O crescimento dos meios de pagamentos digitais no mercado brasileiro é impressionante. O PIX, sistema de pagamentos instantâneos no Brasil, atingiu a marca de R$ 1 trilhão movimentados e chega a cerca de 40% dos brasileiros. Os pagamentos com QR Code também se destacam o mercado com crescimento de 48% no terceiro trimestre de 2020.

Ambas as formas de pagamentos são consideradas essenciais para empresas. Com a pandemia de COVID-19, pagar as compras com QR Code e PIX se tornou muito mais seguro por evitar o contato físico entre vendedor e cliente. E para isso, o varejo precisa de soluções robustas que facilitem a integração dos novos meios de pagamento em seu sistema de caixa. 

Para entender melhor sobre PIX e QR Code no varejo, conversamos com o diretor de franquias e CFO da Memocash, Carlos Diego Oliveira e o COO da SHIPAY, Paulo Loureiro. Confira a entrevista abaixo:

Qual é o principal objetivo da Memocash no mercado? 

“Promover a digitalização das PME’s por meio de nossas franquias oferecendo soluções tecnológicas que proporcionam agilidade, facilidade e segurança aos comerciantes e empreendedores nacionais”, explica Carlos.

Como surgiu a parceria entre a MEMOCASH e a SHIPAY? 

“A parceria com a SHIPAY surgiu frente a necessidade de que vimos em proporcionar aos nossos clientes e usuários uma solução integrada com o PIX de maneira mais simplificada e segura”, ressalta Carlos. 

O executivo aponta que o foco da Memocash é no desenvolvimento de softwares e soluções para o varejo, e para que a integração seja completa, é preciso encontrar parceiros que possuam soluções daquilo que não fazemos

Paulo ressalta que as parcerias da SHIPAY são o coração da empresa. O executivo acredita que os pagamentos instantâneos e digitais agregam bastante valor aos varejistas e parceiros como a MEMOCASH são importantes para o crescimento da oferta dos novos meios de pagamento. 

Qual é o feedback dos clientes da Memocash em relação ao PIX e os pagamentos por QR Code? 

“Nesse início, o feedback está muito positivo. Os clientes que pilotaram a solução integrada estão muito satisfeitos com o resultado e, a princípio, nosso objetivo está sendo alcançado”, destaca Carlos Diego. 

Como é atuar em diferentes segmentos e ser uma franqueadora? Qual visão a marca possui atualmente do mercado de pagamentos?

“Para nós é muito gratificante poder contribuir com nosso objetivo principal junto as PME’s. Mesmo com soluções que atendem diversos modelos de negócios como restaurantes, cafés, lojas diversas etc. Atuamos em muitos segmentos distintos, percebemos que os problemas são muito parecidos e nossos softwares são preparados para atender cada ramo de atividade”, afirma Carlos. 

Carlos também ressalta que dentro dessa atmosfera de soluções há diversas modalidades de pagamentos são muito importantes em todas as áreas das nossas soluções. “Por isso vemos as necessidades de estar junto a um parceiro que tenha como foco principal a evolução dessas modalidades”, completa.

Como as soluções da SHIPAY e da Memocash ajudam empreendedores? 

“Nossas soluções, em conjunto, trazem diversos benefícios para o cliente”, afirma Carlos.

O executivo destaca a agilidade no momento de receber o valor de uma compra, a partir da geração do QR Code direto na tela de compra do nosso PDV. Além de trazer mais facilidade na hora de conciliar qual conta de recebimento via PIX se refere a qual venda executada, de forma automática. 

“Também há a questão da segurança que estes meios de pagamentos geram para o consumidor, que tem a certeza de que sua compra está sendo paga para quem deve receber de fato e, é claro, segurança e menos esforço ao comerciante que terá suas vendas e recebimentos devidamente conciliados o tempo todo”, completa.

Qual é a expectativa com a chegada de novos meios de pagamentos digitais?

“Nossa expectativa é que o mercado brasileiro de meios de pagamento se torne menos burocrático, seguro e mais barato ao consumidor e ao comerciante, principalmente, ao pequeno empreendedor”, explica Carlos Diego. 

“O mercado ainda está absorvendo a chegada do PIX e das carteiras digitais e há um processo de maturação natural das novas plataformas de pagamento”, explica Paulo. O executivo acredita que a adesão aos pagamentos digitais ocorra de forma acelerada no varejo.

Paulo ressalta o PIX como exemplo, já que em menos de um ano de operação, o novo meio de pagamento já é três vezes maior do que TED e DOC, meios de transferência de valores tradicionais no Brasil. 

A expectativa é que os novos meios de pagamentos digitais cresçam bastante no curto prazo, ganhando participação a passos largos no mercado brasileiro. Uma pesquisa da consultoria Bain & Company aponta que as carteiras digitais devem representar 28% do mercado de pagamentos em 2022. 

Para se ter ideia, dados do Banco Central mostram que o número de transações P2B (quando pessoas compram produtos ou serviços de empresas) cresceu, em média, 53% ao mês em 2021. 

A intenção do Banco Central é apostar ainda mais nos pagamentos digitais trazendo novas funcionalidades para o PIX. Com isso, os varejistas precisam encontrar soluções que ofereçam uma integração rápida para não perder vendas em seus PDVs. PIX e as carteiras digitais já são uma realidade nos pagamentos em todo o país.

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