Transparência: com sistema da Shipay, varejista tem Pix e carteiras digitais totalmente conciliados

Transparência: com sistema da Shipay, varejista tem Pix e carteiras digitais totalmente conciliados

Ferramenta oferece mais de 50 regras de negócios para verificar inconsistências, automatiza conciliação, reduz custos e dá mais segurança para a operação das empresas.

No comércio e nas grandes corporações, um senso comum muito perigoso é o que leva muitas empresas à ruína financeira: pensar somente em lucro. Aumentar as vendas e crescer o negócio é sempre um caminho positivo, mas se o lucro não vier acompanhado de monitoramento e atenção ao fluxo e gestão de caixa, é muito fácil se enveredar por um caminho confuso, perder a noção das contas e acabar vendo o negócio fora dos trilhos. Entre os serviços da Shipay, sempre destacamos a integração do Pix e outros pagamentos digitais diretamente no sistema de caixa do varejo, mas este artigo veio para dar luz a outra funcionalidade que oferecemos tão importante quanto às outras: a conciliação de caixa. 

“Ter controle dos recebíveis é vital para manter o equilíbrio do fluxo de caixa do varejo e a conciliação cumpre um papel importante de garantir que não houve falhas operacionais e eventuais cenários de fraude”, destaca Paulo Loureiro, Co-Founder e COO da Shipay.

Com a entrada e crescimento de pagamentos por QR Code, tais como as carteiras digitais Mercado Pago, Pic Pay, Ame, Pag Bank, criptomoedas, e principalmente o Pix, o varejista se vê diante da necessidade de modernizar seu negócio e oferecer esses métodos de pagamentos à sua base de clientes, mas junto a isso vem também a necessidade de ter esses pagamentos monitorados e conciliados. 

Não conciliar pagamentos digitais atrasa inovação no varejo

“O Pix, apesar de ser muito grande e ter muito volume transacional, ainda é muito novo, então ainda gera problemas para vários players. Podem ser problemas de configuração, falhas em atualizações que acabam gerando erros em transações. São muitos players que participam do sistema do Pix, cerca de 750 participantes, e nem todos eles têm a mesma robustez tecnológica. Quando você olha uma varejista de médio ou grande porte, com um volume muito grande de transações, vai ter ali um percentual de informações que não estão fluindo da maneira adequada e é muito importante que essas empresas saibam exatamente quais são todas as transações de Pix que estão entrando no caixa, para que possa ser feita a conciliação e o fechamento correto”, explica Luiz Coimbra, Co-CEO e Founder da Shipay. Vale lembrar ainda que a conciliação financeira é igualmente importante para corporações que emitem e recebem pagamentos digitais. 

A falta de conciliação pode forçar grandes empresas a dar um passo atrás em seus processos de modernização. Coimbra comenta, por exemplo, que chega a acontecer de uma grande varejista começar a receber via Pix e precisar desligar essa opção pouco tempo depois por não contar com uma conciliação de caixa para esses pagamentos. Não ter a visibilidade de onde esse dinheiro está vindo acaba colocando as operações em risco. 

“O que a Shipay busca fazer é dar cada vez mais insumos que facilitem essa conferência. Hoje, a gente provê relatórios e informações que amarram a compra que foi feita no caixa com o valor, dia, hora, qual foi o caixa que recebeu, em qual loja, todas essas informações permitem uma conferência mais simples e precisa desses pagamentos”, detalha Charles Hagler, Co-CEO e Founder da Shipay. 

Redução de custos e segurança

Empresas de médio e grande porte, em geral, contam com áreas dedicadas para conciliação de caixa dentro de seus departamentos financeiros, tamanho o volume de transações para verificar. Além de pagamentos por cartão, boleto e dinheiro em espécie que já entrava nesta contabilidade, surge um volume robusto de entradas e saídas feitas via pagamentos digitais, principalmente com o Pix. Com a solução da Shipay, essas empresas podem economizar recursos e não há necessidade de inflar seus departamentos financeiros. O sistema é totalmente automatizado e instantâneo, com todas as transações feitas por pagamentos digitais 100% conciliadas. Além disso, a tecnologia envolvida no sistema permite uma conferência mais assertiva e segura. 

“O varejista vai saber que o cliente pagou, em relação a qual mercadoria foi o pagamento, verá que o dinheiro entrou e que foi tudo liquidado. Se o valor entrar de uma forma diferente, o sistema de conciliação da Shipay tem mais de 50 regras de negócios para validar inconsistências, que podem acontecer porque a ferramenta do pagador não mandou todas as informações, um cliente que pagou como transferência Pix em vez de enviar um pagamento, uma transação duplicada, duas carteiras enviando a mesma informação, etc. A ferramenta da Shipay vai conseguir mitigar todas essas inconsistências para garantir que aquele varejo ou estabelecimento saiba: registrei uma venda, recebi o dinheiro dessa venda, esse valor entrou no meu caixa e já está totalmente conciliado aqui”, explica Coimbra. Importante também destacar que o sistema de conciliação é totalmente agnóstico, ou seja, funciona para qualquer banco ou instituição financeira que o varejo tenha relacionamento. 

A importância da conciliação em datas comerciais

Datas importantes como Dia das Mães, Natal, Black Friday, são extremamente importantes para o varejo e representam aumento do volume das transações. Justamente pela movimentação atípica dos caixas nas proximidades de datas como estas, a conciliação ganha ainda mais importância como ferramenta de facilitação da operação e segurança. “Nas datas comemorativas, por um lado se espera um volume maior de vendas, mas por outro aumenta a complexidade operacional do dia dia, com fluxo elevado de circulação dentro das lojas e muitas vezes com operadores temporários, o que induz ao erro humano. A conciliação, neste sentido, é um grande aliado para manter fluxos e processos inalterados em datas com picos transacionais”, acrescenta Loureiro.

O sistema da Shipay acelera as vendas e a conciliação, sem gerar nenhum tipo de custo operacional ou aumento de custos com a equipe financeira, a ferramenta acaba otimizando todo o trabalho da empresa. 

Quer ter receber pagamentos por Pix e carteiras digitais direto em seu software de vendas e com todos os valores conciliados no seu caixa?

Pagamento por criptomoedas no varejo de moda é destaque na Couromoda 2022

Pagamento por criptomoedas no varejo de moda é destaque na Couromoda 2022

Em janeiro aconteceu a maior feira de calçados, roupas e acessórios da América Larina, a Couromoda 2022.

No estande, os lojistas conferiram em primeira mão a integração dos principais meios de pagamentos digitais por QR Code, como: Pix, Mercado Pago, PicPay, Ame, PagBank (entre outras), em sistemas como frente de loja, ERP, PDV, e-commerce e aplicativos do varejo.
 
Por meio do sistema de gestão PDV 4.0 da Data System, a Shipay é responsável pela facilidade nos métodos de pagamento, e como novidade exclusiva para a Couromoda, será apresentada uma nova opção de pagamento: por criptomoedas. Mais de 3 mil clientes que fazem parte da base da Data System serão impactados por trazer essa praticidade ao cliente ao pagar suas compras com moedas digitais.

Vale ressaltar que a Shipay possui conexão com mais de 500 mil lojas físicas, e elas também serão impactadas com a novidade que irá ampliar a jornada de pagamento digital no varejo como um todo. Os donos de lojas físicas de calçados, roupas, além dos que atuam no e-commerce poderão oferecer criptomoedas ao vender um sapato, bolsa ou artigo de moda em geral.
 
“A Shipay, cuja capilaridade ultrapassa a marca de 500 mil estabelecimentos no país, vai dar acesso ao consumidor e ao dono do estabelecimento, seja pequeno, médio ou grande porte, a um universo de mais de 100 criptomoedas (Bitcoin, Ethereum, Binance, USDC, Bitcoin Lightning, Dash) dentre outras, por meio de uma carteira digital da Coynpayments, processadora de pagamentos em criptomoedas integrada na Shipay. No fim das contas, o consumidor pode pagar em criptomoeda e o estabelecimento decide se recebe em real ou cripto, a conversão é simultânea e a taxa é de 0,5% para o varejista.”, afirma Charles Hagler, sócio fundador da Shipay.
 
“Esse é o primeiro passo para que o varejo também possa aproveitar a segurança e agilidade das criptomoedas, além de popularizar ainda mais esse ativo não só como fonte de investimento, mas também como algo útil para ser usado em nossas compras”, explica Rubens Neistein, Business Manager da CoinPayments.
 
O funcionamento é bem simples. A empresa precisa utilizar a ferramenta da Shipay no seu sistema de caixa ou plataforma de e-commerce e abrir uma conta digital (wallet) na CoinPayments. Depois disso, basta o consumidor fazer o pagamento pelo seu celular apontando para o QRcode que aparece na tela da loja e o varejista receberá os pagamentos em criptomoeda na sua carteira Coinpayments. 

Fonte: Fashion Network

REAL DIGITAL: deve inaugurar uma nova etapa no sistema financeiro do Brasil

REAL DIGITAL: deve inaugurar uma nova etapa no sistema financeiro do Brasil

Quando o engenheiro Gordon Moore “profetizou” a lei de crescimento exponencial, apontando que o número de transistores dentro de um processador dobraria a cada dois anos, ele não tinha como saber que sua previsão seria tão certeira.

Mais além, ele não poderia imaginar que o crescimento exponencial da tecnologia extrapolaria sua previsão e alcançaria os patamares que estamos observando hoje. Há pouco mais de um ano, ninguém poderia imaginar que seria possível fazer transações instantâneas com tanta praticidade e o Pix surpreendeu a sociedade. Agora, nos preparamos para um novo capítulo com possibilidades ainda inimagináveis: a chegada do real digital. 

Trata-se de uma moeda virtual que está em fase de desenvolvimento pelo Banco Central – com alguns testes previstos já para o ano que vem. Para a população geral, a novidade deve chegar por volta de 2024, com o Pix e o Open Banking em uma fase bem mais madura. Como tudo ainda está em uma etapa bem embrionária, há quem confunda o real digital com criptomoeda, a diferença é que a primeira será uma moeda digital desenvolvida e regulada pelo Bacen, enquanto a segunda não está sujeita à regulação de nenhum banco central. 

O real digital terá valor corrente, exatamente igual ao valor do real físico, só que com uma abrangência de aplicação muito maior. Não estamos falando apenas de uma moeda para fazer transações no ambiente digital, mas de uma ferramenta capaz de trazer inovações e provocar disrupções muito maiores. Uma das possibilidades seria o dinheiro programável, que permitiria designar algumas quantias para usos específicos. Com a chegada do 5G e da Internet das Coisas, o real digital também teria espaço para usos muito mais futuristas em aparelhos inteligentes. Neste cenário, carros e eletrodomésticos poderiam ser programados para fazer compras automáticas. 

Outra possibilidade importante que aparece no cenário é a facilitação de transações internacionais. Enquanto se discute a possibilidade de criação do Pix Internacional, o desenvolvimento do real digital seria um grande passo para a concretização de transações internacionais instantâneas, com uma conversão mais prática e rápida. Obviamente será necessário avançar nos arranjos com os bancos centrais de outros países, mas o ambiente é favorável para que essas discussões avancem num sentido positivo. Isso facilitaria as remessas de dinheiro entre brasileiros residentes no exterior para suas famílias e vice-versa, poderia facilitar a dinâmica do comércio exterior, além de criar um ambiente favorável para o surgimento de diversos modelos de negócio disruptivos. 

Pense, por exemplo, em um e-commerce internacional com conversão instantânea de moeda estrangeira para real. O horizonte está aberto e o momento é para desenvolver ideias, pois a ferramenta vem com um potencial gigantesco de reduzir barreiras burocráticas e baratear custos de operação. 

Aliás, esse é justamente o desafio dos players do mercado de pagamentos. Instituições financeiras e fintechs, entre elas a Shipay, estão trabalhando para entender o universo de possibilidades de uso que o real digital traz. Ao redor do mundo, outros países trabalham no desenvolvimento de moedas digitais, mas cada um deles focando em aplicações que fazem sentido para suas realidades. O Brasil vem trilhando um caminho de destaque neste cenário, com o Pix muito bem desenvolvido e um espaço muito favorável para o desenvolvimento amplo do Open Banking. À medida que essas ferramentas, que já estão inseridas no mercado, vão ganhando robustez, o real digital também já ganha condições de nascer em uma fase de maturidade muito avançada em relação a outros países. 

Não perca vendas, a Shipay tem a solução para fazer você aceitar Pix direto no seu sistema atual!

Soluções inovadoras facilitam adoção do PIX e QR Code no varejo

Soluções inovadoras facilitam adoção do PIX e QR Code no varejo

O crescimento do PIX e dos pagamentos por QR Code no Brasil é estrondoso. De acordo com dados do Banco Central, apenas entre novembro de 2020 e maio de 2021, o PIX cresceu 1.836%. Até maio, o PIX já tinha superado a marca de 649 milhões de transações.

O QR Code não fica atrás, já que era utilizado por 48% dos brasileiros antes do PIX entrar em operação, de acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. Com o crescimento dos novos meios de pagamento no mercado, os varejistas estão cada vez mais notando a importância de oferecer essas possibilidades de pagamentos a seus clientes. 

Para que o PIX e o QR Code cheguem ao varejo, é preciso contar com soluções que facilitem a adoção dos novos meios de pagamento nos pontos de venda. 

A Nortesys é uma das empresas que notaram essa necessidade de mercado e junto a SHIPAY integraram soluções que oferecem um sistema de gestão empresarial completo com PIX e QR Code inclusos nos meios de pagamento. Ambas as empresas são focadas em inovação e buscam otimizar o gerenciamento do negócio de seus clientes. 

Para entender melhor sobre essa parceria e sobre o foco em oferecer PIX e QR Code para clientes de varejo, entrevistamos o CEO da Nortesys, Gean Sharly de Sousa e o COO da SHIPAY, Paulo Loureiro. Os executivos falaram sobre a parceria entre as empresas e as expectativas com o crescimento do PIX e do QR Code no mercado nacional. 

Confira a entrevista abaixo:

Qual é a visão atual da Nortesys sobre as soluções de pagamentos digitais? 

“As soluções de pagamentos digitais para o varejo é um divisor de águas. Vimos na prática, principalmente nestes últimos dois anos, que essas formas de pagamentos permitem uma mobilidade muito grande, facilidade na integração, o que agiliza bastante no processo operacional” explica Gean. 

O executivo também destaca a parte do investimento. “O investimento é mais simples, mais rápido e barato. Assim, é possível ter uma escalabilidade maior. A Nortesys segue buscando investir em pagamentos digitais em nossas soluções de ERP para apresentarmos diferenciais aos nossos clientes”, completa.   

Como surgiu a parceria com a SHIPAY? 

“No ano passado, eu estive procurando plataformas de pagamentos digitais e acabei encontrando a SHIPAY. Entrei em contato com o Paulo, que nos apresentou a empresa e os projetos e aí nós vimos que era aquilo que precisávamos e fechamos a parceria. Foi assim e está dando tudo certo”, afirma Gean. 

Paulo explica que o objetivo da parceria é a SHIPAY prover um motor de crescimento e inovação para os clientes da NORTESYS. 

“Nós imaginamos que pagamentos instantâneos e digitais (PIX, carteiras digitais, QR Code) tem um poder enorme de agregar valor no varejo e junto com a NORTESYS, nós conseguimos levar essa inovação, trazendo valor agregado para o lojista e contribuir para o crescimento do varejo”, completa Paulo. 

Como a solução da SHIPAY agrega valor as soluções da NORTESYS? 

“Nós somos uma softhouse, focados no desenvolvimento de ERPs. Então, num mercado em que há dezenas de empresas, de meios de pagamentos e operadoras financeiras, é preciso se integrar com cada uma delas”, explica Gean. 

Gean destaca que a expertise da SHIPAY em pagamentos digitais, nos trouxe com a parceria uma solução a possibilidade de oferecer aos nossos clientes, a integração com diversas plataformas com mais facilidade. “Isso agrega muito valor as soluções de ERP que oferecemos aos nossos clientes”, completa.

Qual é a expectativa com a chegada do PIX e dos pagamentos por QR Code? 

“Nosso lema é ‘inovando sempre’, então quando se falou em PIX e os pagamentos por QR Code, nós percebemos que era a nossa hora de levar a isto aos nossos clientes, e consequentemente, aos consumidores”, explica Gean.  

Gean afirma que a expectativa da Nortesys é que a empresa possa cada vez mais sair na frente com novidades para oferecer para os nossos clientes e para o consumidor final. 

Paulo explica que a SHIPAY tem o objetivo de simplificar os pagamentos digitais e nós fazemos isto por meio de parcerias. “Hoje, os nossos parceiros são o coração da empresa, crescemos junto com eles com a proposta de melhorar o ecossistema de pagamentos digitais”, completa. 

“Atualmente, temos meios de pagamento tradicionais como débito, crédito e boleto, mas se olharmos mundo afora percebemos que os meios de pagamentos digitais tendem a crescer nos próximos anos, chegando a representar cerca de 30% de participação no mercado de pagamento, de acordo com algumas pesquisas” ressalta Paulo.

Qual é o feedback dos clientes em relação aos pagamentos digitais? 

“Para a maioria do varejo, principalmente do pequeno varejo, isso ainda é uma novidade. É uma novidade que muitos querem, mas como se trata de operações financeiras há muitas dúvidas”, destaca Gean.  

“Então, os clientes querem e nós temos desenvolvidos trabalhos em conjunto para que os clientes possam entender sobre o assunto. E eu acredito que a medida com que a sociedade for entendendo melhor os pagamentos digitais, a aderência a estes meios será cada vez maior”, completa. 

O PIX, carteiras digitais e pagamentos por QR Code já são uma realidade no mercado de pagamentos. A expectativa é que com o boom tecnológico atual, o processo de maturação dos meios de pagamentos digitais no varejo seja bastante acelerado. A tendência é que estes meios de pagamentos se tornem cada vez mais relevantes no ecossistema financeiro brasileiro.

Pix e QR Code otimizam rotina de postos de combustíveis

Pix e QR Code otimizam rotina de postos de combustíveis

Os pagamentos digitais já se tornaram uma realidade no mercado brasileiro. O Pix, por exemplo, já chegou a 40% da população brasileira em menos de um ano de operação, de acordo com dados do Banco Central.

O uso de QR Code também é uma excelente opção de pagamento para o Pix e as carteiras digitais no momento em que vivemos, já que não é preciso contato físico e o pagamento pode ser feito de forma simples e rápida. 

Pix segue em ascensão e supera TED e DOC 

Em poucos meses de operação, o Pix já se tornou muito maior do que TED e DOC, meios tradicionais de transferências de valores no Brasil, de acordo com o Banco Central. Segundo o órgão, o Pix movimentou R$ 1,4 trilhão entre novembro de 2020 e junho de 2021. Em 6 de agosto, o Pix bateu recorde de R$ 40 milhões transacionados em um único dia. 

Dados da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) em parceria com a consultoria Deloitte, o Pix cresce, em média, 18% em números de usuários e 62% em volume de transações por mês. 

Pix e QR Code otimizam pagamentos em postos de combustíveis

Com mais de 600 carteiras digitais no Brasil e o Pix em plena ascensão, os meios de pagamentos digitais são a aposta de postos de gasolina para agilizar o atendimento e garantir a segurança por conta das restrições impostas pela pandemia de coronavírus. 

A Shipay e a SGA Petro são empresas que trabalham para oferecer soluções completas e integradas com os novos meios de pagamento. A parceria garante uma integração completa que traz vantagens para os clientes e para os donos de postos de combustíveis. 

A solução oferecida pelas empresas concentra venda, emissão de comprovante fiscal e gestão de finanças em um único sistema. Isso favorece a operação do posto e elimina o contato físico com o cliente na hora da venda, isso traz muito mais segurança, além de trazer agilidade no pagamento para evitar filas. 

Conversamos com o COO da Shipay, Paulo Loureiro e o diretor comercial da SGA Petro, Elizeu Galvão. Os executivos falaram sobre a parceria entre as empresas, o feedback e a expectativa com o crescimento dos meios de pagamentos digitais. Confira abaixo:

Qual é o principal objetivo da SGA Petro no mercado? 

“Ser líder no ramo de postos de serviços, levar um atendimento de excelência aos clientes”, afirma Elizeu. 

Como surgiu a parceria com a Shipay?

“Nós da SGA Petro pesquisamos por uma empresa para prestar o serviço de Pix, avaliamos algumas opções no mercado e escolhemos a Shipay”, explica Elizeu. 

Paulo ressalta a importância dos parceiros da Shipay para o crescimento da empresa no mercado. O executivo explica que a parceria com a SGA Petro agrega valor no varejo, principalmente, em lojas de conveniência e postos de combustíveis. 

O executivo completa explicando que o objetivo da Shipay é contribuir para o crescimento do varejo e que as parceiras são muito importantes para movimentar o mercado. 

 Qual é o feedback dos clientes da SGA Petro em relação ao Pix e os pagamentos por QR Code? 

“Um meio de pagamento que está crescendo, porém, ainda possui muitos problemas a serem resolvidos, conexão e demora de resposta dos bancos, por exemplo”, ressalta Elizeu. 

“Os bancos vêm se adaptando de forma ágil para suprir a demanda de infraestrutura que o Pix precisa no mercado. E a solução da Shipay apresenta a possibilidade de trocar a operação de Pix de um banco para o outro, sem ter de fazer nenhuma adaptação no estabelecimento. Isso proporciona mais agilidade no atendimento e nas vendas”, explica Loureiro. 

Como o segmento de postos e lojas de conveniência está se adaptando aos novos meios de pagamento?

“Está tendo uma boa aceitação, porém, alguns empresários têm resistência por conta dos pequenos problemas de autorização”, explica Elizeu. 

“O Pix vem se adaptando, os problemas de autorização surgem devido as atualizações do Banco Central, mas já é um problema que foi normalizado e é algo excelente para todos os participantes desse processo”, explica Loureiro.

 O executivo também ressalta que os novos meios de pagamentos passam por esse processo de maturação para serem melhor aceitos no mercado e isso vem acontecendo rapidamente na comparação com outros meios de pagamentos tradicionais como o cartão de crédito, por exemplo. 

Qual é a expectativa da Shipay com o Pix e os pagamentos por QR Code? 

Paulo explica que assim como todos os outros meios de pagamentos, o Pix e o QR Code irão passar pelo processo de maturação, já que o mercado precisa se adaptar aos novos meios de pagamento. 

O executivo aponta que algumas pesquisas afirmam que os novos meios de pagamento devem representar cerca de 30% de participação no mercado. Paulo ressalta como exemplo o sucesso do Pix em comparação com o TED e o DOC em menos de um ano de operação. 

Como as soluções da Shipay e da SGA Petro ajudam empreendedores?

“As soluções ajudam no aumento de produtividade, rapidez no recebimento, o que significa mais clientes no posto, e consequentemente, aumento dos lucros”, afirma Elizeu. 

Segundo estudo da consultoria britânica Juniper Research, os pagamentos por QR Code deve chegar a 2,2 bilhões de usuários até 2025, puxado por países emergentes como o Brasil. E isso corresponde a quase um terço dos usuários de telefonia móvel no mundo. 

No Brasil, dados da Febraban apontam que 3 em cada 10 brasileiros com smartphone já usaram QR Code para realizar pagamentos. A tendência é que o Pix também siga em forte crescimento em 2022, já que o Banco Central prepara o lançamento de novas funcionalidades como o Pix troco, Pix internacional e outros. 

Com isso, o varejo busca se adaptar o mais rápido possível ao novo modelo de pagamentos. E a solução da SGA Petro e da Shipay é a ideal para resolver todos os problemas. Com a demanda crescente por meios de pagamentos digitais, a tendência é que a adesão do consumidor a estes tipos de pagamentos seja rápida e o varejo precisa acompanhar essa novidade.

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