A data de lançamento do PIX já foi definida pelo Banco Central, dia 16 de novembro. No entanto, ainda pairam muitas dúvidas para o consumidor sobre como será a dinâmica da ferramenta. No blog da Shipay, nós esclarecemos uma série de dúvidas sobre o assunto, e nos últimos dias o Banco Central informou algo que vinha sendo questionado pelas instituições financeiras: a definição de limites para as transações do PIX.

O Bacen divulgou uma instrução normativa que libera os bancos e demais instituições financeiras a definirem limites para os valores transacionados através do PIX. Ainda que tenham sido estabelecidas algumas regras, a forma de definir como serão as limitações ficará a cargo de cada instituição, mas o Banco Central estabeleceu que esse limite não poderá ser inferior ao teto que os usuários têm disponível na opção de débito.

Segundo informações do portal InfoMoney, ficou estabelecido que até o dia 28 de fevereiro as transações do PIX que forem feitas em dias úteis, das 6h às 20h, terão limite de 50% do teto da TED (que varia de acordo com a instituição). A partir de 1º de março, esse limite sobe para o total que é permitido via TED.

Essa definição de parâmetros para limitar as transações é um fator muito importante para o sucesso da adesão à ferramenta, tendo em vista que se trata de uma medida de segurança para os usuários. Em outros países, o estabelecimento de limites para transações do PIX foi adotado, como forma de evitar fraudes, e não teria motivo para ser diferente por aqui.

Aliás, tendo em vista o histórico do Brasil no assunto, é importante destacar que a preocupação das instituições foi válida e que o Banco Central agiu bem em deixar essas diretrizes mais claras. No ano passado, estudo feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) mostrou que as fraudes financeiras foram responsáveis por um prejuízo de R$ 1,8 bilhão em 12 meses.

As expectativas sobre a entrada do PIX no mercado são muito positivas quando pensamos sob o ponto de vista do potencial que essa ferramenta tem para ampliar a adesão aos pagamentos digitais. Justamente por isso, é fundamental que os passos para o início dessas operações sejam dados de forma atenta e cautelosa, já que este primeiro momento será um período crucial para identificar e corrigir falhas, apresentar melhorias e entender a dinâmica da ferramenta com a população. Como prestadores de serviço, estamos atentos a como essas questões vão avançar para que possamos estar sempre um passo à frente e oferecer segurança a todos os nossos parceiros varejistas.

A #Shipay já está com suas soluções preparadas para o recebimento de pagamentos via PIX, ou seja, os varejistas que contam com a nossa solução já estarão com seus PDVs prontos para receberem essas transações uma vez que o sistema entrar em operação.

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