Se em seu primeiro ano de funcionamento vimos o Pix crescer exponencialmente para as transferências entre pessoas e aos poucos avançar no varejo, agora é chegado o momento em que essa adesão nos estabelecimentos comerciais tende a aparecer de forma mais madura e com mais possibilidades.

Para se ter um breve panorama: a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) fez pesquisa recente mostrando que o Pix é o segundo método de pagamento mais usado no Brasil, atrás apenas do dinheiro físico. No e-commerce, saltou de 16,9% de aceitação em janeiro deste ano para 59,3% em novembro, segundo pesquisa feita pela consultoria GMattos. Em eventos de grande importância para o varejo, como é o caso da Black Friday, o Pix é apontado como a ferramenta de inclusão para a baixa renda, tendo em vista que existe uma enorme fatia da população sem acesso a cartão de crédito. 

Hoje, já temos uma fatia significativa de CNPJs cadastrados no Pix: segundo dados do Banco Central, são cerca de 7,4 milhões de empresas que fazem parte do sistema. Esse universo certamente é ainda maior, tendo em vista que muitos comércios seguem recebendo o Pix de forma improvisada. No entanto, na última semana de novembro o Banco Central finalmente lançou as ferramentas Pix Saque e Pix Troco, que trazem um forte potencial de adesão das empresas ao recebimento formal do Pix. 

Até então, o que já se sabia era que o cliente poderia fazer um saque no caixa de uma loja utilizando o Pix, ou receber uma quantia em dinheiro como troco de alguma mercadoria paga com o Pix. O Banco Central também havia sinalizado a possibilidade do pagamento de uma tarifa por transação aos estabelecimentos – e essa é uma informação importantíssima para o varejo. Com o lançamento, essa informação sobre as tarifas ficou mais clara: a cada transação feita, o varejista recebe uma tarifa que varia de R$ 0,25 a R$ 0,95, a depender do relacionamento bancário que tiver. Quem arca com este valor é o próprio banco, ou seja, o comerciante sai ganhando e o cliente final não precisa ser onerado. 

O movimento também traz outro benefício claro para as duas pontas: se o cliente estiver precisando de dinheiro vivo, pode sacar em uma loja participante do sistema, não precisa ficar em busca de caixas eletrônicos. O varejista, por sua vez, diminui seus custos com logística e transporte de valores, já que a medida ajuda a movimentar seu dinheiro em espécie no dia a dia. 

A medida vem como um incentivo claro à adesão ao Pix de forma cada vez mais robusta, como um passo a mais na preparação do varejo para as demais ferramentas que estão para vir no próximo ano. A integração da Shipay, neste contexto, mais uma vez vem com uma forte aliada do varejista para facilitar suas operações no dia a dia. Com nosso sistema, todo recebimento via Pix é diretamente conciliado no sistema de caixa da loja. Ou seja, o comerciante pode aproveitar os benefícios de oferecer o Pix Saque e Pix Troco sem se preocupar com obstáculos operacionais. A Shipay retira essas barreiras e deixa a movimentação financeira do caixa da loja mais transparente, segura e prática para o fechamento de caixa diário. 

Com nossa filosofia de facilitadora sempre em primeiro lugar, encaramos este momento como uma oportunidade fantástica para o varejo ganhar mais fluidez com o recebimento de Pix. 

E você, como acha que o Pix Saque e Pix Troco vão impactar o mercado?

Close Bitnami banner
Bitnami