essa filosofia está presente na estrutura do nosso negócio, trazemos neste artigo alguns exemplos de nossa atuação vanguardista e de como construímos solidez para atender grandes parceiros. 

1 – Arquitetura simples

A Shipay foi estruturada exclusivamente para pagamentos digitais, isso nos permite ter uma flexibilidade muito grande e adaptar as soluções de acordo com as necessidades dos clientes. 

2 – Somos agnósticos

Nossa arquitetura de negócios foi estruturada de uma forma muito agnóstica, podemos ter relacionamento com todos os bancos e carteiras digitais. Então conseguimos adequar as soluções de acordo com o modelo de negócios do nosso parceiro. “Um exemplo é a Porto Seguro. Estamos na régua de cobrança dos clientes deles, atuando com pagamentos PIX para aluguel de carros, colocando QR Code Pix para pagamento da fatura de cartão de crédito e trazendo carteiras digitais para a compra de seguros”,  explica Luiz Coimbra, Co-CEO e fundador da Shipay. 

Neste sentido, Charles Hagler, Co-CEO e fundador da Shipay, acrescenta ainda que com a Shipay o cliente tem a liberdade de escolha de ter sua solução de integração de pagamentos com a instituição que quiser. “Com a Shipay, o parceiro tem relacionamento direto com as instituições financeiras e pode aproveitar os benefícios em termos de taxas, descontos, promoções e cashback. Tem a liberdade de escolher as carteiras digitais e Pix como quiser”. 

3 – Foco na co-criação

Empresas diferentes certamente terão necessidades e desafios distintos. Trazemos a co-criação como premissa para que possamos entregar soluções personalizadas aos nossos clientes. Mergulhamos no desafio do cliente para desenharmos uma solução aderente ao que ele precisa.  “Com nossa arquitetura simples, conseguimos endereçar as necessidades de diversos tipos de clientes. Isso nos dá a flexibilidade para atender desde a padaria de bairro até grandes empresas de tecnologia como a Totvs, ou uma seguradora como a Porto Seguro”, destaca Coimbra. 

4 – Somos vanguardistas em inovação

Somos integradores de pagamentos digitais desde o nascimento da empresa e temos uma capacidade técnica muito grande dentro dessa área, especificamente no Pix. Isso nos possibilita construir soluções customizadas de serviços para atender nossos clientes. 

Antes mesmo de existir a documentação do Banco Central sobre o Pix com vencimento, juros, multa e mora, a gente percebeu que existia a possibilidade de alterar o tempo de expiração do Pix. Dessa forma, antes mesmo de existir o conceito de vencimento, a gente já conseguia adaptar o prazo de validade do Pix para os nossos clientes. A nova documentação do Banco Central veio como uma melhoria, pois possibilita a inclusão de juros, multa e mora. 

Mas de um modo geral, antes de existirem as novas funções previstas na agenda do Banco Central, a Shipay já criava funcionalidades em cima da documentação existente. 

5 – Suporte de verdade

Nosso suporte não se limita aos nossos produtos. A Shipay ajuda com o relacionamento com as instituições financeiras e dá todo suporte técnico tanto na integração quanto na utilização desses pagamentos. “Desde o onboarding até o dia a dia da operação quando surge algum problema, a Shipay oferece suporte ágil”, comenta Hagler. 

6 – Solidez para transacionar grandes volumes

Temos infraestrutura 100% instalável do ponto de vista técnico para transacionar grandes volumes com performance muito boa. “Somos o segundo maior operador de PIX para o Itaú e já temos vários grandes clientes em nosso portfólio, como Burger King, Porto Seguro, Constance, Boticário, entre outros”, explica Hagler. Além disso, em nosso painel os clientes encontram todas as informações necessárias para fazer a conciliação de caixa da empresa. 

7 – Evolução em pagamentos digitais

Toda a capacidade técnica e expertise da Shipay veio como uma evolução natural, conforme explica Coimbra. A empresa nasceu para endereçar uma necessidade latente do varejo físico, que é aproximar pagador e recebedor na loja física. Conseguimos integrar pagamentos digitais e, consequentemente, o Pix dentro do varejo. Fomos sendo desafiados para o desenvolvimento do e-commerce e surgiu nossa parceria com a Qualidoc, assim como no mundo físico a gente passou a se comunicar com diversas automações. O passo seguinte foi a procura por algumas grandes empresas para desenvolvermos soluções integrando a ERP ou para soluções customizadas. Começamos no mundo físico, evoluímos para o mundo digital e aos poucos fomos entrando no mundo corporativo de enterprises, dentro de soluções de pagamentos, pagamentos corporativos, substituição de boletos, fatura de cartão de crédito e cobranças de seguro. 

“Não foi algo que aconteceu da noite para o dia, foi uma evolução natural de negócio e pela capacidade de adaptação da Shipay. Fomos sendo demandados por nossos clientes e naturalmente conseguimos atender de uma forma muito primorosa”, comenta Coimbra. 

E por falar em evolução, também é bom lembrar que a aceleração da digitalização da economia faz com que as novidades neste ambiente se multipliquem a cada dia. Neste sentido, como parceira, a Shipay está sempre um passo à frente, levando aos parceiros e clientes a tranquilidade de que suas soluções de pagamento estarão sempre em dia com as novidades no mercado de pagamentos. “De fato, o ritmo (da chegada de novidades) é muito intenso, até mesmo grandes instituições financeiras, grandes empresas de software e grandes varejistas têm dificuldade de acompanhar e ficar em dia com essas novidades. A Shipay está na vanguarda deste universo de pagamentos, estamos sempre acelerados, lançando as novidades com antecedência. Assim, nossos players podem ficar centrados no core business deles que a gente facilita essa parte dos meios de pagamento”, finaliza Hagler. 

Está na hora de simplificar seus pagamentos digitais, não é mesmo? Fale com a gente e vamos resolver isso já! 

Sistema de caixa com pagamentos por QR Code para MEIs, pequenos e médios empreendedores chega ao mercado

Sistema de caixa com pagamentos por QR Code para MEIs, pequenos e médios empreendedores chega ao mercado

Ganho competitivo: solução da vhsys vem com integração para que micro e pequenos empresários possam oferecer pagamentos por QR Code com facilidade.

O grande tropeço de quem fica reticente a se abrir para transformações é achar que toda mudança envolve grandes investimentos, equipes enormes e reformas estruturais significativas. Na verdade, o primeiro passo para que você possa mudar e crescer, é ter a mentalidade aberta para o fato de que o mundo está sempre em constante movimento.

Se você é varejista, dono de um pequeno negócio ou mesmo um trabalhador autônomo que trabalha com vendas, certamente sentiu os impactos das mudanças de comportamento de consumo com a chegada da pandemia – e quanto mais rápido entender esses novos hábitos, mais possibilidades terá para uma recuperação sólida.

Os pagamentos por QR Code não são apenas uma tendência passageira, eles vieram para ficar. E neste artigo você vai perceber que é muito simples se adaptar para oferecer essa opção aos seus clientes, independente do tamanho da sua empresa. 

Pesquisa do Capterra divulgada no segundo semestre do ano passado mostrou que os pagamentos digitais cresceram 32% desde o início da pandemia. Além disso, 96% das pessoas entrevistadas com carteiras digitais instaladas disseram que pretendem continuar usando o método de pagamento após o fim da crise sanitária. Com a chegada do PIX no mercado, essa tendência se fortalece ainda mais.

Em apenas dois meses de funcionamento, a plataforma de pagamentos instantâneos do Banco Central já havia superado o volume de transações de TED e DOC. O sucesso na adesão em transações entre pessoas físicas é um excelente sinal para a próxima etapa do Banco Central, que lançará uma funcionalidade de pagamento parcelado via PIX. 

Sistemas de caixa integrados para receber pagamentos por QR Code

A notícia é ótima para varejistas, tendo em vista a forte cultura brasileira de parcelamento das compras. Reginaldo Stocco, CEO e Founder da vhsys, empresa que fornece sistemas para micro e pequenos negócios, comenta que os pagamentos por QR Code têm ainda a vantagem de terem custos inferiores aos sistemas tradicionais. 

A empresa oferece uma solução focada em facilitar a vida de MEIs, pequenos e médios empresários, com sistemas que tornam a operação no dia a dia mais simples, inclusive o recebimento de pagamentos via QR Code. “Com a integração, a vhsys passa a disponibilizar de forma rápida aos empreendedores uma diversidade de soluções. Por conta de nossos desenvolvedores, não há necessidade de usar integrações individuais”, acrescenta Stocco. 

Dentre as muitas soluções oferecidas pela vhsys, a Shipay está focada especificamente na integração para os pagamentos por QR Code. Ou seja, um sistema de caixa para MEIs, pequenos e médios empresários que dá ao cliente a opção de pagar com QR Code, seja via PIX ou carteiras digitais.

Todos esses pagamentos são integrados em um só lugar, o que facilita a conciliação de caixa no fim do dia. Como o mercado de carteiras digitais vem crescendo de forma expressiva no Brasil, o consumidor ganha em usar esses meios de pagamento, tendo em vista que bancos e fintechs estão sempre se adiantando para oferecer descontos e vantagens. 

“Para usar essa solução é bem simples também, ele só precisa acessar no nosso sistema o aplicativo de integração entre vhsys e Shipay. E aí ele vai instalar, acessar o portal da Shipay para cadastrar as carteiras e pronto, já poderá receber tanto pelas carteiras digitais, como também pelo PIX.”, explica Stocco. 

Lembra que dissemos no início deste artigo que transformações significativas dependem muito mais de mentalidade aberta para o novo do que grandes investimentos? Pois bem, esse passo a passo simples de como ter a integração ativa em seu sistema de caixa é a prova de que basta muito pouco para você ter a possibilidade de oferecer mais experiências de qualidade aos seus clientes. 

Melhoria do fluxo de caixa e mais segurança para os clientes

Stocco reforça, por exemplo, o potencial do PIX para substituir definitivamente o boleto bancário. Neste caso, a grande vantagem para o empreendedor é ganhar fluxo de caixa, tendo em vista que o pagamento é compensado em apenas alguns segundos. Isso impede, por exemplo, que uma mercadoria fique “travada” no estoque até a compensação do boleto bancário, que pode levar de um a dois dias úteis. 

De um modo geral, os protocolos dos consumidores sobre segurança e higiene são fatores importantes em sua percepção de valor em relação a uma marca. Outra pesquisa feita recentemente mostrou que 3 a cada 5 brasileiros consideram os pagamentos sem contato como uma das medidas mais importantes a serem adotadas pelas empresas. Os pagamentos por QR Code podem ser feitos com mais de um metro de distância, com uso de barreira de acrílico entre operadores de caixa e clientes para tornar o ambiente mais seguro. 

Inclusão financeira

Também é muito importante levar em consideração os esforços que vêm sendo feitos para gerar mais inclusão financeira e aumentar a familiaridade da população com as ferramentas digitais. Os beneficiários do auxílio emergencial, por exemplo, puderam usar os recursos diretamente pela carteira digital da Caixa, sem a necessidade de enfrentar filas em agências bancárias.

O mesmo agora vale para quem recebe recursos do Bolsa Família. Se antes o dinheiro precisava ser sacado integralmente, agora os beneficiários podem usar os recursos em uma conta digital, tanto para fazer compras quanto para pagamentos. Todos esses incentivos gradualmente afastam a população do uso do dinheiro em espécie. 

Quanto mais preparado sua empresa estiver para os pagamentos digitais, mais oportunidades poderá enxergar. “Foque no seu negócio e mantenha-o em constante evolução, com a pandemia tivemos muitas dores econômicas mas ao mesmo tempo muitas oportunidades”, finaliza Stocco.   

Como um micro empreendedor individual, pequeno ou médio empresário, você entende a importância de manter o seu negócio atualizado e oferecer aos seus clientes a opção de pagar com QR Code. Se você ainda não sabia como atualizar o seu sistema de caixas, nós trouxemos a resposta.

Luiz Coimbra, cofundador e Co-CEO da Shipay: “O Brasil é muito propício para inovação”

Luiz Coimbra, cofundador e Co-CEO da Shipay: “O Brasil é muito propício para inovação”

A fintech Shipay, integradora de carteiras digitais nos caixas de estabelecimentos comerciais, fechou uma rodada de capital semente que, além de fôlego financeiro, traz dois nomes conhecidos do mercado para suporte à administração. O aporte, de montante não revelado, foi feito por Laércio Cosentino, fundador da Totvs, e por João Augusto Valente, o Guga, publicitário sócio-fundador do Grupo ABC.

Luiz, como a experiência no mercado financeiro e no mundo da tecnologia lhe moldou no seu caminho atual?

A experiência que tive nas empresas de telecom e finanças em que atuei, como a Accenture, Credicard, Citi e Itaú, incluindo um tempo de trabalho no exterior, me possibilitou uma ampla visão de mercado e a compreensão do funcionamento desses campos, que hoje se mostram interligados. Após décadas de atividades nessas grandes empresas, decidi que era hora de investir no meu próprio negócio, aplicando essa expertise obtida nas companhias anteriores. Para isso, fundei a Shipay com mais quatro sócios também egressos de empresas de tecnologia e finanças, o Charles Hagler, Paulo Loureiro, Fabio Ikeno e Altair Gonçalves.

Em que momento a ideia da Shipay começou a tomar corpo?

A partir de 2019, quando pesquisamos por vários meses sobre as tendências deste mercado de tecnologia e finanças e no que poderíamos fazer de inovador. Conversamos muito com players do mercado, entrevistamos muitas pessoas por meio do processo de design thinking e, aliado aos dados que levantamos sobre crescimento de pagamentos por meios digitais, identificamos uma dor latente do varejo, que era a de não conseguir receber pagamentos digitais. Percebemos aí a oportunidade de estruturar a Shipay para justamente endereçar essa dor. A empresa começou a ganhar forma em setembro de 2019 e a funcionar de maneira efetiva em dezembro.

Quais as características da fintech que a torna única em sua visão?

A Shipay inovou ao criar uma solução que integra o Pix e carteiras digitais nos caixas dos estabelecimentos comerciais do varejo, o que simplifica a vida do varejista. Para realizar a compra, o cliente abre em seu celular o app da carteira digital que vai utilizar e o aponta para um QR Code no monitor do operador do caixa com o valor da compra, concluindo, assim, a operação. A fintech busca equacionar uma demanda crescente pelos meios digitais, em linha com a multiplicação de carteiras digitais no país.

Para a implantação do sistema nos estabelecimentos comerciais, a Shipay mantém parcerias com empresas de tecnologia que fornecem software de PDVs para o varejo. A Shipay atua em parceria com as carteiras digitais e bancos, em parceria com a automação e com o varejo, sendo exatamente a peça que faltava para essa engrenagem funcionar de maneira única. Também não nos colocamos como uma empresa debaixo do Banco Central, mas como uma empresa de tecnologia, parceira de todos os participantes. Então, nunca seremos concorrentes, mas sempre parceiros.

A Shipay também diminui em muito a possibilidade de fraude, justamente por causa do QR único do estabelecimento comercial, que é aberto no monitor do caixa do estabelecimento.

Muito se tem falado sobre uma nova realidade no mundo dos meios de pagamento do Brasil. No que se baseia essa nova realidade?

Um estudo recente da consultoria americana IDC apontou que seis em cada dez brasileiros utilizam meios digitais de pagamentos, como aplicativos, canais de pagamento, transação pela Internet ou carteiras digitais.

Além disso, pesquisa feita pelo instituto Locomotiva mostra que há 45 milhões de brasileiros desbancarizados, ou seja, um em cada três brasileiros não possui conta bancária. Essa população, de acordo com o estudo, movimenta cerca de R$ 800 bilhões por ano.

A combinação do número crescente de interessados em pagamentos por meios digitais e o de desbancarizados mostra um grande potencial nesse segmento, pois, indica um potencial de consumo grande da população e a adesão a novas tecnologias.

Os varejistas que estiverem adaptados a essa nova realidade e oferecerem opções de pagamentos digitais atraentes e de fácil operacionalização aos seus clientes vão sair na frente.

A disputa entre bancos tradicionais e fintechs também está nessa nova realidade?

Sim, sem dúvida. A suavização da regulamentação imposta pelo Banco Central é o principal pilar do aumento de competição e democratização dos pagamentos digitais. Com isso, as empresas entrantes, ou seja, as fintechs, vão conseguir competir com ofertas diferenciadas de produtos e serviços, muitas vezes atuando em nichos, para poderem ganhar espaço no mercado e colocar uma pressão em cima dos bancos tradcionais.

Os bancos tradicionais vão continuar sendo a potência que são, mas esta nova competição vai forçá-los a evoluir, a se digitalizar e estar cada vez mais próximos dos clientes.

Isso porque, na essência, a fintech é um banco digitalizado, próximo do cliente, com serviços ágeis e atendendo as dores do cliente.

Como a Shipay pretende fazer a diferença nesse ecossistema?

A grande diferença que a Shipay faz é aproximar o pagador do recebedor, desintermediando os players tradicionais. Essa aproximação permite, primeiro, uma redução do custo transacional financeiro por causa da desintermediação, haja vista que não há mais adquirentes, que são a maquininha, a bandeira; segundo, nessa aproximação do pagador com o recebedor, conseguimos permitir que a empresa do pagador incentive o estabelecimento comercial dando benefícios como cashbacks e promoções. Teoricamente, provemos uma transformação, ao acelerar essa mudança proposta pela entrada de pagamentos digitais, inclusive o Pix. Conseguimos que todo esse ecossistema, que são carteiras, estabelecimento comercial e automação, esteja pronto de maneira mais rápida, com custo baixíssimo, para estarem aderentes aos pagamentos digitais e ao Pix.

Quais as maiores oportunidades no mercado de carteiras digitais?

Com cerca de 600 carteiras digitais presentes no Brasil e com mais de dois terços dos usuários de smartphone usando essa modalidade de pagamento, segundo pesquisa da área de Inteligência de Mercado da Globo, o varejo brasileiro tem grandes oportunidades pela frente ao encarar com seriedade a digitalização dos pagamentos. A entrada do Pix vai potencializar em muito esse mercado de pagamentos digitais, mas ele é apenas a ponta do iceberg. O Pix é muito mais do que um meio de pagamento. Na verdade, será uma infraestrutura para transformar a indústria de pagamentos, a indústria de serviços financeiros brasileiros, com custo reduzido e integração mais ágil e fácil. O Pix é somente o início deste processo de transformação, onde ele é uma infraestrutura.

A Shipay tem tirado proveito dessas oportunidades?

As possibilidades de crescimento da empresa são muito grandes pois, em princípio, temos 250 mil clientes em potencial. Essa é a quantidade de estabelecimentos atendidos pelas nossas empresas parceiras de software, por meio das quais nossa solução é fornecida. O Pix irá potencializar em muito os pagamentos digitais e a Shipay tem perspectiva de crescer com esse sistema do Banco Central, ao integrá-lo aos demais meios de pagamento digitais nas redes de varejo.

Vale citar que a Shipay foi construída para atender os pagamentos digitais, e o Pix veio após a construção da Shipay. Porém, veio ao encontro exatamente do que a Shipay fazia, sendo o encaixe perfeito da luva na mão, o que nos permitiu estar na vanguarda do mercado, numa posição democrática, agnóstica, podendo atender todos os tipos de players.

O que determina a implementação de uma tecnologia inovadora no mercado?

O Brasil é muito propício para inovação, e não necessariamente somente inovação tecnológica. A Shipay, assim como outros processos de inovação, não veio para criar um produto inovador. Veio para atacar uma dor latente, que não tinha uma solução direta.

O que fizemos foi observar o mercado, entender os processos, conversar com as pessoas, perceber onde estariam essas dores latentes e para onde o mercado apontava o crescimento, realizando a união desses fatores.

Tratamos de uma dor e buscamos uma oportunidade de crescimento. Por isso acreditamos nesse processo de inovação e espaço no mercado. Sempre que tiver uma dor, um problema, haverá uma oportunidade e uma possibilidade de inovação.

Existem empecilhos quando se traz uma forma simples e integrada de todos os pagamentos digitais para o varejo?

A solução da Shipay é de fácil implementação nos sistemas de caixas do varejo e de manuseio muito simples pelos operadores de caixa.Avaliamos que ela, na verdade, vai remover dificuldades hoje encontradas pelos estabelecimentos para processar o grande número de meios digitais de pagamento.

Como será a integração do Pix ao Shipay?

Apesar de a Shipay não ser um PSP – sigla em Inglês para Payment Service Provider, ou Provedor de Serviços de Pagamento -, mas sim um provedor de tecnologia, a empresa já está cem por cento aderente ao processo do Pix. Esteve em fases avançadas de testes integrados com alguns PSPs que garantiram que os nossos clientes (no dia 16 de novembro passado) estivessem aptos para o lançamento do Pix e em recebê-lo de maneira integrada aos seus sistemas. Ainda nesse sentido, nossa predisposição é de ajudar as empresas de software de automação, ERP e PDV, a estarem preparadas para a chegada do Pix. Além de não ter custo, nossa solução permite a essas empresas criarem uma linha de receita. Basta nos procurar, que teremos enorme prazer em ajudá-las.

Fonte: Panorama Mercantil

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