Como contribuir para um ambiente de pagamentos mais seguro?

Como contribuir para um ambiente de pagamentos mais seguro?

Inseguranças com o ambiente de pagamentos

Crimes financeiros e fraudes sempre representaram uma ameaça para instituições financeiras em geral, com o agravante de se modernizarem ao longo do tempo. Afinal se há alguns anos, um dos golpes mais comuns era o phishing por meio de emails e mensagens de SMS maliciosas com o fraudador se passando por uma loja, empresa de crédito ou banco. Agora são ainda mais comuns situações em que a fraude acontece por meio um Whatsapp ou Instagram clonado, além de números falsos se passando por um amigo ou familiar. Dados da ACI WorldWide mostram que até 2027, o prejuízo global com fraudes deve atingir a marca de US$ 40 bilhões, percentual 25% mais alto do que o apurado em 2020. 

A chegada da pandemia de Covid-19 provocou drásticas mudanças de comportamento e acelerou o uso de pagamentos digitais de forma nunca antes imaginada. Pois se por um lado isso representa uma grande oportunidade para bancos, fintechs e empresas de tecnologia em geral em termos de modelos de negócios. Por outro traz um desafio crescente em desenvolver mecanismos capazes de detectar e prevenir fraudes. 

A solução está na tecnologia

Neste sentido, conforme adiantei por aqui recentemente, a Shipay desenvolveu um projeto em parceria com a Microsoft Azure voltada para o Pix, com o objetivo de prevenir fraudes e lavagem de dinheiro com a ferramenta. Este foi um projeto selecionado pelo Lift, laboratório de pesquisa aplicada do Banco Central voltado para inovação. A solução foi pensada justamente para criar uma camada extra de segurança para a ferramenta e atender uma demanda crescente da população por segurança nas transações instantâneas. 

Nossa abordagem propõe uma estratégia proativa para evitar que o crime aconteça. Por meio de tecnologia que consegue identificar instantaneamente possíveis transações fraudulentas ou suspeitas no dia a dia do usuário. Isto é preservar a qualidade da experiência de uso, tendo em vista que mantém a comodidade do pagamento e amplia a segurança. Sobretudo a grande vantagem do método preventivo é que o usuário fica resguardado da dor de cabeça de batalhar pelo ressarcimento de um valor perdido em uma situação de golpe ou fraude. A detecção da transação suspeita é imediata e previne que ela aconteça. 

Contribuindo para a evolução do ambiente de pagamentos

Outro ponto relevante a ser destacado é que esse método preventivo foi desenvolvido com base em Machine Learning. O aprendizado de máquina é importante não só como tecnologia chave para impedir as fraudes, mas também pelos insights poderosos que geram neste processo. Este tipo de tecnologia tem um potencial amplo de gerar uma inteligência colaborativa. Assim pode ser usada pelas instituições financeiras com o propósito de criar um ambiente cada vez mais seguro para os usuários. 

Por hora, o projeto desenvolvido não está em prática. Mas a solução foi desenvolvida por completo e a Shipay demonstrou ter capacidade técnica para entregar uma ferramenta de segurança preventiva robusta. Nosso interesse é colaborar para um ambiente cada vez mais seguro e confiante no mercado de pagamentos. 

E você, também acredita que as abordagens preventivas tendem a evoluir o mercado de pagamentos instantâneos? Deixe sua opinião sobre o tema nos comentários.

Em menos de dez anos as gerações Z e Alpha serão metade da população do mundo, entenda como isso afeta suas estratégias de varejo

Em menos de dez anos as gerações Z e Alpha serão metade da população do mundo, entenda como isso afeta suas estratégias de varejo

Se nos dois últimos anos a humanidade adotou novos comportamentos em função de uma mudança abrupta externa, com o surgimento da pandemia de Covid-19. Agora o desafio vem de dentro do próprio consumidor: as marcas precisam entender quem é o novo cliente pós-pandêmico e como atender suas necessidades. A transformação completa dos comportamentos de consumo foi um dos temas em destaque durante a NRF 2022 (Retail’s Big Show), maior evento de varejo do mundo, ocorrido no início do ano em Nova York. Abaixo, destaco alguns highlights interessantes reunidos pela consultoria GoAkira e a Fecomércio a respeito das tendências apresentadas no evento. 

Além das novas necessidades do consumidor, um ponto importante destacado no evento é a relevância das gerações mais jovens na população mundial. Hoje, 36,7% da população do mundo pertence à geração Z (10 a 25 anos). Em 2030, pouco menos de uma década, as gerações Z e Alpha (nascidos a partir de 2010) vão somar 50% da população mundial. O perfil hiperconectado dessas gerações mais jovens é um fator crucial na construção de experiências. Tendo em vista o abismo de diferença que elas representam em relação aos hábitos de consumo pré-pandêmicos.

Um ponto muito importante a ser levado em consideração pelas empresas é o interesse do cliente pela ultra conveniência. Ou seja, as marcas precisam concentrar mais esforços para entender onde o cliente está e oferecer uma experiência fluida. Mesmo com o fim das restrições pandêmicas, 68% dos consumidores vão dar preferência pelas compras na internet daqui para a frente. Isso não significa que elas vão deixar de ir às lojas físicas. Aliás, o evento deixou claro que a experiência presencial não será substituída, o que muda drasticamente é o que o cliente espera encontrar em cada formato. 

Ultra conveniência como experiência de compra

Este é o momento de dar um passo além na experiência omnichannel, mais do que se conectar com o cliente em diferentes canais, o que vale aqui é aprimorar essa jornada. As gerações mais jovens não estão interessadas em comprar em sites convencionais, muito pelo contrário. O evento destacou o fato de que 30% da geração Z já comprou produtos usando AR/VR. Além disso, 1 a cada 4 jovens disseram que gastariam até 200 dólares em produtos virtuais. Em geral, 97% deles têm mídias sociais como principal fonte de inspiração, é um público que está sempre em busca de experiências como dark stores, live commerces, lojas autônomas (como Amazon Go), compras em ambientes imersivos como um game, com assistentes virtuais e também no promissor metaverso. 

De um modo geral, as lojas físicas se transformaram em um ponto de suporte para uma experiência mais ampla. Um exemplo legal apresentado no evento é a Situ Live, trata-se de um showroom com especialistas em livestyle à disposição, que dão as orientações para que os clientes montem a casa da forma como sonham. Existe um mobiliário em exposição, mas nada está à venda no local. Vale destacar também o trabalho que a Melissa vem fazendo em sua unidade de Nova York. Muito mais do que uma loja convencional, o espaço funciona como uma galeria de arte. Além da instalação artística, a disposição dos produtos é colocada de forma que acompanha o storytelling da trajetória da marca. 

No SoHo, a Reddy, especializada no mercado pet, montou uma pop-up store para funcionar como uma espécie de loja teste. O diferencial da experiência é direcionar o atendimento para os animais. Os atendentes se relacionam primeiro com os cachorros, depois com seus tutores. A Zara Store Mode também é outro exemplo interessante, com um app que faz o link do estoque de uma loja mobile até uma loja física mais próxima do cliente, isso permite uma experiência de compra e retirada em 30 minutos. 

O impacto do ponto de venda no varejo

Falando nisso, as compras locais são outra tendência forte, sejam elas de pequenas marcas ou grandes grupos. Pesquisa da consultoria WD Partners apresentada no evento mostrou que 88% dos consumidores preferem comprar localmente, com a preferência bem equilibrada entre marcas pequenas e grandes. Neste sentido, grandes grupos como Nike, Target, Nordstrom, entre outros, já focam em oferecer lojas em bairros, fora de shoppings e com acesso mais prático para o público no qual estão mirando. No Brasil, vimos ao longo da pandemia grandes grupos já se adaptando a essas mudanças ainda no período de restrições. As lojas físicas se tornaram espaços de distribuição logística de estoque, uma estratégia para reduzir o tempo de entrega dos pedidos online. 

E você, de que forma vem investindo na modernização da experiência dos seus clientes? Do lado de cá, a Shipay se coloca à disposição do varejo quando se trata de meios de pagamento. Nosso sistema permite que seu PDV, loja online ou canal digital aceite pagamentos como Pix, carteiras digitais (Ame, PicPay, Mercado Pago, etc) e criptomoedas de forma segura, gerando QR Code dinâmico, confirmação na tela e conciliação financeira automatizada.

Pix e carteiras digitais devem dominar varejo brasileiro em 2022

Pix e carteiras digitais devem dominar varejo brasileiro em 2022

Os números não mentem! Os pagamentos digitais devem representar uma boa fatia no mercado de pagamentos até o final deste ano. De acordo com a SBVC (Sociedade Brasileiro de Varejo e Consumo), 61% dos brasileiros que possuem um smartphone já utilizam carteiras digitais. Aliado a isso, o PIX fechou 2021 com 380 milhões de chaves cadastradas, segundo o Banco Central. 

Com uma mudança profunda nos hábitos de consumo por conta da pandemia de COVID-19, os varejistas viram os meios de pagamentos digitais crescerem rapidamente nos últimos anos. Bastante popular entre os consumidores, o Pix e as carteiras digitais são meios de pagamentos fundamentais para oferecer no PDV, no e-commerce e no delivery. 

Além de conquistar os consumidores que já estavam incluídos no sistema bancário, o PIix também conseguiu incluir 45 milhões de novas pessoas no sistema. Isso mostra que os meios de pagamentos digitais não são apenas facilitadores de pagamentos, mas também ferramentas de inclusão financeira no mercado brasileiro. 

A expectativa é que o PIX siga seu ritmo de crescimento acelerado em 2022 com o lançamento de vários novos recursos pelo Banco Central. Com as carteiras digitais não é diferente! Segundo estudo da consultoria Bain & Company, as carteiras devem fechar 2022 representando 28% do mercado de pagamento global e 47% dos pagamentos no e-commerce. 

Para promover a inclusão nesse mercado, varejistas contam com a ajuda de empresas como a Shipay e a Memocash, que buscam ajudar na adesão dos pagamentos digitais no Brasil. 

Conversamos com o COO da Memocash, Vitor Abel Machado, que nos falou sobre a integração das ferramentas da empresa com a Shipay, novidades no segmento de delivery e as expectativas para o mercado de pagamentos digitais. Confira a entrevista abaixo:

Como a integração com a Shipay facilita nos pagamentos digitais e Pix nos pontos de venda?

Imagina só o trabalho que o comerciante tem, quando ele recebe um PIX e ele tem de conferir em sua conta bancária, se o dinheiro caiu ou não. Então, só de integrar a Shipay com a nossa solução nos pontos de venda, todas as vendas já são auditadas automaticamente, o que agiliza o atendimento. 

O cliente que não possui a solução da Memocash integrada com a Shipay também não consegue receber pagamentos por diversas carteiras digitais. Com a nossa solução, ele consegue ter acesso a todas as principais carteiras digitais do mercado em uma mesma integração. Com isso, ele vende mais, vende melhor e mais rápido. 

Isso traz a oportunidade de que o cliente final escolha qualquer forma de pagamento e seja atendido com rapidez e praticidade. 

Como a Memocash vê a parceria com a Shipay? A integração das soluções das empresas agradou aos clientes?

A Memocash vê a parceria com a Shipay como maravilhosa. Isso porque custa muito caro ter um time de desenvolvedores, ter pessoas trabalhando em um projeto como o da Shipay. 

Por isso, a integração para nós veio em um momento especial, primeiro por questões de custos e segundo por questões de benefícios como fornecer aos nossos clientes uma solução completa de forma prática. 

Provavelmente, sem a Shipay nossos clientes demorariam muito para poder oferecer diversos meios de pagamentos e o timing do mercado não espera. O mercado pede que nós sejamos rápidos, tenhamos parceiros qualificados para atender as demandas de nossos clientes e um desses parceiros é a Shipay. 

Como o segmento de delivery tem reagido aos meios de pagamentos digitais?

O mercado brasileiro passou por uma grande revolução no segmento de delivery. Nós desenvolvemos uma solução chamada Memobox, que é gratuita para fornecer aos nossos clientes e também para atrair potenciais clientes do nosso negócio. 

Formatamos essa solução pensando na necessidade de facilitar a gestão de pedidos e nos benefícios financeiros deles não terem de pagar comissões como acontece em outras plataformas de delivery. 

E com isso, as formas de pagamentos digitais e a integração com a Shipay nessa solução de delivery, ajuda muito com que os comerciantes deixem de sofrer fraudes e parem de pagar comissões exorbitantes aos nossos concorrentes. 

Como anda o ritmo de adesão dos varejistas aos meios de pagamentos digitais?  Qual é a expectativa da Memocash com o Pix no mercado em 2022?

Como todo processo de inovação, o comerciante sente uma dificuldade na adesão. Isso é normal! A questão cultural no Brasil do uso do dinheiro é muito grande. 

Mesmo com essas características culturais, temos tido uma boa aceitação dos nossos clientes, mas acreditamos que o ritmo de adesão será muito maior em 2022. A partir do momento em que os novos recursos do Pix sejam implementados e disseminados no mercado. 

O processo de transformação digital foi acelerado pela pandemia e os meios de pagamentos acompanham essa mudança, sendo um dos principais expoentes nesse novo mundo pautado pelo digital. 

Com novas soluções e recursos de pagamentos, além da chegada do open banking e open finance no Brasil. A expectativa é que os meios de pagamentos digitais despontem como formas de pagamentos competitivas no mercado. 

A expectativa é que o Pix e as carteiras digitais consigam conquistar uma fatia cada vez maior de clientes que antes usavam outros meios de pagamentos como boletos e cartões para fazer suas compras. 

Meios de pagamentos digitais crescem rapidamente no mercado brasileiro

Meios de pagamentos digitais crescem rapidamente no mercado brasileiro

A entrada de novos meios de pagamentos no mercado brasileiro está ajudando diversos segmentos do varejo a venderem com mais facilidade e rapidez. Os consumidores finais têm se adaptado rapidamente ao Pix e as carteiras digitais. Logo, ainda a passos lentos, as transações de pessoa física para jurídica estão crescendo significativamente. 

De acordo com uma estimativa da consultoria PwC, atualmente os países da América Latina movimentam 73 bilhões por ano através dos meios de pagamentos digitais. A expectativa é que esse volume chegue à casa dos 111 bilhões por ano até 2025. 

E o Brasil é um dos países que mais transacionam pagamentos digitais na América Latina. Para se ter uma ideia, de acordo com a Serasa Experian/Opinion Box, cerca de 60% dos brasileiros já utilizaram alguma carteira digital. Já o Pix já chega a cerca de 70% da população adulta do país. 

Além da grande expectativa do mercado com as carteiras digitais, números do Banco Central mostram um crescimento de 53% ao mês nas transações via Pix de pessoas físicas para empresas, o que aponta uma adesão crescente dos consumidores e de varejistas. 

Esse crescimento do uso das carteiras digitais e do Pix é impulsionado por empresas como Live Sistemas e Shipay que apresentam soluções que possibilitem a integração dos novos meios de pagamentos com facilidade nos pontos de vendas. 

Conversamos com o CEO da Live Sistemas, Cláudio Romeiro, que nos falou sobre a parceria da empresa com a Shipay e os benefícios que a integração com os meios de pagamentos digitais traz para os varejistas. Além da expectativa da empresa com a possibilidade de incluir o pagamento com criptomoedas nos pontos de vendas. Confira a entrevista abaixo:

Como surgiu a parceria com a SHIPAY? 

A parceria com a Shipay surgiu com a implementação do Pix no mercado. A Live Sistemas é uma empresa que sempre busca parceiros que tenham APIs e ferramentas que possam integrar com nosso sistema. 

E como a Shipay já era especialista em carteiras digitais, nós optamos em fazer uma parceria com a empresa para agregar tanto carteiras digitais como Pix às nossas soluções. 

Como a solução da Shipay agrega valor às soluções da Live Sistemas? 

Em vez de levar uma solução Pix para meus clientes e ter de integrar meu sistema com vários bancos, a Shipay consegue ser um hub de pagamentos, que faz essa integração do Pix e das carteiras digitais com maior praticidade. 

Dessa forma, consigo levar mais opções para os meus clientes com a oferta da possibilidade de receber pagamentos via Pix e carteiras digitais, meios de pagamentos que estão em pleno crescimento no mercado. 

Como os clientes da Live Sistemas têm reagido aos novos meios de pagamentos digitais? 

Nossos clientes começaram a usar, mas esses meios ainda precisam chegar com maior intensidade no consumidor final. Trabalhamos em grande maioria com postos de combustíveis e pequenos varejos, que são clientes mais tradicionais. 

O Pix está massificado nas transações entre pessoas físicas e ainda é preciso promover mais fortemente o uso do Pix nesses segmentos de varejo, fazendo com que os clientes possam ter no Pix uma opção de pagamento viável nos pontos de venda. 

Quais as principais dúvidas/receios dos varejistas para adotar soluções com os novos meios de pagamentos? 

Atualmente, a principal dúvida do varejista é por onde vai passar o dinheiro. Nós vimos que os bancos tradicionais começaram a entrar mais nesse circuito do PDV para tentar massificar as transações de clientes no varejo. 

Entre pessoas físicas, as transações por Pix são bem mais fáceis, mas muitas pessoas ainda possuem receio na confiabilidade de alguns bancos digitais. Com a entrada dos bancos tradicionais, a tendência é que os consumidores tenham mais confiança . E que essa confiança massifique o uso do Pix como meio de pagamento nos pontos de venda. 

Qual é a expectativa da possibilidade de o varejo aceitar pagamentos com criptomoedas?

Nós ainda estamos analisando esse ponto. Ainda há algumas dúvidas. Como nós trabalhamos com mercados mais tradicionais, ainda há uma certa resistência contra as criptomoedas. Mas nós vemos isso como uma tendência de mercado e uma oportunidade de ofertar mais opções de pagamento para o cliente final. 

Quais são os principais benefícios dos novos meios de pagamento para postos de combustíveis e lojas? 

O que vemos hoje como benefícios com o auxílio da Shipay é ter esse hub de pagamentos. Essa possibilidade de ter uma integração que une diversos meios de pagamentos em um único local é o principal benefício. 

Para os varejistas, é muito mais tranquilo ter todos os meios de pagamentos integrados numa mesma API. Isso facilita demais as transações! Então, o maior benefício é esse, levar uma gama de opções de pagamentos para os clientes numa única solução, o que facilita as vendas e a gestão do negócio. 

Com o lançamento de novos recursos no Pix e a consolidação de mais carteiras digitais no mercado brasileiro, a expectativa é que as transações no varejo cresçam ainda mais em 2022. Esse ano tem tudo para acelerar a adesão das soluções digitais no varejo brasileiro, seja físico ou no e-commerce.

O diretor do Banco Central, Pinho de Mello, comentou o crescimento do Pix no varejo ao portal Poder 360. “Já era esperado que primeiro penetrasse muito fortemente nas transferências entre pessoas físicas, mas já está se fazendo cada vez mais importante também no pagamento para estabelecimentos comerciais, sejam online ou físicos”. 

O mercado deve girar em torno dos pagamentos digitais nos próximos anos. Como resultado, Shipay e Live Sistemas estão antenadas para oferecer soluções práticas e de qualidade para que varejistas possam se adaptar às tendências do mercado o mais rápido possível. 

Pix Saque e Pix Troco: apesar da adesão lenta, ferramentas têm forte potencial no varejo

Pix Saque e Pix Troco: apesar da adesão lenta, ferramentas têm forte potencial no varejo

Lançadas em novembro do ano passado, as funções de Pix Saque e Pix Troco ainda não decolaram de forma expressiva no varejo, a avaliar pelos primeiros balanços do Banco Central. Ainda assim, seria prematuro dizer que as ferramentas não deram certo, a julgar pelos fatores que poderiam explicar a adesão ainda tímida. De um modo geral, até janeiro foram feitas quase 72 mil transações. Sendo que 73% delas aconteceram em cidades do interior, com destaque para a região Sul do país. 

Um ponto importante que ajuda a explicar o cenário é o impacto do próprio Pix na rotina dos brasileiros. Com o sucesso do uso do Pix no dia a dia, o fluxo de dinheiro em espécie acaba ficando em segundo plano. Pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) já havia apontado que o Pix era o segundo meio de pagamento mais utilizado do Brasil. Contando com 70% da preferência da população, apenas um ponto percentual a menos do que a preferência pelo dinheiro físico. 

Este é um sinal importante, porque está em linha com o processo crescente de digitalização da economia. Aliás, um estudo recente feito pelo Instituto Locomotiva apontou que o Pix será o principal meio de pagamento na próxima década. 

Como podemos trabalhar com o Pix saque e troco no varejo

Pix Saque e o Pix Troco podem ser encaradas como “ferramentas de transição”. Neste momento em que vivemos a mudança de um país ainda muito dependente do dinheiro físico, mas que a passos largos vai abraçando cada vez mais a digitalização econômica. São funções muito válidas especialmente para pequenos comerciantes, principalmente em cidades com pouco acesso a caixas eletrônicos ou agências bancárias. Por isso nenhuma surpresa em ver que as primeiras adesões estão vindo de cidades do interior. 

Os argumentos já conhecidos dos benefícios de segurança e praticidade tanto para comerciantes quanto para seus clientes. Os clientes reduzem suas idas aos bancos e evitam o risco do transporte de grandes valores no dia a dia. Uma vez que o cliente percebe a vantagem de sacar dinheiro direto no caixa de uma loja, essa percepção de valor se converte em fidelização. Traduzido em maiores oportunidades de conversão em vendas. As funções também favorecem a competitividade entre as instituições financeiras, uma vez que as fintechs podem oferecer aos seus clientes a possibilidade de sacar dinheiro.  

Impactos do mercado na adesão e motivos para otimismo

Os números ainda tímidos em relação de adesão sofre impacto pela data de lançamento da ferramenta . O final do ano, como todos sabemos, é um período crucial para o varejo, especialmente neste momento em que o mercado se recupera dos impactos da pandemia de Covid-19. Uma vez passadas as datas de impacto, como Black Friday e Natal. O varejo tem mais tempo e fôlego para se familiarizar melhor com as ferramentas e estudar a viabilidade da adesão. Especialmente para os pequenos comerciantes, é uma ótima oportunidade, tendo em vista os fatores ressaltados acima.

Há quem pense que oferecer essa função no PDV da loja demande muito esforço, mas isso é um grande engano. A Shipay já tem essa funcionalidade pronta dentro da nossa ferramenta de integração. Basta sinalizar o interesse em oferecer Pix Saque e Pix Troco em sua loja e nossa equipe ativa as funções no seu estabelecimento.

A mágica por trás do bitcoin: entenda a criptomoeda no varejo

A mágica por trás do bitcoin: entenda a criptomoeda no varejo

Quando se fala em criptomoedas, não é de se estranhar que a primeira lembrança das pessoas esteja diretamente relacionada ao bitcoin. Ainda que existam inúmeras outras em circulação, o bitcoin foi a primeira criptomoeda lançada no mundo. Ela nasceu em outubro de 2008 e desde então vem só se fortalecendo no mercado mundial. O apetite pelo bitcoin é cada vez mais expressivo no Brasil, com um crescimento de 73% no volume negociado em apenas um ano, segundo informações da Receita Federal. Com tanto interesse por parte dos investidores, fica nítido o leque de oportunidades que podem ser abertas com o bitcoin se popularizando cada vez mais. 

Além do mundo dos investimentos, de que forma o bitcoin é viável no dia a dia? Neste artigo explicaremos um pouco mais sobre a tecnologia que permite o uso do bitcoin no varejo, por exemplo. 

Como funciona uma Bitcoin?

De um modo geral, é preciso entender primeiramente que a moeda em sua forma mais “pura”, não é tão simples de usar como ferramenta de troca no dia a dia. Como todos sabem, o bitcoin, assim como outras criptomoedas, é descentralizado, ou seja, não passa por regulação de bancos centrais. A geração de novos bitcoins depende de um processo conhecido como mineração – quando o bitcoin é gerado dentro da rede blockchain. Sendo assim, as transações entre pessoas, neste formato, são lentas e podem ser bem caras. 

Os mineradores são remunerados por comissões, ou seja, a volatilidade vai depender da demanda. Quem estiver pagando mais, terá prioridade nas transações. Nesses moldes, a agilidade do seu processo vai depender da quantidade de pessoas interessadas em fazer transações. Em suma, além de pagar comissão alta, você ainda corre o risco de esperar um tempo indeterminado para ver a transação concluída. Com essas informações em mente, você já entendeu que dessa forma é difícil ganhar escalabilidade no bitcoin, certo? 

Nova tecnologia permite seu uso no varejo.

Pois bem, para dar um passo à frente e ampliar as possibilidades de uso da criptomoeda, surgiu a rede Bitcoin Lightning, que nada mais é do que uma ferramenta que permite facilitar seu uso no dia a dia e baratear as transações. De forma bem resumida, é uma tecnologia que permite abrir um canal de pagamento entre os envolvidos em uma transação e isso fica registrado no blockchain. Esse canal, usado por tempo indeterminado, armazena todas as informações sobre as transações. Dessa forma, a rede central do blockchain só precisaria ser acessada em situações raríssimas, como fechamento deste canal, por exemplo – e lá estaria todo o histórico de tudo que foi transacionado. 

O “transporte” das bitcoins para o varejo se baseia nesta tecnologia, o Lightning Network possibilitou fazer transações instantâneas usando bitcoin. É uma evolução natural de se imaginar, tendo em vista que todo avanço tecnológico no mercado de pagamentos converge para a agilidade e segurança.

Como venho falando há algum tempo, a Shipay já oferece integração para que nossos parceiros e clientes possam receber pagamentos por criptomoedas, diretamente integrados em seus sistemas de caixa. O varejista pode manter o pagamento em cripto ou fazer a conversão para o real, tudo isso com baixo custo e de forma instantânea. 

Quer saber mais sobre essa tecnologia? Clique aqui e fale com a gente! 

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